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Tombo mandado fazer por D. João III, administrador do Mestrado da Ordem de Cristo, ao Dr. Pedro Álvares, cavaleiro da Ordem, do desembargo régio, da Casa da Suplicação e juiz das causas do convento, por provisão e Alvará dado em Tomar, a 6 de Maio. Tombo da demarcação das heranças, propriedades e comendas do convento, das igrejas e da mesa mestral, e dos bens da vigararia da vila de Tomar. O fólio 2 com o título "Da invocação da igreja do convento e de seu fundador" apresenta inicial iluminada com a charola dos templários, primitivo oratório da fortaleza. A igreja foi dedicada a São Tomás, arcebispo de Cantuária. O fólio 7 contém a inicial A «Até o ano...», com a qual começa o registo da demarcação do celeiro e adega da Mesa Mestral da Ordem de Cristo, aplicados ao convento pelo rei D. Manuel, governador e administrador perpétuo do mestrado e Ordem de Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo, iluminado com a esfera armilar, o escudo de Portugal e a Cruz de Cristo. Contém o "Título das capelas e aniversários" que havia no Convento antes da reforma, respeitantes a testamentos e a documentos de instituição. Os aforamentos dos respectivos bens foram registados noutro livro (cf. f. 65). Os primeiros registos são relativos à capela do infante D. Henrique. O fólio 68 contém a inicial N com um n inscrito, relativa a dois capítulos do testamento de Leonor Gonçalves. O fólio 72 inclui o título dos privilégios e graças apostólicas e reais do Convento antes da reformação, organizado cronológicamente. A segunda parte do tombo começa por um registo com a inicial E (de «El rei» ) alusivo ao rei D. João III, 11.º rei de Portugal, segundo administrador do mestrado da Ordem de Cristo, com posse tomada a 23 de de Julho de 1523, ocupando todo o fólio 115, iluminado com cercadura onde sobressaem a cruz de Cristo, as armas reais e a esfera armilar. No verso, o texto faz alusão às reformas do mosteiro da Santa Cruz de Coimbra, cometida a Frei Brás de Braga, e do Convento de Tomar, entregue a Frei António de Lisboa, ambos da Ordem de S. Jerónimo. Inicial T iluminada («Tomada assim a posse dos sobreditos bens...»), de um texto introdutório aos registos de documentos relativos aos foros de aves, pagos à enfermaria do Convento (f. 120v.). O reformador Frei António de Lisboa impetrou junto do rei, os foros de aves (galinhas, frangos e ovos a que estavam obrigados os foreiros e lavradores dos celeiros de Alviobeira (Alviuveira), Junceira e Tomar, que deviam ser pagos à Mesa Mestral. Refere a revogação da doação de foros de galinhas feita por D. Manuel I ao Hospital de Todos os Santos. O tombo apresenta, à margem, algumas cotas dos documentos trasladados. Inclui rubricas a vermelho e iniciais iluminadas apresentando formas e cores variadas. Contém ainda as igrejas do padroado real, organizadas por bispados, que por bula do papa Leão X se converteram em comendas, e de foi executor D. Diogo Pinheiro, bispo do Funchal. Tem índice no final: 'Taboada das escrituras, bulas, doações e privilégios'.
Róis, inventários e tombos de bens.
A Igreja Colegiada de Santo André de Lisboa pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Contém emprazamentos, aforamentos, privilégios, alvarás, provisões.
Feito na vila de Monção.
Tem índice no início. Contém os traslados de documentos referentes a propriedades localizadas nas freguesias de: Campo da Penha, Carreço, Afife, Riba de Âncora, Moledo.
Contém doações, cartas régias, bulas, entre outros.
Sentença referente a uma quinta no sítio do Rio Milho, no termo de Colares.
Com demarcação e vedorias de Ardezuve e Vila Verde.
Na lombada, lê-se: "Freixo Tom. 2.º de / Gouvea e Gestaço". No princípio, depois de 1 fl. de guarda, encontra-se um índice das propriedades a que se faz referência neste livro, em 1 fl. Seguem-se 2 fls. em branco. Tem as fls. numers. rubricadas "J. Bento Correa Barroso".
Trata de prazos em Argoncilhe, Avioso (São Pedro), Cidadelhe (Mesão Frio), Gondar (Amarante), Lobrigos (São Miguel), Mesão Frio (Santa Cristina), Moura Morta (Peso da Régua), Ovil, Penamaior, Perafita, Pindelo (Oliveira de Azeméis), São Lourenço do Douro, São Martinho de Mouros, Sedielos, Teixeira (Baião) e Vinhós (Peso da Régua). Tem índice. É o livro 13º dos prazos.
Tem notas à margem, datadas até 1863-04-17.
Contém o registo das datas de entrada dos irmãos para a confraria, dos seus nomes, das quantias dadas para a entrada e de quem as recebeu, dos anos em que os irmãos foram mordomos e das datas do seu falecimento.
Descreve a igreja e enumera os ornamentos. Faz referência a Fernão Cabral.
Rendas e foros que se arrecadavam no Armazém do Reino.
Referência às herdades de Casa Branca, Lentisca, S. Pedro, de “Nuno de Lemos” ou da Albardeira, Albardeiros, Faya ou dos Alemos, Muachos, Cabeças Ruivas, Monte Tourinho, Pero Testa, Casa Telhada, Consogra, Muteira, Soveral, Fonte dos Clérigos, Janelas, Freirinha, Valada (Santarém), Alveira, Ravasquinha, Cantos, Cabaços, do peso, de João Pires, do Carvalhoso, dos Sardos, da Aldeia de S. Pedro d´Almuro, do Sancho, da Fonte Velha, das Pereiras, dos Pedregais, de Fonte Negrinha, da Perna Seca; olivais da Mouta, Ribeira de Seda, Penedos Gordos, Ribeiro do Crato, junto ao lagar de Luís Freire, no sítio do Joinal, Ventoso, Pegada d´El Rei, Álamo, Cambitos e Cabeças Ruivas (termo de Alter do Chão), da Cruz e Roça dos Cavalos (termo do Cano), no sítio da Água da Prata, Lixosa, casa dos Almagres; courelas na Abrunheira, S. Saturnino, Andorinhos, Cerejeira, Sarrazola, Azambujo, Vale do Álamo, Canada, Ribeiro da Malha, Colarinho, Vale do Forno, S. Pedro, Barradas – Fonte Seca; vinhas no sítio do Carvalhal, Aguardenteira, Ribeira de Seda, no sítio da Ribeira, Xancrão, Carvoeiro, Penha, Cabeça do Mouro e Ventoso; fazendas no sítio do Loureiro e Moinho Velho; propriedades na Ribeira de Arronches, no sítio da Serra, Seixinhosa, em Gáfete, em Ribeira de Nisa, no Arraial, no sítio da Pitaranha, Manguetos, Marrada Alta e Quinta Branca; tapadas do Reguengo e do Bexiga; hortas do Pocinho e Lixosa; monte do Porto de Alter e da Broa; pomar do Espinho; casas na do Cano, no Monte da Nave Longa, no Canto da Fava, na Rua de S. Martinho, Rua de S. Brás (Alter do Chão), Rua do Paço e Rossio (Alter do Chão), Ruas da Beata, Santa Clara, Lobato, Oliveira, Capela, Sé; Cano, Santo André, monte de Santo António, travessa da Rua do Cano e quinta no sítio do Rosal. Conjunto documental constituído por cartas de compra e venda, arrematação, justificação de testemunhas, desistência, dote, partilhas, concerto, arrendamento, aforamento, obrigação, troca, renovação de prazo, amigável composição; autos de posse; procurações; testamentos; sentenças; alvarás e provisões régias, petições e cartas precatórias. Inclui documentação relativa aos conventos de S. Francisco de Portalegre e de Santa Clara de Estremoz.
Reúne testamentos, instituições de capelas, sentenças, autos cíveis de penhora, escrituras de dote, de compra e venda, de arrematação, distrate, quitação, obrigação e arrendamento; inventários e partilhas.
Relação dos foreiros, com indicação das fazendas aforadas e foros a pagar e anos dos respetivos pagamentos
Reúne escrituras, procurações e certidões relativas a propriedades do mosteiro sitas em Campo Maior, Ouguela, Portalegre e Arronches
Cópia do original desconhecendo-se a data do mesmo
Contém os Estatutos da Confraria (Fls. 12). Tem anexos outros documentos da Irmandade, posteriores, como Extratos, Escrituras, Sentenças, Títulos de Foros, etc. Entre os documentos anexos está um que descreve a localização da Igreja, sua composição e espólio. Estes documentos avulsos têm uma escritura de Contrato de Venda do século XIX (1860).
Inclui o traslado de diversos documentos régios, doações, testamentos relativos ao Mosteiro de Nossa Senhora da Piedade de Azeitão. Nos dois últimos cadernos "estão escritos os bens de raiz que pertencem ao hospital e albergaria da vila de Sesimbra. Apresenta à margem do texto, múltiplos elementos iconográficos, com motivos antropomórficos, zoomórficos, mitológicos, entre outros (nos cadernos n.º 5 e 6).
Contém os extratos autênticos de todos os privilégios antigos sobre doações reais desta provença à Câmara. desde 1231. Escriturado pelo escrivão Joaquim da Costa Guedes
Inclui as freguesias de Santa Ovaia a Antiga, Aranha, Medelo, Santa Ovaia de Revelhe, São Tomé de Estorãos, Ribeiros, Silvares, São Martinho de Armil, Vinhós, Quinchães, São Gens e Povoação, Antime e Pedraído. Contém os casais eclesiásticos da freguesia de Santa maria de Várzea Cova que pagavam os foros das Fossadeiras.
Escrituras de aforamentos e vendas de diversos bens.
A Igreja Colegiada de São Bartolomeu do Beato de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
O documento com a cota: Gavetas, Gav. 6, mç. 1, n.º 34 a 295 trata-se de uma relação de documentos pertencentes à Ordem de São João do Hospital que se encontram nas Gavetas da Torre do Tombo, Chancelaria Régia, Confirmações Gerais, Colecção de Bulas e Leitura Nova, feita pelo Real Arquivo da Torre do Tombo. Maço constituido por cartas de posse, de doação, de aforamento, sentenças, forais, entre outros documentos.
Cópia autenticada da carta de confirmação, feita por D. Sebastião, da instituição do morgado, feita pelo tabelião Bernardo José Figueiredo e Silva, notário e tabelião público e apostólico, escriturário da reforma do Arquivo da Torre do Tombo, com prática em ler as "letras antigas"
A Colegiada do Salvador de Coimbra pertenceu ao bispado de Coimbra.
A Igreja colegiada pertenceu ao arcediagado de Santarém e ao patriarcado de Lisboa. A existência da Colegiada data do início da nacionalidade sendo referida em documentos pontifícios. A Igreja foi do padroado real. O vigário era da apresentação dos arcebispos de Lisboa. Em 1851, a Colegiada foi extinta, mas a paróquia foi conservada, sendo-lhe anexada e incorporada a freguesia de São Julião, passando o pároco desta a coadjutor do de Marvila por Provisão do cardeal patriarca de 29 de Agosto de 1851, respectivamente, art.º 12.º, 1º, 24.º confirmada por Aviso Régio de 25 de Setembro de 1852. A Igreja pertence à diocese de Santarém, desde 1975.