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Notícias publicadas nos jornais: "O Operário"; "A Terra de Gaia": Escolas do Torne: brilhantes festas pela distribuição de prémios; Escola do Torne: festa e distribuição de prémios escolares (diretor António Ferreira Fiandor); resultados da Escola do Prado (diretor Augusto Nogueira); resultados escolares; auxílios da Câmara MUnicipal de Vila Nova de Gaia e Juntas de Freguesia de Santa Marinha e Mafamude.
Trata-se do empréstimo de 640 contos destinado ao abastecimento de água a Vila Nova de Famalicão. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 248, II série, de 23 de Outubro de 1945. O pedido inicial montava a 542.171$00.
Notícia do jornal "A Luz do Operário": Ecos de Gaia pelas escolas do Torne. Festa anual de distribuição de prémios. A sessão abriu com o diretor António Ferreira Fiandor, Joaquim Dias dos Santos (vereador da câmara municipal de Vila Nova de Gaia), Aureliano Tavares (inspetor-escolar da região norte). As comemorações contaram com exercícios de ginástica e marcha batalhão escolar - Hino Nacional pelo orfeão do Torne.
Trata-se do empréstimo de 6.300 contos destinado a obras de abastecimento de água à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 115, II série, de 14 de Maio de 1952. O pedido inicial montava a 12.000 contos e destinava-se ao abastecimento de água à zona baixa e média da vila (9.000 contos) e aquisição de contadores (3.000 contos).
Trata-se do empréstimo de 200 contos destinado à electrificação da vila. Foi autorizado por despacho ministerial de 16 de Maio de 1930.
Trata-se do empréstimo de 2.050 contos destinado à conclusão das obras de abastecimento de água à vila sede do concelho (1.850 contos) e à construção da 2.ª fase da construção da rede de esgotos na mesma vila (200 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 277, II série, de 22 de Junho de 1954.
O Mosteiro de Santa Maria de Vila Nova de Muía era masculino, situava-se no concelho de Ponte da Barca, tendo pertencido ao julgado da Nóbrega. Era da jurisdição do arcebispo de Braga, pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho, até ser unido à Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Fundado por Rodrigo Fafez de Lanhoso, um dos ricos-homens de D. Afonso VI de Leão, ainda companheiro de guerra do conde D. Henrique, fez doação do couto ao Mosteiro em 1103. O segundo prior deste Mosteiro foi um dos primeiros cónegos do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, D. Soeiro Gil, um dos 72 discípulos do padre S. Teotónio. A carta de couto foi dada por D. Afonso Henriques, sendo a data crítica de [1140-1141, Fevereiro, 1-5]. Os moradores do couto receberam isenção do pagamento do foro real e os seus privilégios e liberdades foram mandados guardar por cartas de D. Afonso, conde de Bolonha, datadas de 20 de Janeiro e 1 de Dezembro de 1226. Por sentença de D. Afonso IV, dada a favor do Mosteiro, foi reconhecido o privilégio de nele haver juiz e mordomo. A jurisdição civil do couto foi disputada por Gil Afonso de Magalhães, fidalgo, e a instâncias do prior do Mosteiro, D. João I mandou coutar o couto como o tinha sido anteriormente e guardar os seus privilégios, em 5 de Outubro de 1398. Colocou o Mosteiro, bens e caseiros, sob sua protecção, sob pena de encoutos para os infractores, por carta datada de 11 de Janeiro de 1404. O ambiente de agressões e de desrespeito de autoridade e jurisdição obrigaram a que os privilégios, liberdades, graças e mercês concedidas fossem confirmados por D. Duarte, em 30 de Novembro de 1433, e por D. Afonso V, em 30 de Julho de 1444 e em 4 de Agosto de 1449, em Torre Vedras, confirmando-lhe as graças, privilégios e liberdades outorgados pelos reis antecessores e de que o Mosteiro gozara até à morte de D. Duarte e com novas ameaças de encoutos, em 12 de Janeiro de 1450. Em 22 de Agosto de 1452, o juíz e o meirinho da terra de Nóbrega foram sentenciados pelo ouvidor da comarca de Entre-Douro-e-Minho, por abuso de poder. Em 1497, em Évora, a 28 de Abril, D. Manuel confirmou-lhe todas honras, privilégios, e liberdades, as graças, e mercês de que gozara até ao rei D. João II. Foram comendatários do Mosteiro D. Pedro de Melo, desde 1498, Pero da Cunha desde 1557, o Dr. António Martins, desde 1586 até à sua morte, que o requereu para si em Roma, na qualidade de agente de D. João III na Cúria, e D. Gaspar dos Reis, por cerca de três anos. Abrangido pelo Concerto feito entre o rei e o geral da Congregação de Santa Cruz de Coimbra, com o Beneplácito da Santa Sé Apostólica, assinado em Lisboa, a 15 de Janeiro de 1578, ficou obrigado ao pagamento de 60 mil réis a entregar ao rei. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estevão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, passada a instância do rei D. Felipe, os mosteiros foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. O arcebispo de Braga foi nomeado juíz executor e conservador apostólico da bula de união. Em 1595, em 2 de Fevereiro, o prior geral, D. Cristóvão de Cristo, tomou posse do Mosteiro de Santa Maria de Vila Nova de Muía, na presença do notário apostólico Diogo Coutinho. O primeiro prior trienal eleito foi o padre D. Agostinho de São Domingos, cónego e mestre de teologia de Santa Cruz, vindo do Mosteiro de Grijó, sendo prior geral D. Cristóvão de Cristo. Teve priores trienais até ao ano de 1609, quando o Capítulo Geral decidiu que passava a ter presidente, sendo o primeiro o padre D. Marcos, eleito em 13 de Outubro desse ano. A igreja de Germil, situada na terra de Nóbrega, era padroado do Mosteiro. No séc. XV, não tinha igreja anexa. Em 1612, o Capítulo Geral de 17 de Maio, uniu os Mosteiros de Santa Maria de Vila Nova de Muía e de São Martinho de Crasto ao de Refóios de Lima, por 9 anos, no âmbito da faculdade dada pela bula de Clemente VIII, de 16 de Junho de 1601 e por mais três anos, por decisão do Capítulo Geral de 1621. Em 1630, situado em lugar pouco habitado e quase sem religiosos, o Capítulo Geral, realizado a 27 de Abril, mandou unir o Mosteiro de Santa Maria de Vila Nova de Muía ao novo Mosteiro de São Teotónio de Viana, transferindo religiosos, bens, ornamentos e paramentos, e anexando-lhe os frutos e rendas, como parte da dotação do "Mosteiro Novo". Na sequência de tais uniões, a administração dos bens e rendas de Santa Maria de Vila Nova de Muía, associada à administração dos bens e rendas do Mosteiro de São Martinho de Crasto, foi entregue a procuradores gerais que a exerceram, ao longo dos séculos XVII e XVIII, por procurações de geral e livre administração, em nome dos priores e cónegos dos Mosteiros de Santa Maria de Refóios do Lima, do Padre Geral da Congregação de Santa Cruz de Coimbra, do vigário Presidente de Santo Teotónio de Viana, do prior do Mosteiro de Mafra. Em 1769, tendo sido extinto o Mosteiro de São Teotónio de Viana, a administração dos bens de Santa Maria de Vila Nova de Muía foi dada ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima, com obrigação de repartir o seu rendimento com o Colégio da Sapiência da cidade e Universidade de Coimbra. Em 1770, foi extinto com mais nove mosteiros de Cónegos Regulares de Santo Agostinho da Congregação de Santa Cruz de Coimbra, situados na província do Minho, e com São Vicente de Fora de Lisboa, sendo os seus bens foram anexados ao Mosteiro de Mafra, para nele se desenvolverem os estudos, por breve de Clemente XIV e Beneplácito Régio, de 6 de Setembro de 1770, de que foi executor o cardeal da Cunha. A administração dos bens passou a ser exercida pelo Mosteiro de Mafra, como parte dos bens do Mosteiro suprimido de Refóios de Lima. Em 1774, a venda do passal da igreja e a casa do extinto Mosteiro de Santa Maria de Vila Nova de Muía feita pelo Cardeal da Cunha a Francisco Pereira de Araújo e Lima, capitão de ordenança de Ponte de Lima e a sua mulher D. Rosa Maria Pereira, por escritura lavrada na Nota do escrivão Caetano José Dantas Barbosa, de Lisboa, em 5 de Fevereiro de 1774, foi anulada, em 1783, por sentença cível de reivindicação de bens de raiz para título e posse em forma do Auditório Eclesiástico de Braga, dada a favor de D. André da Anunciação, procurador geral do Mosteiro de Mafra. Foi-lhe dada posse da igreja, casas, propriedades e passal do extinto mosteiro, em 26 de Junho do mesmo ano. Em 1793, a 13 de Agosto, D. Salvador da Encarnação, prior do Mosteiro de Santa Maria de Refóios do Lima, tomou posse dos passais, rendimentos e mais pertenças dos extintos Mosteiros de São Martinho de Crasto e de Santa Maria de Vila Nova de Muía, cabendo-lhe metade dos respectivos rendimentos e como seu administrador competia-lhe enviar a outra metade ao Colégio da Sapiência de Santo Agostinho, por determinação do Capítulo Geral de 1769, 9.ª sessão, e por alvará de 11 de Abril de 1780.
(Vila Flor) Pedido de intervenção para permanecer em Vila Flor, onde é titular do cargo. Timbre: "Tribunal Judicial de Vila Flor. Gabinete do Delegado. Particular".
(Vila Verde) - Comunicação de uma resolução de Bernardo de Brito Ferreira, relacionada com a aquisição de passais e residências em benefício dos párocos; pedido para se acelerar a discussão da proposta parlamentar de António Lino Neto.
Original do recorte de imprensa "Bispo de Vila Real na Póvoa - 'A solidariedade é a única atitude aceite por todos'", de Carlos Lima, publicado no Póvoa Semanário de 21 de outubro de 1999, página 5.
Trata-se do empréstimo de 700 contos solicitado pela Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão destinado à obra de construção da rede de esgotos na sede do concelho e na povoação de Porto do Tejo. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 2, II série, de 4 de Janeiro de 1960.
Trata-se do empréstimo de 450 contos destinado ao abastecimento de água a Vila do Bispo, Sagres e outras povoações do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 175, II série, de 23 de Julho de 1956.
A Igreja Colegiada de Nossa Senhora dos Anjos de Vila Verde dos Francos pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Trata-se do empréstimo de 400 contos destinado a trabalhos de arruamentos na Vila da Praia da Vitória, incluídos no Plano Comemorativo de 1966. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 8, II série, de 11 de Janeiro de 1966.
(Évora) Pedido do texto da conferência proferida em Vila Viçosa.
(Vila Chã) Pedido de intervenção para conseguir a sua colocação.
Autos emitidos pelo Senado da Câmara de Lisboa com o título de "Auto das diligências feitas da demarcação do termo desta cidade de Lisboa com o termo da Vila de Sintra".
(Vila Real) Referência à realização de obras. Timbre: "Governo Civil do Distrito de Vila Real. Gabinete do Governador".
(Vila Real) Pedido de intervenção para a sua nomeação para o lugar de secretário do Governo Civil de Vila Real.
(Vila Real) Pedido de intervenção para a sua nomeação para o lugar de secretário do Governo Civil de Vila Real.
(Vila Flor) Informação que tomou posse do lugar de conservador dos Registos Civil e Predial de Vila Flor e agradece.
(Vila Verde) Comunica que foi nomeado para Guimarães. Timbre: "Tribunal da Comarca de Vila Verde. Gabinete do Juiz. Particular".
Trata-se do empréstimo de 2.000 contos destinado ao abastecimento de água a Vila Nova de Foz Côa. Foi autorizado por portaria de 25 de Outubro de 1961.
Trata-se do pedido de empréstimo de 300 contos, destinado ao abastecimento de água a Vila Real de Santo António. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
O jornal "A Juventude" foi um boletim mensal da secção de jovens do Esforço Cristão de Vila nova de Gaia, da paróquia de S. João Evangelista, publicado entre Janeiro de 1945 e fevereiro de 1948. As ilustrações são da autoria de Eduardo Gomes e o editorial estava a cargo de Maria Rosa Moura, Isabel Maria Gomes, Maria Odete, Joaquim Teles Gomes, José Manuel de Pina Cabral, António Tomás dos Santos, Arnaldo de Oliveira Pinto, Vitor Manuel Pinheiro, entre outros autores. Os temas centravam-se em torno de assuntos religiosos, atualidades da época contando ainda com secções de poesia e passatempos.
Exemplar de um número especial do jornal " A Igreja Lusitana" comemorando os 50 anos da Igreja Lusitana. Homenagem a alguns ministros já falecidos com aponstamentos biográficos: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Sínodo da Igreja Lusitana (Corpos eclesiástico); - Jubileu da Igreja Lusitana - cinquenta anos de evangelização e instrução; - Amigos da Igreja Lusitana; - Origens da Igreja Lusitana e evangelistas; - Notícias sobre a igreja de S. Paulo, igreja de S. Pedro e da igreja de Jesus,igreja evangélica do Espírito Santo, em Lisboa; igreja de S. João Evangelista, em Vila Nova de Gaia e igreja do Redentor, do Bom Pastor, de Cristo, do Salvador do Mundo no Porto. Example of a special issue of the newspaper "A Igreja Lusitana" commemorating the 50 years of the Lusitanian Church. Tribute to some deceased ministers with biographical notes: Cândido Joaquim de Sousa, Godfrey Pope, José Nunes Chaves, João J. da Costa Almeida, Diogo Cassels, Augusto Ferreira Torres. - Synod of the Lusitanian Church (ecclesiastical bodies); - Jubilee of the Lusitanian Church - fifty years of evangelization and instruction; - Friends of the Lusitanian Church; - Origins of the Lusitanian Church and evangelists; - News about the church of S. Paulo, the church of S. Pedro and the church of Jesus, evangelical church of Espírito Santo, in Lisbon; the church of S. João Evangelista, in Vila Nova de Gaia and the church of the Redeemer, the Good Shepherd, Christ, the Savior of the World in Porto.
Áreas geográficas e topónimos: Vila Nova de Gaia (cidade, Portugal) • Assuntos: Associação aos Pobres do concelho de Vila Nova de Gaia.
Processo das Escolas do Torne e do Prado: distribuição de prémios pecuniários, relação de alunos vestidos no natal, donativos de particulares, relação de alunos aprovados em exames oficiais, relação de alunos inscritos na Escola do Prado, Classe Infantil, programas de festas escolares, relatório da Escola do Prado (1951-1952), relatório do curso noturno (1938), discursos, sessão de homenagem à professora Laurinda da Silva Rebelo, estatísticas de exames, relação de alunos aprovados no exame de admissão de 1951 para a Escola Comercial e Industrial de Vila Nova de Gaia (antiga Passos Manuel), Escola Industrial Infante D. Henrique e Liceu Alexandre Herculano. Contém ainda elementos estatísticos da Associação dos Antigos Alunos das Escolas do Torne e do Prado (1935 a 1955), receitas e despesas das escolas.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca das últimas tarefas de D. Eurico Dias Nogueira na diocese de Vila Cabral antes de se transferir para Sá da Bandeira; pastoral acerca dos problemas da adolescência; patriarca de Lisboa, D. António Ribeiro, celebra missa no dia mundial das vocações.
(Vila da Feira) Pedido de intervenção para a sua nomeação no lugar de conservador do Registo Civil da Vila da Feira. Timbre: "Tribunal Judicial de Vila da Feira. Gabinete do Juiz. Particular".
A Egreja Lusitana foi um periódico fundado em Setembro de 1892 por Diogo Cassels. De início era apenas uma folha informativa destinada aos membros da Congregação. A partir de 1919 começa a publicar-se de três em três semanas e mais tarde regressaria de novo à publicação mensal, única forma de resistir ao aumento dos custos de produção. Foi o terceiro periódico evangélico a surgir no nosso país e um dos que mais anos se manteve, tendo publicado o seu derradeiro número em Outubro de 1923. No entanto, em 1930 foi publicado um número único para comemorar o 50º aniversário da Igreja Lusitana. Uma das importantes características da Egreja Lusitana, era a publicação, sempre na primeira página, de uma gravura de conteúdo moral ou bíblico, a maior parte das quais cedida pela empresa da "Bíblia Ilustrada", do irmão de Diogo Cassels, Herbert. Este periódico constitui a melhor e mais profícua fonte para conhecer o pensamento e a obra de Diogo Cassels. Quase na íntegra redigido por si, ao longo de 31 anos. - Temas bíblicos - Evangelização e missionação - Celebrações religiosas - Coletas - Notícias sobre eventos da Igreja - Anúncios de conferências e celebrações - Relatórios da Igreja Através de uma parceria com o Arquivo Municipal de vila Nova de Gaia, os jornais da Igreja Lusitana encontram-se disponíveis em: https://arquivo.cm-gaia.pt/units-of-description/?q=igreja+lusitana
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para a colocação duas candidatas como 2ª escriturária da Conservatória de Vila Nova de Famalicão.
(Vila Nova de Gaia) Questão se será viável a sua pretensão para o lugar de delegado do Tribunal do Trabalho de Vila Nova de Famalicão.
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento pelo interesse na resolução da sua pretensão. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Vila Nova de Famalicão. Gabinete do Juiz. Particular".
(Vila Verde) Pedido de intervenção para ser nomeado para Braga. Timbre: "Tribunal da Comarca de Vila Verde. Gabinete do Juiz. Particular".
Os registos das fianças nesta aduana foram feitos pelo escrivão da câmara e almotaçaria desta vila, Manuel José da Fonseca.
A folha do assentamento dos ordenados da Alfândega da Vila do Conde, cujo pagamento nela declarados, era processado em cumprimento: Decreto e Resolução de 16 de Maio e 25 de Junho de 1754.
(Vila do Conde) Agradecimento pela resposta a informar dos resultados dos exames do seu filho.
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pela oferta de trabalhos. Timbre: "Guilherme de Barros Cunha. Advogado".
(Vila Verde) Agradecimento pela carta acerca de Augusto Gomes da Silva.
(Chaves) Pedido de intervenção para ser transferido de Chaves para Vila do Conde.
(Vila Verde) Manifestação de alegria pela aceitação de Guilherme Braga da Cruz.
(Vila Pouca de Aguiar) Considerações acerca da nomeação de um juiz no Tribunal de Polícia.
(Vila Pouca de Aguiar) Comunicação da pretensão se colocação na comarca de Albergaria-a-Velha.
(Porto) Remessa de memorial com os dados cronológicos da sua judicatura em Vila Pouca [de Aguiar].
(Vila do Conde) Manifestação de desilusão por não ter assistido ao doutoramento de [Juscelino Kubitschek].
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pela oferta de trabalhos. Timbre: "Guilherme de Barros Cunha. Advogado".
(Braga) Pedido de intervenção para colocação como solicitador encartado em Vila Nova de Famalicão.
(Vila Nova de Famalicão) Agradecimento por patrocinar as pretensões das suas protegidas.
(Vila Real) Manifestação de descontentamento pelo facto de a sua pretensão ter sido indeferida.
(Sabrosa) Comunica que foi nomeado notário interino em Vila Pouca de Aguiar.
(Vila Real) Pedido de intervenção para a sua transferência para o Ministério das Corporações.
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para a sua nomeação para Fafe.
(Vila Viçosa) Envio do programa da jornada nas Conferências Vicentina de Évora.
(Vila Real) Informa que o seu irmão não aceitou inscrever-se no Curso de Cristandade.
(Vila Nova de Ourém) Agradecimento pela benevolência. Timbre: "Guilherme de Barros e Cunha. Advogado".
(Vila Cabral) Agradecimento pelo exame de aptidão à universidade que fez à sua filha.
(Sintra) Considerações acerca das críticas ao seu romance "Escândalo na Vila".
(Vila Fernando) Pedido de verificação do estado da sua pretensão para Moncorvo.
(Vila Real) Pedido de intervenção junto do ministro das Corporações e Previdência Social para ser colocado.
(Vila Pouca de Aguiar) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notário do Fundão.
(Benavente) Referência à doença que atingiu a sua esposa. Timbre: "Misericórdia da Vila de Benavente".
(Vila Nova de Gaia) Pedido de intervenção para conseguir a melhoria da sua situação profissional.
(Vila da Feira) Referência às opções de trabalho que lhe permitem concluir os estudos.
(Vila Meã) Felicitações pela nomeação como diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
(Vila Flor) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Torre de Moncorvo.
(Mirandela) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação como notária em Vila Real.
(Vila do Conde) Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português".
(Alcobaça) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Vila Nova de Famalicão.
(Vila Nova de Famalicão) Felicitações pela decisão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia.