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Apresenta no início uma notícia sobre a "Criação deste Convento de Nosso Padre Santo Agostinho de Santarém". Refere o património, os privilégios, as relíquias e as propriedades.
Contém vários fólios rasgados no início do livro e alguns pelo meio.
Prazos de Basto.
Contém vários autos de reconhecimentos.
Contém autos de reconhecinmento.
Contém autos de reconhecimento.
No princípio, depois de 1 fl. de guarda e do título, encontra-se um índice onomástico. Tem as fls. rubricadas com o sobrenome "Cortes".
No princípio, depois de 2 fls. de guarda, encontra-se um índice em 2 fls., com o seguinte título: "Índex dos casais que neste tom / bo Segundo deste Couto e Fregª. / de Ancede se Contem".
Na lombada, lê-se: " Tom.º 3.º / antigo". No princípio, depois de 3 fls. de guarda, encontra-se 1 fl. com o índice dos prazos.
Tem índice de prazos no fim, precedido de 3 fls. em branco..
"Tômo 22 / dos prazos que tem este Livro do Cartório / de Ancêde". Tem índice de prazos.
Na lombada, lê-se : "T.º 5.º/ antigo". No princípio, encontra-se o índice dos prazos, em 1 fl.. Seguem-se 2 fls. em branco.
Na lombada, lê-se: " Tom.º 6.º / antigo". No princípio, depois de 3 fls. de guarda, encontra-se o índice dos prazos, em 1 fl . Segue-se 1 fl. em branco.
Na lombada, lê-se: "antigo / T.º 14.º". No princípio, encontra-se um índice dos prazos, em 1 fl..
Na lombada, lê-se: "T.º 8.º / antigo". No verso da fl. 266, e na fl. seguinte, há um índice dos prazos. O primeiro prazo está incompleto.
Na lombada, lê-se: "T. 20 / antigo". No princípio, depois de 1 fl. de guarda, encontra-se o índice dos prazos, em 2 fls..
Na lombada, lê-se: " Tom / 19.º / antigo". No princípio, depois de 1 fl. de guarda, encontra-se o índice dos prazos em 1 fl. deste índice (no qual se faz referência a mais prazos, além dos que estão reunidos neste livro).
No fim, encontra-se um índice dos autos de reconhecimento deste livro, em 1 fl..
Traslados de testamentos
Traslados de testamentos
Tem notas à margem, datadas até 1859-04-18.
Inclui notas à margem, datadas até 1859-02-01.
Inclui notas à margem, datadas até 1863-04-18.
Registo de propriedades. Autos e reconhecimento de propriedades. O livro possui na abertura um índice.
Registo de propriedades e outros bens adquiridos a terceiros. Identificam-se locais onde estão as propriedades e os compradores.
Contém o inventário do património Concelho da Ericeira
Ofício do Diretor-Geral da Secretaria da Guerra solicitando ao Ministério da Instrução Pública que se indica ao Capitão de Cavalaria, Artur de Calça e Pina da Câmara Manuel, Comandante da Coudelaria Militar de Alter, "autorização precisa para em dia e horas certas aquele oficial poder ir procurar no Arquivo Nacional o original da lei votada em Cortes, por proposta de Mouzinho da Silveira, em 13 de fevereiro de 1835, que considerava a Coudelaria como Bem Nacional"; parecer do Chefe da Repartição de Instrução Artística; Ofício da Secretaria-Geral de Instrução Pública comunicando ao Diretor-Geral da Secretaria da Guerra que não existe inconveniente algum em que o Comandante da Coudelaria Militar de Alter "procure em dias e horas certas no arquivo nacional o original da lei votada"; ofício do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas, devolvendo o ofício da Direção-Geral do Ministério da Guerra comentando-o da seguinte forma:"Nada se opõe a que seja facultada ao senhor oficial (...) a leitura e cópia do original da lei de Mouzinho da Silveira, de 16 de fevereiro de 1835, que considera a Coudelaria de Alter como Bem Nacional, visto que a leitura e cópia de documentos legislativos é franca (art.º 35.º do Regulamento do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, aprovado por decreto de 14 de junho de 1902)".
As cláusulas principais são as seguintes: - D. Duarte dá de arras à D. Leonor 30.000 florins de ouro de Aragão, assegurados por D. João I e filho em seus bens, sobretudo nos rendimento da vila de Santarém; - D. Leonor terá a metade da câmara que houvera a rainha D. Filipa e, depois de rainha, a mesma câmara por inteiro, ou seja, as vilas de Alenquer, Sintra, Óbidos, Alvaiázere, Torres Novas, Torres Vedras e demias terras e rendimentos que tivera D. Filipa; - a infanta recebe o dote de 200.000 florins de Aragão, metade paga pela rainha aragonesa, sem compromisso do monarca, e a outra metade por este, em 10 anos, à razão de 10.0000 florins anuais, seguros sobretudo nas vilas de Fraga, Berga e Liria; - a infanta recebe pelo menos o mantimento dado outrora às infantas aragonesas e castelhanas vindas para Portugal; - Por honra deste matrimónio, o rei D. João I e seus filhos comprometem-se a não dar conselho ou ajuda a qualquer pessoa contra o reino de Aragão e os reis de Aragão e de Navarra e so infantes aragoneses farão o mesmo a respeito de Portugal. Escrita e concertada com o próprio original que se achou na Torre do Tombo. O título está escrito a tinta vermelha.