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Recibos do pagamento das prestações relativas à contribuição predial e adicionais que pertenceram ao rendimento colectável dos prédios que a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau possui no bairro de Alfama e na rua de S. Pedro Mártir, n.º 26 a 34, para a côngrua do Pároco da freguesia de S. Lourenço.
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Entrevistado: Pedro Gonçalves (ex-capitão miliciano). • Áreas geográficas e topónimos: Cabo Verde • Assuntos: Descolonização.
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D. Pedro, terceiro filho dos marqueses de Santa Iria foi, pelo casamento, 6.º conde de Óbidos e do Sabugal e 7.º conde de Palma. Foi meirinho-mor do reino e capitão de fragata. Nasceu em 1808 e faleceu em 1859. Um dos correspondentes de D. Pedro foi sua cunhada, D. Leonor Juliana Luísa Mascarenhas, primeira filha dos sextos marqueses da Fronteira, que foi casada com Vicente de Sousa Coutinho Monteiro Paim, 4.º conde de Alva, irmão do referido conde. A dita D. Leonor nasceu em 1804 e faleceu em 1841.
Intervenientes: Pedro Gonçalves (ex-alferes miliciano), Manuel de Lucena (ex-alferes miliciano). • Áreas geográficas e topónimos: Cabo Verde • Assuntos: Descolonização.
O Mosteiro de São Pedro de Folques era masculino, situava-se no termo de Arganil, e depois em Folques, pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho, tendo estado sujeito à jurisdição do bispo de Coimbra até ser unido à Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Foi designado por Mosteiro de Arganil (1187), por Mosteiro de São Pedro de Arganil (1199, 1212, 1290), por Mosteiro de Folques (1473, 1543), por Mosteiro de São Pedro de Folques (1421, 1565). Existem referências ao Mosteiro de São Pedro de Arganil desde 1086, data do testamento de Vermudo Pelágio e de Elvira Draíz, sua mulher, que deixaram ao prior de Arganil, D. Goldrofe, e aos seus clérigos religiosos, umas herdades no lugar de Folques. A existência da igreja está documentada para 1155. Entre 1160 e 1164, tornou-se crúzio. Cerca de 1190, o Mosteiro foi transferido para a mata de Folques mas a designação de São Pedro de Arganil permaneceu pelo menos até ao séc. XIV. O padroado da igreja de São João da Covilhã foi doado ao Mosteiro por João Mendes, seu fundador. O número de forais concedidos pelo Mosteiro a pequenas povoações dos arredores, manifesta o dinamismo e a influência que teve no povoamento, desbravamento e cultivo das terras da região. No Catálogo das igrejas, comendas e mosteiros do Reino de 1320-21, surge taxado em 400 libras. Data de 1374, a sentença dada a favor do Mosteiro sobre a jurisdição cível nas aldeias de Faia e de Álvares e no couto de Silvares. Em 1415, entrou no regime de comendas e D. Afonso V retirou-lhe o condado de Arganil para o doar a João Galvão, escrivão da puridade. Em 1497, em Évora, a 16 de Abril, D. Manuel confirmou-lhe as honras, privilégios, liberdades, graças e mercês outorgadas pelos seus antecessores, e de que o Mosteiro gozou até à morte de D. João II O Mosteiro apresentava o prior da igreja de Arega. A confraria do Santíssimo Sacramento foi instituída no Mosteiro pelo bispo de Coimbra, Conde de Arganil, por autoridade concedida à sua Sé, pela bula do papa Paulo III, dada em Roma a 11 de Maio de 1540. Esta concedia as mesmas graças e indulgências em qualquer igreja onde fosse instituída a confraria do Santíssimo Sacramento e aos seus confrades, ficando o Convento e os fregueses com o dever de terem o Santo Sacramento em sacrário seguro e em veneração contínua. Em 1580 era comendatário do Mosteiro, Luís Carneiro, capitão e governador da Ilha do Príncipe. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estevão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. Em 1595, com a autorização do papa Clemente VIII, a instâncias do prior geral e cónegos regulares da Congregação de Santa Cruz, foi unido, anexado e incorporado perpetuamente ao Colégio da Sapiência de Santo Agostinho, para sustento dos seus colegiais, em virtude de estar situado em lugar remoto e pouco povoado, com três ou quatro religiosos "sem observância regular", enquanto que ao Colégio não lhe estavam assinadas rendas próprias. As obras na igreja, campanário, torre e claustro foram realizadas nos séculos XV e XVI. Foi abrangido pelo primeiro e segundo Contratos estabelecidos entre a Congregação de Santa Cruz de Coimbra e os reis D. Sebastião e D. Felipe, respectivamente, em 15 de Janeiro de 1578 e em 25 de Janeiro de 1582. Em 1610 o mosteiro de Folques já estava unido ao Colégio de Santo Agostinho da Congregação de Santa Cruz de Coimbra. As visitações eram feitas pelos representantes do bispo e do cabido sede vacante. O cura da igreja, removível "ad nutum", era apresentado pelo reitor e religiosos do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, e confirmado pelo ordinário do bispado.
(Almada) Trata da organização das comemorações do quarto aniversário da inauguração do Santuário.
Citação para libelo na pessoa de António Correia como fiador de Luís Pedro de Sousa, pelo aluguer de uma casa na rua de S. Pedro Mártir.
O Mosteiro de São Pedro de Pedroso era masculino, e pertencia à Ordem de São Bento. No início do século XI, provavelmente, foi fundado (a primeira menção documentada, data de 1406), por Ederonio Alvites, segundo as observâncias monásticas peninsulares. Terá resistido à adopção da Regra de São Bento e das observâncias de Cluny, acabou por aceitá-las cerca 1115-1120. Em 1547, o mosteiro tinha um terço do padroado da igreja de Milheiros de Poiares, no termo de Vila da Feira. Desde o princípio do século XV até 1560, foi governado por abades comendatários, sendo o último, o cardeal D. Henrique, que anexou as rendas do mosteiro ao Colégio de Jesus de Coimbra. A comunidade beneditina manteve-se até à morte do último monge, ocorrida em vida de frei Leão de São Tomás, segundo testemunho do próprio. Até 1773, o Colégio de Jesus de Coimbra manteve religiosos no mosteiro encarregados da administração das rendas e do serviço paroquial até à sua extinção nesse ano. Os bens foram entregues à Fazenda da Universidade de Coimbra.
Documentação relativa à administração dos bens de José e Pedro Martins da Luz, devedores da Irmandade dos Clérigos do Porto. A Junta de Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, principal credor da dívida do negociante José Martins da Luz, era responsável pelo plano de administração dos bens do mesmo, confirmado em carta régia de 1795-08-31. Após falecimento de José Martins da Luz e de seu filho Pedro Martins da Luz, o irmão deste último - Rodrigo Martins da Luz - concebeu um novo plano de administração dos bens e procedeu a um requerimento régio para que este substituísse o plano apresentado e aprovado pela Junta de Administração da Companhia Geral da Agricultura. Este maço contém cartas de Rodrigo Martins da Luz ao Presidente e Mesários da Irmandade dos Clérigos do Porto a apresentar o referido plano e a requerer a sua aprovação. Para além desta correspondência, encontram-se igualmente duas cartas régias impressas (a carta régia de 1795-08-31 e uma posterior de 1815-09-15), assim como o «Projecto Para o Plano, que se pertende substituir ao que a Illustrissima Junta da Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro propoz em 6 de Agosto de 1792, para a administração das Casas de José Martins da Luz, e de seu filho Pedro Martins da Luz, e que foi confirmado por Carta Regia de 31 de Agosto de 1795».
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Pedro Pereira Viana Duarte.
Transcrição de carta de Pedro dos Santos Soares, membro do Comité Central do Partido Comunista Português (identificado em PT/FAV/CDAV/E/02/001), para a Comissão Promotora da homenagem a Abel Varzim, a realizar em Cristelo, a 25 de agosto de 1974, aceitando o convite endereçado pela referida Comissão para a participação na homenagem.
Exemplares de orações fúnebres das exéquias celebradas na Igreja de São Nicolau por alma do Duque de Bragança em 14 de dezembro de 1834, D. Pedro V em 30 de janeiro de 1862 e António Maria Pereira Carilho em 19 de dezembro de 1903.
Alvará. Moço da Câmara. Filiação: Pedro Gomes.
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Pedro Luís.
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A Igreja colegiada de São Pedro de Penaferrim pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa, e sucessivamente, à diocese, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Fundada pelo frei Vasques Monteiro, começou a ser edificada com D. João I e ficou concluída no reinado de D. Manuel. Inicialmente tinha a invocação de Nossa Senhora da Vitória, mas com a peste passou a chamar-se da Saúde, por ter servido de abrigo a muita gente. Posteriormente tomou o nome de Penaferrim. Pertenciam a esta freguesia as quintas do Ramalhão, da Vigia, dos Condes de Sabrosa, de Santa Teresa e o extinto Convento de Nossa Senhora da Saúde. Em 1781, foi visitada por António Rodrigues Bicho, ratificador de testemunhas no Tribunal do Santo Ofício e visitador ordinário das vigararias da vara de Arruda, Sintra, Cascais e parte do termo da cidade de Lisboa. Em 1848, a Colegiada foi extinta, pela Lei de 16 de Junho, mandada executar por Provisão do cardeal patriarca, de 17 de Setembro do mesmo ano, e pela Lei de 27 de Dezembro de 1849.
Testamento de Pedro Aires.
Testamento de Pedro Marques.
Carta de Padrão. Tença de 50$000 rs para seu sobrinho Pedro Carvalho. Filiação: Pedro Carvalho.
Carta de Padrão. Tença de 30$000 rs para seu sobrinho Pedro Carvalho. Filiação: Pedro Carvalho.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Daniel Pedro da Silva Coelho.
Primeiro outorgante: Daniel Pedro da Silva Coelho. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Pedro António de Almeida e Costa. .
Primeiro outorgante: Pedro João Alves Carneiro Marques. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
A Confraria de São Pedro de Miragaia foi erecta na Igreja de Miragaia do Porto. Localização / Freguesia: Miragaia (Porto, Porto)
(Funchal) Condolências pela morte de José António [?]. Timbre: "Arquivo Distrital do Funchal. Palácio de S. Pedro".
(Funchal) Condolências pela morte de José António [?]. Timbre: "Arquivo Distrital do Funchal. Palácio de São Pedro".
(São Pedro de Moel) Consideração acerca da sua transferência para Coimbra.
(São Pedro de Sintra) Informa que está a procurar ser apresentado a José de Azeredo Perdigão.
(São Pedro de Sintra) Felicitação pela nomeação para o cargo de reitor da Universidade de Coimbra.
(São Pedro de Moel) Agradecimento pela oferta de trabalhos acerca da universidade.
(São Pedro de Sintra) Considerações acerca da organização de uma sessão.
(São Pedro do Estoril) Pedido de intervenção para ser nomeado para o S.N.E..
(São Pedro do Estoril) Agradecimento por tudo quanto Guilherme Braga da Cruz tem feito por si.
(São Pedro de Sintra) Felicitações pelo doutoramento "honoris-causa" pela Universidade de Navarra.
(São Pedro do Sul) Manifestação de tristeza por ter saído do Tribunal do Trabalho.
(São Paulo) Pedido de esclarecimento acerca de questões relacionadas com Pedro Álvares Cabral.
(São Pedro do Sul) Pedido de intervenção para ser nomeado notário em Espinho.
(São Pedro do Sul) Agradecimento pela intervenção na sua transferência para o Porto.
Mandado de despejo a Francisco Xavier da Silveira morador na rua de S. Pedro Mártir.
Citação de despejo da casa da rua de S. Pedro Mártir a José Correia.
Citação para despejo a Bernardino Custódio, inquilino das casas da rua de S. Pedro Mártir.
Sete provas tipográficas; um rascunho. Poema dedicado a António Marques e a Pedro Gomes dos Santos.