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Os bens de raiz situam-se em Alfena, Avanca, Avintes, Boelhe, Coronado (São Mamede), Esmoriz, Fânzeres, Folgosa, Fornos (Feira), Gondomar, Lobão (Feira), Luzim, Mesquinhata, Mosteirô (Feira), Oldrões, Oliveira do Douro (Gaia), Ovar, Paramos (Espinho), Porto (cidade), Rio de Moinhos (Penafiel), Sanguedo, São João da Madeira, Sequeiró (Santo Tirso), Souto (Feira), Travanca (Feira), Válega, Vila Nova de Gaia, Vilar de Andorinho, etc.
Inclui notas à margem com datas até 1863-04-17.
Esta unidade de instalação apenas está preenchida e numerada até ao fl. 352.
Do fl. 1 ao fl. 283, encontram-se os expostos no 1.º Circulo; do fl. 284 ao fl.317 encontram-se os expostos do 2.º Circulo; do fl. 317 ao fl. 331 encontram-se os expostos do 3.º Circulo; do fl. 331 ao fl. 385 encontram-se os expostos do 4.º Circulo; do fl. 386 ao fólio 400 encontram-se os expostos do 5.º Circulo.
Contem os foros e rendas deste convento.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz, Ouguela, Arronches, Vila Viçosa, Badajoz, Estremoz, Índia, Cochim, Castela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, autos de medição, escrituras de compra e venda, autos de posse e petições.
Elvas, Olivença, Mourão, Campo Maior, Alandroal, Vila Boim, Terena, Monsaraz e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, autos de medição, contratos e sentenças.
Elvas, Olivença, Mourão, Campo Maior, Alandroal, Vila Boim, Terena, Monsaraz e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, autos de medição, contratos e sentenças.
Elvas, Olivença, Campo Maior e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena, Juromenha, Ouguela. Inclui maioritariamente testamentos e verbas de testamentos, cartas régias, petições, certidões, autos de medição, inventários, escrituras de compra e venda e sentenças.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Mourão, Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz, Barbacena e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, sentenças, certidões, autos de medição, e escrituras.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena, Juromenha, Ouguela, Barbacena, Vila Boim, Vila Fernando, Ferreira do Alentejo, Granja. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, autos de medição, inventários, escrituras de compra e venda, sentenças, autos de posse, alvarás.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena, Juromenha. Inclui maioritariamente testamentos e verbas de testamentos, petições, provisões, certidões, autos de posse, inventários, escrituras de compra e venda, sentenças, partilhas.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena. Inclui maioritariamente testamentos e verbas de testamentos, breves, dotes, petições, provisões, certidões, autos de medição, inventários, escrituras de compra e venda, sentenças, partilhas.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Juromenha, Alandroal, Terena, Monsaraz, Mourão, Barbacena e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, autos de medição, escrituras de compra e venda, autos de posse e petições.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena, Juromenha, Ouguela, Barbacena, Vila Boim. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, petições, certidões, autos de medição, inventários, escrituras de compra e venda, sentenças e partilhas.
Elvas, Olivença, Campo Maior, Juromenha, Barbacena, Mourão, Granja, Talega, Olivença, Alandroal, Terena, Monsaraz e Ouguela. Inclui maioritariamente treslados de testamentos e verbas de testamentos, inventários, certidões, sentenças, escrituras de compra e venda, autos de medição.
Elvas, Vila Boim, Olivença, Campo Maior, Monsaraz, Mourão, Alandroal, Terena. Inclui maioritariamente testamentos e verbas de testamentos, petições, provisões, certidões, autos de medição, inventários, escrituras de compra e venda, sentenças, partilhas.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Assumar, Alegrete, Alpalhão, Amieira do Tejo, Monforte, Nisa e Crato. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Montalvão, Arez, Chancelaria, Crato, Alter do Chão, Vila Flor, Tolosa, Amieira do Tejo, Gáfete e Gavião. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Montalvão, Crato, Alter do Chão, Tolosa, Amieira do Tejo, Gáfete e Gavião. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa e Crato, Alter do Chão, Gáfete e Arez. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Assumar, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Montalvão, Crato, Alter do Chão, Vila Flor, Tolosa, Amieira do Tejo, Gáfete e Gavião. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Alpalhão, Monforte, Nisa, Crato, Alter do Chão, Tolosa e Amieira do Tejo. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Crato, Assumar, Alter do Chão, Tolosa, Amieira do Tejo, Gáfete e Arez. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Crato, Assumar, Alter do Chão, Tolosa, Amieira do Tejo, Gáfete e Gavião. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Marvão, Alpalhão, Monforte, Nisa, Montalvão, Crato, Assumar, Alter do Chão, Tolosa, Amieira do Tejo, Póvoa e Meadas, Vila Flor, Gáfete e Gavião. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Alter do Chão, Amieira do Tejo, Marvão, Gáfete, Vila Flor e Montalvão. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Montalvão, Alpalhão, Alter do Chão, Gáfete, Chancelaria, Alegrete, Arronches, Nisa, Crato, Amieira do Tejo, Gavião, Assumar, Marvão e Monforte. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Marvão, Castelo de Vide, Arronches, Assumar, Alegrete, Alpalhão, Vila Flor, Amieira do Tejo, Alter do Chão, Monforte, Nisa, Crato, Chancelaria, Gáfete, e Montalvão. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Alpalhão, Alter do Chão, Alegrete, Arronches, Arez, Crato, Assumar e Monforte. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Alpalhão, Monforte, Alter do Chão, Montalvão, Marvão, Gavião, Amieira do Tejo, Gáfete e Póvoa e Meadas. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Alter do Chão, Montalvão, Marvão, Gavião, Amieira do Tejo, Vila Flor e Chancelaria. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Alter do Chão, Montalvão, Marvão, Gavião, Amieira do Tejo, Vila Flor e Chancelaria. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Monforte, Alter do Chão, Gavião, Amieira do Tejo e Marvão. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Alegrete, Monforte, Nisa, Crato, Alpalhão, Monforte, Alter do Chão, Gavião, Amieira do Tejo, Gáfete, Vila Flor, Assumar e Marvão. Contém maioritariamente treslados de testamentos e codicilos.
Folha geral das fazendas, foros, rendas e pensões do convento da vila de Sousel da Ordem de S. Paulo Primeiro Eremita
Inclui todas as propriedades obrigadas a foro, sensos, juros e mais pensões que se deixaram à igreja da Anunciada em 1564, ano em que teve o primeiro legado e atualização dos atuais possuídores. Nas últimas folhas tem o "Regimento do Priozado" de 1764 em diante; registo de foreiros, foros aniversários e missas cantadas e rezadas. Na contra capa do livro tem uma nota " Principiou esta freguesia de Nossa Senhora da Anunciada da Vila de Setúbal em 14 de Março de 1553, no tempo de D. João III"
Registo de foreiros, foros aniversários e missas cantadas e rezadas.
Inclui todas as propriedades obrigadas a foro, sensos, juros e mais pensões que se deixaram à igreja da Anunciada em 1564, ano em que teve o primeiro legado, com atualização dos foreiros à data do documento.
Registo de foreiros, foros aniversários e missas cantadas e rezadas.
Registo de foreiros, foros aniversários e missas cantadas e rezadas.
Série constituída pelos livros de registo de todos os foros da igreja de Nossa Senhora da Anunciada.
Portalegre, Castelo de Vide, Arronches, Marvão, Gavião. Contém maioritariamente treslados de escrituras relativas a bens vinculados.
Livro de registo de sepulturas perpétuas do cemitério de Moura, que inclui os seguintes campos de registo de informação: - N.º da sepultura perpétua, concedida a; data (da concessão); Posteriormente, e num quadro referente a cada uma das sepulturas são registados os seguintes dados: - Referência do registo geral de inumações (n.º e data); data da inumação; nome completo do falecido; sexo; idade; estado; naturalidade; última residência habitual do falecido; filiação; data do falecimento; observações.
Livro de registo de sepulturas perpétuas do cemitério de Moura, que inclui os seguintes campos de registo de informação: - N.º da sepultura perpétua, concedida a; data (da concessão); Posteriormente, e num quadro referente a cada uma das sepulturas são registados os seguintes dados: - Referência do registo geral de inumações (n.º e data); data da inumação; nome completo do falecido; sexo; idade; estado; naturalidade; última residência habitual do falecido; filiação; data do falecimento; observações.
Livro de registo de sepulturas perpétuas do cemitério de Moura, que inclui os seguintes campos de registo de informação: - N.º da sepultura perpétua, concedida a; data (da concessão); Posteriormente, e num quadro referente a cada uma das sepulturas são registados os seguintes dados: - Referência do registo geral de inumações (n.º e data); data da inumação; nome completo do falecido; sexo; idade; estado; naturalidade; última residência habitual do falecido; filiação; data do falecimento; observações.
Livro de registo de sepulturas perpétuas do cemitério de Moura, que inclui os seguintes campos de registo de informação: - N.º da sepultura perpétua, concedida a; data (da concessão); Posteriormente, e num quadro referente a cada uma das sepulturas são registados os seguintes dados: - Referência do registo geral de inumações (n.º e data); data da inumação; nome completo do falecido; sexo; idade; estado; naturalidade; última residência habitual do falecido; filiação; data do falecimento; observações.
Refere no final: "Visto em Correçam de 1832. Lembro o estado de ruina em que se acha este livro: o escrivão da Camara o faça concertar para sua conservação como lhe cumpre. Pinheiro".
Continuação dos foros dos bens do concelho desta vila, e termo de Ponte do Lima, a que por virtude da lei procedeu o Doutor Manuel da Costa Bandeira Juiz de Fora com alçada nesta mesma vila e termo por Sua Majestade El Rei Nosso Senhor que Deus Guarde. Contém documentos avulsos.
O Mosteiro de Santa Maria de Cós era feminino e pertencia à Ordem de Cister. Situado a cerca de 14 km de Alcobaça, o Mosteiro de Cós terá tido origem num recolhimento de viúvas e merceeiras vivendo na dependência das mercês do abade de do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Ao recolhimento inicial, marcado por uma vivência mais secular do que regular, veio a suceder a organização de um mosteiro de monjas, já existente em 1241, data da primeira referência documental às sorores de Cós. De acordo com documentos de 1307, 1337 e 1393, a comunidade de Cós possuía então uma organização institucional autónoma, conforme a observância cisterciense. Não é conhecida a data precisa da sua filiação a Alcobaça. O Mosteiro dependia economicamente de Alcobaça e veio também a sofrer com a presença dos abades comendatários neste Mosteiro. Em 1298, D. Dinis colocou-o sob a sua protecção. A protecção régia continuaria a ser confirmada e aumentada por D. Afonso IV (1325), D. Pedro I (1358) e D. Afonso V (1450). Em 1453, foi-lhe dado o privilégio para ter um homem que andasse com as bestas, isento de todos os encargos. Em 1496, a 21 de Junho, D. Manuel I, confirmou ao Mosteiro de Cós, abadessa, donas e convento, em serviço a Deus e por esmola, todas as honras, privilégios, liberdades e graças já outorgadas pelos seus antecessores. Em 1521, por mandado de 12 de Fevereiro, dirigido a João Lopes, almoxarife do Mosteiro de Alcobaça, foram pagos 1.254 réis a Francisco Dias e Rodrigo Dias, em que importavam 342 arráteis de vaca para as freiras do Mosteiro de Cós. Em 1532, foi publicado o regimento que reduzia para vinte o número de freiras do Mosteiro. Apesar das múltiplas tentativas de controlo do crescimento da comunidade, realizadas pelo abade de Alcobaça e por D. João III, não se alcançaram os resultados desejados e os rendimentos económicos revelaram-se insuficientes. Em 1536, por alvará de D. João III o Mosteiro de Cós passou a receber quatro arráteis de incenso por ano. Em 1548, o cardeal infante D. Henrique confirmou a carta de 8 de Junho e o alvará de 1 de Julho de 1532, que determinavam o mantimento e vestuário do Mosteiro pagos por Alcobaça. Em Maio de 1560, o número de professas de clausura de Cós era superior a quarenta. Em 1564, o Mosteiro de Alcobaça doou ao de Cós um moio de sal aplicado no rendimento da vila de Alfeizerão. Em 1579, a 17 de Outubro, pela bula " Exponit debitum" Gregório XIII determinou que se desse ao Mosteiro de Cós 6 moios de trigo, tirados dos frutos e rendimentos da Mesa Abacial de Alcobaça. Em 1596, D. Filipe I confirmou os privilégios do Mosteiro. Em 1695, por breve "In articulo mortis" o papa Inocêncio XII concedeu indulgência à abadessa e freiras do Convento, tal como tinham feito os papas Inocêncio XII e Urbano VIII. Em 1760,o Mosteiro recebeu provisão para a elaboração do tombo dos bens. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Localização / Freguesia: Cós (Alcobaça, Leiria)
Carta de confirmação datada de 20 de fevereiro de 1682. Carta de doação datada de 9 de junho de 1750. Certidões tiradas do livro 50 da Chancelaria de D. Afonso VI, a f. 278, e do livro 27 da Chancelaria de D. João V, a f. 222, sendo Guarda Mor da Torre do Tombo, o Dr. João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho, do Conselho do Rei e Desembargador do Paço, Procurador da Coroa, Deputado da Real Mesa Censória, e escrivães Eusébio Manuel da Silva e Alexandre António da Silva e Caminha.
A Igreja Colegiada de São João da Praça de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. A existência da igreja remonta aos reinados de D. Afonso II ou de D. Sancho II. Em 1317, D. Frei Estêvão II, bispo de Lisboa consagrou o padroado da igreja dedicada a São João Degolado. É provável que tenha sido reedificada em 1442. Posteriormente, recebeu a invocação de São João da Praça, por ser esse o local onde os condenados iam cumprir as sentenças. Atingida pelo incêndio que se sucedeu ao terramoto de 1755, a freguesia passou para a Ermida de Nossa Senhora do Rosário; em 1768, fazia-se no cais de Santarém, uma barraca para a sua acomodação. Em 1774, já estava reconstruída a antiga igreja paroquial e a freguesia voltou ao seu local de origem. Por decreto de 24 de Dezembro de 1885, para efeitos eclesiásticos, a freguesia foi anexada à de Santa Maria Maior da Sé Patriarcal, e recebeu um pároco instituído canonicamente. Em 1886, os registos paroquiais já eram lavrados nos livros da Sé. Em 1906, por decreto de 3 de Maio, recebeu o título de Real Capela de São João da Praça.
A Colegiada de São Pedro de Coimbra pertenceu ao bispado de Coimbra.
Tem um índice de um tombo.
Tombo, Livro das capelas, Alvará e Patente.
Constituído por um tombo de propriedades [cópia].
Índice alfabético do Tombo do Seminário Eborense.
Tombo dos concelhos de Aregos e Ferreiros
Tombo do concelho de S. Martinho
Tombo da freguesia de Vale de Remígio
Tombo das escrituras : averbamento de escrituras
Tombo do concelho de Ferreiros de Tendais
Tombo de Arcozelo e Vila Cortês
Tombo de São Miguel do Outeiro
Tombo de Oliveira de Barreiro e Vilela
Tombo da comenda de S. João
Contém tombo e inventário de bens.
Tombo, mediação e demarcação da comenda.
Alvará. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Alvará. Guarda Mor da Torre do Tombo.
Carta. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Carta. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Carta. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Carta. Juiz do Tombo em Santarém.
Carta. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Carta. Guarda-mor da Torre do Tombo.
Documento tresladado no «tombo velho», às f.280v. a f.281, pelo tabelião público de notas da vila de Moura, Francisco de Freitas. Documento novamente tresladado para o «tombo novo», às f.123v. a f. 124, por Manuel Pires Pretto, em 1720. Original datado de 1552-06-22.
A certidão contêm os traslados dos seguintes documentos: - Carta de D. João I pela qual mandou desembargar a João de Almeida a terra e celeiro de Moçâmedes, no julgado de Lafões, dada em Viseu, 30 de janeiro da Era de 1448 (ano 1410); - Carta de D. João I pela qual fez doação a Martim Lourenço de Almeida, alcaide do castelo da Covilhã, do souto de Alcambar com seus moinhos, dada em Lisboa, 5 de abril de 1442; - Carta de D. Afonso V pela qual fez mercê a Duarte de Almeida, fidalgo da Casa Real, que sendo o caso que, em algum tempo, se lhe tirasse a terra de Moçâmedes se lhe desse uma equivalente, que rendesse o mesmo, dada em Samora, 29 de novembro de 1475; - Alvará de D. Afonso V pelo qual desembargava a João de Almeida, fidalgo da Casa Real, mil e oitocentas coroas do seu casamento, dada em Lisboa, 6 de outubro de 1463; - Carta de D. João I pela qual deu a Diogo Fernandes de Almeida, seu criado, em casamento com Maria de Sousa, o reguengo de Santa Margarida e de Moreira, com o direito dos moinhos de Rio de Moinhos e três mil coroas velhas de França, dada em Almeirim, 26 de dezembro da Era de 1431 (ano 1393); - Mandado ao recebedor do dinheiro do Reino para que pagasse a Luís de Almeida de Vasconcelos, fidalgo da Casa Real, trinta e oito mil e novecentos réis de seu casamento, dada em Lisboa, 18 de abril de 1521; - Carta de D. Afonso V pela qual confirmou a doação feita por D. João I a João de Almeida Colaço e D. Isabel de Melo, sua mulher, de setecentas libras de seu casamento, dada em Lisboa, 8 de abril de 1439; - Carta de D. Afonso V pela qual confirmou a mercê de D. João I pela qual dava em casamento a João de Almeida, escudeiro do infante D. Henrique, e Beatriz de Gouveia mil coroas de ouro, e que, enquanto não lhes pagassem, lhes dessem trezentas libras de tença, dada em Lisboa, 5 de agosto de 1439; - Contrato de paz feito por D. João I em Almeirim, a 27 de Janeiro de 1432, da qual constava a qualidade dos cavaleiros e escudeiros dos infantes que a ela assistiram; - Carta de D. João I pela qual fez doação a Gonçalo de Tavares, fidalgo e criado escudeiro do infante D. Henrique, de um pardieiro em Portalegre, dada em Évora, 15 de julho da Era de 1459 (ano 1421). Contém ainda o traslado de uma provisão de D. Filipe III passada a Manuel de Almeida de Vasconcelos, datada de 16 de novembro de 1623, sobre o mesmo assunto. Contém informação em como o documento foi registado na Torre do Tombo.
Tombos antigos dos bens e propriedades de raiz da dotação e fundação das igrejas das freguesias em frente nomeadas, e alguns prazos antigos de propriedades, sitas em Viana e mais partes.
Certidão da Torre do Tombo tirada do livro primeiro do registo de D. João I, que estava na Casa da Coroa, sendo guarda mor Luís do Couto Félix e escrivão Pedro Semedo Estaço. Trata-se dos bens móveis e de raiz que tinham Juseppe Navarro e Juseppe Pardo, que os perderam "[...] por andarem com o rei de Castela, em desserviço deste Reino". Documento datado de Lisboa, 26 de julho de 1422. Carta de D. João I, original assinado pelo rei e pelo infante Duarte, dada em Avis, a 15 de fevereiro de 1429.