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A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
Negativo fotográfico em vidro reproduzindo dois retratos de uma jovem, lado a lado, na mesma chapa de vidro, denunciando reutilização do negativo (Ventura, 2003, p. 294). São, portanto, duas exposições em negativo fotográfico sobre vidro. A jovem é retratada em cenário pintado representando arquitecturas de gosto classicista envoltas em vegetação arbórea, complementado com varandim ricamente trabalhado e plantas, umas colocadas em vaso abaulado, decorado, e outras sobre amontoado de pedras, criado para o efeito. A jovem, ricamente vestida, de negro, com casaca de veludo acertuada e cingida ao corpo, saia de pregueados e arrepanhados, alternados em altura, e mantilha sobre a cabeça, envolta na zona do pescoço e colo, apoia a sua mão esquerda sobre o varandim e segura, com a direita, um leque timidamente aberto, o qual aparece também na imagem da direita, mas desenhado. As duas imagens são idênticas, variando apenas numa ligeira alteração de posicionamento do rosto, virando-se, na da direita, um pouco mais para o seu lado esquerdo e na existência do leque, conforme referido. Por comparação com retratos existentes neste espólio e outros, foi possível identificar a jovem retratada: trata-se de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo. Casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974). Nestes retratos, aparenta ter perto de 20 anos, o que nos permite avançar uma proposta de datação dos mesmos: década de 80' do século XIX. Estes retratos, foram feitos na mesma altura que os retratos sob a cota PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125, e pelo mesmo fotógrafo, conforme atesta o vestuário da retratada, que se repete, e o cenário, que é o mesmo em dois dos casos, só mudando alguns elementos adicionais. Tendo em conta a composição da imagem (e a utilização da mesma cadeira no retrato PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125), coloca-se a hipótese de serem fotografias de Carlos Relvas, por causa da estética e da arquitectura do estúdio parcialmente visível no espécime PT-AMM-AMR-FT-NG01-125.
Negativo fotográfico em vidro representando dois retratos de uma jovem, lado a lado, na mesma chapa de vidro, denunciando reutilização do negativo (Ventura, 2003, p. 294). São, portanto, duas exposições em negativo fotográfico sobre vidro. A jovem é retratada em cenário pintado representando arquitecturas de gosto classicista envoltas em vegetação arbórea, complementado com plantas armadas sobre amontoado de pedras, criados para o efeito. A jovem, ricamente vestida, de negro, com casaca de veludo acertuada e cingida ao corpo, saia de pregueados e arrepanhados, alternados em altura, e mantilha sobre a cabeça, envolta na zona do pescoço e colo, encontra-se sentada em cadeira, segurando, com a sua mão direita, uma sombrinha de sol. As duas imagens são idênticas, variando apenas numa ligeira alteração de posicionamento do rosto, e a exposição à luz (mais luminosidade na imagem da direita). Por comparação com retratos existentes neste espólio e outros, foi possível identificar a jovem retratada: trata-se de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo. Casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974). Nestes retratos, aparenta ter perto de 20 anos, o que nos permite avançar uma proposta de datação dos mesmos: década de 80' do século XIX. Estes retratos, foram feitos na mesma altura que os retratos sob a cota PT-AMM-AMR-FT-NG01-001 e 125, e pelo mesmo fotógrafo, conforme atesta o vestuário da retratada, que se repete, e o cenário, que é o mesmo em dois dos casos, para além do recurso ao aproveitamento do vidro para 2 negativos. Tendo em conta a composição da imagem (e a utilização da mesma cadeira no retrato PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125), coloca-se a hipótese de serem fotografias de Carlos Relvas, por causa da estética e da arquitectura do estúdio parcialmente visível no espécime PT-AMM-AMR-FT-NG01-125.
No ano de mil oitocentos e cinco, aos vinte e quatro dias do mês de abril [1805-04-24], compareceram na Vila e Couto da Ermida na morada de Francisco Gonçalves, de uma parte o comprador Domingos de Melo, e bem assim da outra parte irmã e cunhada Joana Nunes Vidal, viúva que ficou de José Nunes Mau, todos da Vila de Ílhavo, pelos quais foi apresentado um bilhete de distribuição de escritura, em que houvera uma de Compra que fez o sobre dito Domingos de Melo a Joana Nunes Vidal, de umas casas, sita na vila da Ermida que partia do norte e sul com o comprador, pelo preço e quantia de quarenta e oito mil reis, de que pagou de Siza nove mil reis que recebeu o depositário dos bens de raiz Alferes Francisco José de Pina, e por uns e outros foi aceite a escritura de Compra com todas as suas clausulas condições de aforamentos postas e declaradas e por todos outorgada bem como pelas testemunhas presentes, Manuel solteiro filho de Paulo Nunes Baroe e Paulo Francisco Bolha da Vila de Ílhavo
Contém o registo dos termos de juramento para os cargos municipais, nomeadamente administradores do Concelho e juízes, para professores primários, termos de fiança, termos de responsabilidade, termos de obrigação e arrendamento (por exemplo, da casa para servir a Câmara). Termo de encerramento: "Tem este livro noventa e cinco meias folhas que todas ficam rubricadas com o meu apelido de que uso = Melo = Azueira, 10 de janeiro de 1838. O vereador, Leandro de Melo da Silva Lobo
Dispensa Matrimonial de José Francisco de Melo, natural da freguesia de S. Pedro em Évora e Maria do Carmo, natural da matriz de Cabeção, termo de Mora. Filiação do nubente: filho de Francisco José e de Mariana Luísa Filiação da nubente: filha de Custódio Martins e de Margarida Bárbara Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Carta escrita em 1 de abril de 1755. Refere-se ao procedimento do embaixador espanhol, conde de Peralada, que não aceitara o lugar que lhe estava reservado na Ópera do Tejo, a ser proximamente inaugurada, por não ser conforme à sua dignidade. Afirma Sebastião José de Carvalho e Melo que este procedimento se devia, na realidade, à forma como seus criados haviam sido tratados pela justiça portuguesa depois do atentado que haviam cometido.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena e Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, tirado no exterior da casa, junto a uma janela. O homem encontra-se sentado em cadeira e a senhora em pé, ao seu lado direito. No verso, surge carimbo da casa fotográfica, contituído por uma coroa e as iniciais "C." e "I.", não identificada. Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1859 - ?), filho de Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa e de Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda, casou com Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Melo e Oriol Pena, filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo, em Santarém, no ano de 1886, vindo a fixar-se em Torres Novas, onde foi detentor de vasto património fundiário. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886 - 1974), licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1908, e que dedicou a vida à administração do património herdado de seus pais, em particular várias quintas com exploração agrícola significativa.
Contém alvarás de mercê para Gaspar Gonçalves de Ribafria (para poder trazer nas naus da armada cravo e pipas de vinho sem pagar direitos), cartas patentes e passaporte para o Conde de Penamacor, António de Saldanha de Albuquerque Castro. Outros intervenientes envolvidos na documentação: D. João de Castro, D. Álvaro de Castro, António de Saldanha Albuquerque, cavaleiro fidalgo da Casa Real, André de Albuquerque, Mariana José Francisca Vicência Pereira, Pedro de Saldanha Albuquerque Castro Ribafria, João Baptista Vaz Pereira, António de Saldanha Albuquerque Castro Ribafria, José de Saldanha Albuquerque Castro Ribafria, João de Saldanha Albuquerque Castro Ribafria, António de Castro e Saldanha Albuquerque Ribafria, Tomásia Joaquina Angélica, André de Saldanha de Albuquerque Castro Ribafria, João Maria Rafael de Saldanha Albuquerque Castro e Ribafria, D. Maria Inácia Braancamp de Melo. Contém várias certidões de diversos alvarás régios, do Registo Geral de Mercês, Ministério do Reino, Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros, passaportes passados pelo Governo Civil do Porto e Governo Civil de Lisboa. Tratam de diversas atribuições, entre elas moradias, títulos, cargos. Padrão atribuído a António de Saldanha de Albuquerque Castro e Ribafria com selo em chumbo pendente (mç. 3, doc. 101). Predominam os documentos de carácter pessoal. Referem também as propriedades Quinta da Penha Verde. Contém selos em papel e em lacre.
Alvará. Pensão anual de 31$666 rs a cada uma pelos serviços de seu faleido pai o Capitão António de Melos e Castro.
Dispensa Matrimonial de António Augusto de Melo da Silveira, natural da freguesia de Santiago de Montemor-o-Novo e Beatriz de Vasconcelos de Sousa Botelho, natural da freguesia de Albuquerque, termo de Cadaval. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Dispensa Matrimonial de António Augusto de Melo Lobo da Silveira, natural da freguesia de Nª SRª das Candeias da Ajuda, em Lisboa e Beatriz de Vasconcelos de Sousa Botelho, natural da freguesia de Santiago do Castelo de Montemor-o-Novo. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 24 de março de 1647. Joanne Mendes de Vasconcelos (16--1658), general e membro do Conselho de Guerra durante a Guerra da Restauração.
Contém o registo das contas de receita e despesa referente ao Concelho da Azueira entre 1842 e 1846. Termo de encerramento: "Tem este livro setenta e nove meias folhas que todas ficam por mim numeradas e rubricadas com o meu apelido de que uso = Sousa = Concelho de Azueira, 2 de abril de 1842. O presidente da Câmara, Luís Garcez de Sousa Melo Freire d'Alte
Contém a petição do guardião e religiosos do convento a D. Florência Leite Pereira de Melo e consequente autorização desta para a colocação da imagem de Nossa Senhora da Conceição da Coroa num nicho da capela dos Reis Magos, que pertencia à sua familia da Casa de Ramalde.
Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências, ... Filiação do contraente: filho de José Dutra de Melo e de Eugénia Rosa Filiação da contraente: filha de José Pereira e de Maria Felicia Tipologia e suporte: papel
Dispensa Matrimonial de João de Melo Mexia de Almeida Cardoso de Vale, natural da matriz de Arraiolos e Jerónima Coelho de Castro e Vasconcelos, natural da Sé de Évora. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Porquanto o rei lhe escrevera uma carta em que determinava para o Pentecostes, fazer cortes e nelas fazer jurar o príncipe seu filho pelos três estados, e que o próprio fosse ou mandasse procuração para se fazer o auto de juramento. Foi tabelião, Diogo Dias. Na margem superior do documento foi registado "De Diogo Moniz de que vem por procurador Francisco de Melo."
Relativo à transgressão cometida por Joaquim de Melo Pereira de Castro: construção de um atranco com pedra e terra no rego da Bouça do Rio ou Água da Pereira. Local: Rego da Bouça do Rio ou Águas da Pereira, freguesia de S. Paio de Antas, concelho de Esposende, distrito de Braga
O pai era natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora, e a mãe era natural da freguesia Matriz de Montemor-o-Novo. Neto paterno de Joaquim Manuel dos Santos, natural da freguesia de Nossa Senhora da Pena, termo da cidade de Lisboa, e de Ana Catarina de Faria Assa (ou Aça) e Melo, natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora. Neto materno de João Rodrigues Sameiro, natural da freguesia Matriz de Montemor-o-Novo, e de Teodora Vidigal, natural da freguesia de São Sebastião da Giesteira, termo de Évora. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e maternos. O processo não está concluso.
Dados genealógicos: pais: D. António José de Melo Homem e D. Mariana Joaquina de Mendonça. Pai é neto de D. Joana de Mendonça, filha de Pedro Guedes de Miranda Henriques e Maria Josefa de Mendonça e irmã de Luis Guedes de Miranda, último senhor de Murça e pai do réu do qual não se diz o nome e q mulher deste Luis Guedes de Miranda é D. Madalena Mascarenhas ou D. Madalena Vicência Mascarenhas, sendo o réu filho de uma ligação fora do casamentio destes. A casa do réu é constituída por vínculos.todos provenientes de Pedro Guedes de Miranda Henriques, exceto o de Murça em que o réu é excluído. Documento assinado por Sampaio.
Os pais eram naturais de Viana do Alentejo. Neto paterno de Francisco Joaquim de Faria Sousa e Melo e de Eusébia Inácia de Touro, naturais de Viana do Alentejo. Neto materno de João Cabral Godinho de Morais, natural de Viana do Alentejo, e de Teresa Bárbara Angélica da Cunha Maldonado Bandeira, natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos.
Contém uma Sentença Apostólica de legitimação para todas as ordens e benefícios, a favor de D. Jorge José de Melo, passada pelo Dr. Sebastião Monteiro David, protonotário apostólico, prior da Igreja de Santa Marinha da cidade de Lisboa, arcebispo eleito da cidade da Baia e desembargador da Relação Eclesiástica da cidade de Lisboa. Na mesma consta o traslado do Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, de dispensa do impedimento da ilegitimidade. Constam os autos de justificação de domicilio do habilitando. Por acordão da Relação Eclesiástica foi deliberado que possuia os requisitos para compatriota do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens, que fez o pai do habilitando, de uma quinta em Cacilhas no termo de Almada. O habilitando pediu para sub-rogar a Herdade de Vale de Correia, sita na freguesia de Nossa Senhora da Tourega, pela quinta que o pai lhe dotara no termo de Almada. Consta o traslado do processo de sub-rogação do património e as diligências de visita e avaliação do mesmo no termo de Almada, por requisitória do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. José Borges de Barros. Contém um Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, concedendo mercê a D. Jorge José de Melo para ser ordenado de ordens de subdiácono, diácono e presbítero (fl. 128). Consta a certidão de baptismo do pai do habilitando.
O pai era natural da freguesia de São Tiago da cidade de Évora e a mãe natural da freguesia de São Pedro da mesma cidade. Neto paterno de Joaquim José Vieira e de Francisca Inácia Nárcisa, naturais da cidade de Évora. Neto materno de Francisco José Guedes de Melo, escrivão da Câmara da cidade de Évora, natural da freguesia de São Mamede da mesma cidade, e de mãe incógnita. Constam os autos de justificação da fraternidade do pai do habilitando com o Padre Estêvão José Vieira; as certidões de baptismo do habilitando, dos pais e do avô materno; o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão da escritura de esponsais e dote que fizeram entre si o Dr. Joaquim José Vieira e D. Francisca Inácia Nárcisa com Francisco José Guedes de Melo para se efectuar o mesmo contrato entre João José Vieira e Maria Bárbara de Melo Guedes Correia (1804), a escritura de doação para património que fizeram os pais do habilitando, de uma morada de casas na cidade de Évora, sitas na Rua de Pedro Colaço, o edital do património afixado na freguesia da Sé de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo.
Assunto: Diligências e auto de perguntas para se professar, a favor de D. Maria Carolina de Melo Fragoso e com nome religioso de Maria Carolina da Conceição, filha de João Joaquim de Melo e de D. Ana Joaquina Fragoso, naturais de Montemor-o-Novo. Contém: Petição da Madre Abadessa do convento Soror Maria José do Carmo. Petição de D. Maria Carolina de Melo Fragoso, para que lhe seja passada uma certidão de batismo. Certidão de batismo passada por Joaquim António de Mira, Reitor na Paroquial Igreja Colegiada de Nosssa Senhora da Vila de Montemor-o-Novo. Termos das perguntas à Madre Abadessa do convento e à Mestra das noviças, pelo Dr. Provisor e Juiz destes autos, , Bispo de Bugia, do Arcebispado de Évora e o escrivão da Câmara Eclesiástica, o Padre Pedro Paulo de Vasconcelos. Termo das perguntas feitas à noviça, pelo Dr. Provisor e Juiz destes autos, Bispo de Bugia e o escrivão da Câmara Eclesiástica, o Pedro Paulo de Vasconcelos. Sentença final.
Escritura de juro de 5 por cento, sendo intervenientes Domingos de Melo [senhorio], desta vila de Ílhavo e Manuel Nunes de Castro [devedor], da quantia de 100 mil e [700] reis. O devedor obrigava-se a pagar os juros ao ano, que perfaz a quantia de 5 mil e 40 reis. Dava como segurança de pagamento um assento de casas e mais pertenças em que vivia, que por ser bem conhecida não se confronta. Apresentou ainda como seu fiador Paulo Francisco Bela desta vila, hipotecando o seu assento de casas onde vive, com suas pertenças, aido de parreiras e pomar, que por ser bem conhecida não se confronta. Foram testemunhas presentes Alexandre Nunes Gordo e António Simões Morgado desta vila.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 7 de junho de 1647. Deverá tratar-se de D. Jorge Manuel de Albuquerque, um dos fidalgos portugueses que seguiram o partido de Castela, durante o domínio espanhol. Estava em Madrid quando se deu em Lisboa a revolução do dia 1.º de Dezembro de 1640, que tornou independente o reino de Portugal; não quis reconhecer essa independência, e esse facto valeu-lhe o título de conde de Lavradio com que o rei de Espanha o agraciou, título que nunca foi reconhecido em Portugal.
Inclui dossier com recortes de jornais russos ("Isvestia", "Pravda", "Konsomolskaia Pravda", "Sovietskaia Rossia", "Moskovskaia Pravda", "Krasnaia Zvezda", "Trud, Industria Sovietica", "Vichernia Moskva", "Pravda" de Leninegrado, "Smena", "Sovietskaia Kultura", "Konomolska Pravda") e telegramas da Tass noticiando a visita de Ernesto Melo Antunes, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Inclui ainda a tradução para português dos discursos proferidos pelo Ministro Andrei Gromiko, no jantar oferecido na Embaixada de Portugal em Moscovo e pelo Vice-Presidente da Comissão Executiva do Soviete dos Deputados Trabalhadores de Leningrado.
Trata-se de um códice factício reunindo 84 documentos. Entre os correspondentes encontram-se: conde de Miranda (D Henrique de Sousa Tavares, 3.º conde de Miranda, 1.º marquês de Arronches; n. 17 Jan 1626 – m. 10 Abr 1706), Francisco de Melo de Torres, D. Fernando Teles de Faro, Rainha D. Catarina de Áustria (regente), etc. Alguns dos assuntos abordados são: relações diplomáticas entre a Inglaterra a Holanda principalmente, Companhia da Índia Ocidental, alianças por casamento. Tem a seguinte informação: "A folhas 3= deste está a cifra para se decifrarem as cartas até folhas 30= onde está outra para se decifrarem as que se seguem."
Indulto apostólico, a favor de D. Inês Antónia de Melo Távora Castro Chichorra, para entrar na clausura do convento a título de educanda. Contém: O termo da entrega do Indulto apostólico e justificação das premissas, entregues ao Provisor e Vigário Geral, Reverendo Dr. António Álvares Sousa e notário apostólico, beneficiado, Inácio Rodrigues Vieira. Comissão do Provisor e Vigário Geral, Reverendo Dr. António Álvares Sousa e notário apostólico, beneficiado, Inácio Rodrigues Vieira, para o vigário da vara de Montemor-o-Novo, a favor da suplicante. Sumário de testemunhas. Sentença final. Custas do processo.
No ano de mil oitocentos e cinco, aos vinte e nove dias do mês de abril [1805-04-29], compareceram na vila e Couto da Ermida no escritório do Tabelião, de uma parte o senhorio Domingues de Melo e bem assim da outra partia o devedor João Fernandes Borrelho e sua mulher Maria Nunes do lugar da Quinta termo da vila de Ílhavo, pelo quais foi apresentado um bilhete de distribuição de escritura de Juro que fez João Fernandes Borrelho e sua mulher a Domingues de Melo, da quantia de sessenta mil reis, à razão de Juro de cinco por cento ao ano, ficando assim os ditos devedores a pagar de Juro a quantia de tês mil reis por ano, e para segurança do pagamento da dita quantia hipotecaram, eles devedores, uma terra sita no limite de Ílhavo, que levaria de semeadura dezasseis alqueires, que partia do norte com António Fernandes Barros e de sul com Manuel da Graça e sua mulher do lugar da Chousa Velha e aqueles de Ílhavo, e por uns e outros foi aceite a escritura de Juro com todas as suas clausulas condições postas e declaradas e por todos outorgada bem como pelas testemunhas presentes testemunhas João dos Santos Jorge e António Gonçalves da silveira todos da Vila de Ílhavo.
Inventariado: Luísa Cândida de Melo Inventariante: Fernando Melo Local: Águeda
Inventariado: Maria de Melo Inventariante: Engrácia de Melo Local: Valongo
Inventariado: Maria Correia de Melo Inventariante: Manuel Ribeiro Correia Melo
Inventariado: Fernando de Melo Inventariante: Eduardo de Melo Local: Águeda
Inventariado: José Nunes Melo. Inventariante: José de Melo Local: Ilhavo
Lino de Jesus Melo / Albertina Melo. 2º ofício.
João José de Melo / Maria João do Patrocínio e Melo.
Abel Augusto de Melo / Lino de Jesus Melo
Inventariado(a)(s): Francisco de Melo; Inventariante(s): José Melo
Inventariado(a)(s): Maria Melo; Inventariante(s): Ana Melo
Inventariado(a)(s): Maria Melo; Inventariante(s): Manuel Melo
Inventariado(a)(s): Leonardo Melo; Inventariante(s): Maria Melo
Inventariado(a)(s): João Melo; Inventariante(s): Manuel Melo
Inventariado: António Ferreira Melo ; inventariante: Joaquim Ferreira Melo; freguesia: Barosa.
Inventariado: Agostinho Ferreira Melo ; inventariante: João Melo; freguesia: Azóia.
Ana Rita de Melo / Angelo José de Melo - Mutela.
Manuel de Melo Júnior / Ana Donatilde Vieira e Melo.
Francisco Luís de Melo / Ana Rosa de Melo - Mutela.
Mariana Augusta de Melo / Amélia Camila de Melo - Mutela
Simão António da Rocha e Melo / Bento José de Melo
Pais: João de Sousa Melo; Maria Rodrigues de Melo
Pais: José de Sousa Melo ; Maria Rodrigues de Melo
Requerimento que fez Cristovão Pereira de Melo, vigário da Igreja de Santa Marinha (Vila Nova de Gaia), ao Cabido da Sé do Porto para justificar as premissas do Breve que obteve com o intuito de emprazar um pedaço de terra pertencente à dita Igreja. Este processo é composto pelo requerimento (fl. 278), datado de 1715-10-23; e pela cópia das premissas do Breve (fl. 279), datada de 1709-08-31.
Dispensa Matrimonial de António Bandeira de Melo e Matilde Rosa de Oliveira, viúva que ficou de Caetano Teodoro Ferreira de Aguiar, naturais da freguesia de S. João Batista de Coruche. Filiação do nubente: filho de João de Sousa Freire Soares Galhardo e de Maria Isabel Teixeira Pinto Soares Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Dispensa Matrimonial de Augusto de Almeida Amaral, natural da freguesia de Santo Isidoro, termo de Melo, bispado da Guarda e Emília Augusta Salvada, natural da freguesia de Santo André de Estremoz. Filiação do nubente: filho de António do Amaral e de Maria Antónia Coelho Filiação da nubente: filha de Jerónimo de Brito da Fonseca e de Maria Madalena Salvada Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 12 de junho de 1647. Francisco Fiesco, capitão genovês, conde de Lavagna, comandou uma companhia de cavalos. Embora não estivesse originalmente integrada em nenhum regimento, a sua companhia é sempre incluída na cavalaria francesa nos documentos da época, pois os oficiais e soldados eram franceses. Francisco Fiesco foi capturado pelos espanhóis na batalha de Montijo, tendo passado alguns anos no cárcere.
Tem junto: - Recibo de António de Melo Lobo passado ao conde comendador-mor, relativo ao aforamento das Herdades de Caeiras, Catalão e Venda de Baixo das Silveiras, datado de 19 de abril de 1703; - Procuração do conde comendador-mor a seu criado, datada de 21 de junho de 1741; - Artigos de liquidação; - Carta de sentença requisitória, datada de 17 de junho de 1741; - Autos de posse datados de 1 de junho de 1741; - Petição, procurações e outros documentos.
Diligências e autos de perguntas, a favor D. Engrácia Teresa de Melo, com nome religioso Soror Engrácia Joaquina, filha de Luís da Costa Campos e de D. Rosa de Viterbo da Costa. Comissão do Provisor, Bispo de Hetalonia, Dom Vicente da Gama Leal e o escrivão da Câmara Eclesiástica, Padre Nicolau da Silveira. Comissão para o Vigário da Vara do Torrão, Reverendo Padre Gaspar do Couto Guerreiro e o escrivão de seu cargo, Padre João dos Santos Salgado. Sumários de testemunhas.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Vicente de Campos, no lugar de Lamalonga, Arcebispado de Braga, naturalidade do pai do habilitando e do avô paterno, Domingos Afonso Eira, no lugar de Pondres, freguesia de São Pedro Fins, naturalidade da avó paterna, Senhorinha Afonso, e na vila de Odemira, naturalidade da mãe e dos avós maternos, Lançarote Rodrigues Velho e Feliciana de Melo Coelho, e inquirições de "vita et morius que se fizeram na cidade de Évora por requisitória, secretas e comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor das justificações "de genere" do Arcebispade de Évora; certidões de baptismo do habilitando, da mãe, do avô materno e do casamento dos pais e dos avós maternos; e os documentos inerentes para ordens sacras (Breve de extra têmpora, do Núncio Apostólico Innocenzo Conti, para ordens sacras, mandados, comissões e secretas para se fazerem inquirições de “vita et moribus”, declarações em como não possuia impedimento para receber as ordens requeridas, declarações em como exercitara as mesmas, petições do habilitando para correr folha pelos escrivães do juízo da conservatória secular, da correição geral e do juízo eclesiástico, e os deferimentos para auferir as ordens). Não consta o processo de património.
João Teles de Melo, notário.
João Teles de Melo, notário.
João Teles de Melo, notário.
João Teles de Melo, notário.
João Ferreira de Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.
António Brandão Coelho Melo, tabelião.