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No ano de mil oitocentos e cinco, aos vinte e quatro dias do mês de abril [1805-04-24], compareceram na Vila e Couto da Ermida na morada de Francisco Gonçalves, de uma parte o comprador Domingos de Melo, e bem assim da outra parte irmã e cunhada Joana Nunes Vidal, viúva que ficou de José Nunes Mau, todos da Vila de Ílhavo, pelos quais foi apresentado um bilhete de distribuição de escritura, em que houvera uma de Compra que fez o sobre dito Domingos de Melo a Joana Nunes Vidal, de umas casas, sita na vila da Ermida que partia do norte e sul com o comprador, pelo preço e quantia de quarenta e oito mil reis, de que pagou de Siza nove mil reis que recebeu o depositário dos bens de raiz Alferes Francisco José de Pina, e por uns e outros foi aceite a escritura de Compra com todas as suas clausulas condições de aforamentos postas e declaradas e por todos outorgada bem como pelas testemunhas presentes, Manuel solteiro filho de Paulo Nunes Baroe e Paulo Francisco Bolha da Vila de Ílhavo
Livro numerado e rubricado com termo abertura e de encerramento da responsabilidade de Manuel Caetano de Noronha. Reaproveitado por José de Melo de Lacerda para este novo fim, como consta do novo termo de abertura. Capa: Livro dos registos das provisões e portaria; VI. Entre outros, encontra-se aqui registados: f. 1 - Certidão da entrega de 6 barricas com goma de Lubeque, livres de direitos, a Garrido e Piel para uso da sua fábrica de estamparia; f. 14 - Provisão de 7 de janeiro de 1804 da recondução de José Martins de Carvalho na ocupação de capataz da companhia do ferro na Alfândega Grande; f. 52 - Aviso de 12 de fevereiro de 1805 para serem entregues ao contínuo José Veríssimo Correia Morgadinho e este conduzir a esta mesa os livros que vieram de França para António de Castro; f. 73v - Provisão de 19 de junho de 1805 da mercê de sobrevivência do lugar de capataz da companhia da abertura na Alfândega Grande a André Silvério Rosa; f. 179v - Certidão da entrega de 10 barricas de capa rosa aos Irmãos Freires, livres de direitos, para consumo da sua fábrica de estamparia.
Alvará. Pensão anual de 31$666 rs a cada uma pelos serviços de seu faleido pai o Capitão António de Melos e Castro.
Dispensa Matrimonial de José Francisco de Melo, natural da freguesia de S. Pedro em Évora e Maria do Carmo, natural da matriz de Cabeção, termo de Mora. Filiação do nubente: filho de Francisco José e de Mariana Luísa Filiação da nubente: filha de Custódio Martins e de Margarida Bárbara Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Carta escrita em 1 de abril de 1755. Refere-se ao procedimento do embaixador espanhol, conde de Peralada, que não aceitara o lugar que lhe estava reservado na Ópera do Tejo, a ser proximamente inaugurada, por não ser conforme à sua dignidade. Afirma Sebastião José de Carvalho e Melo que este procedimento se devia, na realidade, à forma como seus criados haviam sido tratados pela justiça portuguesa depois do atentado que haviam cometido.
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena e Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, tirado no exterior da casa, junto a uma janela. O homem encontra-se sentado em cadeira e a senhora em pé, ao seu lado direito. No verso, surge carimbo da casa fotográfica, contituído por uma coroa e as iniciais "C." e "I.", não identificada. Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1859 - ?), filho de Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa e de Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda, casou com Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Melo e Oriol Pena, filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo, em Santarém, no ano de 1886, vindo a fixar-se em Torres Novas, onde foi detentor de vasto património fundiário. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886 - 1974), licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1908, e que dedicou a vida à administração do património herdado de seus pais, em particular várias quintas com exploração agrícola significativa.
O pai era natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora, e a mãe era natural da freguesia Matriz de Montemor-o-Novo. Neto paterno de Joaquim Manuel dos Santos, natural da freguesia de Nossa Senhora da Pena, termo da cidade de Lisboa, e de Ana Catarina de Faria Assa (ou Aça) e Melo, natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora. Neto materno de João Rodrigues Sameiro, natural da freguesia Matriz de Montemor-o-Novo, e de Teodora Vidigal, natural da freguesia de São Sebastião da Giesteira, termo de Évora. Constam: as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e maternos. O processo não está concluso.
Dados genealógicos: pais: D. António José de Melo Homem e D. Mariana Joaquina de Mendonça. Pai é neto de D. Joana de Mendonça, filha de Pedro Guedes de Miranda Henriques e Maria Josefa de Mendonça e irmã de Luis Guedes de Miranda, último senhor de Murça e pai do réu do qual não se diz o nome e q mulher deste Luis Guedes de Miranda é D. Madalena Mascarenhas ou D. Madalena Vicência Mascarenhas, sendo o réu filho de uma ligação fora do casamentio destes. A casa do réu é constituída por vínculos.todos provenientes de Pedro Guedes de Miranda Henriques, exceto o de Murça em que o réu é excluído. Documento assinado por Sampaio.
Contém uma Sentença Apostólica de legitimação para todas as ordens e benefícios, a favor de D. Jorge José de Melo, passada pelo Dr. Sebastião Monteiro David, protonotário apostólico, prior da Igreja de Santa Marinha da cidade de Lisboa, arcebispo eleito da cidade da Baia e desembargador da Relação Eclesiástica da cidade de Lisboa. Na mesma consta o traslado do Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, de dispensa do impedimento da ilegitimidade. Constam os autos de justificação de domicilio do habilitando. Por acordão da Relação Eclesiástica foi deliberado que possuia os requisitos para compatriota do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens, que fez o pai do habilitando, de uma quinta em Cacilhas no termo de Almada. O habilitando pediu para sub-rogar a Herdade de Vale de Correia, sita na freguesia de Nossa Senhora da Tourega, pela quinta que o pai lhe dotara no termo de Almada. Consta o traslado do processo de sub-rogação do património e as diligências de visita e avaliação do mesmo no termo de Almada, por requisitória do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. José Borges de Barros. Contém um Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, concedendo mercê a D. Jorge José de Melo para ser ordenado de ordens de subdiácono, diácono e presbítero (fl. 128). Consta a certidão de baptismo do pai do habilitando.
Traslado autêntico da escritura de paga e quitação que dá D. Apolónia Victória Leite de Melo autorizada por seu marido António Lopes da Silva, da cidade de Braga, a Francisco de Abreu Pereira Coutinho, da freguesia de Vitorino das Donas, concelho de Ponte de Lima. Contém recibos passados por António Lopes da Silva e Apolónia Vitória Leite de Melo a Francisco de Abreu Pereira Coutinho da quantia que este devia a D. Maria do Carmo mesquita e Silva, natural de Vila do Conde e residente em Braga, de quem ficou herdeira D. Apolónia Vitória Leite e Melo.
Escritura de juro de 5 por cento, sendo intervenientes Domingos de Melo [senhorio], desta vila de Ílhavo e Manuel Nunes de Castro [devedor], da quantia de 100 mil e [700] reis. O devedor obrigava-se a pagar os juros ao ano, que perfaz a quantia de 5 mil e 40 reis. Dava como segurança de pagamento um assento de casas e mais pertenças em que vivia, que por ser bem conhecida não se confronta. Apresentou ainda como seu fiador Paulo Francisco Bela desta vila, hipotecando o seu assento de casas onde vive, com suas pertenças, aido de parreiras e pomar, que por ser bem conhecida não se confronta. Foram testemunhas presentes Alexandre Nunes Gordo e António Simões Morgado desta vila.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
Os pais eram naturais de Viana do Alentejo. Neto paterno de Francisco Joaquim de Faria Sousa e Melo e de Eusébia Inácia de Touro, naturais de Viana do Alentejo. Neto materno de João Cabral Godinho de Morais, natural de Viana do Alentejo, e de Teresa Bárbara Angélica da Cunha Maldonado Bandeira, natural da freguesia de Santo Antão da cidade de Évora Constam as certidões de baptismo do habilitando, dos pais, dos avós paternos e dos avós maternos.
Contém o registo dos termos de juramento para os cargos municipais, nomeadamente administradores do Concelho e juízes, para professores primários, termos de fiança, termos de responsabilidade, termos de obrigação e arrendamento (por exemplo, da casa para servir a Câmara). Termo de encerramento: "Tem este livro noventa e cinco meias folhas que todas ficam rubricadas com o meu apelido de que uso = Melo = Azueira, 10 de janeiro de 1838. O vereador, Leandro de Melo da Silva Lobo
Assunto: Diligências e auto de perguntas para se professar, a favor de D. Maria Carolina de Melo Fragoso e com nome religioso de Maria Carolina da Conceição, filha de João Joaquim de Melo e de D. Ana Joaquina Fragoso, naturais de Montemor-o-Novo. Contém: Petição da Madre Abadessa do convento Soror Maria José do Carmo. Petição de D. Maria Carolina de Melo Fragoso, para que lhe seja passada uma certidão de batismo. Certidão de batismo passada por Joaquim António de Mira, Reitor na Paroquial Igreja Colegiada de Nosssa Senhora da Vila de Montemor-o-Novo. Termos das perguntas à Madre Abadessa do convento e à Mestra das noviças, pelo Dr. Provisor e Juiz destes autos, , Bispo de Bugia, do Arcebispado de Évora e o escrivão da Câmara Eclesiástica, o Padre Pedro Paulo de Vasconcelos. Termo das perguntas feitas à noviça, pelo Dr. Provisor e Juiz destes autos, Bispo de Bugia e o escrivão da Câmara Eclesiástica, o Pedro Paulo de Vasconcelos. Sentença final.
O pai era natural da freguesia de São Tiago da cidade de Évora e a mãe natural da freguesia de São Pedro da mesma cidade. Neto paterno de Joaquim José Vieira e de Francisca Inácia Nárcisa, naturais da cidade de Évora. Neto materno de Francisco José Guedes de Melo, escrivão da Câmara da cidade de Évora, natural da freguesia de São Mamede da mesma cidade, e de mãe incógnita. Constam os autos de justificação da fraternidade do pai do habilitando com o Padre Estêvão José Vieira; as certidões de baptismo do habilitando, dos pais e do avô materno; o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão da escritura de esponsais e dote que fizeram entre si o Dr. Joaquim José Vieira e D. Francisca Inácia Nárcisa com Francisco José Guedes de Melo para se efectuar o mesmo contrato entre João José Vieira e Maria Bárbara de Melo Guedes Correia (1804), a escritura de doação para património que fizeram os pais do habilitando, de uma morada de casas na cidade de Évora, sitas na Rua de Pedro Colaço, o edital do património afixado na freguesia da Sé de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo.
Joaquina de Melo / Alberto de Melo
Serafim de Melo / Alberto de Melo
José Mendes Melo / Cesarina Monteiro Melo.
Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências, ... Filiação do contraente: filho de José Dutra de Melo e de Eugénia Rosa Filiação da contraente: filha de José Pereira e de Maria Felicia Tipologia e suporte: papel
Dispensa Matrimonial de João de Melo Mexia de Almeida Cardoso de Vale, natural da matriz de Arraiolos e Jerónima Coelho de Castro e Vasconcelos, natural da Sé de Évora. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Dispensa Matrimonial de António Augusto de Melo da Silveira, natural da freguesia de Santiago de Montemor-o-Novo e Beatriz de Vasconcelos de Sousa Botelho, natural da freguesia de Albuquerque, termo de Cadaval. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Dispensa Matrimonial de António Augusto de Melo Lobo da Silveira, natural da freguesia de Nª SRª das Candeias da Ajuda, em Lisboa e Beatriz de Vasconcelos de Sousa Botelho, natural da freguesia de Santiago do Castelo de Montemor-o-Novo. Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências. Breve Apostólico.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 24 de março de 1647. Joanne Mendes de Vasconcelos (16--1658), general e membro do Conselho de Guerra durante a Guerra da Restauração.
Porquanto o rei lhe escrevera uma carta em que determinava para o Pentecostes, fazer cortes e nelas fazer jurar o príncipe seu filho pelos três estados, e que o próprio fosse ou mandasse procuração para se fazer o auto de juramento. Foi tabelião, Diogo Dias. Na margem superior do documento foi registado "De Diogo Moniz de que vem por procurador Francisco de Melo."
Relativo à transgressão cometida por Joaquim de Melo Pereira de Castro: construção de um atranco com pedra e terra no rego da Bouça do Rio ou Água da Pereira. Local: Rego da Bouça do Rio ou Águas da Pereira, freguesia de S. Paio de Antas, concelho de Esposende, distrito de Braga
Contém a petição do guardião e religiosos do convento a D. Florência Leite Pereira de Melo e consequente autorização desta para a colocação da imagem de Nossa Senhora da Conceição da Coroa num nicho da capela dos Reis Magos, que pertencia à sua familia da Casa de Ramalde.
Contém o registo das contas de receita e despesa referente ao Concelho da Azueira entre 1842 e 1846. Termo de encerramento: "Tem este livro setenta e nove meias folhas que todas ficam por mim numeradas e rubricadas com o meu apelido de que uso = Sousa = Concelho de Azueira, 2 de abril de 1842. O presidente da Câmara, Luís Garcez de Sousa Melo Freire d'Alte
Carta enviada por Maria Antónia de Lima Rego Machado C. de Meneses e Hermano José de Melo Breyner Cardoso de Meneses ao Major Frederico de Magalhães e Meneses Vilar e sua esposa a prestarem os sentidos pêsames. Morada: Rua do Quelhas, 21, Lisboa.
Carta enviada por Maria Xavier Barbosa da Costa, Joana Xavier Barbosa da Costa e Vasconcelos e por Francisco de Vasconcelos Sousa Castro e Melo a Inácia Malheiro Pereira de Castro Vilhena a prestarem os sentidos pêsames [pelo falecimento de Alexandre de Albuquerque de Moura Pegado]. Morada: Rua de S. Sebastião da Pedreira, 188, Lisboa.
Carta de D. Isabel Maria, Infanta Regente, pela qual nomeia António de Melo da Gama Araújo e Azevedo, para o cargo de vereador em vez de João Gomes de Abreu Lima Pinto e nomeia António José Vieira da Rocha para procurador, em vez de Bento Leão da Cunha, por terem escusado os respectivos cargos.
Inclui: - Lista dos indivíduos que em nome da cidade prestavam homenagem à memória de Fontes Pereira de Melo. [18--]; - Minuta da acta da sessão de 25 de fevereiro de 1887; - Ofício de Tomás de Carvalho declinando o convite para fazer parte da comissão, datado de Lisboa, 27 de fevereiro de 1887; - Ofício do conde de Tomar declarando contribuir para a subscrição mas declinando o convite para fazer parte da comissão, datado de Lisboa, 28 de fevereiro de 1887; - Ofício de José Pedro Colares Júnior declinando o convite para fazer parte da comissão, datado de Lisboa, 28 de fevereiro de 1887; - Minuta da acta da sessão plena da comissão central de [188-]; - Minuta da acta da sessão da comissão executiva de 1 de março de 1887; - Minuta da acta da sessão da comissão executiva de 2 de março de 1887; - Circular às pessoas de prestígio nos concelhos para a formação de comissões locais, datada de março de 1887; - Minuta da circular enviada aos jornais pedindo a abertura de subscrições. [188-]; - Circular à imprensa pedindo a abertura de subscrições nos jornais, datada de [188-]; - Minuta da circular dirigida aos jornais pedindo a publicação do convite, datada de 10 de junho de 1887; - Ofício de Joaquim do Rosário Ferreira, remetendo a importância de duzentos e setenta e dois mil réis com um ofício de Zeferino da Costa Guimarães e Manuel José Gomes, enviando a referida quantia, proveniente de uma subscrição aberta em Amparo, província de São Paulo, e a lista dos subscritores, datado do Porto, 27 de dezembro de 1887; - Ofício n.° 3690 do presidente da Câmara Municipal de Lisboa concedendo licença para que o monumento fosse colocado no Largo de Camões, mas lembrando a escolha de outros locais, datado de Paços do concelho, 29 de dezembro de 1887; - Minuta do ofício dirigido ao ministro da Guerra para que fizesse o convite aos comandantes e oficiais da guarnição de Lisboa para assistirem à cerimónia do lançamento da primeira pedra do monumento. [188-]; - Telegrama do príncipe D. Carlos dizendo não poder assistir ao lançamento da primeira pedra do monumento, datado de Vila Viçosa, 21 de janeiro de 1888; - Minuta do auto da cerimónia do lançamento da primeira pedra do monumento. [188-]; - Minuta do ofício remetendo à Câmara Municipal de Lisboa o auto da cerimónia do lançamento da primeira pedra do monumento, datada de 30 de janeiro de 1888; - Memórias descritivas dos seis projetos do monumento apresentados em concurso. [18--]; - Declaração de voto do vogal da subcomissão encarregada de examinar os projetos. [18--]; - Carta do autor do projecto n.° 6 declarando que a verba indicada no projeto abrangia o custo total do monumento, datada de 21 de maio de 1885; - Ofício n.° 2208 do presidente da Câmara Municipal de Lisboa comunicando haver grande demora ou até impossibilidade da construção da rotunda destinada ao monumento, propondo a escolha de outro local e enviando cópia da proposta referente ao assunto da sua comissão executiva, datado de Paços do concelho, 1 de Agosto de 1888; - Relação pela qual se faziam as convocações para as reuniões da comissão. [18--].
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 7 de junho de 1647. Deverá tratar-se de D. Jorge Manuel de Albuquerque, um dos fidalgos portugueses que seguiram o partido de Castela, durante o domínio espanhol. Estava em Madrid quando se deu em Lisboa a revolução do dia 1.º de Dezembro de 1640, que tornou independente o reino de Portugal; não quis reconhecer essa independência, e esse facto valeu-lhe o título de conde de Lavradio com que o rei de Espanha o agraciou, título que nunca foi reconhecido em Portugal.
Inclui dossier com recortes de jornais russos ("Isvestia", "Pravda", "Konsomolskaia Pravda", "Sovietskaia Rossia", "Moskovskaia Pravda", "Krasnaia Zvezda", "Trud, Industria Sovietica", "Vichernia Moskva", "Pravda" de Leninegrado, "Smena", "Sovietskaia Kultura", "Konomolska Pravda") e telegramas da Tass noticiando a visita de Ernesto Melo Antunes, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Inclui ainda a tradução para português dos discursos proferidos pelo Ministro Andrei Gromiko, no jantar oferecido na Embaixada de Portugal em Moscovo e pelo Vice-Presidente da Comissão Executiva do Soviete dos Deputados Trabalhadores de Leningrado.
Trata-se de um códice factício reunindo 84 documentos. Entre os correspondentes encontram-se: conde de Miranda (D Henrique de Sousa Tavares, 3.º conde de Miranda, 1.º marquês de Arronches; n. 17 Jan 1626 – m. 10 Abr 1706), Francisco de Melo de Torres, D. Fernando Teles de Faro, Rainha D. Catarina de Áustria (regente), etc. Alguns dos assuntos abordados são: relações diplomáticas entre a Inglaterra a Holanda principalmente, Companhia da Índia Ocidental, alianças por casamento. Tem a seguinte informação: "A folhas 3= deste está a cifra para se decifrarem as cartas até folhas 30= onde está outra para se decifrarem as que se seguem."
Indulto apostólico, a favor de D. Inês Antónia de Melo Távora Castro Chichorra, para entrar na clausura do convento a título de educanda. Contém: O termo da entrega do Indulto apostólico e justificação das premissas, entregues ao Provisor e Vigário Geral, Reverendo Dr. António Álvares Sousa e notário apostólico, beneficiado, Inácio Rodrigues Vieira. Comissão do Provisor e Vigário Geral, Reverendo Dr. António Álvares Sousa e notário apostólico, beneficiado, Inácio Rodrigues Vieira, para o vigário da vara de Montemor-o-Novo, a favor da suplicante. Sumário de testemunhas. Sentença final. Custas do processo.
Rol dos juramentos das testemunhas acerca da apreensão de uma carta, em visto dos quais ficaram culpados os quatro irmãos Coutinhos e José Pedro [de Melo]. Contém: Cópia da carta de Coutinho aos seus irmãos acerca da prisão de Manuel da costa Bandeira, Gaspar Malheiro e Nicolau Calheiros, entre outros, e recomendando cautela; Cópia da carta [de Coutinho] aos seus irmãos acerca da chegada da tropa em Ponte de Lima, do batalhão de Ponte levar presos para o Porto, da prisão de José Calheiros Bezerra de Araújo, da chegada de uma força Cartista e recomendando cautela.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Vicente de Campos, no lugar de Lamalonga, Arcebispado de Braga, naturalidade do pai do habilitando e do avô paterno, Domingos Afonso Eira, no lugar de Pondres, freguesia de São Pedro Fins, naturalidade da avó paterna, Senhorinha Afonso, e na vila de Odemira, naturalidade da mãe e dos avós maternos, Lançarote Rodrigues Velho e Feliciana de Melo Coelho, e inquirições de "vita et morius que se fizeram na cidade de Évora por requisitória, secretas e comissões de Frei Jerónimo de São José, provisor das justificações "de genere" do Arcebispade de Évora; certidões de baptismo do habilitando, da mãe, do avô materno e do casamento dos pais e dos avós maternos; e os documentos inerentes para ordens sacras (Breve de extra têmpora, do Núncio Apostólico Innocenzo Conti, para ordens sacras, mandados, comissões e secretas para se fazerem inquirições de “vita et moribus”, declarações em como não possuia impedimento para receber as ordens requeridas, declarações em como exercitara as mesmas, petições do habilitando para correr folha pelos escrivães do juízo da conservatória secular, da correição geral e do juízo eclesiástico, e os deferimentos para auferir as ordens). Não consta o processo de património.
Escritura de juro de 5 por cento, sendo intervenientes Domingos de Melo [senhorio] e João Francisco Morgado e sua mulher Maria Nunes [devedores] desta mesma vila, da quantia de 40 mil reis. Os devedores ficavam obrigados a pagar de juro anualmente a quantia de 2 mil reis. Os devedores davam como segurança de pagamento uma leira de terra lavradia sita na gândara do Domingos, que levava de semeadura alqueire e meio e que confrontava a norte com Paulo Nunes Alegrete e a sul com José Plácido, ambos do lugar da Chousa Velha. Mais uma leira de terra sita na [ilegível], que levava de semeadura alqueire e meio de pão, que confrontava a norte com Joaquim de Resende e a sul com João Guedes, mais uma [ilegível] de casas com seus pertences sitas no lugar da Carvalheira [ilegível] de Francisco Loureiro com suas parreiras [ilegível] que por bem conhecida não se confronta. Os devedores apresentaram ainda como seus fiadores António Simões Vagos e sua mulher Feliciana Nunes, desta vila. Os fiadores hipotecaram um assento de casas e mais pertences e vinha sita na Carvalheira, que confrontavam a norte com Tomé dos Santos [ilegível] e a sul com o assento [ilegível] devedores. Foram testemunhas presentes Francisco Gonçalves Capucho, desta vila, Manuel Nunes Baroet e Paulo Francisco Bolha, desta vila.
No ano de mil oitocentos e cinco, aos vinte e nove dias do mês de abril [1805-04-29], compareceram na vila e Couto da Ermida no escritório do Tabelião, de uma parte o senhorio Domingues de Melo e bem assim da outra partia o devedor João Fernandes Borrelho e sua mulher Maria Nunes do lugar da Quinta termo da vila de Ílhavo, pelo quais foi apresentado um bilhete de distribuição de escritura de Juro que fez João Fernandes Borrelho e sua mulher a Domingues de Melo, da quantia de sessenta mil reis, à razão de Juro de cinco por cento ao ano, ficando assim os ditos devedores a pagar de Juro a quantia de tês mil reis por ano, e para segurança do pagamento da dita quantia hipotecaram, eles devedores, uma terra sita no limite de Ílhavo, que levaria de semeadura dezasseis alqueires, que partia do norte com António Fernandes Barros e de sul com Manuel da Graça e sua mulher do lugar da Chousa Velha e aqueles de Ílhavo, e por uns e outros foi aceite a escritura de Juro com todas as suas clausulas condições postas e declaradas e por todos outorgada bem como pelas testemunhas presentes testemunhas João dos Santos Jorge e António Gonçalves da silveira todos da Vila de Ílhavo.
Clemente Sousa Melo, tabelião.
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
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António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
Constantino Melo Sarmento, tabelião
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