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Alvará. Ofício de Tabelião da Vila de Tomar. Filiação: Francisco Garcia de Braga.
Carta de Padrão. Tença de 30$000 rs. Filiação: Manuel Pinto Vila Lobos.
Carta. Tença de 12$000 com o Hábito. Filiação: Garcia de Burgos Vila Lobos.
Carta de Padrão. Tença de 38$000 rs. Filiação: Gaspar de Vila Lobos.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs e Hábito. Filiação: Gaspar da Vila Lobos.
Alvará. Criando na vila do Fundão o lugar de Juiz de Fora.
Carta. Confirmação de privilégios concedidos por vários reis aos calafates da Vila de Fão.
Carta. Administração de uma Capela na Vila de Montemor-o-Novo.
Alvará. Autorizando-a para poder dar de aforamento perpétuo 4 Prédios que possuía na mesma vila.
Alvará. Para que guarde a provisão da repartição do sul na vila de Setúbal.
Recortes de fotografias de vistas da Vila de Constância. Incluí uma vista aérea de Constância.
Relação de números de ordem relacionados com objectos arrolados - "Caixas sahidas para Vila Viçosa...".
Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
A 31 de Dezembro de 1621 faleceu uma filha de Manuel Luís, de Cimo de Vila.
A 26 de Dezembro de 1611 faleceu Pedro Martins, de Cimo de Vila.
A 9 de Setembro de 1617 faleceu Catarina Gonçalves Vila Nova, pobre.
A 21 de Junho de 1640 faleceu Maria Vigária, no hospital da Vila.
Sediada em Vila do Conde. Contém os estatutos de constituição de 7 de dezembro de 1982.
No verso tem a informação "duas courelas no termo de Alenquer, uma sita no Brejo, limite da Pocariça, outra no sítio da Ribeira, limite da igreja da Ventosa, tudo termo da vila de Alenquer".
Alvará. Para poder dar mais 20$000 rs ao Médico da vila de Vila Flor.
LICENÇA PARA FAZER FEIRA ANUAL NA SUA VILA DE VILA REAL, COM INDICAÇÃO DE PRIVILÉGIOS
O concelho de Freixo de Numão foi extinto pelo Decreto de 31 de Dezembro de 1853 e anexado ao novo concelho de Vila Nova de Foz Coa. A título de informação subsidiária, juntamos, igualmente, alguns dados sobre a história e funcionamento dos Juízos dos Órfãos. Hist. Administrativa: A necessidade da existência de depositários oficiais não se verificou de uma forma simultânea em todas as áreas jurídicas que actualmente prevêem a existência de um depositário público como instrumento protector de bens e direitos. A protecção de menores, mais especificamente dos órfãos, foi a primeira em que publicamente se reconheceu a necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. As Ordenações Afonsinas, dadas em 1446, determinam no Livro IV, Títulos 87 e 91, que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respectivo menor tutelado ou curado. Anualmente, o juiz, o contador e o escrivão desse lugar tomariam as contas aos tutores ou curadores dos órfãos, julgando, a partir do inventário que se encontrava na posse do primeiro, da boa ou má administração praticada. O Livro I, Título 33 das mesmas Ordenações, determina explicitamente que os juízes ordinários ou especiais dos órfãos mandassem fazer logo aos respectivos tutores ou curadores "hum livro, e ponha-se nos almarios na Arca da cidade ou vila, e quando he treladado o inventario de todollos bens que aos menores acontecem", ordenando-lhes que em situações de má administração, por parte dos tutores ou curadores, eles mesmos assumissem, oficiosamente, as funções de curadores e administradores desses bens. As Ordenações Manuelinas, dadas em 1514, prevêem também, Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respectivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo actualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. As Ordenações Filipinas, Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder rapidamente à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. A estrutura judicial do Liberalismo, decorrente da aplicação do Decreto nº 22, de 16 de Maio de 1832, cometia a novos magistrados, os "juízes de paz", com uma circunscrição territorial precisa, as antigas funções que competiam aos juízes dos órfãos. A arca ou depósito dos órfãos correspondia a um cofre com três chaves, onde era arrecadado o dinheiro, peças de ouro e prata, jóias e escrituras dos órfãos, bem como os livros de registo dos valores nela entrados e saídos. Uma Lei promulgada por D. João III, em 1538, relativa à ordenança do cofre dos órfãos, determinava o modo de escrituração dos livros dos dinheiros entrados e saídos. No início constaria um título com todas as tutorias dos órfãos da vila e posteriormente um outro com as tutorias dos do termo. Estes deviam incluir os nomes dos órfãos, filiação, sobrenomes e alcunhas. De referir que os expostos eram também considerados órfãos, cabendo aos respectivos juízes a nomeação dos seus tutores.
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva, na sequência do solicitado por Cipriano de Castro Martins, referente à classificação como Imóvel de Interesse Local, da "Casa de Vila-Boa", na Freguesia de Joane, em Vila Nova de Famalicão.
O Hospício de Nossa Senhora das Mercês de Vila Franca de Xira era masculino, e pertencia à Ordem da Santíssima Trindade para a Redenção dos Cativos. Terá sido fundado em 1748. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
A criação de uma casa de Alfândega Real em Vila do Conde foi decidida por D. João II, por carta de 27 de Fevereiro de 1487. Era aos oficiais da Alfândega da cidade do Porto que competia o despacho das mercadorias entradas pela foz do Ave, esta subordinação manteve-se até 1496. Entre 1497 e 1499, o rei decidiu nomear Juíz próprio para a Alfândega de Vila do Conde. Em meados do sec. XIX passou para a dependência da Alfândega de Viana do Castelo e no último quartel deste mesmo sec. XIX passou a constituir uma secção da Alfândega do Porto. Ainda neste periodo possui uma dependência na Póvoa de Varzim. No sec. XX foi instituído como Posto Fiscal habilitado a despachar em 1941 e a cobrar imposto de pescado em 1965
O prazo é foreiro ao convento de Santa Joana que está unido aos conventos da Rosa, da Esperança e do Salvador e à casa do Visconde de Vila Nova de Cerveira, do conselho real e vedor da casa da rainha. Frei José de Nossa Senhora da Esperança é religioso da Ordem de São Domingos, e mora no convento de São Domingos de Lisboa.
A 26 de Janeiro de 1546, na igreja de São João Baptista de Vila do Conde, o padre João Homem realizou o baptizado de Ana, filha de Gaspar Eanes. Foram padrinhos Cristóvao Ribeiro e Maria Eanes, de Cimo de Vila.
A 20 de Fevereiro de 1546, na igreja de São João Baptista de Vila do Conde, o padre Afonso Fernandes realizou o baptizado de Francisco, filho de Gonçalo Gomes. Foram padrinhos Sebastião Machado e Maria Eanes, de Cimo de Vila.
A 5 de Janeiro de 1623, data da apresentação do testamento de Tomé Luís, falecido, natural de Vila do Conde, morador em Lisboa. Foi enterrado em Lisboa. Deixou testamento, sendo herdeiro Simão Luís, seu irmão, morador em Vila do Conde.
Fotografia concorrente ao Concurso de Fotografia subordinado ao tema "Constância: A Vila, A Vida e a Festa" Inscrição no original: Airi/nº 3 A Vila e a Festa Rua/Local: Rua Machado Santos