Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for torre and 33,732 records were found.

Portaria. Mercê de Grão Cavaleiro da Ordem da Torre e Espada.
Escritura de reformulação de foro e nova obrigação de sessenta reis, impostos de uma casa junto à muralha e torre que servia de cadeia, situada na Praça. Vence a 30 de Agosto.
Sentença cível do convento de S. Domingos contra Mateus Álvares e sua mulher, Sebastiana Rodrigues, sobre uma tapada de olival de três geiras e umas casas no sítio da Torre da Sé
A justificante pretende receber, como única herdeira, a herança deixada por seu filho João Lopes, também natural de São Pedro da Torre, falecido em Angola. Justificação proveniente de Lisboa
Estatuto social: cristão-novo Idade: 30 anos Crime/Acusação: heresia Cargos, funções, actividades: cortesão Morada: Torre de Moncorvo Sentença: o réu foi absolvido pelo perdão geral e mandado soltar.
Contém uma carta e ofícios recebidos e expedidos da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, do Diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, e do Chefe do Gabinete do Secretário de Estado da Cultura.
O documento apresenta a assinatura de Fernão Lopes, um dos guarda-mores da Torre do Tombo. O escrivão foi Gonçalo Anes. O documento encontra-se cosido, permitindo estabelecer/garantir a sequência das partes em que se encontra dividido o suporte.
Relativo ao envio do projecto de uma estrada municipal entre Santo António da Torre Velha e o lugar de Faldejães para que o engenheiro chefe da 1ª secção dê o seu parecer acerca do assunto ao director. Consta o dito parecer. Local: Estrada Municipal entre Santo António da Torre Velha e o lugar de Faldejães, concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo
Relativo à arrematação das ervagens da ínsua do Arinho Pequeno. Inclui as condições especiais para a arrematação e arrendamento, pelo prazo de 1 ano, das ditas ervagens, termo de avaliação, auto de arrematação por licitação verbal e um edital. Local: Margem esquerda do rio Minho, terreno do estado, sítio da Ínsua do Arinho Pequeno, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
"No ano de 1755 sendo guarda-mor deste Real Arquivo da Torre do Tombo o marechal de campo Manuel da Maia determinou que todos os documentos do mesmo arquivo fossem extraídos por certidão ficassem apostados neste livro com a declaração do dia, mês e ano da sua extracção e da pessoa que para o dito efeito tenha obtido Provisão ou Ordem Régia e esta determinação que teve princípio em 20 de Janeiro do sobredito ano teve vigor até o mês de Maio do mesmo ano ficando insubsistente daí por diante, como se colige do mesmo registo por motivos que me são desconhecidos até que por ordem vocal do Ilustríssimo e Excelentíssimo Visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa, do Conselho de Sua Majestade e do de sua Real Fazenda, que serve de guarda-mor deste mesmo Real Arquivo dada em o dia de hoje 6 de Outbro de 1802 se instaurou aquela mesma determinção, que principiou a executar-se desde o dito dia. E para que a todo tempo conste, fiz aqui a presente declaração. Lisboa 6 de Outubro de 1802. Gaspar Feliciano de Morais, escrivão do mesmo arquivo".
Refere ainda um caderno em falta no livro de Linhagens do conde D. Pedro, cuja cópia autêntica se solicitou ao duque de Bragança. Tem junto um documento das necessidades identificadas nos livros da Torre do Tombo feito pelo [doutor Manuel Jácome Bravo], guarda-mor da Torre do Tombo, nomeadamente, a elaboração dos alfabetos dos livros da Chancelaria e dos livros da Leitura Nova, sugerindo para esta tarefa o escrivão Luís Álvares Temudo. Lisboa, [4?] de março de 1634.
Entidade comparticipada: Comissão Fabriqueira da Freguesia de S. Julião Projectista: José do Lago Arrais Torres de Magalhães (Engº Civil)
Colecção formada sob a iniciativa do Guarda-Mor da Torre do Tombo, Manuel da Maia, durante o período de 1756 a 1764, pelos documentos originais - de 1161a 1696 -, provenientes da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino e Tribunais Régios, incorporados no Arquivo Real da Torre do Tombo, desde 1569 até meados do século XVIII. Do critério da ordenação dos documentos - ordem cronológica - decorreu o próprio nome atribuído ao conjunto assim formado e constituído por três partes.
O prazo fica no sítio da Torre, concelho de Almada. Uma courela chamada São Brás com uma casa abarracada, ermida e casa rústica, outra chamada a Torre e outra chamada da Rocha, que pertenceram ao mosteiro do Santíssimo Sacramento da Ordem de São Paulo primeiro ermita, em Lisboa. Tem junto termo de posse.
Inclui o traslado de um alvará de D. Sebastião sobre o derrube da dita torre, datado de 10 de julho de 1773. O alvará e a escritura pública deviam ser trasladados e lançados na Torre do Tombo e no cartório da cidade de Lisboa.
Na resposta a D. Francisco Manuel de Melo o bispo de Coimbra alude ao período que aquele passou na prisão a mando da coroa portuguesa. Poderá tratar-se da Torre Velha ou da Torre de Belém, pois esteve preso em ambas.
Relativo à participação do Regedor de S. Pedro da Torre acerca da quase obstrução dos regatos da Veiga da Mira e seus afluentes e de Sagulfes por motivo de falta de limpez e aprumamento dos arvoredos limítrofes. Local: Regato da Veiga da Mira e seus afluentes, e regato de Sagulfes, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
Refere "[...] Gonçalo Esteves, contador do rei, em presença de Gonçalo Gonçalves, público notário, por mandado do dito senhor em dar em pública forma o traslado da escrituras que estão na torre do castelo do dito senhor que está na dita cidade, das quais escrituras ao dito contador é dado especial encargo da guarda e chaves delas [...]". Refere o "livro de pergaminho escrito em latim que é do tempo do rei D. Afonso, conde de Bolonha, e foi feito na Era de 1266 anos". Apresenta a assinatura de Gonçalo Esteves e o sinal público de Gonçalo Gonçalves.
Apresenta a assinatura de Manuel da Maia (f. 36v.). Inclui duas plantas: - "Planta 1.ª: Arbitrio para renovação do Real Arquivo da Torre do Tombo em duas acomodações que no Convento de São Bento da Saúde se acham segregadas do corpo da comunidade, e com serventia para a rua pública, que medeia entre o dito convento e o das religiosas francesinhas" (f. [37]); - "Planta 2.ª: Arbitrio para a acomodação da Academia Militar com entrada debaixo do pórtico da Igreja de São Bento em frente da portaria" (f. [38]).
Relativo à arrematação das ditas ervagens. Inclui as condições especiais para a arrematação e arrendamento, termo de avaliação, auto de arrematação por licitação verbal, termo de adjudicação do arrendamento e um edital.No título do processo a freguesia de S. Pedro da Torre é tida como pertencente ao concelho de Vila Nova de Cerveira, à qual pertencia, de facto, na data do processo. Actualmente, pertence a Valença. Local: Ínsua pequena do Arinho Novo, próxima à margem esquerda do rio Minho, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
Após requerimento das partes dirigido ao rei, este mandava ao guarda-mor das escrituras da Torre do Castelo que reunisse as escrituras pedidas e as mandasse passar em certidão. O traslado em pública-forma vinha inserto em carta régia, com menção do requerimento, era assinado pelo guarda-mor e selado. Durante certo tempo, foi usado o selo dos Contos de Lisboa. Até ao século XVIII, o serviço de certidões foi o mais solicitado junto da instituição régia.
Maços pertencentes à comarca e cidade de Lisboa; 1 maço com o mesmo conteúdo pertencente ao notário do concelho de Oeiras; relação dos livros que pertenceram ao cartório do notário de Alcanhões, notários de Santarém; relação dos livros notariais existentes do notário da vila e concelho da Lourinhã ; relação do notário de Torres Vedras; relação dos livros e documentos remetidos para a Torre do Tombo por dois notários de Santarém; relação de livros e documentos da comarca de Sintra;
Na lombada vem a designação "Certidões" mas estas não se encontram no livro. Existe apenas a informação: - data em que se passou a certidão (Registos ordendos cronologicamente pela data em que são passadas as certidões pedidas). - teor do documento. - cota do documento de onde foi extraída a certidão. - pessoa que a pediu mediante Provisão concedendo autorização para a satisfação do pedido. Por ordens diversas os registos foram interrompidos mais de uma vez. Ver fólios: 2, 5, 24. Os registos de 182 a 1804 estão numerados de 1 a 184. Termo de encerramento: f. 418: "Compreende este primeiro livro do registo de todos os documentos que se extrairem deste Real Arquivo da Torre do Tombo quatrocentas e dezoito folhas com esta entrando nelas a primeira do título e a segunda de uma advertência muito digna de atenção, todas rubricadas e numeradas por mim gaurda-mor do Real Arquivo sem coisa que faça dúvidas ou embaraço algum. Lisboa em sete de Janeiro de mil setecentos e cinquenta e sinco" Manuel da Maia" Em baixo a informação: "este mesmo livro acima rubricado e não findo servirá para se continuar a registar as certidões que se houverem de extrair para o que lhe dou fé. Torre do Tombo 23 de Outubro de 1802. Visconde de Balsemão".
Correspondência relativa à demolição de uma das torres do castelo de Alcácer do Sal que se encontrava em ruínas e aproveitamento das pedras para concluir o cemitério público.
Inventariado: Manoel Dias Torres e Anna Elvira, Quinta da Torre, Pero Soares; Inventariante: Maria Augusta Torres,Quinta da Torre, Pero Soares.
Dispensa Matrimonial de Elias José e Esperança Maria, naturais da freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros, termo de Évora. Filiação do nubente: filho de José Joaquim e de Francisca Rosa Filiação da nubente: filha de Manuel Marques e de Alexandrina Maria Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências.
Dispensa Matrimonial de Manuel António, viúvo que ficou de Damiana Rosa e Maria Joaquina, moradores na freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.