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Carta de Título. Visconde de Torres em sua vida.
Carta de Título. Visconde de Torres, em sua vida.
Carta de Padrão. Tença de 38$000 rs para seu irmão Jacinto Torres. Filiação: António de Torres Manco.
Requerimento a favor de Manuel Alves Torres.
Requerimento a favor de Manuel Alves Torres.
4 fotografias idênticas de António Gonçalves Torres, remador da equipa de remo nos Jogos Olímpicos de 1948. Estavam acondicionadas num pequeno envelope, identificado com o nome e o número de inscrição.
O documento com a cota: Gavetas, Gav. 6, mç. 1, n.º 34 a 295 trata-se de uma relação de documentos pertencentes à Ordem de São João do Hospital que se encontram nas Gavetas da Torre do Tombo, Chancelaria Régia, Confirmações Gerais, Colecção de Bulas e Leitura Nova, feita pelo Real Arquivo da Torre do Tombo. Maço constituido por cartas de posse, de doação, de aforamento, sentenças, forais, entre outros documentos.
Trata-se do empréstimo de 1.500 contos destinado ao abastecimento de água (1.300 contos) e aquisição de contadores (200 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 250, II série, de 26 de Outubro de 1972.
Inventariado: Manuel Torres Braz; Inventariante: Manuel Torres Braz Junior.
A instituição do morgado por D. Gastão Coutinho (m. 1653), fidalgo da Casa de Sua Majestade e do seu Conselho, e por sua mulher D. Isabel Ferraz, remonta a 1652. Por não terem filhos, os bens passaram para a descendência da irmã de D. Gastão, D. Filipa Coutinho, casada com Francisco Gonçalves da Câmara e Ataíde, senhor das ilhas Desertas. Desse casamento nasceu Luís Gonçalves da Câmara e Ataíde (n. 1620), senhor das ilhas Desertas, alcaide-mor de Torres Vedras, comendador de Santiago de Caldelas e vereador da Câmara de Lisboa, que casou com D. Isabel de Noronha, filha de Diogo de Saldanha de Sande, comendador de Casével, e de D. Catarina Pereira, senhora da Casa da Taipa. O único filho de Luís Gonçalves da Câmara e de D. Isabel de Noronha, Gastão José da Câmara Coutinho (n. 1655), casado com D. Maria Benta de Noronha, foi herdeiro da Casa da Taipa, uma vez que os outros dois filhos de Diogo de Saldanha de Sande e de D. Catarina Pereira morreram sem descendência. O filho primogénito de Gastão José da Câmara Coutinho e de D. Maria Benta de Noronha, Luís José da Câmara Coutinho (n. 1688), herdou a Casa da Taipa e o senhorio das ilhas Desertas. Foi casado com D. Isabel Maria de Mendonça e Moura de quem teve treze filhos. Foi herdeiro o filho varão mais velho, Gastão José Pereira da Câmara Ataíde Coutinho, 10º senhor das ilhas Desertas, casado com D. Ana José da Cunha e Meneses, comendador de Casével, Santiago de Caldelas e comendas anexas de São Tomé de Lanhas e São Mamede de Vilarinho, da Ordem de Cristo, à data da elaboração do tombo que constitui o fundo, o qual foi ordenado por alvará régio de 1720. Seu filho primogénito Luís Gonçalves da Câmara Coutinho (1758-1848), 11º senhor das ilhas Desertas, casou com D. Maria Benedita de Noronha, filha dos 7os Condes dos Arcos. Ao filho destes, Gastão da Câmara Coutinho Pereira de Sande (1794-1866), 12º senhor das ilhas Desertas, e dos morgados da Taipa e Regalados, alcaide-mor de Torres Vedras, par do reino, D. João VI concedeu o título de conde da Taipa por Decreto de 3 de Julho de 1823. Foi casado com D. Francisca de Almeida Portugal. O senhorio das ilhas Desertas manteve-se na posse dos Condes da Taipa até 1864, data em que a sua propriedade foi vendida a Alexandre Fernandes Camacho.
Francisco de Sá de Miranda nasceu em Coimbra, Portugal, no dia 28 de agosto de 1481. Filho de Gonçalo Mendes de Sá, cônego da Sé de Coimbra, e de Inês de Melo, de família nobre de Barcelos, era meio irmão de Mem de Sá, que foi o terceiro governador-geral do Brasil. Estudou em Coimbra e depois se mudou para Lisboa, onde cursou Direito na Universidade de Lisboa. Quando entrou na Escola de Santa Cruz, em Coimbra, Sá de Miranda aprofundou os estudos de Humanidades, Retórica e Gramática. Depois, começou a frequentar as aulas nas Escola Gerais, de Lisboa, onde se forma doutor em Direito. De aluno a professor, faz a sua carreira na Universidade e frequenta a Corte até o ano de 1521. Naquela época, além da vida acadêmica, compunha esparsas, vilancetes e cantigas. Sá de Miranda começa uma viagem pela Itália, em 1521, onde toma contacto com o ambiente literário do Renascimento. Viveu em São Salvador do Campo, freguesia portuguesa de Barcelos. Era fidalgo da Casa Real, foi Comendador de Santa Maria de Duas Igrejas, 1.º Senhor da Casa e Quinta da Tapada, Amares (Braga). Foi casado com Briolanja de Azevedo (c. 1485 - 1555), senhora da Quinta da Torre em Penela e da Honra de Avessadas em Bemviver. Teve dois filhos: Gonçalo Mendes de Sá (c. 1530 - 1553-04-18, Ceuta) e Jerónimo de Sá e Azevedo (c. 1530 - 1583-05-23). Francisco Sá de Miranda faleceu na Quinta da Tapada, em Amares no Minho, Portugal, no dia 17 de maio de 1558.
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Torres Vedras, distrito de Lisboa.
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Torres Novas, distrito de Santarém.
Alvará. Pensão 300$000 rs a sua mulher e filhas D. Rosa Joaquina da Costa Torres, D. Amélia Joaquina da Costa Torres e D. Eugénia Joaquina da Costa Torres.
Alvará. A suas filhas D. Maria Guilhermina de Torres e D. Virgínia Augusta de Torres da pensão anual de 96$000 rs pelos serviços de seu pai.
Natural de Moncorvo, capitão, filho do licenciado Pedro de Ledesma, natural de Urrós, termo de Algoso, e morador na Torre de Moncorvo, e de Isabel Marcos, natural de Moncorvo; neto paterno de Francisco João e de Beatriz de Ledesma, naturais de Urrós, termo de Algoso.
Contém as seguintes provas fotográficas: três do “Castelo da Mota” em “Medina del Campo”, uma com parte de um castelo e uma da fachada “del Alcazar”. Inclui recortes de jornais portugueses e italianos.
Inclui recortes de jornais portugueses e italianos.
Apresenta as seguintes informações: "Parede de pedra muar que feita antigamente quando se fez o tempro, por defensam do mar que não gastasse por dentro, de grandes pedras"; "Poço".
Inclui os seguintes poemas, sonetos e quadras entre outros: O ceguinho e o neto, Avozinha, Torneio, Desencontro, Encanto, Pátria e Deus, Adorável, Rezar, Cavador, Poema, Lei de Deus, Ladainha nova, Namorar, Leviana, Cegueira, Contrastes Quando morre o amor, Atracção, Término, Fé, Voltas, Paragem Encontro, Tradicional, Desfolhadas, Comparação, Desabafo, Segredo, Testamento, Aparência, Ímpares, Novena, Arraial, Moçoilas, Declaração, Loira, Penas de amor, Noivos, Despedida, Consolo, Neve, Receio, Terceto, Noite de Natal, As crianças, O palhaço, Crítica, Rivais, Carnaval, A medalha, Viúva, Malmequer, Alma da arte, Nevar, Ninho, Singular, Corações, Reclamo, Oração, Um como poucos, Centro nupcial, Aljubarrota, Trovas, Noite, A consoada, Fúnebre, 1.º de Dezembro, Restauração e Desabafo. Incluem documentos originais manuscritos pelo autor (em alguns casos fotocopiados), e respectivas transcrições dactilografadas.
Filiação: Thomas Gordon e Teodósia Gordon Naturalidade: Funchal; Ilha da Madeira Idade: 59 anos Destino: Europa Acompanhantes: Viscondessa; Gabriela Correia; Constância Correia.
O documento refere também a criação de um lugar de oficial para elaborar o catálogo da dita Livraria e de um lugar de amanuense com habilitação e carta de perito em paleografia e diplomática, sendo necessário promover o estudo das mesmas cadeiras no Arquivo Nacional.
Sobre visita do Presidente da República, General Craveiro Lopes.
Sobre condições precárias das instalações, entrevistas ao diretor, projeto para o novo edifício, transferência da documentação para as novas instalações, etc..
Sobre nomeações e demissões de diretores, inauguração do novo edifício, entrevista ao ex-diretor José Pereira da Cosa, infestações e desinfestações, queixas ao funcionamento da sala de leitura, etc..
Várias fases do novo edíficio: planta, em maquete, em construção e já construído.
Sediada na Rua Manuel Barros, S. Gonçalo em Amarante. Contém os estatutos de constituição de 3 de novembro de 1982.
Fotografia produzida durante a Missão de delimitação das fonteiras de Tete, Moçambique, 1904-1905.
Fotografia de travessia a vau da Ribeira de Junqueira pelo automóvel dos técnicos da Direção do Norte dos Edifícios Nacionais, após a destruição da ponte pela cheia de 17 de Junho de 1955.
A Alhambra localiza-se na cidade de Granada, província de Granada, comunidade de Andaluzia, em Espanha. Trata-se de um complexo palaciano e uma fortaleza.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda.
Crê-se que esta reportagem terá sido o resultado de um contrato de encomenda com o objetivo de elaborar uma publicação: "Santarém: estudo-histórico-archeológico e artístico das Igrejas de Santa Maria de Marvilla, Nossa Senhora da Graça, S. João de Alporão, S. Francisco, Ermida de Nª. Sª. do Monte e Fonte das Figueiras", data de 1929.
Esta reportagem das escolas de Penafiel tem data de 1940 e foi objeto de encomenda por parte do Direção Geral dos Edificios e Monumentos Nacionais. Os outros documentos poderão estar incluídos nesta encomenda.