Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for vila and 357,981 records were found.

(Chaves) Pedido de intervenção para ser transferido de Chaves para Vila do Conde.
(Vila Verde) Manifestação de alegria pela aceitação de Guilherme Braga da Cruz.
(Vila Pouca de Aguiar) Considerações acerca da nomeação de um juiz no Tribunal de Polícia.
(Vila Pouca de Aguiar) Comunicação da pretensão se colocação na comarca de Albergaria-a-Velha.
(Vila do Conde) Manifestação de desilusão por não ter assistido ao doutoramento de [Juscelino Kubitschek].
(Braga) Pedido de intervenção para colocação como solicitador encartado em Vila Nova de Famalicão.
(Vila Real) Manifestação de descontentamento pelo facto de a sua pretensão ter sido indeferida.
(Vila Real) Pedido de intervenção para a sua transferência para o Ministério das Corporações.
(Vila Viçosa) Envio do programa da jornada nas Conferências Vicentina de Évora.
(Vila Real) Informa que o seu irmão não aceitou inscrever-se no Curso de Cristandade.
(Sintra) Considerações acerca das críticas ao seu romance "Escândalo na Vila".
(Vila Fernando) Pedido de verificação do estado da sua pretensão para Moncorvo.
(Vila Real) Pedido de intervenção junto do ministro das Corporações e Previdência Social para ser colocado.
(Vila Pouca de Aguiar) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notário do Fundão.
(Benavente) Referência à doença que atingiu a sua esposa. Timbre: "Misericórdia da Vila de Benavente".
(Vila Nova de Gaia) Pedido de intervenção para conseguir a melhoria da sua situação profissional.
(Vila Meã) Felicitações pela nomeação como diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
(Vila Flor) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Torre de Moncorvo.
(Mirandela) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notária em Vila Real.
(Vila do Conde) Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português".
O Convento das Chagas de Vila Viçosa era feminino e pertenceu primeiro à Província da Piedade e depois à Província dos Algarves, da Ordem dos Frades Menores. Em 1530, foi fundado, por bula de Clemente VII, com o título de Real Mosteiro das Chagas de Cristo, a pedido do Duque de Bragança D. Jaime, para panteão das duquesas e para morada de religiosas clarissas. Em 1534, o papa Paulo III confirmou a bula anterior, e concedeu autorização para a fundação do Convento mais faustoso da vila, porque quase todas as professas provinham da melhor nobreza do Alentejo e do reino. Foi sua primeira abadessa madre Soror Maria de São Tomé, freira professa da Conceição de Beja, irmã de Dona Joana de Mendonça, mulher de D. Jaime, duque de Bragança. O convento tinha sido anteriormente ocupado por freiras agostinhas, que saíram para fundar o Convento de Santa Cruz de Vila Viçosa. A instituição foi suportada com a anexação ao cenóbio das comendas de São Miguel de Baltar e Santo Estêvão da Chancelaria, com a sua igreja de São Bartolomeu da Margem. Mas só depois de 1539, a comunidade se instalou. No reinado de D. João V, foi remodelado o edifício. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1905, foi encerrado, por falecimento da última freira.
Auto de arrematação de alargamento da entrada da casa dos Paços do Concelho desta vila.
Documentação produzida e coligida por António Lino Neto, relativa à preparação de uma monografia sobre a vila de Mação. Destacam-se os apontamentos avulsos; índices e planos com a estrutura da obra; artigos de imprensa sobre monografias regionais ou com informação sobre o concelho, nomeadamente sobre a toponímia, história, arqueologia, população, indústria; correspondência recebida por António Lino Neto, entre outros, do padre Braulio de Sousa Guimarães, padre Artur Pereira, Manuel de Jesus Marques Dias, António Antunes Belo, Eugénia dos Prazeres Moreira, Serras Silva, Eloy Gomes Vieira, padre Francisco Correia Ventura e Francisco Serrano; correspondência de terceiros; normas e diplomas regulamentares sobre os organismos públicos de Mação, nomeadamente a Santa Casa da Misericórdia (cópia do compromisso), a Biblioteca (regulamento aprovado em 1943) e os Bombeiros; abaixo-assinados, contrafés, manifestos, representações e editais de comissões patrióticas e culturais locais; cópias de relatórios da administração do concelho; publicações diversas e outros documentos sobre a vida e a obra de diversas personalidades naturais de Mação, nomeadamente António Pereira de Figueiredo [1725-1797] e o padre Bartolomeu Rodrigues Chorro. Sublinha-se, por fim, um artigo de imprensa de António Lino Neto publicado no «Jornal de Mação (ano II, n.º 154, 7/09/1902, pp. 1-4), descrevendo as especificidades da vila, no que se refere à sua geografia, população, administração, indústria, agricultura, política, literatura e ciência, instrução e arte.
A Confraria do Senhor foi instituída em 1714, na Igreja do Espírito Santo. Era, então, cura da igreja o padre António Rebelo de Carvalho. Era também designada por Irmandade do Santíssimo Sacramento de Vila Seca. Nas Memórias Paroquais de Vila Seca, Lamego, de 1758, é referido que "tem uma irmandade do Santíssimo Sacramento, com alguns dias de indulgência plenária para os irmãos, em dia de Corpo de Cristo. O pároco é cura anual apresentado pelo reitor de Armamar." Vila Seca é uma freguesia situada a nordeste de Armamar, foi couto de instituição senhorial, depois couto eclesiástico da Sé de Lamego, e cabeça de concelho, extinto em 1863. A Igreja Paroquial de Vila Seca tem como orago o Divino Espírito Santo. Localização / Freguesia: Vila Seca (Armamar, Viseu)
O Convento de Santa Clara de Vila do Conde era feminino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Portugal da Observância. Em 1318, a 7 de Maio, foi instituído por D. Afonso Sanches, filho bastardo de D. Dinis, e D. Teresa Martins Telo, como comunidade de clarissas urbanistas, e por vontade expressa dos fundadores este Convento destinou-se a donas fidalgas pobres. O edifício, embora estivesse habitado, ficou incompleto por morte dos fundadores. Concluiu-o o filho, D. João Afonso. A organização interna da comunidade foi pautada pelas normas inscritas na carta de dotação, documento outorgado pelos fundadores, que o dotaram com numerosas vilas e herdades sitas na Póvoa de Varzim, Touguinha, Terroso, Formariz, Laundos, Navais e Mirante, com todos os seus direitos, rendas e serviços e nele instituíram a sua capela, com obrigação de manter quatro capelães que rezassem diariamente quatro missas pelos seus fundadores e por D. Dinis. O Convento adquiriu grande importância, exercendo uma influência determinante em Vila do Conde e seu termo, já que a abadessa gozava de plenos poderes na administração dos bens. Ao longo dos séculos XV e XVI, envolveu-se em várias disputas, resultantes dos vastos bens, padroados de igrejas de São Pedro de Atei e São Pedro de Cerva, e jurisdições nomeadamente no seu couto, que detinha, e da cobiça que por isso despertava. Em 1517, passou de Claustral à Observância com o reformador frei Francisco Lisboa que fora nomeado por bula papal de 1515, a pedido de D. Manuel. A abadessa D. Joana de Meneses resistiu e foi obrigada a mudar de convento. No convento de Vila do Conde foram colocadas freiras vindas do Convento de Nossa Senhora da Conceição de Beja, entre elas a nova abadessa, D. Isabel de Castro. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1893, foi encerrado por falecimento da última religiosa, D. Ana Augusta do Nascimento.
Feito pelo desembargador Dr. Álvaro Fernandes. Escrivão João Lopes. Inclui três Tombos: o primeiro, datado de Beja, 3 de março de 1509; o Tombo 2 "Tombo da Confraria de Santa Maria da Feira desta vila de Beja e este é para ser posto na Câmara da dita vila", datado de Beja, 22 de maio de 1509 (f. 1 a 44); Tombo 3 "Tombo do Hospital Grande a que chamam o Hospital de Santa Maria da Piedade desta vila de Beja, instituído e ordenado por el rei D. Manuel, nosso senhor e que todos os outros hospitais da dita vila estão anexos" (f. 1 a 54). Encadernação em pergaminho, vestígios de fecho.
(Portalegre) - Esclarecimentos relativos à organização da Comissão Diocesana de Portalegre e das Comissões Concelhias de Vila de Rei e da Sertã. Inclui a relação dos membros da Comissão Concelhia de Vila de Rei.
(Vila Nova de Foz Côa) Pedido de proteção para o seu filho, aluno da Faculdade de Direito. Timbre: "Grémio da Lavoura de Vila Nova de Foz Côa. Presidência. (Particular)".
(Vila Praia da Vitória) Informa que a sua chegada ao continente será em breve e pedido de diligências para procurar em Coimbra casa para a sua família. Timbre: "Caixa Económica da Vila da Praia da Vitória".
(Vila Pouca de Aguiar) Agradecimento pela oferta dos trabalhos "Origem e evolução da Universidade" e "O direito de superfície no direito romano". Timbre: "Juízo de Direito da Comarca de Vila Pouca de Aguiar. Gabinete do Juiz".
(Vila Real) Pedido de intervenção para a transferência de Domingos Augusto Sequeira para o Porto. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Delegação em Vila Real. Gabinete do Delegado".
(Vila Pouca da Aguiar) Pedido de intervenção para ser nomeado notário do 2º cartório da Secretaria Notarial de Torres Vedras. Timbre: "Luís Lopes Pereira- Notário-Advogado- Vila Pouca de Aguiar".
(Vila Real) Pedido de intervenção para ser promovido a delegado do I.N.T.P.. Timbre: "Ministério das Corporações e Previdência Social. Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. Delegação em Vila Real. Gabinete do Subdelegado".
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para que a Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Famalicão seja elevada a 1ª classe. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Vila Nova de Famalicão) Informa que está ao serviço em Vila Nova de Famalicão e coloca-se ao dispor de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "Tribunal Judicial de V. N. Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Explicação de que houve um equívoco, pois só recorreu a Guilherme Braga da Cruz para ver atendida a sua pretensão. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento pelo empenho na sua nomeação para o 2º Juízo de Instrução Criminal do Porto. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Informa que foi a Lisboa tratar do seu caso, seguindo a sugestão de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Lamento que a saída de Mário Júlio de Almeida Costa do lugar de ministro da Justiça possa prejudicar a sua pretensão. Trimbre "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para ser transferido para o Porto no próximo movimento judicial. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
Trata-se do empréstimo de 1.600 contos destinado à construção de um matadouro na sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 274, II série, de 23 de Novembro de 1945.
(Vila Nova de Famalicão) - Agradecimento relativo a uma mensagem de condolências, enviada por ocasião do falecimento da esposa do remetente.
(Vila Verde) Pedido de intervenção para proporcionar a candidatura de Augusto Gomes da Silva a uma vaga em Santo Tirso.
(Vila Verde) Informação das diligências que tem feito para ajudar na colocação [de Francisco José Eusébio Soares].
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para ser transferido para o lugar de notário em São Pedro do Sul.
(Coimbra) Pedido de intervenção para ser colocada em Barcelos e a sua irmã para Vila Nova de Paiva.
(Ponte da Barca) Pedido de intervenção para a sua nomeação como conservador do Registo Predial de Vila Verde.
(Leiria) Informa que aceitou o lugar de chefe de Escritório em Vila Real. Timbre: "Banco de Portugal".
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pelo interesse na resolução da sua pretensão. Timbre: "Abílio Tavares Cadete. Advogado e Notário".
(Macedo de Cavaleiros) Pedido de intervenção para ser nomeado para Vila Nova de Foz Côa ou Sernancelhe.
(Espinho) Pedido de intervenção para ser nomeado notário no 2º Cartório da Secretaria Notarial de Vila Nova de Famalicão.
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para ser nomeada para a Repartição de Finanças da Póvoa do Varzim.
(Vila Real de Santo António) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Sintra. Timbre: "João Manuel Cabral Oliveira. Advogado".
(Vila Nova de Gaia) Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português".
(Vila Real) Agradecimento pela oferta da obra "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história".
Contém uma carta de José Valentim Fialho de Almeida [1857-1911], remetida de Vila de Frades para Xavier Firmino Viegas.
(Vila Verde) Pedido de benevolência de Guilherme Braga da Cruz para com o aluno Manuel Luís Marnôa Ferreira Capo.
(Vila do Conde) Manifestação de agradado com a leitura dos livros de [Fernando Andrade] Pires de Lima.
(Vila Pouca de Aguiar) Considerações acerca de um lugar de ajudante no Porto e aos problemas da magistratura.
(Vila Pouca de Aguiar) Lamento pelo facto de os lugares ambicionados não terem sido abrangidos no movimento judicial.
(Lisboa) Pedido de intervenção para ser nomeado juiz no Tribunal do Trabalho em Lisboa ou Vila Real.
(Vila Pouca de Aguiar) Felicitação pela nomeação para diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
(Vila Nova de Gaia) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação para delegado interino em Celorico de Basto.
(Vila Franca de Xira) Remessa de uma cópia de carta-requerimento que enviou ao chefe dos serviços médicos da C.P..
(Vila Franca de Xira) Comunica que foi nomeado médico na C.P., foi escolhido como médico do Montepio e casou.
(Famalicão) Pedido de intervenção para a sua colocação no lugar de notário em Vila Nova de Gaia.
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para a sua nomeação para o lugar de oficial de diligências da comarca.
(Vila Real de Santo António) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Évora. Timbre: "João Manuel Cabral Oliveira. Advogado".
(Braga) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação no lugar de oficial de diligências na comarca de Vila Nova de Gaia.
(Cernache) Agradecimento pelo envio de um jornal de Vila do Conde com um artigo de [?] Pacheco Neves.
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento pela oferta de livros. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Vila Nova de Gaia) Agradecimento pela oferta da obra "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história".
(Vila Real) Pedido para que suspenda as diligências na sua colocação, porque lhe foi oferecido um cargo.
Dirigido aos motoristas dos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
Projetos de Vila Viçosa.
Relatórios da Igreja Lusitana 1895-1896: o culto público, quotas e donativos, resumo da receita e despesa da Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos em Vila Nova de Gaia, Relatório da Sociedade Evangélica de Socorros Mútuos em Vila Nova de Gaia, visita episcopal (D. Juan Bautista Cabrera), Contribuintes ao Fundo Paroquial da Congregação de S. João Evangelista em Vila Nova de Gaia, Festa Escolar.
A folha do assentamento dos ordenados da Alfândega da Vila do Conde, cujo pagamento nela declarados, era processado em cumprimento: da Lei de 26 de Setembro de 1762; do Decreto de 22 de Novembro de 1762; Lei de 22 de Novembro de 1774.
Trata-se do empréstimo de 750 contos destinado ao abastecimento de água (250 contos) e obras de esgotos (500 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 249, II série, de 27 de Outubro de 1970.
Trata-se do empréstimo de 200 contos destinado à electrificação da sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 63, II série, de 14 de Março de 1952.
Vila da Ponte, Vila Real, Vilar da Maçada