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O fundo foi depositado pelo Dr. Manuel Alexandre Portela de Melo e Alvim, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC
O fundo foi transferido para o arquivo da Câmara Municipal de Cascais por intermédio de D. António de Castelo Branco, que o recolheu na Igreja dos Navegantes, eventualmente aquando das obras promovidas entre 1937 e 1942 na Igreja dos Navegantes
A Colegiada de São Pedro de Coimbra pertenceu ao bispado de Coimbra.
Documento
Desconhece-se a história da família de José Pedro Barosa.
A Igreja Colegiada de São Pedro de Alfama de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Outras formas do nome: Pedro Flamengo Idade: 5 anos Crime/Acusação: luteranismo Naturalidade: flamengo, Quimsbiul Morada: Lisboa Pai: Henrique, mercador Mãe: Bárbara Estado civil: solteiro Não contém sentença.
PEDRO, Pedro da Silva Brandão
O Mosteiro de São Pedro de Roriz era masculino, situava-se na povoação e freguesia de São Pedro, concelho de São Tomé de Negrelos, e pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho. Foi fundado na segunda metade do século XI, por D. Toure Sarnão, mencionado no "Livro Velho de Linhagens". Desde 1090 que a existência e actividade do Mosteiro estão documentadas. O Censual do Cabido do Porto refere-o no ano de 1096. Pelo breve "Officii Mei"do papa Calisto II, sobre os limites das dioceses do Porto e de Braga, o Mosteiro de Roriz estava sujeito ao bispo do Porto. Em 1173, D. Afonso Henriques doou-o aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho. As propriedades do seu couto encontram-se referidas nas Inquirições régias de 1220 e 1258. No Catálogo das igrejas, comendas e mosteiros do reino de 1320, São Pedro de Roriz foi avaliado em 600 libras, o valor mais elevado de todos os mosteiros e igrejas da Terra de Negrelos. Em 1492, D. João II entregou-o a um comendatário. D. Luís de Almeida foi prior do Mosteiro de São Pedro de Roriz e do Mosteiro de São Miguel de Vilarinho. Em 1528, o registo da visitação feita em nome de D. Diogo de Sousa, arcebispo de Braga, refere o estado de decadência material e disciplinar apresentado pelo Mosteiro. Estando diversos mosteiros da Ordem de São Bento, da Ordem de Cister, e da Ordem de Santo Agostinho quase sem religiosos e situados em lugares ermos e distantes dos centros mais populosos e com pequenos rendimentos, e havendo muitas casas das ordens de São Domingos, de Eremitas de Santo Agostinho, de Carmelitas, da Companhia de Jesus, de São Jerónimo e de outras, com excesso de religiosos e vocacionadas para as missões, nomeadamente, na Guiné, Índia e Brasil, [e para a formação e o ensino], Pio V incumbiu o cardeal D. Henrique, seu Legado de Latere e da Sé Apostólica, o arcebispo de Braga e o bispo de Leiria de avaliarem a situação de cada um dos mosteiros destas Ordens, para se identificarem os mais aptos para a observância regular. As casas, ainda que já unidas às Congregações de São Bento, de Cister e de Santo Agostinho, que devessem ser dadas às outras Ordens, quando vagassem, cessassem as comendas ou as administrações dos que as possuíam, receberiam a anulação das respectivas uniões, a supressão e extinção das ordens a que tinham pertencido. Ao cardeal concedeu a faculdade e a autoridade de as unir e aplicar aos mosteiros, casa ou colégio das ordens de São Domingos, da Companhia de Jesus, de Eremitas de Santo Agostinho, de Carmelitas e de São Jerónimo, que lhe parecesse mais conveniente. Em 1573, por breve de Gregório XIII, foi encerrado, a comunidade religiosa foi extinta, e a igreja passou a paroquial. A igreja de Santiago de Carvalhosa estava anexa "in perpetuum" a São Pedro de Roriz. O extinto mosteiro passou a depender do Colégio de São Paulo de Braga, da Companhia de Jesus.
Aforamento casais em S. Pedro
PEDRO, Pedro António Madureira de Pinho Lopes
Alvará. Escuso de Soldado. Filiação: Pedro Luís.
Alvará. Moço da Câmara. Filiação: Pedro Gomes.
Outras formas do nome: Pedro Narciso Lovegrow
Outras formas do nome: Pedro Rascão Carreiro
O Mosteiro de São Pedro de Folques era masculino, situava-se no termo de Arganil, e depois em Folques, pertencia aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho, tendo estado sujeito à jurisdição do bispo de Coimbra até ser unido à Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Foi designado por Mosteiro de Arganil (1187), por Mosteiro de São Pedro de Arganil (1199, 1212, 1290), por Mosteiro de Folques (1473, 1543), por Mosteiro de São Pedro de Folques (1421, 1565). Existem referências ao Mosteiro de São Pedro de Arganil desde 1086, data do testamento de Vermudo Pelágio e de Elvira Draíz, sua mulher, que deixaram ao prior de Arganil, D. Goldrofe, e aos seus clérigos religiosos, umas herdades no lugar de Folques. A existência da igreja está documentada para 1155. Entre 1160 e 1164, tornou-se crúzio. Cerca de 1190, o Mosteiro foi transferido para a mata de Folques mas a designação de São Pedro de Arganil permaneceu pelo menos até ao séc. XIV. O padroado da igreja de São João da Covilhã foi doado ao Mosteiro por João Mendes, seu fundador. O número de forais concedidos pelo Mosteiro a pequenas povoações dos arredores, manifesta o dinamismo e a influência que teve no povoamento, desbravamento e cultivo das terras da região. No Catálogo das igrejas, comendas e mosteiros do Reino de 1320-21, surge taxado em 400 libras. Data de 1374, a sentença dada a favor do Mosteiro sobre a jurisdição cível nas aldeias de Faia e de Álvares e no couto de Silvares. Em 1415, entrou no regime de comendas e D. Afonso V retirou-lhe o condado de Arganil para o doar a João Galvão, escrivão da puridade. Em 1497, em Évora, a 16 de Abril, D. Manuel confirmou-lhe as honras, privilégios, liberdades, graças e mercês outorgadas pelos seus antecessores, e de que o Mosteiro gozou até à morte de D. João II O Mosteiro apresentava o prior da igreja de Arega. A confraria do Santíssimo Sacramento foi instituída no Mosteiro pelo bispo de Coimbra, Conde de Arganil, por autoridade concedida à sua Sé, pela bula do papa Paulo III, dada em Roma a 11 de Maio de 1540. Esta concedia as mesmas graças e indulgências em qualquer igreja onde fosse instituída a confraria do Santíssimo Sacramento e aos seus confrades, ficando o Convento e os fregueses com o dever de terem o Santo Sacramento em sacrário seguro e em veneração contínua. Em 1580 era comendatário do Mosteiro, Luís Carneiro, capitão e governador da Ilha do Príncipe. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estevão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. Em 1595, com a autorização do papa Clemente VIII, a instâncias do prior geral e cónegos regulares da Congregação de Santa Cruz, foi unido, anexado e incorporado perpetuamente ao Colégio da Sapiência de Santo Agostinho, para sustento dos seus colegiais, em virtude de estar situado em lugar remoto e pouco povoado, com três ou quatro religiosos "sem observância regular", enquanto que ao Colégio não lhe estavam assinadas rendas próprias. As obras na igreja, campanário, torre e claustro foram realizadas nos séculos XV e XVI. Foi abrangido pelo primeiro e segundo Contratos estabelecidos entre a Congregação de Santa Cruz de Coimbra e os reis D. Sebastião e D. Felipe, respectivamente, em 15 de Janeiro de 1578 e em 25 de Janeiro de 1582. Em 1610 o mosteiro de Folques já estava unido ao Colégio de Santo Agostinho da Congregação de Santa Cruz de Coimbra. As visitações eram feitas pelos representantes do bispo e do cabido sede vacante. O cura da igreja, removível "ad nutum", era apresentado pelo reitor e religiosos do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, e confirmado pelo ordinário do bispado.
Carta de Padrão. Tença de 50$000 rs para seu sobrinho Pedro Carvalho. Filiação: Pedro Carvalho.
Carta de Padrão. Tença de 30$000 rs para seu sobrinho Pedro Carvalho. Filiação: Pedro Carvalho.
Testamento de Pedro Aires.
GONÇALVES, Américo Pedro Peixeiro
LEITÃO, José Pedro Rodrigues
NEVES, Carlos Pedro Carvalheiro
MADUREIRA, João Pedro Pereira
CASTRO, José Pedro Anunciação
BERARDINELLI, José Pedro Cleto
CARVALHO, João Pedro Almeida
FERREIRA, José Pedro Gonçalves
CAVALEIRO, João Pedro Coelho
GUIMARÃES, Luís Pedro Costa
MOREIRA, Luís Pedro Campelos
MOREIRA, Fernando Pedro Gaspar
PINTO, Fernando Pedro Ferreira
PEREIRA, Fernando Pedro Fernandes
AFONSO, Luís Pedro Fernandes
GRAÇA, António Pedro Gonçalves
SOBERANO, António Pedro Rego
MEIRELES, António Pedro Conde
MARQUES, António Pedro Alves
PEREIRA, António Pedro Alves
MOREIRA, Pedro Xavier Pereira
CARNEIRO, Simão Pedro Rodrigues
RIBEIRO, Simão Pedro Tavares