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Áreas geográficas e topónimos: Torne (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal)
Áreas geográficas e topónimos: Prado (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal)
Áreas geográficas e topónimos: Torne (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal)
Livro de recibos de quotizações.
Áreas geográficas e topónimos: Prado (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal)
Trata-se do empréstimo de 3.500 contos destinado à construção de um matadouro municipal na vila sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 185, II série, de 10 de Agosto de 1955.
Trata-se do empréstimo de 70 contos destinado à construção de uma nova praça do mercado de Vila Pouca de Aguiar. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 268, II série, de 18 de Novembro de 1938.
Trata-se do empréstimo de 150 contos solicitado pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão destinado à electrificação do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 99, II série, de 25 de Abril de 1952.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, concelho de Vila de Rei, constando de: Igreja Paroquial de Vila de Rei; Capela de São Martinho; Capela de São Marcos; Capela de Nossa Senhora da Graça; Capela de Nossa Senhora do Pranto; Capela de Nossa Senhora da Guia; Capela de Nossa Senhora de Fátima; Capela de Nossa Senhora das Dores.
Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira em Vila do Conde vendo-se ao longe o Mosteiro de Santa Clara, a Igreja e o aqueduto.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Eusébio Manuel Vila Matricula n.º: 1-CTC-07-78 Contém registo de transferência de propriedade de João Braz Alves Morgado.
Reprodução de um retrato gravado a representar Dona Maria Ana Luísa Filomena de Mendoça (1808-1866), condessa de Vila Flor. A retratada foi, posteriormente, duquesa da Terceira.
Contém uma planta de 05 de Agosto de 1895. Contém plantas da Vila de Santo António e plantas da Rua da Junqueira.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda da Estação Agrícola do rio Ave de Vila do Conde.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova de Anços, distrito de Coimbra, concelho de Soure constando de: Igreja Paroquial da Santa Casa da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia e concelho de Vila Franca do Campo, distrito de Ponta Delgada, Açores, constando de: Igreja de São Pedro.
Constituido pelos registos de batismos,casamento e óbito celebrados na paróquia de Vila Ruiva, entre os anos de 1571 a 1911.
Constituida pelos registos de batismos,casamento e óbito celebrados na paróquia de Vila Alva , entre os anos de 1571 a 1911.
Registos de baptismo, casamentos, óbitos e de legitimações. Contém livros do Hospital da Misericórdia de Vila Viçosa dos anos de 1884 a 1895.
Epitáfio de João Xavier de Matos, aquando se fizeram os ofícios de corpo presente, em 4 de Novembro de 1789 na igreja matriz de Vila de Frades.
O Mosteiro de Corpus Christi de Vila Nova de Gaia era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1345, foi fundado por iniciativa de D. Maria Mendes Petite, filha de D. Soeiro Mendes Petite, que doou às Donas de São Domingos de Santarém umas casas que tinha em construção, para instalação de um convento. A instituição da nova casa gerou um grave litígio entre D. Maria, e o bispo D. Pedro Afonso (1343-1357) e cabido da Sé do Porto, os quais, opondo-se às pretensões da fundadora tentaram embargar a construção. Em 1353, a 5 de Março, por bula de Inocêncio VI, D. Maria, que não desistira do seu projecto, obteve licença para fundação do convento. A juntar à dotação inicial, e de acordo com as exigências estipuladas por Inocêncio VI, em 1354, D. Maria fez uma segunda dotação ao convento de 500 libras de renda, que veio proporcionar as condições necessárias ao estabelecimento da comunidade. Foi primeira prioresa desta casa D. Marinha Afonso Lobata, religiosa proveniente do convento das Donas de Santarém. Em 1742, tinha 47 religiosas e três noviças. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1882 - uma vez que as freiras já não podiam tratar da manutenção do edifício, reactivou-se a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Gusmão, com estatutos aprovados a 14 de Janeiro. Em 1894, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira a 5 de Janeiro. Localização / Freguesia: Santa Marinha (Vila Nova de Gaia, Porto)
Orçamentos para 1966 segundo decisão da Comissão Permanente.
Pagamentos a presbíteros da Igreja Lusitana.
Certidões de confirmação da paróquia de S. João Evangelista.
Livro de recibos de quotizações da Escola do Torne.
Livro de frequênciadiária dos alunos da Escola do Prado.
Livro de matrícula dos alunos da Escola do Prado.
Livro de frequência dos alunos da Escola do Prado.
Áreas geográficas e topónimos: Torne (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal) Pessoas: Vários produtores. 1880- (Proveniência) Assuntos: Jornal
Saída de caixa da paróquia de S. João Evangelista.
CorrespondÊncia relativa à Cantina Beneficente do Torne.
Correspondência recebida pela Comissão Permanente da Igreja Lusitana.
Livro de registo de matrículas na Escola do Torne, não numerado.
Cópias de mapas de movimentos paroquiais (receita e despesa)
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Copiador de correspondência enviada a diversas entidades.
Saídas de caixa da paróquia de S. João Evangelista.
Copiador de correspondência enviada pela Liga Evangélica do Torne.
Oferta do Órfeão da Madalena ao reverendo Sérgio Alves.
António Ferreira Fiandor e o reverendo Agostinho Arbiol.
António Ferreira Fiandor no jardim do Torne.
Áreas geográficas e topónimos: Candal (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal) Pessoas: Paróquia do Bom Pastor. 1887- (Proveniência)
Áreas geográficas e topónimos: Candal (lugar, Vila Nova de Gaia, Portugal) Pessoas: Paróquia do Bom Pastor. 1887- (Proveniência)
Fachada primitiva da igreja do Salvador do Mundo.
Propostas para construção de um edifício para infantário.
Relatório do 1º ano do jornal "O Cristão Lusitano."
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova do Ceira, distrito de Coimbra, concelho de Góis, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova do Ceira; Confraria de Nossa Senhora do Rosário; Capela de Santa Isabel; Capela do Mártir; Capela de São Simão; Capela de Chã dos Santos; Capela de Santo António; Capela da Nossa Senhora da Conceição.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Cuide de Vila Verde, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de São Mamede de Cuide de Vila Verde; Confraria de São Sebastião; Confraria do Sacramento; Capela de São Sebastião; Capela da Anunciação.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova da Baronia, concelho de Beja, distrito de Alvito, constando de: Igreja Matriz da Vila Nova da Baronia; Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Igreja de Santo António; Igreja de São Neute; Igreja de São Pedro; Capela da Misericórdia.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Boa de Quires, distrito de Porto, concelho de Marco de Canavezes, constando de: Igreja Paroquial de Vila Boa de Quires; Capela de São Sebastião; Capela da Senhora do Penedo; Capela da Torre; Capela da Senhora do Calvário.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de São João de Vila Chã, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de São João de Vila Chã; Confraria do Senhor; Capela de Portuselo; Capela de Paradela; Capela de Santa Marinha; Capela de São Sebastião.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia e concelho de Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova de Cerveira; Capela de São Roque; Capela de São Sebastião; Capela de São Gonçalo; Capela de Nossa Senhora da Ajuda.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Igreja, concelho de Sátão, distrito de Viseu, constando de: Igreja Paroquial de Vila de Igreja; Capela de Nossa Senhora de Doliva; Capela do Espírito Santo; Capela de São Silvestre; Capela do Anjo da Guarda; Capela de Santo Patrono; Capela de Santo Amaro; Capela de São Sebastião.
Referência a um escrito da autoria de João António Monteiro e Azevedo, sob o título "Descrição topográfica de Vila Nova de Gaia e da solenidade que ali se celebrou pela restauração de Portugal na igreja matriz da mesma vila, no dia 11 de Dezembro de 1808".
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Praia da Vitória, concelho de Vila Praia da Vitória e distrito de Angra do Heroísmo, constando de: Igreja Matriz de Santa Cruz da Praia da Vitória; Ermida de Nossa Senhora dos Remédios; Igreja de São João Baptista da Casa da Ribeira; Ermida de Santa Rita, na Serra de Santigo; Ermida de Santa Luzia.
Arrolamento dos bens cultuais situados na freguesia de Vila Nova de Muía, concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo, constando de: Igreja Paroquial de Vila Nova de Muía; Capela de Santa Rita; Capela de Santo António do Monte; Capela de Santo André; Capela de São Miguel.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Chã de Cangueiros, concelho de Tabuaço, distrito de Viseu, constando de: Igreja Matriz de Vila Chã de Cangueiros; Capela de Santo António, no sítio de Santo António; Capela de São Pedro, no sítio de São Pedro; Capela de São Mamede, no sítio de São Mamede.
VILA, Emília Maria Dourado Ramos Martins
MOUTINHO, Irene Vila Fernandes do Forno
VILA-CHÃ, José António de Miranda
NEVES, Duarte Nuno Vila Cova Morim
Fotografias gerais da Vila de Constância.
Folheto Promocional de Constância-Vila Poema.
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Vila Real - Regimento de Infantaria 13
Auto de Pregão das rendas da vila
Carta Precatóriada Correição da Vila de Borba.
Irmandade na Igreja da Vila de Aguiar.
Inventariado: Maria Vila Vaz; Inventariante: João António.
Inventariado: João Mateus Vila; Inventariante: Manuel Vaz.
Entidade comparticipada: Paróquia de Vila Fria
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
Correspondência relativa ao concelho de Vila Real.
O título de 1º Conde de Abrantes foi concedido por D. Afonso V, em 1476, a Lopo de Almeida, alcaide-mor de Abrantes, Punhete (actualmente Constância) e Torres Novas, senhor do Sardoal, Mação e Amêndoa e vedor da Fazenda (1471), mordomo-mor, contador-mor e escrivão da puridade da Rainha D. Joana. Casou com D. Brites da Silva, camareira-mor da Rainha D. Isabel, filha de Pedro Gonçalves Malafaia, rico homem, vedor da Fazenda. O título não foi renovado nos descendentes do 3º Conde, D. Lopo de Almeida, o fundador do convento de Santo António de Abrançalha (c. 1526), depois transferido para Abrantes. António de Almeida, 9º e último alcaide-mor de Abrantes, morreu solteiro e sem geração. Foi aos descendentes de sua irmã, D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião pelo casamento com D. João Rodrigues de Sá, 1º Conde de Penaguião, que coube a representação da Casa de Abrantes. Filipe III dispôs da Casa e do título a favor do Marquês de Porto Seguro, D. Afonso de Lancastre, da Casa dos Duques de Aveiro (1635), que teve o título de Duque de Abrantes, em Espanha, o qual não foi reconhecido em Portugal. Após a Restauração o título foi renovado por D. João IV (1645) em D. Miguel de Almeida um dos conjurados de 1640, do seu Conselho e mordomo-mor da rainha D. Luísa de Gusmão, tendo sido o 4º Conde de Abrantes. Morreu sem geração, ficando como única herdeira da Casa D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião. D. João V, em 1718, mudou o título de Marquês de Fontes para o de Marquês de Abrantes ao 7º conde de Penaguião e 3º marquês de Fontes, D. Rodrigo Anes de Sá Almeida e Meneses (1676-1733), terceiro filho do 4º conde de Penaguião e 1º marquês de Fontes, nascido em 1676, sendo assim o 1º Marquês de Abrantes. Recebeu os senhorios da vila de Abrantes, do Sardoal, dos concelhos de Sever, Penaguião, Gondim, Fontes, Gondomar, Vila Nova de Aguiar de Sousa, Bouças, Gaia e honra de Sobrado. Foi capitão, alcaide-mor e governador das armas do Porto, das fortalezas de São João da Foz e de Nossa Senhora das Neves de Leça (Matosinhos), alcaide-mor de Abrantes, Punhete, Amêndoa e Mourão, comendador de Santiago do Cacém e de São Pedro de Faro, da Ordem de Santiago, e de São Pedro de Macedo da Ordem de Cristo. Assistia no Paço em 1721, 1723, 1724. Casou com D. Isabel de Lorena, filha dos primeiros Duques de Cadaval. O 5º marquês de Abrantes e 7º conde de Vila Nova de Portimão, D. Pedro de Lancastre da Silveira Castelo Branco Sá e Meneses, e seu filho, D. José Maria da Piedade de Lancastre Silveira Castelo Branco de Almeida Sá e Meneses, 6º marquês, foram prisioneiros de guerra em França, só tendo sido libertos depois da Guerra Peninsular. O 7º marquês, D. Pedro Maria da Piedade de Alcântara Xavier de Lancastre, conde de Penaguião e de Vila Nova de Portimão, foi apoiante dos miguelistas. Julgado quando da vitória liberal, foi absolvido pelo Conselho de Guerra. Foi 8º Marquês, já durante o regime republicano, o 12º conde de Vila Nova de Portimão, D. João Maria da Piedade de Lancastre e Távora, nascido em 1864, casado com D. Maria Carlota de Sá Pereira de Meneses Pais do Amaral, da Casa dos Condes da Anadia. Foi 9º Marquês (1948), representante dos títulos de Vila Nova de Portimão, da Sortelha e de Penaguião, D. José Maria da Piedade de Lancastre e Távora, nascido em 1887. Casou com D. Maria Emília do Casal Ribeiro Ulrich. Seu filho e herdeiro, D. Luís Gonzaga de Lancastre e Távora (1937-1993), 10º marquês de Abrantes, foi casado com D. Maria João de Carvalho Gomes de Castro, filha dos 4os Condes de Castro. Publicou numerosos estudos sobre genealogia, sigilografia e heráldica. É 11º marquês de Abrantes D. José Maria da Piedade de Lancastre e Távora, filho do anterior. É detentor dos títulos de Conde de Penaguião, Conde de Vila Nova de Portimão, Marquês de Abrantes, Marquês de Fontes.
Trata-se do empréstimo de 3.000 contos, contraído pela Santa Casa da Misericórida e Hospital de São João de Deus, de Vila Nova de Famalicão, destinado à construção do novo estabelecimento hospitalar. Foi autorizado por despacho ministerial de 30 de Março de 1962.
Trata-se do empréstimo de 2.000 contos destinado à construção da conduta adutora «Rasa-Espinho», melhorando o abastecimento de água à Base Aérea de Espinho, à vila de Espinho e às povoações localizadas no percurso - Aguda, Granja, Francelos e outras. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 267, II série, de 14 de Novembro de 1953.
Trata-se do pedido de autorização de pagamento em duas prestações anuais da importância de 7.684.814$00 (5.277.506$00 no ano de 1969 e 2.407.308$00 em 1970), referente à aquisição de terrenos em Vila Franca de Xira e Alverca do Ribatejo para urbanização e construção urbana. Desconhece-se se a autorização foi concedida.
Trata-se do empréstimo de 800 contos destinado à conclusão dos trabalhos de captação e distribuição de água à vila do Entroncamento a efectuar pela Junta de Freguesia daquela localidade. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 188, II série, de 14 de Agosto de 1941.
Trata-se do empréstimo de 970 contos destinado à construção de 39 habitações para o realojamento de família de poucos recursos moradoras em casas a demolir em consequência das obras de construção da auto-estrada de Lisboa a Vila Franca de Xira. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 270, II série, de 18 de Novembro de 1959.
Trata-se do empréstimo de 200 contos destinado à electrificação do concelho de Vila Nova de Paiva e às despesas relacionadas com a linha de alta tensão. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 75, II série, de 1 de Abril de 1948.
Trata-se do empréstimo de 400 contos destinado à amortização do saldo devedor de empréstimo anterior (143.275$38) e ao abastecimento de água a Vila Nova de Ourém (256.724$62). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 185, II série, de 10 de Agosto de 1942.
Trata-se do empréstimo de 35 contos solicitado pela Câmara Municipal de Vila Velha do Ródão destinado à aquisição de um imóvel para a instalação das repartições públicas. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 7, II série, de 9 de Janeiro de 1939.
Trata-se do empréstimo de 920 contos solicitado pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão destinado ao abastecimento de água à sede do concelho e povoações de Porto do Tejo e Gavião (800 contos) e aquisição dos respectivos contadores (120 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 2, II série, de 4 de Janeiro de 1960.
Trata-se do empréstimo de 2.850 contos destinado ao abastecimento de água e aquisição de contadores de água. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 293, II série, de 20 de Dezembro de 1966. O pedido inicial montava a 4.850 contos, sendo 2.500 contos destinado a obras de abastecimento de água às freguesias do concelho, 350 contos para a aquisição de contadores de água e 2.000 contos para a construção da rede de saneamento da vila.
Requerimento nº 740, 14/06/1999: Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 2862, emitida pela Câmara Municipal de Vinhais em 25/08/1989, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente: Eusébio Manuel Vila
Reprodução de um retrato litografado a representar o militar, diplomata e político Dom José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos (1785-1855), 1.º conde de Vila Real. Consta também da imagem o seu título nobiliárquico.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Verde de Ficalho, distrito de Beja, concelho de Serpa, constando de: Igreja Matriz de São Jorge; Ermida de Nossa Senhora das Pazes.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila de Frades, distrito de Beja, concelho de Vidigueira, constando de: Igreja Matriz São Cucufate; Capela de Santo António; Capela da Senhora de Guadalupe; Igreja do Senhor Jesus.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Vila Nova da Barca, distrito de Coimbra, concelho de Montemor-o-Velho, constando de: Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceição; Capela da Senhora da Conceição.