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RESENDE, Pedro Miguel Rebelo
ABRANTES, Pedro André Lameiro
FARIA, Pedro Miguel Vitorino
O Mosteiro de São Pedro de Pedroso era masculino, e pertencia à Ordem de São Bento. No início do século XI, provavelmente, foi fundado (a primeira menção documentada, data de 1406), por Ederonio Alvites, segundo as observâncias monásticas peninsulares. Terá resistido à adopção da Regra de São Bento e das observâncias de Cluny, acabou por aceitá-las cerca 1115-1120. Em 1547, o mosteiro tinha um terço do padroado da igreja de Milheiros de Poiares, no termo de Vila da Feira. Desde o princípio do século XV até 1560, foi governado por abades comendatários, sendo o último, o cardeal D. Henrique, que anexou as rendas do mosteiro ao Colégio de Jesus de Coimbra. A comunidade beneditina manteve-se até à morte do último monge, ocorrida em vida de frei Leão de São Tomás, segundo testemunho do próprio. Até 1773, o Colégio de Jesus de Coimbra manteve religiosos no mosteiro encarregados da administração das rendas e do serviço paroquial até à sua extinção nesse ano. Os bens foram entregues à Fazenda da Universidade de Coimbra.
A Igreja colegiada de São Pedro de Penaferrim pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa, e sucessivamente, à diocese, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Fundada pelo frei Vasques Monteiro, começou a ser edificada com D. João I e ficou concluída no reinado de D. Manuel. Inicialmente tinha a invocação de Nossa Senhora da Vitória, mas com a peste passou a chamar-se da Saúde, por ter servido de abrigo a muita gente. Posteriormente tomou o nome de Penaferrim. Pertenciam a esta freguesia as quintas do Ramalhão, da Vigia, dos Condes de Sabrosa, de Santa Teresa e o extinto Convento de Nossa Senhora da Saúde. Em 1781, foi visitada por António Rodrigues Bicho, ratificador de testemunhas no Tribunal do Santo Ofício e visitador ordinário das vigararias da vara de Arruda, Sintra, Cascais e parte do termo da cidade de Lisboa. Em 1848, a Colegiada foi extinta, pela Lei de 16 de Junho, mandada executar por Provisão do cardeal patriarca, de 17 de Setembro do mesmo ano, e pela Lei de 27 de Dezembro de 1849.
Certidão Negativa. (D.Maria I, Lv.28, fl.40). Filiação: Pedro Loné.
Certidão Negativa. (D.João VI, Lv.9, fl.253v). Filiação: Pedro Folque.
Alvará. Tença de 30$000 rs. Filiação: Pedro Fernandes.
Provisão. Escuso de Praça de Soldado. Filiação: Pedro João.
Alvará. Capela de S. Pedro Gonçalves em Oeiras.
Carta. Escrivão das Sisas de Loulé. Filiação: Pedro Castelo Branco.
Alvará. Foro de Fidalgo da Casa. Filiação: Vicente Pedro Pedrossen.
Carta. Capitania do Grão Pará. Filiação: Pedro Gonçalves do Vale.
Outras formas do nome: Pedro Gomes Quintal Júnior
A Confraria de São Pedro de Miragaia foi erecta na Igreja de Miragaia do Porto.
Em 1485, o inquisidor Pedro de Arbués (da Espanha) foi assassinado, e proclamado mártir.
Alvará. Capela de Pedro Barriga.
Referência ao falecimento de Manuel Pedro, no dia 30 de Agosto de 1826.
Carta de Padrão. 20$000 rs de tença. Filiação: Pedro de Bastos.
Alvará. Capela de S. Pedro Gonçalves em Stª Maria de Oeiras.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro de Sobral da Adiça.
Carta. Capitania do Forte dos Reis Magos, pelo tempo de 3 anos. Filiação: Pedro Miguéis.
Notas biográficas sobre Pedro Nunes, natural de Alcácer do Sal. Contém referências datadas do século XVI.
Alvará. Renúncia de Ofício em seu filho Pedro Afonso. Filiação: Martinho de Alvorado.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro do Sobral da Adiça.
Carta. Pároco da Igreja de S. Pedro do Sobral da Adiça.
Inventariado: Pedro Gonçalves; Inventariante: Pedro Afonso Alvares.
Túmulo de D. Pedro em Alcobaça.
Retrato de Pedro Miguel Frade (1960-1991), Lisboa.
Licenciatura em Engenharia Mecânica
Licenciatura em Engenharia Mecânica
Licenciatura em Engenharia Mecânica
Licenciatura em Engenharia Mecânica
Certidão Negativa. Filiação: Pedro José Nunes.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Simões Mendes.
Certidão Negativa. Filiação: Luís Pedro Coutinho Barriga.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Fernandes da Gama.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Gomes Ferreira.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro João de Vasconcelos.
Certidão Negativa. Filiação: António Pedro Buis.
Certidão Negativa. Filiação: Pedro Cristóvão Couto Barriga.
Carta de Padrão. Filiação: Nicolau Pedro.
Alvará. Fidalgo Cavaleiro. Filiação: Pedro Barbosa Leal.
Alvará. Escudeiro Fidalgo. Filiação: Pedro Dias.
Alvará. Passavante de Cochim. Filiação: Pedro Dias.
Alvará. Moço Fidalgo. Filiação: Pedro de Alvarado.
Alvará. Acrescentamento moradia. Filiação: Pedro Dias.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Pedro Gomes.
Provisão. Propriedade de Ofício. Filiação: Pedro Dias.
Alvará. Cavaleiro Fidalgo. Filiação: Pedro Rodrigues.
Carta. Comenda de S. Pedro Merlim.
Comenda de S. Pedro de Babé Carta.
Outras formas do nome: José Pedro
Outras formas do nome: Pedro Tirado Navarro
Outras formas do nome: Pedro Manuel Marques
Outras formas do nome: Albela, Pedro Obregan
Outras formas do nome: António Pedro
O Mosteiro de São Pedro de Cete era masculino, e pertencia à Ordem de São Bento. Antes de 924, foi fundado no julgado de Aguiar de Sousa. Pertencia ao bispado do Porto. No fim do século XI, foi restaurado por Gonçalo Oveques, talvez por ocasião da introdução da Regra de São Bento e dos costumes cluniacenses. Entre 1121 e 1128, teve carta de couto concedida por D. Teresa. Entre o princípio do século XVI e 1551, foi governado por abades comendatários, sendo o último, frei Luís de Montoia, eremita de Santo Agostinho. Este obteve do papa a união do mosteiro com as suas rendas ao colégio da Graça de Coimbra, da mesma Ordem. Em 1551, foi anexado ao colégio de Nossa Senhora da Graça, de Coimbra, da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, por D. João III, o qual fora fundado em 1543. Em 1613, os Eremitas de Santo Agostinho tomaram posse dele, quando morreu o último monge beneditino. Em Cete, ficaram apenas dois frades desta ordem encarregados da administração do domínio e da cura paroquial até 1834. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Outras formas do nome: Pedro José, Pedro Pires de Barros
Certidão Negativa. Não consta que se tenha feito alguma mercê do foro de Moço da Real Câmara. Filiação: Pedro Viçoso.
Carta de Padrão. Tença de 38$000 rs para seu filho Manuel Lopes Ferreira. Filiação: Pedro João.
Carta. Escrivão das Sisas da vila de D. Chança, que vagou por falecimento de seu pai. Filiação: Pedro Dias.
Recorte do semanário "O Alcacerense", datado de 1888, traçando breves notas biográficas sobre Pedro Nunes, natural de Alcácer do Sal.
Carta. Escrivão do Judicial e Notas da vila de Albufeira, por renúncia de Pedro Monteiro de Almeida.
Reprodução de um retrato litografado a representar Dom Pedro de Alcântara (1798-1834), 16.º duque de Bragança e outrora imperador Dom Pedro I do Brasil e rei Dom Pedro IV de Portugal. A legenda esclarece também que o original foi desenhado em Paris, em 1832 (ou seja, no ano em que o retratado assumiu a regência de Portugal).