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Esta fotografia terá sido encomenda do Instituto do Vinho do Porto atenta a inscrição no envelope. O Instituto do Vinho do Porto foi criado em 1933, organismo que passa a coordenar as atividades da Casa do Douro e do Grémio dos Exportadores.
Provisão. Professor de uma das Cadeiras de Gramática Latina do Estabelecimento do Bairro do Rossio de Lisboa.
Provisão. Professor de uma das Cadeiras de Gramática Latina do estabelecimento do Rossio da Corte e cidade de Lisboa.
A fotografia mostra uma máquina fotográfica "à la minute".
Augusto Ferreira Torres nasceu em Lisboa em 1863. Aos 10 anos era um dos assíduos ouvintes na Congregação, de que era pastor o bispo D. Angel Herreros de Mora. Recebeu lições bíblicas e de Hermenêutica Sagrada, não só do reverendo Mora, mas também do reverendo José Nunes Chaves. Em 1881 pregou o seu primeiro sermão na Igreja Lusitana de S. Paulo, da qual era ministro o reverendo Cândido Joaquim de Sousa. Foi instituído diácono em 1889 e seria ordenado presbítero em 1892. Também foi professor do Colégio Evangélico Lusitano de S. Paulo, ajudava o reverendo Cândido como evangelista e recebeu as ordens de presbítero em 1892. Quando o reverendo Cândido Sousa foi pastorear a Igreja Evangélica de S. Pedro, o Sínodo nomeou o reverendo Torres ministro da Igreja Lusitana de S. Paulo. Colaborou no jornal "A Reforma" e foi redator do jornal "O Evangelista", sendo os seus artigos muitos apreciados. Faleceu no ano de 1898.
Autos judiciais, de 9 de Fevereiro de 1555, que registam a contenda entre o Convento de S. Francisco e João de Madureira, protonotário apostólico e abade do Mosteiro de Mancellos, sobre a venda ilegal de uma torre e de uma propriedade junto da portaria do Convento feita a João de Madureira. A certidão é passada por Henrique Esteves Veiga, juíz de fora, a pedido de Marcos Gonçalves, síndico do convento,
Relativo ao pedido feito pela Direcção Geral da Marinha, a fim de que se coloque uma grade de ferro que sirva de resguardo à torre do farol do Castelo de S. Tiago, de Viana do Castelo, e em tudo igual à existente no farol superior junto à Igreja da Agonia Local: Farol do Castelo de S. Tiago, concelho de Viana do Castelo, distrito de Viana do Castelo
Contém o traslado da cédula do testamento de Rui Freire d' Andrade. Apresenta o autógrafo do rei. Tem selo de cera pendente por trancelim de fios azuis e beges.
Aspeto da torre sineira (também chamada torre do relógio) da igreja de Nossa Senhora do Pópulo, matriz das Caldas da Rainha.
Carta de sentença cível de penhora dada por D. José dada por D. José relativa à venda do casal da Torre, situada em Contumil, Campanhã, que fora de Vicente de Freitas. É autor o Cabido da Sé do Porto e réus Manuel Dias da Rocha e o ReverendoTomás de Freitas de Aguiar (ambos herdeiros de Vicente de Freitas). Este documento contém transcritos, na sentença cível, os seguintes elementos do processo judicial: petição inicial, despacho, mandado de penhora, penhora, citação, ação, auto e termo de lançamento, sentença e custas.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Pública forma datada de 3 de maio de 1492. Bacharel Rui Lopes de Veiros, escrivão da Livraria que então tinha o cargo de guarda da dita Torre. Diogo Salgado, bacharel em leis que servia o cargo de escrivão, na ausência de Rui d' Elvas, escudeiro. A cópia da publica forma menciona o Armário dos Próprios que tinha um livro de pergaminho de colheitas, encadernado em tábuas cubertas de couro roxo, com o traslado da colheita do lugar de Góis; o Armário das Honras onde foi achado um livro de papel que começava no Julgado de Arranhados e no cabo dele foi achado o Julgado de Góis, com a inquirição feita a João Pires, carpineiro de Góis, de que se fez o respectivo traslado. Neste são referidos a quinta de Vasco Farinha que trazia por honra, a doação de Góis a D. Anaia Castaris [?], que a povoou e veio por linhagem, o povoamento das aldeias de Salavisa, Várzea e Cabreira, entre outras informações relativas a mais aldeias povoadas por filhos de algo em herdamento.
Pública forma datada de 3 de maio de 1492, assinada por Rui Lopes de Veiros, bacharel, escrivão da Livraria que então tinha o cargo de guarda da dita Torre. Diogo Salgado, bacharel em leis que servia o cargo de escrivão, na ausência de Rui d' Elvas, escudeiro. A cópia da pública forma menciona o Armário dos Próprios que tinha um livro de pergaminho de colheitas, encadernado em tábuas de pau cubertas de couro roxo, com o traslado da colheita do lugar de Góis; o Armário das Honras onde foi achado um livro de papel que começava no Julgado de Ranhados e no cabo dele foi achado o Julgado de Góis, com a inquirição feita a João Pires, carpinteiro de Góis, de que se fez o respectivo traslado. Neste são referidos a quinta de Vasco Farinha que trazia por honra, a doação de Góis a D. Anaia Castaris [?], que a povoou e veio por linhagem, o povoamento das aldeias de Salavisa, Várzea e Cabreira, entre outras informações relativas a mais aldeias povoadas por filhos de algo em herdamento. Resta o trancelim do selo pendente.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Declaração de Joaquim Inácio da Silva Madeira, lavrador da Herdade da Torre das Figueiras, situada em Monforte, confirmando que pagava aos religiosos de Montes Claros 165 alqueires de trigo, 12 alqueires de azeite e 4500 réis por metade do arrendamento da dita herdade. A declaração e respetiva assinatura foi reconhecida em Monforte pelo tabelião Daniel de Oliveira.
As cláusulas principais são as seguintes: - D. Duarte dá de arras à D. Leonor 30.000 florins de ouro de Aragão, assegurados por D. João I e filho em seus bens, sobretudo nos rendimento da vila de Santarém; - D. Leonor terá a metade da câmara que houvera a rainha D. Filipa e, depois de rainha, a mesma câmara por inteiro, ou seja, as vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas, Torres Vedras e demias terras e rendimentos que tivera D. Filipa; - a infanta recebe o dote de 200.000 florins de Aragão, metade paga pela rainha aragonesa, sem compromisso do monarca, e a outra metade por este, em 10 anos, à razão de 10.0000 florins anuais, seguros sobretudo nas vilas de Fraga, Berga e Liria; - a infanta recebe pelo menos o mantimento dado outrora às infantas aragonesas e castelhanas vindas para Portugal; - Por honra deste matrimónio, o rei D. João I e seus filhos comprometem-se a não dar conselho ou ajuda a qualquer pessoa contra o reino de Aragão e os reis de Aragão e de Navarra e so infantes aragoneses farão o mesmo a respeito de Portugal. Escrita e concertada com o próprio original que se achou na Torre do Tombo. O título está escrito a tinta vermelha.
Requerimento de José Lourenço Águas Belas, Padre Procurador-Geral da Ordem de São Paulo, solicitando certidão do teor da resposta do Rei ao requerimento dos religiosos do Convento de Nossa Senhora da Luz de Montes Claros para lhes conceder provisão para poderem despejar, da Herdade da Torre das Figueiras, Joaquim Inácio, lavrador e arrendatário da referida herdade, situada no termo de Monforte, bem como a certidão do teor da escritura de arrendamento da Herdade da Torre das Figueiras, datada de 3 de outubro de 1805, em que foram partes como rendeiro João de Almeida Mello e Castro (5º Conde das Galveias) e arrendatária Maria Joaquina Barradas, viúva de Gaspar Pires Tavares, mãe de referido Joaquim Inácio (Maria Joaquina Barradas ficou obrigada a pagar a renda em trigo, azeite e dinheiro).
Contém poema do poeta constanciense Tomáz Vieira da Cruz (pai do poeta Tomáz Jorge da Cruz) de homenagem ao casamento de Maria José Mascarenhas Falcão Themudo de Castro com Afonso Themudo de Castro (antigo Provedor da Irmandade da Misericórdia).
Requerimento que faz Francisco Xavier Calheiros de Noronha, casado, proprietário, morador no Campo da Regeneração, freguesia de Cedofeita, na cidade do Porto, para que lhe seja passada certidão do registo provisório do foro pago na sua casa e Quinta da Torre na freguesia de Santa Maria de Geraz do Lima, por João de Sá Coutinho e sua mulher D. Ana Carolina de Araújo Feio, proprietários, moradores na vila de Ponte de Lima. Contém a respectiva certidão. 2) Requerimento que faz José Maria de Magalhães, casado com Francisca Martins, da freguesia de Santa Maria de Geraz do Lima para que lhe seja passada certidão da hipoteca de propriedade em nome de Teresa Sebastiana da Rocha, da mesma freguesia. Contém a respectiva certidão.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro de Orjães, concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro de Orjães.
Carta. Pároco da igreja de São Pedro de Orjães no concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de Stº André de Beidobra, concelho da Covilhã.
Carta. Pároco da Igreja de Stº André de Baidobra no concelho de Covilhã.
Carta. Pároco da igreja de Santo André de Baidoba Concelho da Covilhã.
Pormenor da fachada sul, com um grupo masculino (homens e rapazes) no varandim. A imagem mostra também, esculpidos na referida fachada, os escudos com a cruz da Ordem de Cristo e o brasão de armas de Portugal, ladeado por esferas armilares.
Faz parte de um portfolio de 7 imagens adquiridas ao autor sobre o património construído na região do Douro. Localizadas na freguesia de Ucanha, concelho de Tarouca, distrito de Viseu.
Junto ao rio Guadalquivir, Sevilha, Espanha.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Esta reportagem das escolas de Penafiel tem data de 1940 e foi objeto de encomenda por parte do Direção Geral dos Edificios e Monumentos Nacionais. Os outros documentos poderão estar incluídos nesta encomenda.
Esta fotografia terá sido encomenda de Domingos Inácio dos Santos atenta a inscrição no envelope. Domingos Inácio dos Santos foi um escultor, fundador da empresa Domingos Inácio dos Santos, Sucrs., Lda, na zona de Campanhã, no Porto. A empresa ainda existe sob a designação Domingos Inácio dos Santos & Filhos, Limitada e fabrica medalhas e condecorações.
Carta. Escrivão e Tabelião do Juízo Ordinário do julgado da Azambuja, comarca exterior de Lisboa.