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Esta fotografia terá sido encomenda de Domingos Inácio dos Santos atenta a inscrição no envelope. Domingos Inácio dos Santos foi um escultor, fundador da empresa Domingos Inácio dos Santos, Sucrs., Lda, na zona de Campanhã, no Porto. A empresa ainda existe sob a designação Domingos Inácio dos Santos & Filhos, Limitada e fabrica medalhas e condecorações.
Carta. Escrivão e Tabelião do Juízo Ordinário do julgado da Azambuja, comarca exterior de Lisboa.
Portaria. Cavaleiro da Ordem Militar de Nª Srª da Conceição de Vila Viçosa.
Registos de baptismo, casamentos e óbitos.
Batismos, casamentos e óbitos.
Constituído por registos de baptismos, casamentos e óbitos.
São livros de registos de óbitos ocorridos no hospital.
Reedificação da bateria chamada praça nova da fortaleza do Outão, cuja obra principiou em 1791, e ficou concluída em 1793.
Registo de baptismos, casamentos, óbitos, reconhecimentos e legitimações.
Registos de baptismos, casamentos e óbitos.
Carta. Ofício de Inquiridor da vila da Pederneira.
Alvará. Autorização para vender o ofício de Escrivão das Causas das ilhas.
Alvará. Escudeiro Fidalgo.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro de Orjães, concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro de Orjães.
Carta. Pároco da igreja de São Pedro de Orjães no concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de Stº André de Beidobra, concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de Stº André de Baidobra no concelho de Covilhã.
Carta. Pároco da igreja de Santo André de Baidoba Concelho da Covilhã.
Alvará. Escrivão dos Coutos do Reino e Casas.
Alvará. Escrivão dos Coutos do Reino e Casas.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Proveniência: Bispado de Pernambuco (Brasil) Requisitória para se proceder a diligências "de genere" por parte do avô paterno do habilitando, para ser promovido a ordens menores e sacras. Contém as inquirições “de genere”. Naturalidade do habilitando: Maranguape Filiação: Manuel Gonçalves Torres, capitão, e Bernarda da Costa Sobrinho Naturalidade do pai: Leça do Bailio, freguesia de São Tiago de Custóias, Bispado do Porto Naturalidade da mãe: Maranguape Avós paternos: Domingos Gonçalves Torres, lavrador, e Maria Antónia de Torre Naturalidade do avô paterno: Ourique, freguesia de Santana da Serra Naturalidade da avó paterna: freguesia de São Tiago de Custóias, Bispado do Porto
A pesquisa feita conduziu ao seguinte: "[...] primeiramente se achou o foral novo por el rei D. Manuel do qual se não deu o treslado aos suplicantes porquanto a maior parte dos capítulos dele se remetem ao foral da vila d' Alvito e o foral da vila d' Alvito nos ditos capítulos se remete ao foral de Beja o qual se não achou. E porquanto na substância dos direitos é o mesmo o foral velho que foi dado por el rei D. Dinis à dita vila de Oriola, foi pedido por parte dos suplicantes ao Guarda Mor da Torre do Tombo que lhe fizesse dar o treslado do dito foral velho [...] e se achou no livro primeiro da leitura do dito Rei às folhas 61 [...]. Foral datado de Beja, 2 de março de 1282. Era escrivão da Torre do Tombo, Cristóvão de Benavente, mestre em Artes.
Carta do rei D. João V pela qual faz saber que os oficiais da câmara de Ponte de Lima apresentaram uma petição na qual dizem ser necessário obter da Torre do Tombo uma cópia autenticada do alvará de confirmação dos privilégios que lhes foram concedidos. O requerimento foi deferido por provisão régia e enviada ao guarda-mor da Torre do Tombo para que este desse aos oficiais da câmara de Ponte de Lima, nobreza e povo o traslado dos papéis que na petição fazem menção e para que pagem de novos direitos 300 réis (1719 Ag. 06, Lisboa Ocidental). Contem o traslado do alvará concedido pelo rei D. João IV à câmara de Ponte de Lima para que pudessem gozar e usar as cartas de privilégios concedidos pelos reis antecessores (1641 Mar. 15, Lisboa).
Dispensa Matrimonial de Bernardino José, natural da freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros, termo de Évora e Joana Maria, viúva que ficou de Tobias José, natural da freguesia de Nª SRª da Encarnação do Vidigão, termo de Arraiolos. Filiação do nubente: filho de Bernardino Joaquim e de Luzia Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Requerimento do reitor e mais religiosos do Convento de Nossa Senhora da Luz de Montes Claros de Borba solicitando uma certidão da escritura de arrendamento de metade da Herdade da Torre das Figueiras, situada no termo de Monforte, que tinham feito ao capitão José de Almeida. Consta a certidão passada por José Joaquim da Fonseca e Silva, tabelião de um dos ofícios do judicial e notas de Monforte. A escritura foi lavrada a 29 de abril de 1758.
Dispensa Matrimonial de Miguel da Silva, natural da freguesia de Nª SRª da Graça da Torre das Vargens, anexa á freguesia de S. Francisco de Ponte-Sor e Iria de Jesus, natural da freguesia de Santa Justa de Erra, bispado de Santarém. Filiação do nubente: filho de Manuel Marques e de Damásia Ferreira Filiação da nubente: filha de Manuel Gomes Rato e de Ana Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
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Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
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Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
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Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
O Mosteiro de Santa Maria de Aguiar era masculino, e pertencia à Ordem de Cister. Situava-se em Riba-Côa, junto da vila de Castelo Rodrigo, nos limites do bispado de Lamego e comarca de Pinhel. Não são ainda bem conhecidas as origens do Mosteiro de Santa Maria de Aguiar: existem dois diplomas de doação, um de Fernando II de Leão (1165) e outro de D. Afonso Henriques (1174). O Mosteiro pode ter sido fundado por iniciativa leonesa ou portuguesa. A implantação do cenóbio no território de Riba-Côa foi possível graças a um conjunto significativo de doações e privilégios leoneses. Inicialmente residente na Torre de Aguiar, a comunidade beneditina, que primeiro ocupou o mosteiro, terá aceite a regra de Cister a partir de 1170. Já sob a observância cisterciense, os monges mudaram a sua morada para a planície onde permaneceu desde então o Mosteiro. Casa leonesa até 1297, pela tomada do território de Riba-Côa e redacção do Tratado de Alcanices, Santa Maria de Aguiar foi anexado à coroa portuguesa e colocado sob a filiação de Tarouca. Era, então, um mosteiro "nullius", com bula de isenção da administração episcopal datada de 1182. A filiação do mosteiro antes de 1297 é outra questão que permanece por esclarecer. Alguns autores filiam-no na abadia castelhana de Valparaíso, outros na abadia leonesa de Moreruela e outros na abadia francesa de Boulbonne. Depois das dificuldades iniciais que habitualmente envolvem qualquer fundação, Santa Maria de Aguiar conheceu um período de prosperidade económica que atingiu o seu apogeu em finais do século XIII. No primeiro quartel do século XIV, no "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosterios que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", o mosteiro foi taxado em 210 libras. Em 1459, segundo uma carta do abade Dom Nuno Álvares ao papa Pio II, as guerras deixaram o mosteiro em estado deplorável, situação agravada ainda mais pela administração dos abades comendatários. Entre estes foi especialmente desastroso para a abadia o governo de João Ferrão e Álvaro Ferrão (este, à frente do mosteiro durante 64 anos, de 1525 a 1589), pai e filho. Álvaro Ferrão não terá respeitado as prescrições do abade de Claraval aquando da sua visita a Portugal (1533) e a abadia só foi reformada em 1589, quando foi incorporada na Congregação de Alcobaça. Em 1597, a 24 de Maio, por bula de Clemente VIII foi confirmado o concerto celebrado entre D. Filipe II e a Congregação de Cister sobre o padroado dos mosteiros de Santa Maria de Aguiar, de São Pedro de Lafões, de Maceira Dão, e de Fiães, do qual desistiu o rei, ficando os Mosteiros obrigados a pagar 40.000 réis por ano. A comunidade e o edifício do Mosteiro de Santa Maria de Aguiar sofreram devastação no período das invasões francesas. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Ofício do Diretor-Geral da Secretaria da Guerra solicitando ao Ministério da Instrução Pública que se indica ao Capitão de Cavalaria, Artur de Calça e Pina da Câmara Manuel, Comandante da Coudelaria Militar de Alter, "autorização precisa para em dia e horas certas aquele oficial poder ir procurar no Arquivo Nacional o original da lei votada em Cortes, por proposta de Mouzinho da Silveira, em 13 de fevereiro de 1835, que considerava a Coudelaria como Bem Nacional"; parecer do Chefe da Repartição de Instrução Artística; Ofício da Secretaria-Geral de Instrução Pública comunicando ao Diretor-Geral da Secretaria da Guerra que não existe inconveniente algum em que o Comandante da Coudelaria Militar de Alter "procure em dias e horas certas no arquivo nacional o original da lei votada"; ofício do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas, devolvendo o ofício da Direção-Geral do Ministério da Guerra comentando-o da seguinte forma:"Nada se opõe a que seja facultada ao senhor oficial (...) a leitura e cópia do original da lei de Mouzinho da Silveira, de 16 de fevereiro de 1835, que considera a Coudelaria de Alter como Bem Nacional, visto que a leitura e cópia de documentos legislativos é franca (art.º 35.º do Regulamento do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, aprovado por decreto de 14 de junho de 1902)".
O Convento de Santo António de Torres Novas era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província da Arrábida. Entre 1560 e 1563, foi fundado, com a invocação de Nossa Senhora do Egipto, na quinta com o mesmo nome, perto do lugar de Liteiros, pelo primeiro duque de Aveiro, D. João de Lencastre, que o entregou ao primeiro provincial arrábido. Para a fundação desta casa contribuíram os nobres fidalgos Antão Mogo de Melo Carrilho e sua mulher Ângela Sigéa de Velasco, com a doação, a 3 de Janeiro de 1589, de uma herdade que possuíam no sítio da Berlé, junto da Quinta dos Atouguia, hoje bairro de Santo António. Sendo um convento humilde e pobre, era habitado por apenas seis ou sete frades. Em 1591, iniciou-se a construção de um novo convento (mais amplo e com maior capacidade que o anterior) sob o patrocínio de D. Álvaro de Lencastre, segundo duque de Aveiro, porque o local onde estava implantado o anterior não reunia as necessárias condições de salubridade. Em 1593, a comunidade, que anteriormente tinha estado alojada cerca de 30 anos na quinta do Egipto, transferiu-se para o novo convento com a invocação de Santo António, situado no local de Berlé, a sul da vila de Torres Novas. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
PINTO, Alexandre Maria Torres
TORRES, Adélia Luciana Barros
PIMENTA, Joana Catarina Torres
TORRES, João Ramiro Domingues
PINTO, Isabel Cristina Torres
FERREIRA, Luís Felipe Torres
TORRES, Celestino Manuel Costa
TORRES, Patrício Joaquim Correia
TORRES, Susana Maria Fernandes
TORRES, Sérgio Bruno Ferreira
Documentação característica de Processos Individuais de Pessoal, referente a concursos, contratos, informação pessoal civil e fiscal, evolução profissional, classificação de serviço, assiduidade, requerimentos, etc.
Sá Torres, Limitada.