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Fotografia que mostra uma vista da vila de Constância, onde se destaca as ruínas da Torre antes da sua destruição, o casario e os quintais onde actualmente existe o Jardim-Horto de Camões. Além disto vêm-se ainda alguns barcos no rio Tejo e Zêzere.
Matrizes prediais rústicas da freguesia de Torre de Terrenho, concelho de Trancoso, que inclui os números 911 a 1689. Corresponde ao volume II.
Matrizes prediais rústicas da freguesia de Torre de Terrenho, concelho de Trancoso, que inclui os números 1 a 910. Corresponde ao volume I.
Projecto para construção de um chafariz de uma bica e um bebedouro para a freguesia de Torre de Terrenho, concelho de Trancoso
Projecto para construção de um chafariz de uma bica e um bebedouro para a freguesia de Torre de Terrenho, concelho de Trancoso
Sediada na Rua D. Jerónimo de Azevedo, Torre 4, entrada 572 no Porto. Contém os estatutos de constituição de 25 de janeiro de 2005.
Contém o comprovativo de envio à Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes do processo referente à classificação da Torre da Aparecida, Lousada.
Processo de Edgard Júlio da Torre do Vale, encarregado de expediente da circunscrição, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Contém documentação sobre uma petição e um documento sobre despesas da Confraria dos Defuntos do lugar da Torre, freguesia de Porto de Mós.
Projeto para a consolidação e reconstrução da torre de menagem do Castelo de Leiria, obra do Rei D. Dinis. Está assinado por Ernesto Korrodi.
O 1º Marquês de Fronteira foi D. João de Mascarenhas, 2º Conde da Torre (1633-1681), título criado por Pedro II, ainda príncipe, em 1670. Foi comendador do Rosmaninhal, Santiago de Fonte Arcada, São Nicolau de Carrazedo, São João de Castelão, São Martinho de Cambres e São Martinho de Pindo, da Ordem de Cristo, e senhor dos morgados de Goucharia (junto a Almeirim) e Chantas (termo de Santarém), bem como de Conculim e Verodá, na Índia. Foi gentil-homem do príncipe regente D. Pedro, membro do Conselho de Estado e do Conselho de Guerra de D. Pedro II, mestre de campo general da Estremadura e do Minho, general de cavalaria no Alentejo, cavaleiro da Ordem de Malta e grão-prior do Crato. Foi um dos generais da Guerra da Restauração, tendo participado nas batalhas do Ameixial e de Montes Claros. Foi o fundador da casa de Benfica, posteriormente transformado no palácio de Fronteira. O 2º Marquês e 3º Conde da Torre, filho primogénito dos anteriores, D. Fernando de Mascarenhas, (1655-1729), acrescentou à Casa a donataria da mordomia-mor de Faro, várias comendas e os padroados dos mosteiros de São Domingos da Serra, OP, e de Nossa Senhora da Conceição da Torre das Vargens. Além de vários cargos, pertenceu ao Conselho de Estado de D. João V, e foi presidente do Desembargo do Paço, vedor da Fazenda (1721) e mordomo-mor da rainha D. Maria Ana de Áustria (1727). Foi ainda censor e presidente da Academia Real de História, e através desta Academia publicou vários trabalhos de cariz historiográfico. Casou com Joana Leonor de Toledo e Meneses, filha dos 7os Condes de Atouguia. O 4º Marquês, 5º Conde da Torre, D. Fernando de Mascarenhas faleceu sem descendência, pelo que foi 5º Marquês e 6º Conde da Torre, seu irmão, D. José Luís Mascarenhas (1721-1799), cónego na Sé de Lisboa, cargo a que renunciou para poder receber o título de Marquês de Fronteira, em 1769. Pertenceu ao Conselho de D. Maria I e foi vedor da Princesa D. Maria Francisca Benedita. Foi o responsável pela transformação da casa de Benfica no palácio actualmente existente. Casou com D. Mariana Josefa de Vasconcelos e Sousa, filha dos 1os Marqueses de Castelo Melhor. O 6º Marquês e 7º Conde da Torre, D. João José Luís Mascarenhas Barreto (1778 - 1806), casou com D. Leonor Benedita de Oyenhausen e Almeida, condessa de Oyenhausen na Áustria, filha do Conde Oyenhausen Gravenburgo, enviado extraordinário e ministro de Portugal junto da Corte de Viena, tenente general do exército, inspector de infantaria, e de D. Leonor de Almeida Portugal, 4ª Marquesa de Alorna, conhecida no mundo literário como Alcipe. Devido a este casamento entrou na Casa de Fronteira a representação da Casa dos Marqueses de Alorna e Condes de Assumar e os títulos de Marqueses de Távora e Condes de São João da Pesqueira, que os Alorna também representavam. Detém actualmente a representação das Casas D. Fernando José Fernandes Costa Mascarenhas nascido em 1945, filho de D. Fernando Mascarenhas (1910-1956) que usou o título de Marquês de Fronteira e representou os títulos de Marquês de Alorna, Conde da Torre, de Conculim e de Assumar, e de D. Maria Margarida de Sousa Canavarro de Meneses Fernandes Costa.
Inventariado: António Gonçalves da Torre, morador que foi em Vila Franca, Viana do Castelo. Inventariante: Maria do Carmo Soares da Torre, morador em Vila Franca, Viana do Castelo.
Processo de Inventário Orfanológico 25/1884: Inventariada Joaquina da Torre , freguesia de Ervas Tenras; Inventariante Ana Craveira , freguesia de Ervas Tenras. Apenso ao Processo de Inventário Orfanológico 10/1884 - Mç 1 - Vol I: Inventariado João Pacheco , freguesia de Ervas Tenras; Inventariante Joaquina da Torre , freguesia de Ervas Tenras.
A Colegiada de Santiago de Torres Vedras pertenceu, sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Projecto de abastecimento de água à povoação da Torre, freguesia e concelho de Sabugal
Inventariado: Manuel Gonçalves da Torre, morador em Quinta do Meio - Vila Fernando. Inventariante: Vicencia João.
Aspeto de uma das torres da igreja do mosteiro da Batalha, vista a partir do telhado do templo. O fotógrafo utilizou a data tópica para referir o seu local de residência nessa ocasião (e não o local da captura da imagem).
Contém: relatório de estudo do vogal João Manuel Bairrão de Oliveira da Silva Oleiro sobre a estação arqueológica romana da Torre de Ares, freguesia da Luz de Tavira, e sobre várias antiguidades de outros lugares do Algarve; ofícios relativos à realização de sondagens arqueológicas na Quinta da Torre de Ares, com o fim de demarcar a zona a classificar como imóvel de interesse público, informação do vogal acima referido sobre as escavações arqueológicas deste local; parecer de João Manuel Bairrão Oleiro sobre uma consulta feita pela Direcção Geral da Fazenda Pública, acerca dos trabalhos a realizar na estação arqueológica da Torre de Ares.
A Torre de Gropallo, edificada na segunda medade do seculo XVI, ganhou esse nome por homeanagem ao Marquês Gaetano Gropallo, que a adquiriu em meados do século XIX. Em 1937, é comprada pela Câmara de Génova.
A fotografia mostra os pés de uma colossal estátua de mármore encontrada, no Templo B, da antiga República Romana, situado no Largo di Torre Argentina. Hoje, esta estátua está nos Museus Capitolinos.
A fotografia mostra Maria Luísa perto da cabeça de uma colossal estátua de mármore encontrada, no Templo B, da antiga República Romana, situado no Largo di Torre Argentina. Hoje, esta estátua está nos Museus Capitolinos.
A fotografia mostra Maria Luísa e Cecília perto do braço direito de uma colossal estátua de mármore encontrada, no Templo B, da antiga República Romana, situado no Largo di Torre Argentina. Hoje, esta estátua está nos Museus Capitolinos.
A fotografia mostra a mão de Maria Luísa sobre a mão de uma colossal estátua de mármore encontrada, no Templo B, da antiga República Romana, situado no Largo di Torre Argentina. Hoje, esta estátua está nos Museus Capitolinos.
A Torre de Gropallo, edificada na segunda medade do seculo XVI, ganhou esse nome por homeanagem ao Marquês Gaetano Gropallo, que a adquiriu em meados do século XIX. Em 1937, é comprada pela Câmara de Génova.
Livro para a cobrança da décima da freguesia de Torre de Coelheiros, rubricado pelo Dr. António Joaquim Pinto, Desembargador e Corregedor das Comarcas de Évora e Estremoz. No fl. 5 vº consta a receita da décima relativa ao dito livro.
Processo de Inventário Orfanológico 37/1802: Inventariada Maria da Torre , freguesia de Pinhel; Inventariante Clara Maria , freguesia de Pinhel. Apenso ao Processo de Inventário Orfanológico 36/1802 - Mç 1.2: Inventariado Manuel José , freguesia de Pinhel; Inventariante Maria Antónia , freguesia de Pinhel.
Recortes de fotografias de Luís de Camões e fotografia da Torre do palácio dos Coutinhos, onde Camões se teria hospedado – e que já desapareceu, atribuída a Carlos Relvas (ultimo quartel do século XIX).
Numa escritura datada de 1312 surge referenciado Martim Docem, cavaleiro nobre de origem aragonesa radicado no Porto, que teria entrado em Portugal integrando o séquito da Rainha Santa Isabel. O seu filho Pedro Docem, ou Pêro do Sem, foi cavaleiro, e durante o reinado de D. Afonso IV, exerceu as funções de ouvidor (nomeado em 1327) e, posteriormente, de chanceler-mor. A ele se deve a construção da Torre da Marca, na Quinta da Boavista, por volta dos anos de 1336 a 1341. Sucedeu-lhe João Docem. Sucedeu-lhe seu filho Gil Docem, doutor e jurisconsulto, do Conselho de D. João I, ao lado de quem batalhou em Aljubarrota, e foi nomeado desembargador-mor do reino, após a morte de João das Regras. Sucedeu-lhe seu filho Martim Docem, doutor e embaixador de D. João I em Castela e em Inglaterra, foi armado cavaleiro pelo então Príncipe D. Duarte, e alcaide-mor de Estremoz. De Martim Docem foi herdeiro o seu sobrinho João Docem, doutor, do conselho de D. Afonso V como chanceler-mor. Seguiu-se-lhe António Docem, também do conselho de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I e participou na Batalha de Toro. Por escritura de 26 de Fevereiro de 1492, a Quinta da Boavista com a sua Torre da Marca foi vendida a João Sanches, fidalgo de Castela, casado com Isabel Brandoa, pais do Dr. António Sanches Brandão e de Rui Brandão Sanches. As seguintes gerações dos Brandões, fidalgos da Casa Real, recebem por casamento o património da Quinta de Carvalho de Arca (junto a Guimarães) e a Torre dos Coelheiros (em Évora) e a Honra de Farelães (no termo de Barcelos). Em 4 de Abril de 1743 nasceu Luís Brandão de Melo Pereira de Lacerda, viveu na Torre da Marca. Ordenou a edificação da actual residência, sobre cujo portal de entrada é mais tarde colocado o brasão de armas, um escudo esquartelado de Brandões, Meneses (de Cantanhede), Portugal e Melos e enci¬mado por um coronel de Marquês. Foi seu primogénito e sucessor José Maria Brandão de Melo Cogominho Correia Pereira de Lacerda, que casou em 1814 com D. Maria Emília Correia de Sá, filha herdeira de Sebastião Correia de Sá, 1.º Conde e 1.º Marquês de Terena e 1.º Visconde de São Gil de Perre. Também estes títulos transitaram para os Brandões da Torre da Marca. Tiveram como filho Luís Brandão de Melo Cogominho Correia de Sá Pereira e Figueiroa, 10.º Senhor do vínculo da Torre da Marca, 20.º do da Torre dos Coelheiros, 15.º da Honra de Farelães, 8.º do Morgado de São Paio e Carvalho de Arca de Guimarães, par do Reino e continuador dos títulos nobiliárquicos maternos: foi o 3.° Conde e o 2.° marquês de Terena. Casou com D. Maria Ana de Sousa Holstein, filha dos 1.ºs Duques de Palmela. Os 2.ºs Marqueses de Terena têm apenas a D. Eugénia Maria Filomena Brandão de Melo Cogominho Correia de Sá Pereira de Lacerda do Lago Bezerra e Figueiroa que se consorcia com o seu tio, o 1.º Marquês de Monfalim, D. Filipe Maria José Pedro Estevão Evangelista Francisco Sales Xavier de Assis de Borja de Paula de Sousa Holstein. É uma união sem descendência.
Outras formas do nome: António de Latorre, António della Torre Estatuto social: cristão-velho Idade: 26 anos Crime/Acusação: sodomia Cargos, funções, actividades: escrivão das apelações das IIhas Naturalidade: Lisboa Morada: Valverde, Lisboa Pai: João Agostim de la Torre, genovês Mãe: D. Mécia Ferreira Estado civil: casado Cônjuge: Catarina Pereira Data da prisão: 12/06/1651 Sentença: auto-da-fé de 01/12/1652. Confisco de bens, açoitado publicamente, degredo por oito anos para as galés, penitências espirituais.