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A pesquisa feita conduziu ao seguinte: "[...] primeiramente se achou o foral novo por el rei D. Manuel do qual se não deu o treslado aos suplicantes porquanto a maior parte dos capítulos dele se remetem ao foral da vila d' Alvito e o foral da vila d' Alvito nos ditos capítulos se remete ao foral de Beja o qual se não achou. E porquanto na substância dos direitos é o mesmo o foral velho que foi dado por el rei D. Dinis à dita vila de Oriola, foi pedido por parte dos suplicantes ao Guarda Mor da Torre do Tombo que lhe fizesse dar o treslado do dito foral velho [...] e se achou no livro primeiro da leitura do dito Rei às folhas 61 [...]. Foral datado de Beja, 2 de março de 1282. Era escrivão da Torre do Tombo, Cristóvão de Benavente, mestre em Artes.
Carta do rei D. João V pela qual faz saber que os oficiais da câmara de Ponte de Lima apresentaram uma petição na qual dizem ser necessário obter da Torre do Tombo uma cópia autenticada do alvará de confirmação dos privilégios que lhes foram concedidos. O requerimento foi deferido por provisão régia e enviada ao guarda-mor da Torre do Tombo para que este desse aos oficiais da câmara de Ponte de Lima, nobreza e povo o traslado dos papéis que na petição fazem menção e para que pagem de novos direitos 300 réis (1719 Ag. 06, Lisboa Ocidental). Contem o traslado do alvará concedido pelo rei D. João IV à câmara de Ponte de Lima para que pudessem gozar e usar as cartas de privilégios concedidos pelos reis antecessores (1641 Mar. 15, Lisboa).
Inclui uma sentença sobre uns matos que se cultivaram em Góis sem licença (f. 256-257) datada de Góis, 12 de agosto de 1561. Na capilha está registado: "Cadernos e autos principais do tombo das vilas de Góis, Salavisa e mais lugares anexos e padroados das igrejas anexas ao hospital.
Cópia da provisão de El-rei D. Pedro IV, como administrador dos bens da Casa de Bragança, dirigida ao Juiz do Tombo do Almoxarifado da Província do Alentejo, sobre o requerimento de João António Rosa solicitando que se reconhecesse o aforamento da Azenha Cimeira, situada na Ribeira de Pardais, termo de Vila Viçosa, que lhe haviam feito os religiosos de Montes Claros, a quem a dita azenha pertencia.
Contém o tombo da Comenda de São Pedro das Varges de Soure, de que é comendador o Conde de Soure Dom João da Costa, do Conselho da Guerra e presidente do Conselho Ultramarino.
Por certidão extraída do Tombo.
Tombo do concelho de Resende
Tombo do concelho de Resende
Tombo do concelho de Resende
Tombo do concelho de Resende
Tombo do concelho de Sanfins
Tombo do concelho de Resende
Tombo de bens e rendas
Tombo do ramo da Serra
Tombo da Comenda de Cambres
Tombo de Vale de Remígio
Tombo de Besteiros e Fermentelos
Tombo de Vale de Remígio
Tombo de Ribeira de Fermentelos
Tombo de Besteiros e Barrocal
Tombo de Parada de Gonta
Tombo dos assentos dos devedores
Tombo do concelho de Lamego
Tombo do concelho de Cinfães
Tombo do concelho de Sanfins
Tombo do concelho de Aregos
Tombo de Póvoa de Moscoso
Tombo do concelho de Óvoa
Registo n.º 89. Cota do documento de onde foi extraída a certidão: Tombos das Capelas da Coroa, liv. 1, f. 34v. Certidão passada em cumprimento do Alvará de 14 de Agosto de 1766 concedido aos procuradores régios.
Ofício do Diretor-Geral da Secretaria da Guerra solicitando ao Ministério da Instrução Pública que se indica ao Capitão de Cavalaria, Artur de Calça e Pina da Câmara Manuel, Comandante da Coudelaria Militar de Alter, "autorização precisa para em dia e horas certas aquele oficial poder ir procurar no Arquivo Nacional o original da lei votada em Cortes, por proposta de Mouzinho da Silveira, em 13 de fevereiro de 1835, que considerava a Coudelaria como Bem Nacional"; parecer do Chefe da Repartição de Instrução Artística; Ofício da Secretaria-Geral de Instrução Pública comunicando ao Diretor-Geral da Secretaria da Guerra que não existe inconveniente algum em que o Comandante da Coudelaria Militar de Alter "procure em dias e horas certas no arquivo nacional o original da lei votada"; ofício do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas, devolvendo o ofício da Direção-Geral do Ministério da Guerra comentando-o da seguinte forma:"Nada se opõe a que seja facultada ao senhor oficial (...) a leitura e cópia do original da lei de Mouzinho da Silveira, de 16 de fevereiro de 1835, que considera a Coudelaria de Alter como Bem Nacional, visto que a leitura e cópia de documentos legislativos é franca (art.º 35.º do Regulamento do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, aprovado por decreto de 14 de junho de 1902)".
A posse de bens, assim como os direitos adquiridos por parte da Santa Casa da Misericórdia, foram sendo comprovados ao longo dos tempos por um conjunto de documentos de grande importância para a instituição. Hoje esses documentos já não possuem valor probatório, mas detém um valor histórico de inegável interesse. Tratando-se na sua maioria de escrituras de compra e venda, aforamentos, testamentos, sentenças e outros documentos, deles se pode extrair informação histórica variada. Para além de dados sobre a história da própria instituição, desde os seus primórdios, dali podemos igualmente extrair diversa informação sobre toponímia antiga, ou sobre genealogia, por exemplo. Dos dois primeiros volumes restam apenas os cadernos, com os seus fólios numerados. Sabemos que os documentos que os constituem andariam soltos aquando da feitura do terceiro Tombo, cerca de 1650, pois o facto é referido na provisão que autoriza a trasladação dos documentos para o novo Tombo. Mesmo este último tombo terá andado desencadernado, pois a capa que hoje apresenta foi-lhe colocada já durante a segunda metade do século XX. Fazem ainda parte da presente série dois índices e uma relação dos documentos que compõem o terceiro dos tombos da Misericórdia, bem como uns apontamentos referentes a documentos que integram o segundo Tombo.
As cláusulas principais são as seguintes: - D. Duarte dá de arras à D. Leonor 30.000 florins de ouro de Aragão, assegurados por D. João I e filho em seus bens, sobretudo nos rendimento da vila de Santarém; - D. Leonor terá a metade da câmara que houvera a rainha D. Filipa e, depois de rainha, a mesma câmara por inteiro, ou seja, as vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas, Torres Vedras e demias terras e rendimentos que tivera D. Filipa; - a infanta recebe o dote de 200.000 florins de Aragão, metade paga pela rainha aragonesa, sem compromisso do monarca, e a outra metade por este, em 10 anos, à razão de 10.0000 florins anuais, seguros sobretudo nas vilas de Fraga, Berga e Liria; - a infanta recebe pelo menos o mantimento dado outrora às infantas aragonesas e castelhanas vindas para Portugal; - Por honra deste matrimónio, o rei D. João I e seus filhos comprometem-se a não dar conselho ou ajuda a qualquer pessoa contra o reino de Aragão e os reis de Aragão e de Navarra e so infantes aragoneses farão o mesmo a respeito de Portugal. Escrita e concertada com o próprio original que se achou na Torre do Tombo. O título está escrito a tinta vermelha.
Tem índice incompleto no início. Inclui o traslado de padrões, escrituras, testamentos, doação, casais, terras, compras, herdades, quintas, missas.
Contém vários autos de reconhecimento.