Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for silva and 193,201 records were found.

Esta coleção foi depositada pela Casa do Alentejo, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
A coleção foi comprada pela Câmara Municipal de Cascais ao Sr. José Maria da Costa e Silva (Almarjão)
O fundo foi depositado pelo Sr. Manuel Eugénio Fernandes, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
Maria Isabel Reis Almeida e Silva nasceu em 21/04/1950. Profissão: técnica de contas Instituída leitora 06/06/1992 Ordenada diácona em 01/11/1997
Telmo Fernando Almeida e Silva nasceu em Miragaia a 17/06/1942 Profissão: bancário Percurso religioso: - Instituído leitor em 15/10/1989 - Ordenado diácono em 06/06/1992 - Ordenado presbítero em 17/06/1995 Foi pároco da Paróquia do Salvador do Mundo, Vila Nova de Gaia
Joaquim Moreira da Silva Cunha, nasceu em Santo Tirso em 15 de março de 1920, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa (1943) e doutorou-se na Faculdade de Direito (1953), foi docente no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi secretário do ministro das Colónias (1944-1947), subsecretário de Estado da Administração Ultramarina (1962-1965), ministro do Ultramar (1965 a novembro 1973), ministro da Defesa Nacional (novembro de 1973 a abril de 1974) e procurador à Câmara Corporativa por designação do Conselho Corporativo.
Ofício da Clínica Geral Dr. Bento dos Santos Silva dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da informação de que a doente Maria da Conceição tinha necessidade de lhe ser feita uma radiografia ao tórax.
António Silva apresenta o livro sobre a Igreja e Escola do Prado.
Reverendo Júlio Bento da Silva, restaurador da Igreja de Jesus. Aderiu à Igreja Lusitana em 1902, foi pregador licenciado, diácono em 1907 e presbítero em 1911.
Carta da Junta Paroquial da igreja de S. João Evangelista para Gracinda da Silva Rebelo sobre as obras solicitadas.
Núcleo de documentação do padre José Luiz Ferreira da Silva. Inclui registo de correspondência oficial e particular e copiador com alguma dessa correspondência.
Francisco Mário Varela da Silva era natural da freguesia da Sé - Porto onde nasceu em 30/11/1916. Profissão: técnico de contas Percurso religioso: - Ordenado diácono em 15/03/1964 - Foi nomeado Ministro auxiliar em 29/09/1989 - Foi ordenado presbítero em 11/10/1990 Exerceu funções na paróquia de S. João Evangelista, Vila Nova de Gaia, e na Missão de S. Tiago Apóstolo, Gondomar.
Percurso religioso: Júlio Bento da Silva aderiu à Igreja Lusitana em 1902 onde foi aluno do Curso Teológico do Dr. Harden, na Paróquia do Salvador do Mundo. Em 1907 foi instituído diácono, em 1911 foi ordenado presbítero da Congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra. Depois da Igreja de Jesus ser reconstituída como missão, reorganizando-se de novo como paróquia em 1909, então na Rua do Rato, ficou sob a liderança do Rev. Júlio Bento da Silva, que a dirigiu até à sua morte, em 1937.
A Junta Paroquial da igreja de S. joão Evangelista envia carta ao Presidente do Sínodo a pedir a aprovação, pela Comissão Permanente, da nomeação de Manuel Reis Varela da Silva como pregador licenciado.
Nasceu em Correlos, Viseu, a 1 de Julho de 1796, e faleceu em Coimbra, a 15 de Janeiro de 1874. Era filho de José Joaquim Pais da Silva e de Maria Joaquina Pais do Amaral. Foi pai de Joaquim José Pais da Silva Júnior. Doutorado em Leis pela Universidade de Coimbra a 8 de Junho de 1818, foi colegial do Colégio de São Paulo, da mesma cidade, de 1826 a 1830, e lente de 1830 a 1834, ano em que foi demitido. Voltou a exercer funções a partir de 1843 e até à jubilação, em 12 de Outubro de 1863. Foi provedor da Misericórdia de Coimbra, à qual prestou apoio também como jurisconsulto, vogal da Junta Geral do distrito de Coimbra e conservador e procurador geral da fazenda, na Universidade. Por Decreto de 8 de Agosto de 1850 o Dr. António Luís de Seabra, juiz da Relação do Porto, posteriormente visconde de Seabra, foi encarregado de redigir o projecto de Código Civil. Em simultâneo, foi nomeada a respectiva comissão revisora, que integrava o Dr. Vicente Ferrer Neto Paiva, Menuel António Coelho da Rocha, Joaquim José Pais da Silva e Domingos José de Sousa Magalhães. Posteriormente, a esta comissão foram-se juntando outros elementos. A primeira parte do projecto, com 381 artigos, foi apresentada por António Luís de Seabra na sessão de Câmara dos Deputados de 22 de Junho de 1857. No ano seguinte - 1858 - foi publicado o Projecto do Código Civil Português. A sua segunda edição, datada de 1859, foi submetida à comissão revisora, cuja primeira sessão data de 9 de Março de 1860. Os trabalhos da comissão prolongaram-se por cinco anos, e por três edições do projecto. Na sessão de 30 de Agosto de 1865, a comissão deu por terminados os trabalhos, sendo o projecto entregue ao Governo. Foi votado na sessão de 26 de Junho de 1867. Joaquim José Pais da Silva escreveu, em 1859, um opúsculo intitulado Observações sobre o Projecto do Código Civil, sobre o trabalho que desenvolveu no âmbito da revisão. Recebeu carta de conselheiro por Decreto de 13 de Novembro de 1866.
João Martins da Silva Marques, nascido em 1894, foi licenciado em Direito e detentor do Curso Superior de Bibliotecário Arquivista. Tendo ocupado o cargo de chefe da Secção no Ministério das Colónias, transitou para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, com a categoria de primeiro conservador, para o qual foi nomeado por Decreto de 20 de Dezembro de 1926, publicado no Diário do Governo, II série, nº 2, de 4 de Janeiro de 1927. Em 26 de Maio de 1934 foi provido no lugar de primeiro conservador do quadro. Data de 16 de Julho 1950 a sua saída da Torre do Tombo para a Biblioteca Nacional, onde iria desempenhar o cargo de director até Janeiro de 1951. Nesta data, foi nomeado director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, por Portaria de 16 do referido mês, cargo que exerceu até que se aposentou em 24 de Março de 1960. Foi sócio efectivo e vice-presidente do Instituto de Arqueologia, História e Etnologia.
Joaquim Possidónio Narciso da Silva, filho de Reinaldo José da Silva e de Maria Luísa Narcisa da Silva, nasceu em Lisboa, em 7 de Maio de 1806, e faleceu na mesma cidade, em 3 de Março de 1896. Foi para o Rio de Janeiro (Brasil), em 1807, acompanhando o pai, que tinha o cargo de Mestre Geral dos Paços Reais. Regressou ao Reino em 1821, tendo estudado em Lisboa com Domingos António de Sequeira, Maurício José do Carmo Sendim e Germano Xavier de Magalhães. Em 1824 foi para Paris, onde frequentou a Escola de Belas Artes. Entre 1828 e 1830 estudou em Roma, voltando posteriormente a Paris, onde esteve ligado a trabalhos como os do Palais Royal e das Tulherias. Regressou a Portugal em 1833, sendo encarregue de adaptar o Convento de São Bento a Parlamento. Ainda nesse ano, publicou um trabalho sobre o ensino da arquitectura no estrangeiro: O que foi e é a architectura, e o que aprendem os architectos fora de Portugal. Lisboa: Imp. Silviana, 1833. Foi autor do projecto do Palácio da Ajuda (1834, publicado em 1866); e do projecto de uns banhos públicos na zona do Passeio Público (1835). Nenhum deles, no entanto, chegou a ser concretizado. Enquanto arquitecto da Casa Real, projectou a remodelação do Paço das Necessidades (1844-1846) e o Paço do Alfeite (anteriormente a 1857). Foi autor de muitos estabelecimentos comerciais, cuja construção se iniciava na Baixa de Lisboa. Trabalhou também na remodelação do Teatro de São Carlos e do Palácio do Manteigueiro. Acabou por se dedicar a tempo inteiro à arqueologia, tendo sido encarregado, por D. Pedro V, em 1858, de proceder a um estudo técnico de monumentos nacionais. Foi um dos fundadores, em 1863, da antiga Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, posteriormente Associação dos Arqueólogos Portugueses. A Associação foi a responsável, em 1866, pela criação de um museu arqueológico, depois instalado nas ruínas do Convento do Carmo, bem como de um boletim, a partir de 1865. Publicou, em 1869 e 1873, trabalhos sobre a história da arquitectura, e em 1879 e 1887, trabalhos sobre arqueologia. Foi membro de diversas comissões de estudo e classificação de património construído, bem como de diferentes academias e sociedades nacionais e estrangeiras.
Filho de André de Matos e de Isabel da Silva, neto paterno de Sebastião Francisco e de Isabel de Matos, neto materno de Belchior Francisco e de Maria da Silva
Filho de André Sousa Matos e de Rosa Matos Silva, neto paterno de Roque de Sousa e de Catarina Matos, neto materno de André de Matos e de Isabel da Silva
Filho de João de Pinho e de Maria da Silva, neto paterno de Domingos João e de Ana Fernandes, de S. Salvador da Carregosa, neto materno de Gonçalo de Sousa e de Ana da Silva
Filho de Vicente Pedro e de Dona Brizida Maria da Silva, de S. Julião, Lisboa, neto paterno de Pedro Pedrossem, de Hamburgo, e de Luísa Piper, de S. Nicolau, Porto, neto materno de Francisco Correia Silva, Cavaleiro da Ordem de Cristo, e de Dona Catarina Piper
Filho de Baltazar Peixoto da Silva e de Dona Francisca de Sá e Meneses, neto paterno de Baltazar Gonçalves Peixoto e de Dona Maria Cabral, neto materno de Luís Alves da Câmara e de Dona Inês de Sá e Meneses
Filho de António Alves de Sousa, irmão do Reverendo Manuel Alves da Silva e de Maria Dias, neto paterno de Manuel Alves Ribeiro e de Maria Luísa, neto materno de Domingos Lopes e de Domingas Antónia Dias
Joaquim de Almeida Pereira Idade: 33 anos Crime/Acusação: instituição de congregação ilegal para fins imorais Cargos, funções, actividades: oficial de barbeiro Naturalidade: Santo António do Recife de Pernambuco Morada: Santo António do Recife de Pernambuco Pai: Feliciano Pereira, oficial de sapateiro Mãe: Andreza de Almeida Estado civil: viúvo Cônjuge: Luísa da Silva Data da prisão: 29/12/1741 Sentença: 15/10/1743, asperamente repreendido e depois mandado em paz. Este réu foi julgado pela prática do mesmo crime que Vitorino Pereira da Silva. Vitorino Pereira da Silva Crime/Acusação: instituição de congregação ilegal para fins imorais Cargos, funções, actividades: capitão Naturalidade: Pernambuco Morada: Pernambuco, Lisboa Estado civil: casado Cônjuge: Ana Maria de Almeida Data da prisão: 23/12/1741 Sentença: 15/10/1743, asperamente repreendido e depois mandado em paz. Este réu foi julgado pela prática do mesmo crime que Joaquim de Almeida Pereira.
Outras formas do nome: António Silva Silva
Correspondência de párocos da igreja de S. Paulo, paróquia de S. Pedro: Lauro Borba da Silva, Leopoldo Figueiredo.
Constituído por uma carta de João António Peres Abreu, autor do «Roteiro do Viajante no Continente e nos Caminhos de Ferro em Portugal em 1865», escrita no contexto do Liberalismo em Portugal. • Assuntos: Fundo fechado
Colecção de fotografias constituída por um número reduzido de fotografias, e tem como espaço a freguesia de Paderne entre 1900 e 1930.
SILVA, Ana Isabel Silva Moreira e
SILVA, Fernando Júnior da Silva da
SILVA, Nelson Jorge da Silva da
Fotografias com as suas actividades de Encarregado-Geral na Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. Inclui postais com a construção da Ponte do Baião em Telhadela, Ribeira de Fráguas. • Assuntos: Fundo fechado
Representação de açudes, levadas e os moinhos existentes ao longo da Ribeira do Fontão, com a sua localização, proprietários, moleiros e número de rodas (casais de mós), servindo de fonte para traçar o retrato da comunidade do Fontão no início do século XX. • Áreas geográficas e topónimos: Ribeira do Fontão (localidade, Angeja, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portugal) • Assuntos: Fundo fechado
Cargos, funções, actividades: escrivão judicial Naturalidade: Vila de Abiul, comarca de Tomar, bispado de Coimbra Morada: Vila de Abiul, comarca de Tomar, bispado de Coimbra Pai: João da Silva Mãe: Maria Correia Avó paterno: João da Silva Avó paterna: Antónia Botelho Avô materno: Filipe Correia Avó materna: Maria Correia Tio: Manuel de Sousa Cotrim Cargos, funções, actividades: Familiar do Santo Ofício da Inquisição de Coimbra Primo: Francisco Manuel de Almeida Pinto Cargos, funções, actividades: Padre e comissário do Santo Ofício na vila de Pombal Cônjuge Naturalidade: Lugar dos Brincos da Vila de Abiul Pai: Manuel da Silva Naturalidade: Fornilho, termo da Vila de Pombal Mãe: Maria Mendes Naturalidade: Lugar dos Brincos da Vila de Abiul Avó paterno: João Nunes Naturalidade: Fornilho, termo da Vila de Pombal Avó paterna: Ana da Silva Naturalidade: Louriçal Avô materno: António Luís Naturalidade: Lugar dos Brincos da Vila de Abiul Avó materna: Maria Mendes Naturalidade: Lugar do Vale, termo da Vila de Pombal