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Autos de posse das Herdades da Picanheira, da Figueira e da Torre da Alfange que tomou o Padre Pero Cardeira. Contém anotações sobre a posse das propriedades.
Decreto Regulamentar que decreta a transferência de documentos antigos dos cartórios notarias das Comarcas Judicias de Lisboa e Porto, para o Arquivo Nacional Torre do Tombo.
Correspondência recebida e expedida com a Torres do Tombo.
Reprodução de uma paisagem litografada a representar uma vista do forte de São Julião da Barra (concelho de Oeiras), tomada a partir do rio Tejo, e vendo-se também, em primeiro plano, dois pequenos barcos a remos, ambos repletos de passageiros.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Programa IV - Estudos, projetos, implantação de novos museus e Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Projeto 7 - Elaboração do projeto para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Contém ofícios e relatórios de execução.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 9-10 (9)
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 8 - 108
Entidade comparticipada: Câmara Municipal de Valença Projectista: José do Lago Arrais Torres de Magalhães (Engº Civil)
Alvará. Escudeiro Fidalgo. Filiação: José de Torre de Morais.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro da Torre.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro da Torre.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro da Torre.
Imagem interior da Biblioteca Nacional de Lisboa, com a legenda no verso, Biblioteca Nacional de Lisboa, Pateo de Conferências e Torre (canto sup. esq.); Arq.Pardal Monteiro. Comer - Foto Jorge Alves (canto i nf. esq.); 17 - Edição da Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal (coluna central)
Inventariada: Maria José Fernandes da Torre, casada com o inventariante, moradora que foi em Santa Marta de Portuzelo, Viana do Castelo, falecida em 24 de dezembro de 1946. Inventariante: António Gonçalves da Silva Sordo de Barros, o viúvo, morador em Santa Marta de Portuzelo, Viana do Castelo.
Inventariado: José Nicolau Fernandes da Torre, casado com a inventariante, morador que foi na freguesia de Serreleis, Viana do Castelo, falecido em 19 de maio de 1875, com testamento cerrado. Inventariante: Maria Martins Camelo, a viúva, moradora na freguesia de Serreleis, Viana do Castelo. Filho: António, de 11 meses.
Inventariado: Domingos da Torre ou Domingos José Cerqueira do Pateo, viúvo de Ana Pires, morador que foi em Barreiro, freguesia de São Jorge, Arcos de Valdevez; Inventariante: Maria Cerqueira do Páteo, filha do inventariado, moradora em Barrieo, freguesia de São Jorge, Arcos de Valdevez. Filhos: Maria, Rosa, Manuel, Antónia, Ana, Joaquina, António.
Localização do castelo de Setúbal, fortaleza de Mouguelas e torre de Branca Anes. Desaparecimento do castelo da vila de Setúbal, já pelos anos de 1510. Resistência heróica da fortaleza de Santiago, em 1580. Contém referências datadas dos séculos X a XVI.
O ante-projeto de museografia da Torre de Menagem do Castelo de Moura inclui a seguinte documentação: - Correspondência trocada entre o autor do ante-projeto, Dr. Mariano Piçarra, e a Câmara Municipal de Moura; - Informações; - Deliberações da Câmara Municipal de Moura; - Memória descritiva; - Peças desenhadas.
Carta manuscrita por Francisco António dos Santos, pároco e presidente da Comissão de Culto de Ferreirim, Concelho de Lamego, solicitando à J.N.E. a importância de ser declarado como "monumento de interesse público", a Igreja e Torre do Convento de S. António de Ferreirim.
Pareceres dos vogais Vasco Rebelo de Andrade e Henrique Gomes da Silva referentes à atribuição da classificação de imóveis de interesse público e interesse local, respectivamente ao Calvário de Caramos e Torre de S. Miguel o Anjo, na Foz do Douro.
Imagem interior da Biblioteca Nacional de Lisboa, com a legenda no verso, Biblioteca Nacional de Lisboa, Pormenor de um depósito de livros na torre (canto sup. esq.); Arq. Pardal Monteiro. Comer - Foto Jorge Alves (canto i nf. esq.); 13 - Edição da Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal (coluna central)
D. Carlos e a fortaleza de Santiago ou da Torre do Outão. Visitas de D. Carlos I a Setúbal, e sua estadia na fortaleza de Santiago. Construção da fortaleza de Santiago no reinado de D. João I. Grito de revolta de Évora, por ocasião da chamada conspiração do Manuelinho em 1637, contra a usurpação tirânica do Governo de Castela.
Desenho arquitetónico (planta, perfil longitudinal e cortes). Desenhos de pormenor do acesso à esteira industrial junto da torre UEF-03. Desenho (Lusotecna) Nº 754.02.036A (substitui 754.02.036) Desenho (GAS) Nº 16.695 Escalas V=1:20; H=1:200 Tem desenhada a orientação do ponto cardeal Norte
A Colegiada de Santa Maria do Castelo de Torres Vedras pertenceu, sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Em 1277, em 28 de Junho, D. Afonso III, deu à rainha D. Beatriz, sua mulher, o padroado desta igreja. Vem referida no arrolamento paroquial de 1321. É a mais antiga de toda a freguesia. A sua colegiada era constituída por dez beneficiários e por um prior.
Observa-se a torre sineira, as fachadas lateral oeste e principal, virada a sul. O portal é de triplo arco, em cantaria, sendo o arco central abatido e os laterais trilobados.
Observa-se a torre sineira, as fachadas lateral oeste e principal, virada a sul. O portal é de triplo arco, em cantaria, sendo o arco central abatido e os laterais trilobados.
Dispensa Matrimonial de João Correia e Maria Luísa, naturais da freguesia da Torre dos Coelheiros, termo de Évora. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Contém documentação relativa à candidatura da Escola Primária nº1 de Torre ao Programa de Preservação e Salvaguarda do Património Escolar Português. Entre os documentos encontram-se: memória descritiva, planta de localização,titularidade do edifício, programa de concurso, cronograma da realização da obra e estimativa dos custos da obra (26.315.000 escudos). Câmara Municipal de Penafiel. Departamento de planeamento e urbanismo. [Peças desenhadas do projecto de preservação e salvaguarda da Escola Primária nº 1 de Torre). Escala: 1:100. 1997. 11 desenhos. 65,3x42,5 cm, 76,3x29,5 cm, 91,7x38,2 cm, 76,4x44,3 cm, 95x58,4 cm, 95x51,5 cm. Inclui ainda 7 fotografias, 2 do interior e 5 do exterior. Contém também 35 fotografias impressas, a cor, 11 do interior e 24 do exterior.
Reprodução de desenho representando uma vista geral de Bauangelloch, vendo-se a torre da igreja de São Pedro à direita, Leimen, assinado e datado (W. Pietruk 1990).
Carta escrita na Torre de Belém a 10 de Outubro de 1641. Acusado de traição Sebastião de Matos de Noronha morreu na prisão.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 368
Original: Bilhete-postal ilustrado
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 228
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 359
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 559. 435484
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 621. Imp.: Suiça
Desenho técnico. Detalhes e pormenores das tubagens enterradas na zona da torre UEF 03. Inclui notas. Desenho (GAS) Nº 16.679 Desenho (Lusotecna) Nº 753.00.038 Escalas 1:100
Carta de José Luís de Sousa a Francisco de Abreu Pereira Coutinho acerca da posse de um prazo que pertence à Casa da Torre e respectivos caseiros.
Carta de sentença cível de penhora dada por D. José relativa à renda de um quarto no casal da Torre, situado em Contumil, Campanhã, sendo autor o Cabido da Sé do Porto e réu Manuel Ferreira Fontes. Este documento contém transcritos, na sentença cível, os seguintes elementos do processo judicial: petição inicial, despacho, mandado de penhora, penhora, ação, auto e termo de lançamento, sentença e custas.
Inventariado: Miguel Afonso da Torre, casado com a inventariante, morador na freguesia de Alvarães, Viana do Castelo, falecido em 31 de março de 1833. Inventariante: Maria Francisca Vieira, a viúva, moradora na freguesia de Alvarães, Viana do Castelo. Filhos: Maria Josefa, solteira, maior; Rosa, casada com Luís Francisco; Custódia, casada com Manuel da Rocha; José, solteiro, maior; Manuel, solteiro, de 23 anos; Antónia, de 20 anos.
Requerimento de António Eduardo Simões Baião, Diretor efetivo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, solicitando a atribuição de uma licença de 50 dias; despacho favorável do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas; ofício do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas comunicando que, durante a licença de António Baião, Pedro de São Bartolomeu Azevedo, primeiro conservador, assumira a direção interina do referido Arquivo.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
Documento descrito no Índice Portugal, Torre do Tombo, Chancelaria de D. Afonso V: Índice dos próprios, L 33, f. 20 (PT/TT/ID/1/33). Este Instrumento de Descrição Documental, não datado, foi substituído pelo catálogo em linha, em 2010.
O conhecimento de quitação, embora seja conjunto de Juan Márquez e Alonso de la Torre, foi assinado apenas pelo primeiro.
A Igreja colegiada de São Pedro de Torres Vedras pertenceu, sucessivamente, à diocese, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Em 1279, por carta de 16 de Março, a Igreja Colegiada de São Pedro de Torres Vedras foi doada ao Mosteiro de Alcobaça pela rainha D. Beatriz, viúva de Afonso III. A colegiada tinha dez beneficiados, além do prior. Em 1876, existiam duas freguesias independentes: Santa Maria do Castelo à qual estava anexa a de São Miguel e São Pedro à qual estava anexa a de Santiago.
A Igreja colegiada de São Miguel de Torres Vedras pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa, e sucessivamente, à diocese, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Estava situada junto ao rio Lizandro, fora de muros. Em 1457, a igreja passou para a apresentação do Mosteiro de Alcobaça, na sequência do escambo celebrado entre o abade D. Jorge da Costa, cardeal Alpedrinha e D. Afonso V. Em 1867, foi entregue à Câmara e suprimida eclesiasticamente, sendo anexada à Igreja de Santa Maria do Castelo. A colegiada era constituída por onze beneficiados e pelo prior.
O rei D. Afonso V mandou que Gomes Eanes de Zurara, guarda-mor da Torre do Tombo, fizesse o traslado em pública-forma do foral da Torre de D. Chama. Inclui os traslados de: - Foral de D. Dinis, datado de Lisboa, 25 de abril da Era de 1325 (ano 1287); - Cartas de D. Afonso IV, datadas respetivamente de Évora, 4 de fevereiro da Era de 1375 (ano 1337) e Évora 19 de abril da Era de 1373 (ano 1335); - Carta de D. Dinis, concedendo feira aos povoadores de Murça, datada de Lisboa, 18 de Abril da Era de 1342.
Servirá este livro para nele se lançarem as actas da Comissão nomeada para o melhoramento da torre da Igreja Matriz desta vila e apeamento da torre em que se acha colocado o sino da Irmandade de Nossa Senhora da Expectação desta vila, e bem assim do meio em diante para copiador dos respectivos ofícios e correspondência. Dou comissão ao empregado desta repartição ao Senhor (?) Varela (...) Administração do Concelho de Ponte de Lima 22 de Dezembro de 1883. O Administrador do Concelho António de Magalhães Barros de Araújo Queirós.
Reverendo Augusto Ferreira Torres, aderiu em 1884 , foi pregador licenciado, diácono em 1889 e presbítero em 1892.
Cartaz de divulgação de "A torre suspensa: primeira representação nesta época da muito aplaudida mágica em 3 actos e 10 quadros", da autoria de Carlos Augusto da Silva Pessoa e com música do maestro Eduardo Moreira, em cena no Teatro do Rato. Contém publicidade ao espectáculo, preços, distribuição dos personagens, títulos dos quadros, números de música e ficha técnica.
Alguns dos autores mencionados: João Nunes da Cunha, da Junta dos Três Estados, Governador da Armas na Praça de Setúbal; D. Francisco de Sousa; Francisco de Faria Correia; Luís de Miranda Henriques; Vicente de Gúzman Soares; Conde da Torre; Jerónimo Barreto, entre outros.
Dispensa Matrimonial de Martinho José e Maria Angélica, naturais da freguesia da Torre dos Coelheiros, termo de Évora Filiação do nubente: filho de João Rodrigues e de Luísa Angélica Filiação da nubente: filha de José Rodrigues e de Maria Angélica Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências.
Dispensa Matrimonial de António Joaquim e Catarina Maria, naturais da freguesia da Torre dos Coelheiros, termo de Évora. Filiação do nubente: filho de João Ribeiro e de Brigida Maria Filiação da nubente: filha de Bernardo Martins e de Ana Josefa Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Tude José e Antónia Luísa, naturais da freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros. Filiação do nubente: filho de Manuel Ferreira e de Feliciana Maria Filiação da nubente: filha de Custódio dos Santos e de Ana Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Projecto de reparação do passeio D. Fernando entre a Torre da expectação e o campo dos touros. Contém: descrição deral do traçado em plante e perfil assinada por Basílio Peres de Azevedo Costa, condições de arrematação, caderno de encargos, medição da obra, distribuição e movimento de terras, série de preço, orçamento, desenhos (planta).
Portaria. Mercê de Grão Cavaleiro da Ordem da Torre e Espada.
Carta. Tabelião do Público, Judicial e Notas de Torre de Moncorvo.
Contém uma carta e ofícios recebidos e expedidos da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, do Diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, e do Chefe do Gabinete do Secretário de Estado da Cultura.
Pedido de certidão da Torre do Tombo feito por Álvaro Anes Sernache, juiz da Alfândega do Porto, dirigido por alvará régio ao guarda-mor Rui de Pina, que estando ausente foi substituído por Sebastião Tomás.
Sentença cível do convento de S. Domingos contra Mateus Álvares e sua mulher, Sebastiana Rodrigues, sobre uma tapada de olival de três geiras e umas casas no sítio da Torre da Sé
Escritura de reformulação de foro e nova obrigação de sessenta reis, impostos de uma casa junto à muralha e torre que servia de cadeia, situada na Praça. Vence a 30 de Agosto.
Relativo ao envio do projecto de uma estrada municipal entre Santo António da Torre Velha e o lugar de Faldejães para que o engenheiro chefe da 1ª secção dê o seu parecer acerca do assunto ao director. Consta o dito parecer. Local: Estrada Municipal entre Santo António da Torre Velha e o lugar de Faldejães, concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo
Relativo à arrematação das ervagens da ínsua do Arinho Pequeno. Inclui as condições especiais para a arrematação e arrendamento, pelo prazo de 1 ano, das ditas ervagens, termo de avaliação, auto de arrematação por licitação verbal e um edital. Local: Margem esquerda do rio Minho, terreno do estado, sítio da Ínsua do Arinho Pequeno, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
O Registo das Mercês foi instituído por Alvará de 31 de Dezembro de 1547 para que ficassem assentes em livros todas as "doações de terras, alcaidarias-mores, rendas, jurisdições, cartas e provisões de comendas, capitanias, ofícios e cargos da justiça e da fazenda, tenças, privilégios, licenças para se venderem e trespassarem ofícios e tenças a outras pessoas, filhamentos de filhos, parentes e criados, acrescentamentos de foros e moradias, ajudas de casamento, quitas e mercês de dinheiro". Em 1643, o Alvará de 29 de Novembro criou a Secretaria das Mercês e Expediente competindo-lhe, genericamente, todas as consultas, despachos, decretos e ordens, cartas e papéis que não fossem de matéria de Estado e, especificamente, o despacho das mercês feitas por serviços ou graça. O Regimento desta Secretaria, datado de 19 de Janeiro de 1671, especificou os serviços dignos de serem agraciados com mercê, regulamentando e exigindo provas da efectiva prestação do serviço, e definindo a tramitação processual. O Decreto de 10 de Outubro de 1681 estabeleceu que fossem reformados os livros do Registo das Mercês que se tinham queimado num incêndio em casa de Diogo Soares, baseando-se nas Chancelarias do Real Arquivo, e das Ordens Militares, no livro das contas da Chancelaria que estava nos Contos e na matrícula do Conselho Ultramarino. São vários os diplomas que regulamentam o prazo de obrigatoriedade do registo e de pagamentos dos direitos, nomeadamente os Alvarás de 16 de Abril de 1616, de 20 de Novembro de 1654, de 28 de Agosto de 1714 e de 13 de Agosto de 1706. Em 1777, com a data de 1 de Agosto, foi dado um novo Regimento a esta instituição subordinando-a ao Conselho da Fazenda, intitulando o seu escrivão de "Escrivão da Câmara no Registo das Mercês" e definindo que a sua competência seria registar todas as mercês concedidas e as verbas de registo nas cartas, alvarás e provisões que se passassem. Criou ainda a obrigação do envio, para a Torre do Tombo, dos livros de registo das mercês dos reinados que acabavam. O Registo Geral das Mercês foi transferido, por Aviso de 5 de Fevereiro de 1791, para a Torre do Tombo. Muitas das mercês concedidas durante a permanência da Corte no Rio de Janeiro, não foram registadas no Registo Geral das Mercês da cidade de Lisboa, ainda que o Alvará com força de lei, de 27 de Janeiro de 1826, obrigasse a esse registo, sob pena de ficarem sem efeito as graças concedidas. Tendo sido extinto o registo dos diplomas na Secretaria das Mercês por Decreto de 19 de Agosto de 1833, foi declarado no Decreto de 21 de Setembro do mesmo ano que o registo de todas as cartas, alvarás, provisões e outros diplomas de qualquer mercê honorífica ou lucrativa fosse feito no Arquivo da Torre do Tombo, em livros próprios. O Decreto de 10 de Novembro de 1834 reconheceu a necessidade de se dar pleno cumprimento ao, já anteriormente estabelecido, método de registo das mercês concedidas, exceptuando as patentes dos postos militares. O Decreto de 31 de Agosto de 1836 voltou a insistir na obrigatoriedade do registo, no cumprimento dos prazos e no pagamento dos direito novos, velhos e de selo. O expediente do registo foi remodelado por Carta de Lei de 25 de Agosto de 1887, passando-o a obrigatório para todos os diplomas de mercês honoríficas e lucrativas e convertendo o produto de novas taxas em rendimento do Estado. Esta lei foi regulamentada pelo Decreto de 24 de Dezembro de 1901. Em 1919, o Decreto nº 5633 de 10 de Maio, da Direcção Geral das Contribuições e Impostos, tornou obrigatório o registo no Arquivo da Torre do Tombo de todos os diplomas de condecorações nacionais e estrangeiras concedidas a cidadãos portugueses e o pagamento do imposto de registo. A partir de 1927, pelo Decreto nº 14172 de 12 de Agosto, foi extinto o registo na Torre do Tombo ficando a cargo da Chancelaria das Ordens Portuguesas, na dependência da Presidência da República.
"No ano de 1755 sendo guarda-mor deste Real Arquivo da Torre do Tombo o marechal de campo Manuel da Maia determinou que todos os documentos do mesmo arquivo fossem extraídos por certidão ficassem apostados neste livro com a declaração do dia, mês e ano da sua extracção e da pessoa que para o dito efeito tenha obtido Provisão ou Ordem Régia e esta determinação que teve princípio em 20 de Janeiro do sobredito ano teve vigor até o mês de Maio do mesmo ano ficando insubsistente daí por diante, como se colige do mesmo registo por motivos que me são desconhecidos até que por ordem vocal do Ilustríssimo e Excelentíssimo Visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa, do Conselho de Sua Majestade e do de sua Real Fazenda, que serve de guarda-mor deste mesmo Real Arquivo dada em o dia de hoje 6 de Outbro de 1802 se instaurou aquela mesma determinção, que principiou a executar-se desde o dito dia. E para que a todo tempo conste, fiz aqui a presente declaração. Lisboa 6 de Outubro de 1802. Gaspar Feliciano de Morais, escrivão do mesmo arquivo".
Relativo à participação do Regedor de S. Pedro da Torre acerca da quase obstrução dos regatos da Veiga da Mira e seus afluentes e de Sagulfes por motivo de falta de limpez e aprumamento dos arvoredos limítrofes. Local: Regato da Veiga da Mira e seus afluentes, e regato de Sagulfes, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
Capas Cartonadas - lombada e cantos em cabedal.
Entidade comparticipada: Comissão Fabriqueira da Freguesia de S. Julião Projectista: José do Lago Arrais Torres de Magalhães (Engº Civil)
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro da Torre, permuta que fez com o Pároco de Stª Marinha de Rouças.
Carta. Para poder permutar a Igreja de S. Pedro da Torre com o Pároco de Stª Marinha de Rouças.
Relativo à arrematação das ditas ervagens. Inclui as condições especiais para a arrematação e arrendamento, termo de avaliação, auto de arrematação por licitação verbal, termo de adjudicação do arrendamento e um edital.No título do processo a freguesia de S. Pedro da Torre é tida como pertencente ao concelho de Vila Nova de Cerveira, à qual pertencia, de facto, na data do processo. Actualmente, pertence a Valença. Local: Ínsua pequena do Arinho Novo, próxima à margem esquerda do rio Minho, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
Maços pertencentes à comarca e cidade de Lisboa; 1 maço com o mesmo conteúdo pertencente ao notário do concelho de Oeiras; relação dos livros que pertenceram ao cartório do notário de Alcanhões, notários de Santarém; relação dos livros notariais existentes do notário da vila e concelho da Lourinhã ; relação do notário de Torres Vedras; relação dos livros e documentos remetidos para a Torre do Tombo por dois notários de Santarém; relação de livros e documentos da comarca de Sintra;
Inventariado: Manoel Dias Torres e Anna Elvira, Quinta da Torre, Pero Soares; Inventariante: Maria Augusta Torres,Quinta da Torre, Pero Soares.
Na lombada vem a designação "Certidões" mas estas não se encontram no livro. Existe apenas a informação: - data em que se passou a certidão (Registos ordendos cronologicamente pela data em que são passadas as certidões pedidas). - teor do documento. - cota do documento de onde foi extraída a certidão. - pessoa que a pediu mediante Provisão concedendo autorização para a satisfação do pedido. Por ordens diversas os registos foram interrompidos mais de uma vez. Ver fólios: 2, 5, 24. Os registos de 182 a 1804 estão numerados de 1 a 184. Termo de encerramento: f. 418: "Compreende este primeiro livro do registo de todos os documentos que se extrairem deste Real Arquivo da Torre do Tombo quatrocentas e dezoito folhas com esta entrando nelas a primeira do título e a segunda de uma advertência muito digna de atenção, todas rubricadas e numeradas por mim gaurda-mor do Real Arquivo sem coisa que faça dúvidas ou embaraço algum. Lisboa em sete de Janeiro de mil setecentos e cinquenta e sinco" Manuel da Maia" Em baixo a informação: "este mesmo livro acima rubricado e não findo servirá para se continuar a registar as certidões que se houverem de extrair para o que lhe dou fé. Torre do Tombo 23 de Outubro de 1802. Visconde de Balsemão".
Contém exposições sobre a dependência da Imprensa Nacional-Casa da Moeda do Ministério da Cultura, sobre o Instituto Português do Livro, o complexo "Século", A Torre do Tombo, a divulgação da legislação sobre cultura e sobre a lista de antiguidade do pessoal do Ministério da Cultura.
O testamento é datado de Sintra, 4 de outubro de 1426. No dito testamento D. João I ordenava que se acabasse o Mosteiro de Santa Maria da Vitória instituindo nele uma capela pela sua alma e pela da rainha D. Filipa de Lencastre, sua mulher. Apresenta a assinatura de Tomé Lopes, guarda-mor da Torre do Tombo.
Dispensa Matrimonial de Elias José e Esperança Maria, naturais da freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros, termo de Évora. Filiação do nubente: filho de José Joaquim e de Francisca Rosa Filiação da nubente: filha de Manuel Marques e de Alexandrina Maria Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências.
Dispensa Matrimonial de Claudino, natural da freguesia Torre dos Coelheiros, termo de Évora e Perpétua Maria, viúva que ficou de António Joaquim, natural da freguesia de S. Manços, termo de Évora. Filiação do nubente: filho de José Luís e de Luzia Maria Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Manuel António, viúvo que ficou de Damiana Rosa e Maria Joaquina, moradores na freguesia de Nª SRª do Rosário da Torre dos Coelheiros. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Relativo à arrematação das ervagens produzidas na margem esquerda do rio Minho.Inclui as condições especiais para a arrematação e arrendamento das mesmas ervagens, auto de avaliação, editais, auto de arrematação por licitação verbal e termo de adjudicação Local: Margem esquerda do rio Minho, sítio do Arinho, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
O queixoso reclama João fernandes de Freitas, barqueiro, por este ter submergido um barco na margem direita do rio Lima, junto de uma propriedade que o mencionado queixoso possui, impedindo a entrada de água para um aqueduto que a conduz a 1 estanca-rios Local: Freguesia de S. Salvador da Torre, concelho de Viana do Castelo, distirto de Viana do Castelo
Relativo à arrematação das ervagens da Ínsua do Arinho Novo. Contém o termo de avaliação, condições especiais para a arrematação e arrendamento, um edital, auto de arrematação por licitação verbal e termo de adjudicação. Local: Margem esquerda do rio Minho, terreno do Estado, sítio do Arinho Novo, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença,distrito de Viana do Castelo
Relativo à arrematação das ervagens da Ínsua do Arinho Novo. Contém o termo de avaliação, as condições especiais para a arrematação e arrendamento, um edital, o auto de arrematação por licitação verbal e o termo de adjudicação. Local: Margem esquerda do rio Minho, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo
Relativo à arrematação das ervagens da Ínsua do Arinho Novo. Contém as condições especiais para a arrematação e arrendamento, termo de avaliação, auto de arrematação por licitação verbal, termo de adjudicação e um edital. Local: Próximo à margem esquerda do rio Minho, Ínsua do Arinho Novo, freguesia de S. Pedro da Torre, concelho de Valença, distrito sde Viana do Castelo
Parecer favorável do Vogal Henrique Gomes da Silva ao requerimento da firma Guerreiros, Lda., apresentado por intermédio da Câmara Municipal de Évora, através do qual pretende proceder a obras de modificação (alteração das portas) no edifício sito na Rua de Avis, n.º 6 e Largo Luiz de Camões, dentro da zona de protecção da Torre do Salvador, em Évora.