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Joaquim Moreira da Silva Cunha, nasceu em Santo Tirso em 15 de março de 1920, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa (1943) e doutorou-se na Faculdade de Direito (1953), foi docente no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi secretário do ministro das Colónias (1944-1947), subsecretário de Estado da Administração Ultramarina (1962-1965), ministro do Ultramar (1965 a novembro 1973), ministro da Defesa Nacional (novembro de 1973 a abril de 1974) e procurador à Câmara Corporativa por designação do Conselho Corporativo.
Esta coleção foi depositada pela Casa do Alentejo, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
Ofício da Clínica Geral Dr. Bento dos Santos Silva dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da informação de que a doente Maria da Conceição tinha necessidade de lhe ser feita uma radiografia ao tórax.
Nasceu em Correlos, Viseu, a 1 de Julho de 1796, e faleceu em Coimbra, a 15 de Janeiro de 1874. Era filho de José Joaquim Pais da Silva e de Maria Joaquina Pais do Amaral. Foi pai de Joaquim José Pais da Silva Júnior. Doutorado em Leis pela Universidade de Coimbra a 8 de Junho de 1818, foi colegial do Colégio de São Paulo, da mesma cidade, de 1826 a 1830, e lente de 1830 a 1834, ano em que foi demitido. Voltou a exercer funções a partir de 1843 e até à jubilação, em 12 de Outubro de 1863. Foi provedor da Misericórdia de Coimbra, à qual prestou apoio também como jurisconsulto, vogal da Junta Geral do distrito de Coimbra e conservador e procurador geral da fazenda, na Universidade. Por Decreto de 8 de Agosto de 1850 o Dr. António Luís de Seabra, juiz da Relação do Porto, posteriormente visconde de Seabra, foi encarregado de redigir o projecto de Código Civil. Em simultâneo, foi nomeada a respectiva comissão revisora, que integrava o Dr. Vicente Ferrer Neto Paiva, Menuel António Coelho da Rocha, Joaquim José Pais da Silva e Domingos José de Sousa Magalhães. Posteriormente, a esta comissão foram-se juntando outros elementos. A primeira parte do projecto, com 381 artigos, foi apresentada por António Luís de Seabra na sessão de Câmara dos Deputados de 22 de Junho de 1857. No ano seguinte - 1858 - foi publicado o Projecto do Código Civil Português. A sua segunda edição, datada de 1859, foi submetida à comissão revisora, cuja primeira sessão data de 9 de Março de 1860. Os trabalhos da comissão prolongaram-se por cinco anos, e por três edições do projecto. Na sessão de 30 de Agosto de 1865, a comissão deu por terminados os trabalhos, sendo o projecto entregue ao Governo. Foi votado na sessão de 26 de Junho de 1867. Joaquim José Pais da Silva escreveu, em 1859, um opúsculo intitulado Observações sobre o Projecto do Código Civil, sobre o trabalho que desenvolveu no âmbito da revisão. Recebeu carta de conselheiro por Decreto de 13 de Novembro de 1866.
Filho de André de Matos e de Isabel da Silva, neto paterno de Sebastião Francisco e de Isabel de Matos, neto materno de Belchior Francisco e de Maria da Silva
Filho de André Sousa Matos e de Rosa Matos Silva, neto paterno de Roque de Sousa e de Catarina Matos, neto materno de André de Matos e de Isabel da Silva
Filho de João de Pinho e de Maria da Silva, neto paterno de Domingos João e de Ana Fernandes, de S. Salvador da Carregosa, neto materno de Gonçalo de Sousa e de Ana da Silva
A coleção foi comprada pela Câmara Municipal de Cascais ao Sr. José Maria da Costa e Silva (Almarjão)
João Martins da Silva Marques, nascido em 1894, foi licenciado em Direito e detentor do Curso Superior de Bibliotecário Arquivista. Tendo ocupado o cargo de chefe da Secção no Ministério das Colónias, transitou para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, com a categoria de primeiro conservador, para o qual foi nomeado por Decreto de 20 de Dezembro de 1926, publicado no Diário do Governo, II série, nº 2, de 4 de Janeiro de 1927. Em 26 de Maio de 1934 foi provido no lugar de primeiro conservador do quadro. Data de 16 de Julho 1950 a sua saída da Torre do Tombo para a Biblioteca Nacional, onde iria desempenhar o cargo de director até Janeiro de 1951. Nesta data, foi nomeado director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, por Portaria de 16 do referido mês, cargo que exerceu até que se aposentou em 24 de Março de 1960. Foi sócio efectivo e vice-presidente do Instituto de Arqueologia, História e Etnologia.
Filho de Vicente Pedro e de Dona Brizida Maria da Silva, de S. Julião, Lisboa, neto paterno de Pedro Pedrossem, de Hamburgo, e de Luísa Piper, de S. Nicolau, Porto, neto materno de Francisco Correia Silva, Cavaleiro da Ordem de Cristo, e de Dona Catarina Piper
Filho de Baltazar Peixoto da Silva e de Dona Francisca de Sá e Meneses, neto paterno de Baltazar Gonçalves Peixoto e de Dona Maria Cabral, neto materno de Luís Alves da Câmara e de Dona Inês de Sá e Meneses
Filho de António Alves de Sousa, irmão do Reverendo Manuel Alves da Silva e de Maria Dias, neto paterno de Manuel Alves Ribeiro e de Maria Luísa, neto materno de Domingos Lopes e de Domingas Antónia Dias
O fundo foi depositado pelo Sr. Manuel Eugénio Fernandes, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
Joaquim Possidónio Narciso da Silva, filho de Reinaldo José da Silva e de Maria Luísa Narcisa da Silva, nasceu em Lisboa, em 7 de Maio de 1806, e faleceu na mesma cidade, em 3 de Março de 1896. Foi para o Rio de Janeiro (Brasil), em 1807, acompanhando o pai, que tinha o cargo de Mestre Geral dos Paços Reais. Regressou ao Reino em 1821, tendo estudado em Lisboa com Domingos António de Sequeira, Maurício José do Carmo Sendim e Germano Xavier de Magalhães. Em 1824 foi para Paris, onde frequentou a Escola de Belas Artes. Entre 1828 e 1830 estudou em Roma, voltando posteriormente a Paris, onde esteve ligado a trabalhos como os do Palais Royal e das Tulherias. Regressou a Portugal em 1833, sendo encarregue de adaptar o Convento de São Bento a Parlamento. Ainda nesse ano, publicou um trabalho sobre o ensino da arquitectura no estrangeiro: O que foi e é a architectura, e o que aprendem os architectos fora de Portugal. Lisboa: Imp. Silviana, 1833. Foi autor do projecto do Palácio da Ajuda (1834, publicado em 1866); e do projecto de uns banhos públicos na zona do Passeio Público (1835). Nenhum deles, no entanto, chegou a ser concretizado. Enquanto arquitecto da Casa Real, projectou a remodelação do Paço das Necessidades (1844-1846) e o Paço do Alfeite (anteriormente a 1857). Foi autor de muitos estabelecimentos comerciais, cuja construção se iniciava na Baixa de Lisboa. Trabalhou também na remodelação do Teatro de São Carlos e do Palácio do Manteigueiro. Acabou por se dedicar a tempo inteiro à arqueologia, tendo sido encarregado, por D. Pedro V, em 1858, de proceder a um estudo técnico de monumentos nacionais. Foi um dos fundadores, em 1863, da antiga Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, posteriormente Associação dos Arqueólogos Portugueses. A Associação foi a responsável, em 1866, pela criação de um museu arqueológico, depois instalado nas ruínas do Convento do Carmo, bem como de um boletim, a partir de 1865. Publicou, em 1869 e 1873, trabalhos sobre a história da arquitectura, e em 1879 e 1887, trabalhos sobre arqueologia. Foi membro de diversas comissões de estudo e classificação de património construído, bem como de diferentes academias e sociedades nacionais e estrangeiras.