Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for torre and 31,238 records were found.

Esta fotografia terá sido encomenda do Instituto do Vinho do Porto atenta a inscrição no envelope. O Instituto do Vinho do Porto foi criado em 1933, organismo que passa a coordenar as atividades da Casa do Douro e do Grémio dos Exportadores.
Esta imagem, provavelmente destacada de um álbum, foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Ternante-Lemaire como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa.
É possível identificar nesta fotografia a Fábrica do Gás retirada do local em 1940, com a instalação da "Exposição do Mundo Português".
Portugal
Apresenta inclusa carta de D. João II, feito por João Álvares em Viana de Alvito a 27 de Março de 1482. A Nuno Fernandes Cogominho, cavaleiro morador em Évora, confirmação do privilégio de coutada para a herdade de Torre de Coelheiros, excepto no que diz respeito à caça. Apresenta inclusa na anterior, carta de D. Afonso V, feito por Diogo Afonso em Évora a 3 de Março de 1472. El-rei o mandou pelos doutores Lopo Vasques de Serpa e Lopo Gonçalves, cavaleiros de sua casa e ambos do seu desembargo das petições. A Nuno Fernandes Cogominho, escudeiro vassalo real morador em Évora, filho legítimo de Gonçalo Mendes Cogominho de quem herdara a herdade de Torre de Coelheiros, confirmação do privilégio de coutada para as suas terras. Apresenta inclusa na anterior, carta de D. Afonso V, feito por Filipe Afonso o Moço em Évora a 29 de Julho de 1453. El-rei o mandou pelos doutores Lopo Vasques de Serpa, seu vassalo, e por João Belagoa, deão da Guarda, ambos do seu desembargo das petições. A Gonçalo Mendes Cogominho, morador em Évora, sobrinho de Beatriz Fernandes Cogominha e seu herdeiro na herdade de Torre de Coelheiros, confirmação do privilégio de coutada. Apresenta inclusa na anterior, carta de D. Afonso V, feita por Filipe Afonso em Évora a 16 de Março de 1450, confirmando a Beatriz Fernandes o privilégio de coutada das suas herdades. El-rei o mandou pelos doutores Rui Gomes de Alvarenga e Pero Lobato, seus vassalos e do seu desembargo e petições. Apresenta inclusa na anterior, carta de D. Duarte, feita por Rodrigo Afonso em Santarém a 21 de Abril de 1434. El-rei o mandou por Afonso Geraldes e Luís Álvares, seus vassalos do seu desembargo. Cita passagens duma carta de D. João I pela qual faz saber que Beatriz Fernandes Cogominha, filha de João Fernandes Cogominho e neta de Fernão Gonçalves Cogominho, cavaleiro, informou que seu pai e seu avô tinham privilégio de D. Pedro I e D. Fernando I coutando a sua quinta dos Coelheiros e herdade de Vale de Anrique Homem e outras herdades [n. e.] no termo de Évora. Este privilégio também o tinha sua mãe, Leonor Rodrigues, enquanto viúva, tendo depois casado com Paio Marinho, que fora alcaide de Campo Maior até que se alçara o castelo. D. João I fizera então doação à mãe do condestável e a Rodrigo Álvares Pimentel e das quais ela já estava de posse por sentença. Pedira a D. João I para as herdades de Torre de Coelheira e do Vale do Riqu'omem [varia o nome de um local para o outro, surgindo mais adiante como «Ric'omem»] continuarem coutadas como sempre foram. O privilégio foi confirmado por D. João I e por D. Duarte. Apresenta inclusa na primeira carta de D. Afonso V outra carta do mesmo monarca, feita por João Jorge, em Évora, a 21 de Janeiro de 1471. El-rei o mandou pelos doutores Lopo Gonçalves, cavaleiro de sua casa e do seu desembargo e petições, e por Álvaro Pires, seu vassalo e procurador dos seus feitos. A Gonçalo Mendes Cogominho, escudeiro, vassalo real, morador em Évora, alteração das penas aplicadas aos que violarem os direitos de coutada do beneficiado que por ser velho e jazer numa cama não podia cuidar das terras que eram assaltadas por mancebos de gente poderosa recebendo com isso grande dano. Assim dos 6 soldos da pena 1/3 reverterá para o denunciante, 1/3 para a redenção dos cativos e o outro para o senhorio da herdade. Pero Vasques a fez.