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Manuel Alves Moreira, Rosa da Conceição Dias Ferreira e Ângela (bebé).
Rosa da Conceição Dias Ferreira. Contém a inscrição "R. S. Ribeiro, Phot. Amador Ovar".
[Carta de António Louçã, pelo Comité de Redacção da revista Versus, a pedir audiência e para esclarecimentos no âmbito de prisão de Teresa Serôdio Rosa, alegadamente ligada ao movimento FP 25]
[Apontamentos de aulas de Moral e Deontologia; manuscritos e dactilografados. A capa indica serem textos de Honorato Rosa]
Ofício sobre um recibo de um pagamento efetuado por um herdeiro, referente ao testamento de Maurícia Rosa de Santo António.
Original da entrevista a Monsenhor Sezinando Rosa, intitulada "Monsenhor Sezinando Rosa, 89 anos, o padre organizador", da autoria de António Marujo, publicada no Público de 16 de janeiro de 2000, página 21.
Sentença cível de preceito de Luísa Maria da Silva contra a Prioresa e mais religiosas do Convento da Rosa.
Rosa Dias Ferreira (de pé), João "Jangeca" e Maria Cairela (sentados). Contém a inscrição "Emilio Biel & Ca. Porto. Photographia da Caza Real".
Gracinda Dias Ferreira, Saúl Dias Ferreira, Rosa da Conceição Dias Ferreira sentados num burro/cavalo. Contém a inscrição "Sucursal da Fotografia Beleza do Porto (Pedras Salgadas)".
Certidão judicial extraída dos autos de execução hipotecária movida pela Irmandade dos Clérigos a D. Joaquina Rosa de Jesus Costa.
Almeida, Adriano de / Azevedo, Rosa Rodrigues de
(Lisboa) Pedido de desculpa pela demora na remessa dos exemplares. Timbre: "Mons. Dr. Sezinando Oliveira Rosa, Cónego da Sé de Faro. Secretário Geral da Acção Católica Portuguesa".
(Lisboa) Pedido de verificação das provas do opúsculo em preparação. Timbre: "Mons. Dr. Sezinando de Oliveira Rosa. Cónego da Sé de Faro. Secretário Geral da Acção Católica Portuguesa".
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a José Gonçalves Lugarinho e a Dona Rosa Margarida de Oliveira. Para tal, os suplicantes hipotecaram bens de raiz. Alguns elementos identificativos dos suplicantes: José Gonçalves Lugarinho – proprietário e morador no Campo do Rou; Rosa Margarida de Oliveira – casada com José Gonçalves Lugarinho.
"Execução de sentença do juiz e irmãos da Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira contra D. Genoveva Rosa de Vasconcelos Belo, com a assistência do Dr. António Manuel do Rego Abranches". Contém sentença civil do mesmo teor.
Este documento contém: 1 livro com registos da correspondência para um tratado sobre Macau feito em Pequim em 1887-1888; 1 livro com apontamentos sobre a administração de Macau; 1 mensagem oferecida a Tomás de Sousa Rosa pela Colónia portuguesa de Xangai em dezembro de 1887.
Fichas rosa e verde para levantamento dos produtos.
Fichas rosa e verde para levantamento dos produtos.
Brochura constituída por documentação relativa a um empréstimo concedido a José António Pinto, a Joana Rosa Botelha, a Dona Maria do Carmo e a António José de Araújo. Para tal, os suplicantes hipotecaram uma morada de casas sita no Corpo da Guarda, Freguesia da Sé. Alguns elementos identificativos dos suplicantes: José António Pinto – mestre carpinteiro; Joana Rosa Botelha – casada com José António Pinto; Maria do Carmo – filha de José António Pinto e Joana Rosa Botelha; António José de Araújo – casado com Dona Maria do Carmo.
(Lisboa) Agradecimento pelo facto de Guilherme Braga da Cruz ter sido um dos proponentes do seu nome para académico correspondente da Academia Portuguesa da História. Timbre: "Cónego Isaías da Rosa Pereira".
(Lisboa) Envio de uma cópia da sentença de 1722, relativa à última pena de morte aplicada a uma mulher, em Portugal. Timbre: "Cónego Isaías da Rosa Pereira. Da Academia Portuguesa da História. Membro Correspondente do Institute of Medieval Canon Law".
[s.l.] Agradecimento pela oferta das obras "O direito subsidiário na história do direito português" e "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história". Timbre: "José Carlos Rosa Nogueira. Conservador dos Registos Centrais".
Recibo e quitação com os herdeiros de Camila Rosa Soares e parente de Leonor Soares, instituidora de uma capela que a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau administrava.
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a Artur José Teixeira de Carvalho e a Dona Eufrásia Maria Rosa de Carvalho. Para tal, os suplicantes hipotecaram todos os bens que possuíam, nomeadamente um prédio sito na Rua do Almada, Porto. Alguns elementos identificativos dos suplicantes: Artur José Teixeira de Carvalho – proprietário e morador na Rua de Costa Cabral; Eufrásia Maria Rosa de Carvalho – casada com Artur José Teixeira de Carvalho.
Maço constituído por documentação relativa a um empréstimo concedido a António Bernardo de Azevedo Soeiro e a Dona Rosa Joaquina de Lima Xavier Soeiro. Para tal, os suplicantes hipotecaram uma morada de casas sita na Rua do Welesley. De acordo com a folha que protege o maço, «Estes papeis dizem respeito à execução contra Antonio Bernardo d’ Azevedo Soeiro». Alguns elementos identificativos dos suplicantes: António Bernardo de Azevedo Soeiro – natural da Freguesia de Sanfins, Comarca da Feira, e morador na Rua de Santa Catarina, Porto; Rosa Joaquina de Lima Xavier Soeiro – casada com António Bernardo de Azevedo Soeiro e moradora na Rua de Santa Catarina, Porto.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Joaquina Rosa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Rosa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Margarida Rosa de Jesus.
Primeiro outorgante: Lourenço Alves Rosa. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Rosa de Jesus Raposo. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: João Lopes Pereira da Rosa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Ramiro Pereira Alves Rosa.
O Mosteiro de Nossa Senhora da Rosa de Lisboa era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Também era conhecido por Convento da Rosa ou Convento do Rosário. Em 1519, foi fundado este convento da regular observância, por iniciativa de Luís de Brito e de sua mulher, D. Joana de Ataíde. Em 1521, a 21 de Novembro recebeu as primeiras religiosas, sendo três oriundas do Mosteiro de Jesus de Aveiro e uma do Mosteiro das Donas de Santarém, e ainda nove noviças. A primeira abadessa foi a madre Francisca de São Jerónimo. Em 1551, a comunidade era composta por trinta e três freiras e doze servidores e o mosteiro dispunha de uma renda anual de quinhentos cruzados. Em 1755, o edifício do mosteiro ficou destruído, e as religiosas recolheram ao Mosteiro de Santa Joana de Lisboa. O Breve do Papa Benedito XIV de 19 de Agosto de 1756 dá a faculdade ao rei D. José I para aplicar os rendimentos das igrejas dignidades, benefícios e capelanias por tempo de 15 anos, para a construção e ornato das igreja arruinadas pelo terramoro de 1 de novembro de 1755. Na sequência, o rei mandou proceder à supressão, união e incorporação no Mosteiro de Santa Joana, em uma só comunidade as do Mosteiro do Salvador, da Anunciada e da Rosa. Em 1766, em fevereiro as últimas religiosas do Mosteiro de Nossa Senhora da Rosa, passaram em definitivo ao Mosteiro de Santa Joana. Localização / Freguesia: Socorro (Lisboa, Lisboa)
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Ana Rosa Rodrigues da Costa.
Primeiro outorgante: Rosa de Assunção Ferreira da Costa. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria Alcina Rosa da Cruz. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Jorge Manuel da Costa Alves Rosa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: José Manuel de Resende Rosa.
Documentação pertencente à produtora e entregue à UCP para constituição de um Núcleo de História do Serviço Social em Portugal.
(Almada) - Mensagem de condolências pelo falecimento da [mãe] do destinatário, [Rosa Marques Correia da Silva].
(Crato) - Informação sobre trabalhos realizados no túmulo [da mãe] do destinatário, [Rosa Marques Correia da Silva].
(Mora) - Mensagem de condolências pelo falecimento da [mãe] do destinatário, [Rosa Marques Correia da Silva].
(Oeiras) Remessa de uma encomenda para ser reexpedida para a tia Rosa [de Sousa Gomes].
(Algodres) Pedido de intervenção para a transferência de Rosa [?] para Alcobaça.
Escritura de novo reconhecimento de foreira e obrigação a D. Genoveva Rosa de Vasconcelos Belo.
Três provas tipográficas; um rascunho. Poema dedicado a Agripina e António Ramos Rosa.
[Trabalho manuscrito sobre Educação e coordenadas de acção educativa da autoria de M. Manuel C. Rosa]
Livro constituído por certidões de missas rezadas, pelas almas do purgatório, em cumprimento do Legado dos irmãos José da Glória Camelo (Reverendo e Doutor) e Dona Tomásia Rosa de São José Camelo, Irmãos da Irmandade dos Clérigos do Porto. Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 146v).
(Lisboa) Felicitações pelo trabalho de Guilherme Braga da Cruz publicado nas "Actas do Colóquio sobre o ensino do Latim" e questão sobre se o trabalho inédito que aí refere se adapta à temática da revista "Lusitania Sacra", para nela ser publicado. Timbre: "Cónego Isaías da Rosa Pereira. Da Academia Portuguesa da História. Membro correspondente do Institut of Medieval Canon Law. Professor Auxiliar da Faculdade de Letras".
Livro constituído por assentos relativos à administração do legado instituído pelos irmãos José da Glória Camelo – Reverendo Doutor, Abade reservatário de São Martinho de Cavalões e Ex-Deputado – e Dona Tomásia Rosa de São José Camelo, Irmãos da Irmandade dos Clérigos do Porto e moradores à frente do chafariz da Porta de Olival, Freguesia de Nossa Senhora da Vitória, Porto. Esta fonte contém termos de abertura (fólio 1) e encerramento (fólio 187v).
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Marcial Vaz Santiago e Aurora Rosa Moreira.
Primeiro outorgante e seguinte: Albino Ferreira Moreira e Maria Rosa Couto Moreira. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Joaquim Soares dos Santos e Maria Rosa
Primeiro outorgante: Manuel Marques Pereira e Maria Rosa Pereira. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Diploma de Consagração ao Santíssimo Coração de Jesus assinado por Rosa de Sousa Gomes, Maria das Dores de Sousa Gomes, Rosa de Sousa Gomes (filha), Josefina de Sousa Gomes, Lucinda de Sousa Gomes e Francisca Gonçalves (criada).
Primeiro outorgante e seguintes: Aurora Silva de Almeida, Manuel de Almeida Pereira da Rosa, Rosalina de Almeida Pereira da Rosa Vaz Paulo e outros. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
(Proença-a-Nova) - Mensagem de condolências pelo falecimento [da mãe] do destinatário, [Rosa Marques Correia da Silva].
(Lisboa) Pedido para subscrever a proposta de admissão à Academia de Ciências de Lisboa do padre Isaías da Rosa Pereira.
Atestado de aprendizagem do ofício de aprendiz de confeiteiro a Esterro Gracia, filho de Tomás Gracia e Inês Rosa.
[Manual/sebenta]/sumários e apontamentos das cadeira de Economia]. Autorias: Pe. João Rodrigues, Pe. Honorato Rosa/Instituto de Serviço Social.
Edição Official da Prefeitura • Áreas geográficas e topónimos: Rio de Janeiro, Brasil.
Registo de distribuição das fichas rosa e verde. Relação das fichas com os produtos e quantidades a distribuir.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: José António de Pinho e Maria Rosa de Pinho.
Primeiro outorgante: Rosa Pereira de Almeida e Ângelo Pereira Vergas. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O Mosteiro de Nossa Senhora da Rosa de Caparica era masculino, e pertencia à Ordem dos Eremitas de São Paulo, Primeiro Eremita. Teve origem em eremitério fundado possivelmente ainda no séc. XIV ou nos primeiros anos da centúria seguinte, no lugar dito da Barriga, no termo de Almada, referido também, noutros documentos do séc. XV, por Cela Nova. Conforme testemunho do regedor da casa em 1445, o lugar, habitado desde a sua fundação por pobres eremitas, fora reformado por Mendo Seabra (1442?), com a ajuda dos reis D. João I e D. Duarte e do Infante D. João, mestre de Santiago. Sujeitando-o então à Serra de Ossa, nomeou o clérigo João Eanes como regedor deste eremitério e dos de Alferrara e Mendoliva, e nele colocou outros pobres. Em 1458, pela bula "Speciali gratia", Pio II concedia-lhes a isenção do pagamento da dízima sobre os frutos das herdades da provença. Em 1466, consta da lista das casas sujeitas à Serra de Ossa. A partir do primeiro quartel do séc. XVI, a casa já surge referida como de Santa Maria da Rosa. A este cenóbio seriam anexados, em 1645, os bens do extinto mosteiro da Junqueira. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Primeiro outorgante e seguinte: Manuel José da Silva e Maria Rosa de Almeida. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.