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(Vila Pouca de Aguiar) Referência à notícia de que Guilherme Braga da Cruz formulou as bases jurídicas e agradecimento por ter enviado uma carta ao ministro.
(Vila do Conde) Pedido para que Guilherme Braga da Cruz o admita a exame final porque foi mal sucedido nas segundas frequências.
(Vila Nova de Poiares) Agradecimento pela oferta da "Exposição enviada pelo Senado Universitário de Coimbra ao Senado Universitário de Lisboa". Timbre: "Augusto Duarte Henriques Simões. Deputado da Nação".
(Vila Real) Pedido de apoio para a sua pretensão. Timbre: "António Gomes dos Reis Carneiro. Engenheiro Civil (F.E.U.P.). Eng.º Sanitário (I.C. - Londres)".
(Vila Real) Agradecimento pelo apoio na resolução da sua pretensão. Timbre: "António Gomes dos Reis Carneiro. Engenheiro Civil (F.E.U.P.). Eng.º Sanitário (I.C. - Londres)".
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento pelo interesse na sua transferência para Braga, embora não se tenha efetivado. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Paços de Ferreira) Comunicação do seu interesse pelo lugar de notário em Vila Nova de Gaia. Timbre: "J. Goulart de Bettencourt. Notário".
(Esposende) Pedido de intervenção para que, na eventualidade de ser abrangido no próximo movimento judicial, ser transferido para Vila do Conde.
(Vila Nova de Gaia) Pedido de intervenção para a sua nomeação definitiva no lugar de assistente social no Tribunal de Execução das Penas.
(Vila Nova de Ourém) Felicitações pelo doutoramento "honoris-causa" concedido pela Universidade de São Paulo. Timbre: " Escola de Farmácia. Laboratório de Química Farmacêutica. Prof. Barros Cunha".
(Paços de Ferreira) Comunicação do seu interesse pelo lugar de notário em Vila Nova de Gaia, pois o respetivo notário faleceu. Timbre: "J. Goulart de Bettencourt. Notário".
(Évora) Pedido para que aceite o convite das Conferências Vicentina de Évora para proferir uma conferência em Vila Viçosa. Timbre: "Secretaria Arquiepiscopal".
(Vila da Praia da Vitória) Pedido de intervenção para a sua nomeação para uma comarca de Portugal continental, de preferência no norte.
(Vila Real) Pedido de aconselhamento para saber se deverá repetir cadeiras do curso de Direito para melhorar a sua informação final de curso.
(Lisboa) Pedido de intervenção para a sua nomeação para o lugar de conservadora do Registo Civil e Predial de Vila Flor.
(Vila Nova de Ourém) Pedido de intervenção para a colocação de um funcionário. Timbre: " Escola de Farmácia. Laboratório de Química Farmacêutica. Prof. Barros Cunha".
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pela oferta da obra "Código Civil Português. Exposição Documental". Timbre: "Escola de Farmácia. Laboratório de Química Farmacêutica. Prof. Barros e Cunha".
(Vila Verde) Explicação das razões pelas quais não expôs diretamente a sua pretensão de nomeação para o Registo Predial de Braga a Guilherme Braga da Cruz.
(Vila Nova de Ourém) Pedido de intervenção para ser nomeado notário privativo da Caixa Geral de Depósitos. Timbre: "Abílio Tavares Cadete. Advogado e Notário".
(Vila Nova de Famalicão) Manifestação da vontade de se encontrar com Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Vila Nova de Ourém) Condolências pela morte da mãe de Guilherme Braga da Cruz, Maria Isabel Bressane Leite Perry de Sousa Gomes.
(Lisboa) Convite para assistir à conferência "As Duquesas de Bragança" de Lopo de Abreu em Vila Viçosa. Timbre: "Fundação da Casa de Bragança".
(Vila Nova de Gaia) Reiteração do pedido de intervenção junto de Domingos Vicente Ferreira para ser admitido na contagem dos boletins do Totobola.
(Ponte de Lima) Agradecimento pela sua nomeação para o lugar de conservador em Vila Nova de Cerveira. Timbre: "Tribunal Judicial. Gabinete do Delegado. Particular".
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pelo envio da carta de [?] Pires Cardoso acerca da sua pretensão. Timbre: "Abílio Tavares Cadete. Advogado e Notário".
(Guarda) Pedido de intervenção para ser nomeado conservador do Registo Civil de Vila Nova de Gaia. Timbre: "Câmara Municipal da Guarda. Gabinete do Presidente".
(Vila Nova de Gaia) Informações sobre a autorização da obra [?] em Mata de Lobos e Figueira de Castelo Rodrigo. Timbre: "Assembleia Nacional".
(Vila Nova de Gaia) Pedido de intervenção na transferência para o 3º Cartório Notarial do Porto. Timbre: "José Cabral de Matos. Notário".
(Vila Nova de Gaia) Informação que recusa o lugar em Portalegre, por ficar longe do Porto onde se encontra a família.
(Lourenço Marques) Agradecimento pela intervenção na sua transferência para Vila Peri. Timbre: "Comarca de Lourenço Marques. 3º Juízo Criminal. Gabinete do Delegado. Particular".
(Portalegre) Agradecimento na intervenção na sua transferência para Vila Franca de Xira. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Portalegre. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila da Feira) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como auxiliar social para o Tribunal de Execução de Penas do Porto.
(Vila Nova de Gaia) Agradecimento pelo empenho para a sua nomeação como agente do Ministério Público interino do Tribunal do Trabalho em Famalicão.
(Vila Franca de Xira) Agradecimento pela oferta de dois livros. Timbre: "Ministério da Justiça. Direcção-Geral dos Registos e do Notariado".
Carta de penhora realizada pela irmandade aos filhos de Luísa Maria de Assunção a uma vinha e casa na Vila de Tancos.
(Vila Nova de Gaia) Comunica que possui a fotografia do seu avô como Guilherme Braga da Cruz requereu e diligenciou junto do filho para lha fazer chegar.
Processo relativo a um auto de suspeição entre o prior de Vila Verde, Lucas de Andrade e Sebastião Monteiro da Vide acerca de um benefício.
Trata-se do empréstimo de 1.002 contos destinado à construção de um mercado municipal na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 14, II série, de 17 de Janeiro de 1958.
Trata-se do empréstimo de 1.430 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 120, II série, de 20 de Maio de 1952.
Trata-se do empréstimo de 270 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 233, II série, de 6 de Outubro de 1942.
Trata-se do empréstimo de 700 contos destinado à construção da rede de esgotos na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 190, II série, de 14 de Agosto de 1959.
Trata-se do empréstimo de 3.000 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 145, II série, de 22 de Junho de 1954.
Trata-se do pedido de empréstimo de 1.000 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 850 contos destinado ao abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 241, II série, de 15 de Outubro de 1945. O pedido inicial montava a 1.000 contos.
Trata-se do empréstimo de 800 contos destinado à construção da rede de esgotos na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 258, II série, de 4 de Novembro de 1959.
Trata-se do pedido de empréstimo de 200 contos destinado à conclusão da rede de esgotos da sede do concelho. Foi desatendido por despacho ministerial genérico de 18 de Novembro de 1955 por alegada falta de capacidade orçamental.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à construção de uma avenida na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 15, II série, de 18 de Janeiro de 1961.
A folha do assentamento dos ordenados da Alfândega da Vila Nova de Cerveira, cujo pagamento nela declarados, era processada em cumprimento do real decreto de 22 de Novembro de 1762.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova, concelho de Vila Praia da Vitória e distrito de Angra do Heroísmo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova; Igreja da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real, constando de: Igreja de Vila Marim; Capela de São Sebastião; Capela de São Caetano; Capela da Senhora do Rosário.
Ata do Sínodo da Igreja Lusitana de 2 de março de 1891: visita dos representantes da igreja do Bom Pastor em Vila Nova de Gaia.
Cópia dos Estatutos da União Portuguesa de Esforço Cristão que engloba as igrejas evangélicas Metodista e Lusitana, do Porto e Vila Nova de Gaia.
Auto de arrematação dos impostos municipais nas freguesias desta vila, Pinheiro, Palmaz e Travanca, com o talho do Serro, para o ano de 1856 a 1857.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nune, distrito de Braga, concelho de Cabeceiras de Basto, constando de: Igreja de Vila Nune.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã, distrito de Braga, concelho de Esposende, constando de: Igreja de Vila Chã; Capela de São Lourenço.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, distrito de Braga, concelho de Fafe, constando de: Igreja de Vila Cova.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Bragança, concelho de Mirandela, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde; Capela de São Sebastião.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Bragança, concelho de Vinhais, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Fernando, concelho de Elvas, distrito de Portalegre, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fernando.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Calviz, distrito de Porto, concelho de Amarante, constando de: Igreja Paroquial de Vila Calviz.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Porto, concelho de Felgueiras, constando de: Igreja de Vila Verde.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Foche, concelho de Arcos de Valdevez e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Foche.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Fria, concelho e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fria; Capela de Santo Amaro.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Mou, concelho e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Mou.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Longa, concelho de Sátão, distrito de Viseu, constando de: Igreja Paroquial de Vila Longa; Capela de São Tiago.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Maior, concelho de Feira e distrito de Aveiro, constando de: Igreja Paroquial de Vila Maior.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Boa, distrito de Bragança, concelho de Mirandela, constando de: Igreja Paroquial de Vila Boa; Capela de Santo António.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Soeiro, concelho e distrito da Guarda, constando de: Igreja Paroquial de Vila Soeiro; Capela de São Pedro.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Garcia, distrito de Porto, concelho de Amarante, constando de: Igreja Paroquial de Vila Garcia; Capela de Santo Amaro.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Fria, distrito de Porto, concelho de Felgueiras, constando de: Igreja Paroquial de Vila Fria.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Cova, distrito de Porto, concelho de Penafiel, constando de: Igreja Paroquial de Vila Cova; Capela de Nossa Senhora do Rosário.
O moderno título de conde de Vila Real foi criado por decreto do rei D. João VI de Portugal, em 3 de Julho de 1823, a favor de D. José Luís de Sousa Botelho e Vasconcelos, 6.º morgado de Mateus. D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos (Lisboa, 1785-02-09/São Petersburgo, 1855-09-26), 6.º morgado de Mateus, filho do célebre 5.º morgado de Mateus, D. José Maria de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos e de D. Maria Teresa de Noronha. Foi militar, diplomata e político. Par do Reino, conselheiro de Estado, e por várias vezes ministro. Foi também morgado de Mateus, Cumeeira, Sabrosa, Arroios, Moraleiros e Fontelas. Casou com D. Teresa Frederica de Sousa Holstein a 27 de agosto de 1811.
Mesão Frio, Loivos, Jau, Lobrigos, Lordelo, Loureiro, Mondim de Basto, Mondrões, Vila Marim, Oliveira
Bragado, Atei, Carrazedo de Monte Negro, Barqueiros, Lebução, Sofiães, Candedo, Canelas, Vila Real
Vista geral de Vila Pery. Uma das primeiras povoações a dispor de iluminação eléctrica.
Com a publicação da Lei de 13 de Janeiro de 1773 a cobrança e arrecadação dos direitos reais foi, de início, um pouco confuso quer para as vilas de Castro Marim, Monte Gordo e Santo António de Arnilha. Facto pelo qual houve necessidade de acelerar a edificação de um novo edifício que fosse, digno de uma nova Vila Real, eficaz na boa arrecadação dos direitos reais nesta zona fronteiriça e piscatória. Não sendo de estranhar o facto dos "livro e mais trastes" da Alfândega de Castro Marim terem sido entregues a 7 de Outubro de 1774 à Alfândega de Santo António de Arnilha, antecipando-se ao Decreto 12 de Outubro do referido ano que extingue a Alfândega de Castro Marim e ordena que o despacho e todos os livros de arrecadação passassem para a "nova" Alfândega da Vila de Santo António de Arnilha (Vila Real de Santo António). Este Decreto ordenou ainda que o juiz que servira na de Castro Marim servisse agora na de Santo António de Arnilha. O Decreto de 19 de Outubro de 1774 estabelece, para esta "nova" Alfândega, o quadro de pessoal, nomeia os oficiais e atribui os correspondentes vencimentos e competências. Alguns dos funcionários da alfândega são-no também da portagem o que demonstra que a junção das duas casas fiscais não traria problemas no controlo comercial, pelo contrário foi benéfico uma vez que o rendimento proveniente do pescado estava impreterivelmente ligado. A lota era uma só e os rendimentos das vendas efectuadas pertenciam à portagem e à alfândega. O rendimento da portagem, maior do que da alfândega, resume-se à cobrança de direitos sobre o pescado de Castro Marim, Monte Gordo e Vila Real de Santo António, quer fosse despachado para o reino ou estrangeiro. O mesmo não se passava com a alfândega uma vez que do pescado despachado na lota só cobraria direitos para Mesa Grande quando, o referido pescado, se destinasse para o estrangeiro. Cabendo à alfândega cobrar sobre os mais géneros os restantes direito pertencentes à Mesa Grande, Consulado, Sal, Portos Secos e 2% da Fortificação. Esta proximidade de funções fez com que muitas das vezes se designasse este posto da Fazenda de "Alfândega e Portagem". A nova Alfândega de Vila Real de Santo António torna-se assim uma das mais importantes do Algarve. Isto até Dezembro de 1864 altura em que se procedeu à reforma das alfândegas.
O Convento de São Francisco de Vila Real era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província da Conceição. Em 1572, foi fundado por Provisão de 22 de Janeiro, no tempo do Papa Gregório VIII. Nesse ano, foi aprovada a obra de construção por Dom Sebastião que a recomendou à protecção dos Marqueses de Vila Real. Em 1573, concorreram para a sua fundação os préstimos dos frades do Convento de Santo António dos Capuchos de Lamego, e a protecção de Diogo Dias Ferreira, fidalgo vila realense, que ofereceu o terreno e alguns dos seus bens. As obras começaram sob a égide de D. Frei Bartolomeu dos Mártires. Em 1670, em Maio, foi instituída a Ordem Terceira de São Francisco na Igreja do Convento, Capela de Nossa Senhora da Conceição. Em 1758, num terreno contíguo, e por iniciativa da referida Ordem, foi construído o cemitério de São Francisco. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Pelo Decreto nº 42: 092, de 8 de Janeiro de 1959, que estabeleceu uma nova divisão territorial para a Mocidade Portuguesa, as grandes unidades correspondentes aos distritos passaram a designar-se por divisões. A Divisão de Vila Real resultou (1959) de parte da antiga Divisão de Trás-os-Montes e Alto Douro. Pertence à Zona Norte.
Vista de Vila do Conde.
Esta Alfândega foi extinta por decreto de Outubro de 1774, e todos os seus bens e direitos foram trasnferidos para a de Vila de Santo António de Arnilha.
Relatórios da Igreja Lusitana de 1880: é o primeiro de Vila Nova de Gaia. Definição e organização da Igreja, Congregação de Vila Nova de Gaia, receitas e despesas do fundo paroquial, Liga Evangélica de Socorros aos Pobres e doentes da Gaia em 1880, agradecimentos.
Continuação dos relatórios: contribuintes ao Fundo Paroquial da Congregação de S. João Evangelista em Vila Nova de Gaia em 1898, Fundo dos Pobres, resumo da receita e despesa da Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos em Vila Nova de Gaia, Igreja do Redentor (Relatório 1897).
Cópia do ofício do cônsul-geral de França em Lourenço Marques enviado ao embaixador de França em Portugal acerca de uma iniciativa missionária em Vila Cabral promovida por D. Eurico Dias Nogueira, e o texto da "Mensagem pastoral do bispo de Vila Cabral e demais missionários".
(Vila Real) Informa que não poderá responder ao pedido de Guilherme Braga da Cruz na colocação do professor Augusto Brígido devido a interesses do Governo Civil e União Nacional na colocação de outra pessoa. Timbre: "Ministério da Educação Nacional. Escola do Magistério Primário em Vila Real".
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a António Joaquim dos Santos. Para tal, o suplicante hipotecou umas moradas de casas com quintal sitas no Lugar das Regadas, Freguesia de Santa Marinha de Vila Nova de Gaia. Alguns elementos identificativos do suplicante: António Joaquim dos Santos – morador no Lugar das Regadas, Freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia.
Brochura constituída por documentação relativa a um empréstimo concedido a Gaspar Coelho. Para tal, o suplicante hipotecou umas moradas de casas sitas na Rua das Palhacinhas de Vila Nova de Gaia. Alguns elementos identificativos do suplicante: Gaspar Coelho – mestre sapateiro, casado e morador na Rua das Palhacinhas, Freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde, distrito de Coimbra, concelho de Figueira da Foz, constando de: Igreja Paroquial de Vila Verde; Capela de Lares; Confraria de Nossa Senhora da Conceição; Confraria das Almas.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Garcia, concelho e distrito da Guarda, constando de: Igreja Matriz de Vila Garcia; Capela da Senhora da Conceição; Capela do Senhor dos Esquecidos; Capela de Cairrão.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Punche, concelho e distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila de Punche; Capela do Senhor dos Passos.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Maior, concelho de São Pedro do Sul, distrito de Viseu, constando de: Igreja Matriz de Vila Maior; Capela da Senhora da Calmeias; Capela da Senhora da Ribeira.