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Na 1.ª folha: "Tombo Dos Legados Deste Real Convento de S. Francisco do Porto. Que estão de baixo da administração do Ir. Síndico do mesmo Convento Reformado no anno de 1811. Sendo Guardião o R. P. Fr. Bernardo De Nossa Senhora da Orada, Pregador Jubilado e Ex. Definidor." Contém o registo dos legados e capelas que se encontravam sob a administração do síndico do Convento de São Francisco do Porto, que devia dar conta de vários deles na Provedoria do Porto, desde 1614 até 1815. Contém originais e traslados de contratos de obrigação de missas, sentenças, emprazamentos, aforamentos, doações e várias notas escritas pelo comissário das capelas do convento sobre a administração destes legados. Alguns documentos originais são precedidos de cópia. Contém uma lista com a situação financeira dos legados referidos (f. 262) e registo de 9 apólices da Companhia, cujos lucros serviam para pagar os legados que o síndico era obrigado a cumprir (f. 265). Contém no início um índice alfabético instituidores das capelas e legados.
Contém provisão de D. João VI a para se proceder ao traslado da documentação referente a escrituras de testamento e aforamento de propriedades dos séculos XVII e XVIII da Confraria em forma pública de tombo. Informa em traslados sobre escrituras de propriedade da Confraria com averbamento de possuidores. Indice de documentos no inicio do tombo.
No princípio, depois de 2 fls. de guarda, encontra-se um índice das freguesias a que se faz referência neste livro, 3 fls.. Segue-se 1 fl. com a seguinte nota: "Dis o R.do p.e Fr. Sebastião de / S.ta Maria procurador Geral do Real Cõvento /de Bellem, q elle quer mandar tresladar neste / Livro o tombo das rendas, e fazendas q. o ditto / Real Convento tem nestas p.tes de entre Douro e Minho [...]".
Na lombada, lê-se: "Freixo / Tom. e Reconhe / cim.tos das propriada / des de S. Martinho / de Mouros". No princípio, na 1.ª fl., lê-se: "Tom e Reconhecimentos das propriadades / de São Martinho de Mouros". Segue-se um índice dos casais, em 1 fl.. Nas fls. 68 a 72, inclusivé, encontra-se o índice das propriedades descritas neste livro. No fim, a fls. 581, há um índice dos lugares onde se encontram as propriedades deste tombo, em 2 fls..
No princípio, depois de 2 fls. de guarda, encontra-se 1 fl. com o seguinte título: "1787 / Autos cíveis de Tombo das pro / priedades, e foros pertencentes ao Mos / teiro de Sam Joam de Pendorada / nas freguesias de Sam Joam de Lo / brigos; e na Sua anexa de Sam Mi / guel e outras Citas na Villa de Santa / Marta de Pennaguiam, de cujos autos [...]". Na lombada, lê-se: "Autos do Tom / bo de Lobrigos".
Aponta o livro dos tombos e dá outras notícias sobre os prazos.
Programa IV - Estudos, projetos, implantação de novos museus e Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Projeto 7 - Elaboração do projeto para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Contém ofícios e relatórios de execução.
Relação dos livros de notas dos cartórios dos notários da comarca e cidade de Lisboa, arquivados na Torre do Tombo; caderno da relação dos livros e documentos do notário de Santarém; 1 mç com cópias (duplicados) do inventário do cartório do arquivo nacional da torre do tombo e duplicados de inventários de conventos diversos; duplicados da relação dos documentos do Arquivo Histórico do Ministério dos Negócios Estrangeiros enviados ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Maio de 1950.
Contém uma carta, um ofício da Secretaria de Estado da Cultura para o Diretor da Torre do Tombo e uma fotocópia de uma ficha curricular.
Decreto Regulamentar que decreta a transferência de documentos antigos dos cartórios notarias das Comarcas Judicias de Lisboa e Porto, para o Arquivo Nacional Torre do Tombo.
Inclui documentos supostamente fornecidos a José Pereira da Costa pelo Dr. João Martins da Silva Marques que foi diretor do Arquivo Nacional Torre do Tombo entre 1926 e 1960 (data da sua aposentação).
Livro de toda a leitura colegida da Torre do Tombo, com o fim de se saber quais as igrejas em que os reis de Portugal tinham o direito de apresentar pároco.
Este livro contém na sua primeira folha a seguinte informação: "Treslado da segunda parte do tombo da Igreja de Santa Maria da vila de Óbidos que contém as propriedades comuns, pertencentes à Mesa e Benificiados."
Relação de livros de tombo e posse de Comendas da Ordem de Avis, do cartório do extinto Convento de São Bento de Avis, existentes no arquivo da Repartição da Fazenda do Distrito de Portalegre.
Traslado de 1771 em forma pública de Tombo das escrituras e atos de gestão de propriedades, legados e papéis da Confraria do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Miguel de Aveiro, com documentação relativa ao século XVI e XVII.
Trata-se de um livro de tombo ou inventário dos bens da Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras, desta vila de Ponte de Lima, cujo termo de abertura refere: "Este livro ha de servir para o tombo dos bens da Capela de Nossa Senhora das Pereiras desta vila extrahido dos proprios autos do mesmo. Vai numerado e rubricado por mim e tem no fim o seu encerramento. Ponte do Lima 24 de Outubro de 1807. O Juiz de Fora Antero José da Maia e Silva". Para além de Juíz de Fora, Antero José da Maia e Silva assume, por designação régia, as funções de Juíz do Tombo cabendo-lhe fazer a medição, demarcação e tombo dos bens e propriedades da citada capela, juntamente com o escrivão Manuel José Saraiva.
Trinta e duas cartas inéditas do Cardeal Saraiva: como Guarda-Mor da Torre do Tombo. In Almanaque Ilustrado "O Comércio do Lima". Ponte de Lima: [s.n.]. N.º 6 (1924), p. 248-264.
Tem índice. Datas extremas do tombo: 1540-1568. Datas das lembranças e assentos de capítulos: 1547-1576. Faltam as fls. 204 e seguintes, que, de acordo com o índice, continham o tombo da igreja de Mosteiro (Vila do Conde); era abade dessa igreja o comendatário de Vilela, Brás Brandão. Contém um assento de louvação para redução do foro, de uma terra junto à igreja velha de Arreigada, de 1722.
Tombo da Irmandade, com termo de abertura de 20 de fevereiro de 1763, nele estão registados os assentos dos irmãos. primeiro por ordem alfabética, depois cronológica. Contém ainda termos de eleição da mesa da Irmandade(1778-1889); uma convenção assinada entre a Irmandade do S. Sacramento de Santo Agostinho e a sua congénere de S. João Baptista, para a realização conjunta e alternada da festa do Santíssimo Sacramento(1790); um termo de obrigação de donativo para a realização da referida festa(1790) e uma acta de destituição do andador da irmandade(s.d.). Presentes vários fólios em branco.
Tombo requerido pelo comendador ao bispo do Porto, D. Baltazar Limpo. Na capa apresenta a informação “Tombo da comenda de Monte Córdova. Esta comenda pertencia também à Ordem de Cristo e, Tal como a de São Salvador de Penamaior, ficava situada no bispado do Porto.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município Municipal de Oliveira de Azeméis.
Em nove de setembro de 1652, o Provedor e Irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Moura, em resposta a uma petição enviada ao Rei, recebem uma provisão de Sua Majestade a conceder-lhes autorização para trasladarem para um livro todos os «papéis, escrituras, e assim testamentos como de outras fazendas que lhe pertencem e porque estando como estão, soltos, é causa para que se percam muitos, como se haviam já perdido alguns, com grande prejuízo dos bens da dita Santa Casa...». São então copiados para um novo livro vários documentos que na sua maioria integravam e continuam a integrar os conjuntos documentais anteriores (dc00001 e dc00002 da presente série). O Tombo da Santa Casa da Misericórdia de Moura, livro de grande formato (420mm x 290mm), com uma iluminura no seu inicio e iniciais ornamentadas, divide-se em sete partes: - Testamentos; - Doações; - Contratos; - Aforamentos; - Bens Próprios; - Provisões; - Sentenças.
"Tombo das fazendas que possuem os moradores desta ilha de Santo Antão, para delas se pagar o foro à Real fazenda de Sua Majestade que Deus Guarde etc.". No primeiro fólio diz: "Como o tempo não deu lugar a deixar contas dos originais, resolvendo-se V. S., e sendo do agrado de Sua Majestade, em que se faça o determinado que se mostra em este Tombo, e Abecedário, Vª Sª terá bondade de o remeter para me livrar de outro trabalho, e concordarem as coisas com a certeza".
Requerimento de Francisco de Abreu Lima Pereira Coutinho para que lhe seja passada certidão do tombo das religiosas do Salvador de Braga. Contém a respectiva certidão.
A aprovação do tombo pelo Juízo Geral das Ordens, está datado de 4 de junho de 1614, segundo nota final de Pero Leitão Tinoco, escrivão das Ordens Militares.
Relação das propriedades vinculadas à capela de António Videira Tavares, extraída do tombo 6º de capelas e morgados da Provedoria da Comarca de Portalegre
Tombo relativo aos casais do Outeiro e Vila Meã que os Padres da Companhia de Jesus deram ao Cabido da Sé do Porto.
Tombo dos foros, propriedades, bens e dinheiro pertencente ao convento. Contem em anexo um caderno solto com o título: Relação dos Foros do Convento da Conceição da cidade de Beja segundo o inventário em 30 de junho de 1892
Capas em couro com gravuras a ouro na lombada
Capas em couro com fechos em metal e gravuras a ouro na lombada
Capas em cartão com fecho de fivela.
Tombo efectuado pelo juiz Miguel Soares de Albergaria, sendo escrivão Francisco Teles de Sampaio, segundo a provisão de 11 de agosto de 1825, enviado à Ordem pelo provedor da comarca Bernardo de Serpa Saraiva Maldonado, em 19 de julho de 1828. Vale de Ladrões passou a chamar-se Valflor pelo Decreto n.º 31.106 de 16 de janeiro de 1941.
Alter do Chão, Aldeia Galega. Francisco Soares de Macedo, Francisco de Almada, Cristóvão Falcão, Barnabé de Sousa, João de Sousa Falcão, João Rodrigues Carvalho, Marcos Soares Pereira mestre da capela real, Pedro Vaz Soares. Treslados do original datado de 22 de Dezembro de 1723 e do tombo da capela da Torrejana.
Trata-se da lista intitulada "Rol dos papéis que levo para a Beira" dos tombos, cadernos, embargos, dúvidas, autos, precatório, instrumentos, sentenças, aforamentos, doações, contratos, escrituras, documentos restituídos por não serem úteis, lembranças da Torre do Tombo, assinada por Frei António da Conceição e por João Ferreira Leite.
Juiz do tombo: João Lopes Cordeiro Lobo Mendes, opositor aos lugares de letras, juiz do tombo da Casa do Marquês do Alvito nas herdades de Giblaceira e Amoreira, termo de Montemor o Novo Juiz da casa: Domingos Monteiro de Albuquerque e Amaral, da corte de Lisboa. A acção prende-se com tombar (medição, confrontação e demarcação) das herdades.
Manda, também, que faça tombo das capelas, hospitais e albergarias que tenham clérigos como administradores. Tem uma nota que diz: " Os tombos que el rei manda fazer no reino compreendem também os dos administradores clérigos a custa das rendas e ... 1499". No final do documento tem escrito: "Trasladado dos autos e tombo da capela hospital e albergaria do Espírito Santo da vila de Benavente de que é administrador a misericórdia da dita vila"
Imagem com a legenda, no verso: Dar o Tombo e Transportar para o Moinho, "O Ciclo do Pão" - 9. Pedro Augusto dos Anjos Teixeira, 1977. Fotografia de Nuno Antunes. Desenho a sépia s/ papel (canto sup. esq.); Brasão da Câmara Municipal de Sintra (canto inf. esq.); Direitos Reservados C.M.S. / S.A.D. / Ateliê - Museu de Anjos Teixeira (coluna central); Execução Gráfica: Gazela Artes Gráficas, Lda. (canto inf. dir.)
Imagem com a legenda, no verso: Dar o Tombo e Transportar para o Moinho, "O Ciclo do Pão" - 9. Pedro Augusto dos Anjos Teixeira, 1977. Fotografia de Nuno Antunes. Desenho a sépia s/ papel (canto sup. esq.); Brasão da Câmara Municipal de Sintra (canto inf. esq.); Direitos Reservados C.M.S. / S.A.D. / Ateliê - Museu de Anjos Teixeira (coluna central); Execução Gráfica: Gazela Artes Gráficas, Lda. (canto inf. dir.)
Requerimento de António Eduardo Simões Baião, Diretor efetivo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, solicitando a atribuição de uma licença de 50 dias; despacho favorável do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas; ofício do Inspetor das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, Júlio Dantas comunicando que, durante a licença de António Baião, Pedro de São Bartolomeu Azevedo, primeiro conservador, assumira a direção interina do referido Arquivo.
Corresponde ao traslado de duas verbas do citado tombo, requerido e apresentado por Gil de Araújo, morador na vila de Góis, sobreescrito por Francisco de Morais Cardoso, tabelião e escrivão na vila de Penalva, e assinado pelo doutor Sebastião de Torres de Almeida, que foi juiz do tombo.
Tombos do património do Mosteiro.
Tombos do património do convento.
Tombos do património do Mosteiro.
Tombos do património do Mosteiro.
Tombos do património do Mosteiro.
Contém uma carta e ofícios recebidos e expedidos da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, do Diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, e do Chefe do Gabinete do Secretário de Estado da Cultura.
Pedido de certidão da Torre do Tombo feito por Álvaro Anes Sernache, juiz da Alfândega do Porto, dirigido por alvará régio ao guarda-mor Rui de Pina, que estando ausente foi substituído por Sebastião Tomás.
Traslado dos Autos sobre o Tombo e sentença dada sobre a averiguação da Capela, tratados perante o Rei, o Dr. Tomé Pinheiro da Veiga, Desembargador dos Agravos e dos demais adjuntos do Desembargo Régio, datado de 1629.
Alvará do Cardeal Infante D. Afonso pelo qual dá aos cónegos da Colegiada de Ourém um ano para fazerem ou concluírem o tombo das terras e bens dela, admitindo que fosse feito em papel porquanto «em purgaminho seria grande gasto».
Contém os documentos de escritura e verbas de testamento originais da Confraria em forma pública de tombo feito por determinação de D. João V de 15 de Fevereiro de 1742.
Lembrança que se encontrava no Tombo do convento sobre as propriedades de Maria Silveira, viúva de Álvaro Penteado, falecido em Vila Viçosa no ano de 1595. A 15 de fevereiro de 1595 Maria Silveira fizera doação de umas propriedades a Maria de Alquemim para casar com João Rodrigues da Costa. Contém informação sobre um libelo de causa cível, que correu no ano de 1744, em que foi autor André Ferreira da Costa Alcamim contra o Doutor Manuel Dias Nogueira, sobre a serventia de uma fonte denominada "Fonte da Rata" a que depois chamaram "Fonte da Moura", e que a escritura de doação se encontrava no dito processo.
Termo de abertura: “Este livro he tombo de todos os bens da Confraria do Senhor dos Passos e da Santíssima Trindade desta Villa de Aveiro sita na Igreja Matriz de São Miguel o qual fiz por provisão del Rey Dom João o quinto sendo provedor nesta Comarca e vai por todas as folhas numerado e assinado com o meu sobrenome que diz Carvalho. Hé de Agosto 6 de 1718 Manuel Cerpins de Carvalho.” Contém: - f. 4v, Provisão de D. João V de 1717-02-06, pela lei de 1713-07-24; - f. 7v, Nomeação do escrivão Nicolau Baptista de Oliveira de 1717-04-17; -f. 8, Auto de juramento do juiz do tombo, Dr. Manuel Cerpins de Carvalho, cavaleiro professo do hábito de Cristo de 1717-08-10; - f. 10, Procuração ao padre Manuel Ribeiro dada pelo provedor Manuel de Sousa Ribeiro da Silveira e mordomos da Irmandade de 1717-04-01; - f. 12v, Termo de juramento de louvados de 1717-08-17; - f. 13v, Inventário de bens móveis da Irmandade de 1717-08-20; - f. 16v, Inventário dos livros e papeis da Irmandade; - f. 17v, Requerimento do procurador e termo de como se juntaram os títulos e foros da Irmandade de 1717-08-30; - f. 19, Testamento de Antónia de Oliveira, viúva do tabelião João Gomes de 1703-01-03; - f. 29, Testamento de Luis Freire de Andrade de 1701-02-04; - f.36, Escritura de dote e património de Madalena Pimentel, solteira, filha de Domingos Gomes Pimentel, 1649-09-13; - f. 46, Nomeação, medição e confrontação das fazendas e propriedades da Irmandade, 1717-09-04; - f. 62v, Reconhecimento de diversas propriedades da Irmandade, 1717-11-05.
Tombo de bens de natureza imóvel e que constituiam os Morgado de Ceira, Porto da Carne e da vila de Cabra (hoje Ribamondego, concelho de Gouveia). O livro abre com o treslado da sentença régia/provisão de 8/11/1732, pela qual o rei D. João V, faz saber ao Juiz de Fora da Vila de Celorico da Beira, que promova e faça a medição e demarção dos bens e que "mande por marcos e devisões onde os não haja". Segue-se a nomeação, por Luis José de Almeida, Juiz de Fora de Celorico da Beira e Cavaleiro da Ordem de Cristo, do escrivão do Tombo, Manuel Fernandes Adam, em 17/5/1733. Integra este livro um documento, bínio de duas folhas em papel não numeradas, que apresenta um requerimento, apresentado por D. Joze Maria António da Câmara, Conde da Ribeira Grande, em 23 de Julho de 1804, em que solicita "que se faça Tombo de medição e demarcação dos bens" dos "Morgados de Ceira, Porto da Carne e Cabra com sua anexas" e que "compem a sua casa", bem como a nomeação para Juiz desta diligência do Dr. Francisco Cabral da Fonseca, Juiz de Fora de Alfandega da Fé. Apresenta-se aqui tambem a provisão dada por "Dom João, principe regente", em 20 de Outubro de 1804, pela qual é deferido o pedio, este documento é subscrito por vários "Ministros", nomeadamente por Diogo Inácio de Pina Manique.
Título original: «Tombo dos Bens, / e propriedades, foros, e Cenços; e Vottos, / e mais direitos; q. se pagaõ á Igreja / de Sancta Maria de Meynedo da Comarca de Penafiel deste Bispado do Por / to Unida in perpetuum á Dignidade de / Arcediago do Porto, da Seé da mes / ma Cidade, e Juris diçaõ do Coutto, / e Honra de Meinedo, que mandou / fazer o Rd.° Doutor Joaõ Lopes Ba / ptista Tameyraõ, Arcediago do Por / to, de que foy Juis o Doutor Ma / noel dos Sanctos, Cidadaõ / da mesma Cidade, e Ad / vogado da Rellaçaõ / della». A fls. 417 e seguintes tem um «Indez dos cazais e mais propriedades, q. pagaõ rendas á Igreja de Santa Maria de Meinedo [...] e das nove freg.as q. lhe pagaõ votos».
Este livro contém na sua primeira folha a seguinte informação: "Treslado do tombo de todas as propriedades foreiras à Igreja de Santa Maria de Óbidos que por ordem do Excelentíssimo e Reverendíssimo Colégio dos Principais da Santa Igreja de Lisboa, fez o Doutor João da Cruz Diniz Pinheiro, sendo juiz de fora em a vial de Óbidos com Provisão Real e se deu pricípio no ana de 1744 e finalizou no de 1746, de que foi procurador o padre Francisco Bravo de Aguiar beneficiado da dita Igreja. Este volume se divide em duas partes, a primeira consta de todas as proriedades pertencentes à Mesa Prioral, a segunda consta das propriedades comuns, pertencentes à Mesa e Beneficiados"
Capas em couro, sobrepostas com fechos em linho.
Capas em cabedal, com gravações a ouro.
Constituída por um livro de tombos. Tipologia e suporte: Manuscrito.
Os autos são datados de 16 de dezembro de 1613. Tem junto o traslado da apelação de causa cível e dependência do Tombo, por parte dos possuidores da dita Quinta, datado de 1612.
Carta Precatória do Desembargador do Reino Dr. Estevão Fragoso, ao Juiz de Fora desta Vila de Borba, para dar cumprimento sobre a factura do Tombo dos bens do concelho.
Juíz do Tombo da Comenda: Dr. Francisco Xavier de Faria. Procurador da Comenda: Dr. Anacleto José de Oliveira Couto. Termo de audiência geral de 26 de agosto de 1777. Capa em pergaminho.
Carta de Joaquim Luís de Barros a Francisco de Abreu Pereira Coutinho acerca de uns bens que constam do tombo da Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras.
Certidão tirada de um tombo apresentado por Bento João, morador à Cordoaria Velha, descrito como: "um livro de meia folha encadernado de estampa atamarada que se intitula 'Tombo das vilas de Oliveira de Conde, e Currelos, Penalva de São Gião e Góis, e Salavisa que pertence ao morgado de Góis e Casa de Sortelha e do Hospital da dita vila de Góis de quem o senhor de Góis é perpétuo administrador [...] o qual livro tinha as folhas douradas [...]".
Esta pasta contém o tombo dos bens e propriedades pertencentes às Recolhidas do Recolhimento de Nossa Senhora da Piedade desta cidade que o Dr. António Vaz Machoca deixou por seu falecimento ao dito Recolhimento de que é superintendente e administrador o Dr. João Currim, de cujo tombo é juiz o Dr. Francisco Xavier Morato Borca, corregedor desta comarca, em 1747. Este património servia também para dotar as Recolhidas quando constituíam matrimónio.
Contém exposições sobre a dependência da Imprensa Nacional-Casa da Moeda do Ministério da Cultura, sobre o Instituto Português do Livro, o complexo "Século", A Torre do Tombo, a divulgação da legislação sobre cultura e sobre a lista de antiguidade do pessoal do Ministério da Cultura.
O testamento é datado de Sintra, 4 de outubro de 1426. No dito testamento D. João I ordenava que se acabasse o Mosteiro de Santa Maria da Vitória instituindo nele uma capela pela sua alma e pela da rainha D. Filipa de Lencastre, sua mulher. Apresenta a assinatura de Tomé Lopes, guarda-mor da Torre do Tombo.
Provisão régia em resposta a uma petição de Francisco de Abreu Coutinho para que se faça medição e tombo das propriedades do Morgado do Barco - sitas nas freguesias de Vitorino das Donas, Seara e Facha - de que é cabeça a sua Quinta do Paço, da freguesia de Vitorino das Donas.
Sentença cível de cominatório, relativo a pendência movida pelo procurador do Tombo dos Bens da Coroa contra o mosteiro de Santa Clara. Como o mosteiro recusasse colaborar na produção do tombo geral dos bens da Coroa, nas propriedades reais de que era donatário, foi alvo de processo por parte do procurador do Tombo dos Bens da Coroa; o tombo acabou por ser efectuado, à revelia do mosteiro. No final do processo estão ainda incluídos alguns documentos relativos a um novo tombo dos bens da Coroa, em 1824-1832. O texto da sentença, datado de 1802-05-30, contém a transcrição das diversas partes do processo judicial, desde o "autuamento" (datado de 1801-01-29). Para além da sentença propriamente dita, o maço inclui diversos documentos relativos à execução das suas determinações, incluindo um tombo de propriedades na freguesia de Macieira, concelho da Maia (feito em 1813). O segundo maço contém uma certidão do registo das "doações" do mosteiro, emitida pelo registo dos donatários de bens da Coroa, datada de 1812-12-10.
O livro apresenta a seguinte informação: "Livro de Tombo dos bens, direitos, padroados, comedorias, jurisdições, quintas, casais , propriedades e todas as mais coisas que pertencem à Mesa Abacial, que foi do Mosteiro de São Salvador do Paço de Sousa da Ordem do glorioso São Bento, sito no concelho de Penafiel de Sousa, termo da muito nobre e sempre leal cidade do Porto, anexa in perpetuum ao Colégio e Universidade do Spiritu Sancto da Companhia IESV da cidade de Évora, assim entre Douro e Minho, como a quem Douro".
A instituição do morgado por D. Gastão Coutinho (m. 1653), fidalgo da Casa de Sua Majestade e do seu Conselho, e por sua mulher D. Isabel Ferraz, remonta a 1652. Por não terem filhos, os bens passaram para a descendência da irmã de D. Gastão, D. Filipa Coutinho, casada com Francisco Gonçalves da Câmara e Ataíde, senhor das ilhas Desertas. Desse casamento nasceu Luís Gonçalves da Câmara e Ataíde (n. 1620), senhor das ilhas Desertas, alcaide-mor de Torres Vedras, comendador de Santiago de Caldelas e vereador da Câmara de Lisboa, que casou com D. Isabel de Noronha, filha de Diogo de Saldanha de Sande, comendador de Casével, e de D. Catarina Pereira, senhora da Casa da Taipa. O único filho de Luís Gonçalves da Câmara e de D. Isabel de Noronha, Gastão José da Câmara Coutinho (n. 1655), casado com D. Maria Benta de Noronha, foi herdeiro da Casa da Taipa, uma vez que os outros dois filhos de Diogo de Saldanha de Sande e de D. Catarina Pereira morreram sem descendência. O filho primogénito de Gastão José da Câmara Coutinho e de D. Maria Benta de Noronha, Luís José da Câmara Coutinho (n. 1688), herdou a Casa da Taipa e o senhorio das ilhas Desertas. Foi casado com D. Isabel Maria de Mendonça e Moura de quem teve treze filhos. Foi herdeiro o filho varão mais velho, Gastão José Pereira da Câmara Ataíde Coutinho, 10º senhor das ilhas Desertas, casado com D. Ana José da Cunha e Meneses, comendador de Casével, Santiago de Caldelas e comendas anexas de São Tomé de Lanhas e São Mamede de Vilarinho, da Ordem de Cristo, à data da elaboração do tombo que constitui o fundo, o qual foi ordenado por alvará régio de 1720. Seu filho primogénito Luís Gonçalves da Câmara Coutinho (1758-1848), 11º senhor das ilhas Desertas, casou com D. Maria Benedita de Noronha, filha dos 7os Condes dos Arcos. Ao filho destes, Gastão da Câmara Coutinho Pereira de Sande (1794-1866), 12º senhor das ilhas Desertas, e dos morgados da Taipa e Regalados, alcaide-mor de Torres Vedras, par do reino, D. João VI concedeu o título de conde da Taipa por Decreto de 3 de Julho de 1823. Foi casado com D. Francisca de Almeida Portugal. O senhorio das ilhas Desertas manteve-se na posse dos Condes da Taipa até 1864, data em que a sua propriedade foi vendida a Alexandre Fernandes Camacho.
Contém reunidos em tombo treslados de verbas de testamento, escrituras de aforamento de propriedade e termos de mesa, por requerimento do juiz e oficiais da Irmandade ao provedor da Comarca de 1733-04-30, autorizado pelo provedor da Comarca de Esgueira, Baltazar Barbosa de Araújo, em 1733-06-11. -f.2, Testamento de frei Luís Lopes Sobreiro, terceiro vigário da Igreja da Vera Cruz de Aveiro, 1659-06-06; -f.40, Instituição de Capela de frei Luís Lopes Sobreiro, 1657-09-14; -f.49, Testamento do padre Manuel Lopes Figueira, 1692-09-15; -f.53, Escritura de compra entre padre Manuel Lopes Figueira e Antónia Jorge, viúva, 1684-04-26; -f.57, Assinado de Nicolau Ribeiro Picado, 1684-02-28; -f.59, Escritura do prazo de Antónia Jorge, 1651-02-10; -f.65, Escritura de prazo de João António, sombreireiro, das casas do Seixal, 1635-03-31; -f.71, Escritura de arrematação de João António, sombreireiro, das casas do Seixal, 1635-01-31; -f.80, Escritura de posse das Casas do Seixal, 1636-02-03; -f.81, Escritura de venda que faz Manuel de Oliveira, cordoeiro e sua mulher Isabel Ferreira a João António, sombreireiro, de um quintal com laranjeiras junto às casas terreiras do Seixal em Aveiro, 1669-06-03; -f.88, 1654-05-18;
"No ano de 1755 sendo guarda-mor deste Real Arquivo da Torre do Tombo o marechal de campo Manuel da Maia determinou que todos os documentos do mesmo arquivo fossem extraídos por certidão ficassem apostados neste livro com a declaração do dia, mês e ano da sua extracção e da pessoa que para o dito efeito tenha obtido Provisão ou Ordem Régia e esta determinação que teve princípio em 20 de Janeiro do sobredito ano teve vigor até o mês de Maio do mesmo ano ficando insubsistente daí por diante, como se colige do mesmo registo por motivos que me são desconhecidos até que por ordem vocal do Ilustríssimo e Excelentíssimo Visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa, do Conselho de Sua Majestade e do de sua Real Fazenda, que serve de guarda-mor deste mesmo Real Arquivo dada em o dia de hoje 6 de Outbro de 1802 se instaurou aquela mesma determinção, que principiou a executar-se desde o dito dia. E para que a todo tempo conste, fiz aqui a presente declaração. Lisboa 6 de Outubro de 1802. Gaspar Feliciano de Morais, escrivão do mesmo arquivo".
Tombo original das capelas da vila e comarca de Setúbal. Registo de provisões, alvarás e sentenças.
Códice factício contendo um prazo da Quinta do Paço, do lugar de Cidadelhe, termo da vila de Mesão Frio, e autos de vedoria, medição e apegação do prazo e casais da Quinta, feitos na presença dos procuradores do reitor do Colégio da Companhia de Jesus de Coimbra (1683, 1758). Seguem-se os documentos sobre a renovação do prazo posteriores à extinção do mosteiro de Cárquere, e à morte de Luís de Magalhães Coutinho, bem como o tombo e emprazamento feitos na sequência da sentença cível que reconheceu o senhorio directo da Quinta do Paço a D. Maria Eufrásia de Sousa, viúva de Luís de Magalhães Coutinho. A referida Senhora fora enfiteuta da Quinta e casais anexos pagando um foro de dois mil réis anuais pelo senhorio directo, quando, integrados no senhorio direito do Mosteiro de Nossa Senhora de Cárquere, estiveram sob administração dos padres denominados “Jesuítas” do Colégio de Coimbra. O referido domínio directo foi confiscado para a Coroa que, pelo Juízo da Inconfidência, mandou arrematar os bens e foros do Mosteiro de Cárquere. Os dois mil réis anuais pelo senhorio directo foram arrematados pela citada Senhora, mediante o depósito de 68 666 réis, passando-se-lhe carta de arrematação e dando-se-lhe posse do foro e domínio directo (7 de março de 1772). Seguiu-se a notificação dos caseiros subenfiteutas para o reconhecimento da direita Senhoria (por sentença de 30 de janeiro de 1773), e a renovação dos prazos. Nas guardas reconhecem-se duas marcas de água. Encadernação de carneira em pastas de cartão; planos com duplo filete, gravado a seco; lombada com 4 nervuras.
É o 12º do "Tombo do cartório", tratando-se de um dos tomos do tombo do mosteiro que teve inicio no ano de 1677. Tombo das propriedades, rendas, pensões, etc., do mosteiro; demarcação das dizimarias do Mosteiro na freguesia de Rio Mau, etc.; contratos régios e bula de Clemente VIII que uniram dez mosteiros da Ordem à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, para nela se reformarem, entre os quais o de São Simão. Inclui índice.
Tombos do património da Irmandade de S. Crispim e S. Crispiniano.
Da Maia.
Com diferentes reconhecimentos.
Com diferentes reconhecimentos.
Com diferentes reconhecimentos.
Com diferentes reconhecimentos.
Contém vários reconhecimentos.