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António de Melo, notário
António de Melo, notário
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António de Melo, notário
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António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, tabelião
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
António de Melo, notário
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António de Melo, notário
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António de Melo, notário
Tabelião: Torpes de Melo
Tabelião: Torpes de Melo
Tabelião: Torpes de Melo
Tabelião: Torpes de Melo
Oliveira & Melo / João Marques-2ªsecção
Francisco da Silva Melo
Cristóvão Franco de Melo
Angêlo José de Melo
Inventariado(a)(s): Filipe Melo, Filipe de Melo; Inventariante(s): Carmelina Melo, Carmelina de Melo
Ministério Público / Manuel Melo
João de Melo, tabelião.
João de Melo, tabelião.
João de Melo, tabelião.
António de Melo, notário.
António de Melo, tabelião
António de Melo, notário
Clemente Sousa Melo, tabelião.
Melo, Serra da Estrela
Serra da Estrela - Melo
Breve apostólico, a favor de D. Mariana Josefa de Borbon, natural de Évora e moradora em Lisboa, filha de D. Pedro José de Melo Homem e de D. Maria Henrique de Borbon, casada com D. Miguel de Melo Aveiro, para entrar por período de cinco anos, em mosteiros e conventos do Arcebispado de Évora, acompanhada por quatro mulheres. Contém o breve. Termo de aceitão do breve e dos artigos justificativos das premissas, pelo Reverendo Provisor, Chanceler e Bispo de Tipassa, do Arcebispado de Évora, Dom Jerónimo de São José e o escrivão de seu cargo, o notário apostólico, Beneficiado Inácio Rodrigues Vieira. Sumários de testemunhas. Sentença final e custas do processo
Escritura de aforamento que fez à Confraria de Nossa Senhora da Graça João de Melo de uma vinha em Vilar por 250 réis em cada ano. Em 1829 paga o foro José Simões Borralho de Vilar. Em 1841 paga o foro Joana Borralho, sobrinha do anterior.
Dispensa Matrimonial de Francisco António Coelho e Carlota Amália da Silva Ramalho, viúva que ficou de Francisco Maria de Melo, naturais da matriz de Montemor-o-Novo. Filiação do nubente: filho de Leonardo Onofre Coelho e de Rita Custódia Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Filiação: João Cabral de Sousa Faria e Melo e de Inês José Fragoso Cabral Idade: 76 Profissão: Proprietário Estado Civil: Casado Naturalidade: Alcáçovas (Viana do Alentejo) Residência: Évora Testemunhas: Leopoldino Lemos e Joaquim Gonçalves Destino: Espanha (Sevilha) Motivo: Compra de cavalos na feira de Sevilha
Dispensa Matrimonial de Manuel Correia de Melo e Rosa Maria, natural da freguesia de Santa Maria da Alagoa, matriz de Portel. Filiação do nubente: filho de José Correia e de Gertrudes Angélica Filiação da nubente: filha de Jacinto dos Ramos e de Isabel Joaquina Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 26 de junho de 1647. Poderá tratar-se de D. Rodrigo Lobo da Silveira, 1º conde de Sarzedas, mais tarde vice-rei da Índia.
Bispado de Lamego e de Santa Maria de Vale das Romãs, VIseu, da Ordem de Cristo. Senhorio: administrador da casa de seu pai, D. António José de Melo Homem. Rendeiro: homem de negócios de Lisboa. Arrendamento feito, em Lisboa, por quatro anos, por 530.000 réis,12 arrobas de presuntos e 40 varas de pano de linho.
O autor era administrador da capela instituida por Maria dos Reis, cargo que pertencera a seu tio Gaspar Anacleto Correia da Cunha e Melo. A ação prende-se com a posse de uma quinta vinculada, sita em Chelas, tomada "mansa e pacificamente" pelo réu.
Instrumento de contrato de novo emprazamento em três vidas de moradas de casas na Rua da Lada, dízimas a Deus, que fez o Reverendo Bento Bártolo Ribeiro, abade da Igreja de Gandra, a João Moreira de Melo e mulher, Mariana dos Santos, de 12 de Maio de 1745.
Proposta do Cabido da Sé do Porto a respeito de um prazo em 3 vidas, na freguesia de Santo Ildefonso, que foi de Jerónimo Brandão e depois de Genoveva Martins e Afonso de Melo, sendo que este último reconheceu por senhorio o Bispo da mesma cidade, e respostas sobre este assunto a favor do Cabido que era o direto senhorio da propriedade.
Assunto: Breve Apostólico a favor de Madre Luísa Romana de Melo Freire, para ter uma criada. Contém: o Breve Apostólico A petição da madre para ter como criada Maria de São José, filha de manuel Rodrigues e de Ana Martins. Termo da aceitação do Breve pelo Provisor e Vigário Geral do Arcebispado de Évora, Dr. Manuel Álvares Cidade. Artigos justificativos das premissas entregues ao Dr. Manuel Álvares Cidade, Juiz apostólico dos autos. Comissão para o Vigário Geral de Beja e escrivão de seu cargo, fazerem as diligências necessárias a favor da impetrante. Sumários de testemunhas. Mandado apostólico para a Madre por a votos a entrada da criada e certidão da escrivã do convento sobre a conclusão da votação. Sentença final. Custas do processo.
Inventariada: Maria Barbosa de Melo, viúva de Pedro Barreto Saldanha Andrade, moradora no Terreiro dos Mercadores, na cidade de Évora. A inventariada fez testamento. Data de óbito: 09-08-1805 Cabeça de casal: Maria Ana Barreto de Saldanha Filhos herdeiros: 1-Nicolau António Barreto, casado com D. Antónia, 2- Maria Ana Barreto de Saldanha, casada com Hermano José de Almeida Valejo, porta-estandarte no Regimento de Cavalaria da cidade de Évora, 3- José Pedro, ausente, de 25 anos de idade (maior), 4- Josefa Benedita Saldanha (falecida), casada com o capitão Francisco José Barreto. Netos herdeiros, filhos de Josefa Benedita Saldanha: 1- Sebastião de Almeida Andrade, de 14 anos de idade, 2- Luísa Antónia Saldanha, de 12 anos de idade, 3- Francisco, de 8 anos de idade, 4- António, de 7 anos de idade, 5-Joaquim, de 6 anos de idade.
Natural da freguesia do Socorro, Lisboa, bacharel, provedor da comarca de Elvas, filho de Diogo José de Melo, natural da freguesia de São Pedro do Carvalhal, termo de Óbidos, e de sua mulher D. Feliciana Maria Teresa, batizada na Basílica de Santa Maria, Lisboa; neto paterno de Francisco Rodrigues Lisboa, natural da freguesia da Encarnação, Lisboa, capitão-de-mar-e-guerra das fragatas da Coroa da carreira da Índia, cavaleiro da Ordem de Cristo, e de sua mulher D. Escolástica Josefa de Brito, natural da freguesia de São Paulo, Lisboa; neto materno de João dos Reis Brandão, natural da freguesia da Conceição, Lisboa, e de sua mulher Sebastiana Maria da Assunção, natural da freguesia da Encarnação, Lisboa.
Negativo fotográfico em vidro reproduzindo retrato de jovem sentada em cadeira neogótica, ricamente vestida, de branco, adornada de flores naturais na mantilha que lhe cobre a cabeça e no vestido, com o braço esquerdo apoiado sobre mesa hexagonal, com estrutura profusamente entalhada com motivos florais, encontrando-se sobre a mesma, pequena jarra com flores (outras sobre a mesa) e peça de ourivesaria (uma taça). Aos pés da jovem, uma banqueta em forma de voluta, ladeada por urna. Por trás, cenário representando uma sala com arquitectura de linguagem neoclássica, desenhada em perspectiva, o que aumenta bastante a profundidade da imagem. Em terceiro plano, é visível a arquitectura do espaço onde se processou a fotografia, vendo-se por cima do cenário, a terminação de duas portais monumentais, com remate inclinado, e, à esquerda, intensa fonte de luz (grande janelão?). Por comparação com retratos existentes neste espólio e outros, foi possível identificar a jovem retratada: trata-se de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo, casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974). Neste retrato, aparenta ter perto de 20 anos, o que nos permite avançar uma proposta de datação do mesmo: década de 80' do século XX. Este retrato, foi tirado na mesma altura que os retratos sob a cota PT-AMM-AMR-FT-NG01-001 e 002, e pelo mesmo fotógrafo. Tendo em conta a composição da imagem (e a utilização da mesma cadeira no retrato PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125), coloca-se a hipótese de serem fotografias da autoria de Carlos Relvas, por causa da estética e da arquitectura do estúdio parcialmente visível neste espécime.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
A legenda inclui lista de homenageados: D. Manuel de Melo, Eduardo Cândido Bravo Madaíl, Jeremias Carrilho, José Alves, José Urpina Castelvi, Raul Jorge da Silva, Argentina Gomes Nogueira, Narcisa Maria dos Santos. Autor: não identificado.
Alenquer. Autora: - Cônjuge: o capitão Custódio de Gouveia Mourão, falecido. A ação prende-se com os bens que ficaram por morte do filho da autora, António de Gouveia E Melo, prior que fora da igreja de Aldeia Galega da Merceana, bens esses que haviam sido arrecadados pelo Juízo dos Órfãos de Alenquer, pelo facto do referido prior ter enlouquecido e ter sido internado no hospital de São José em Lisboa. Os autos foram inicialmente distribuídos, na relação, ao escrivão João Caetano Castanheira. O processo correu pelo Juízo das Apelações e Agravos Cíveis, cartório do escrivão das Terras da Rainha, João Luís Fernandes Braga.
Trata-se de Martim Afonso de Melo, 2º conde de São Lourenço, governador de armas do Alentejo. Carta datada de 24 de março de 1647. Deverá tratar-se de D. Jorge Manuel de Albuquerque, um dos fidalgos portugueses que seguiram o partido de Castela, durante o domínio espanhol. Estava em Madrid quando se deu em Lisboa a revolução do dia 1.º de Dezembro de 1640, que tornou independente o reino de Portugal; não quis reconhecer essa independência, e esse facto valeu-lhe o título de conde de Lavradio com que o rei de Espanha o agraciou, título que nunca foi reconhecido em Portugal.
Jantar de comemoração da tomada de posse, com a presença de: Coronel Taveira; Dr. Borges de Melo; Amâncio Pedrosa; Adriano da Silva Figueiredo; Dr. Freitas Ribeiro; Capitão Pereira de Almeida; Prof Ayres de Carvalho; Coronel Ribeiro de Faria; Joaquim Manuel de Oliveira; Dr. Teixeira; António Resina; Francisco Leite; Capitão Nunes; Dr. João Paço; Joaquim Marques; Arq. Curado; José Nunes Tavares; Dr. Domingos Machado; João Osório de Castro; Eng. António Esteves Júnior; Dr. Joaquim Chaves; Dr. Domingos Rodrigues; Normando Correia Leitão; Eng. Dores; Henrique Osório de Castro; Guilherme Assunção
Contém o registo dos termos de juramento para os cargos municipais, nomeadamente administradores do Concelho e juízes, para professores primários, termos de fiança, termos de responsabilidade, termos de obrigação e arrendamento (por exemplo, da casa para servir a Câmara). Termo de encerramento: "Tem este livro noventa e cinco meias folhas que todas ficam rubricadas com o meu apelido de que uso = Melo = Azueira, 10 de janeiro de 1838. O vereador, Leandro de Melo da Silva Lobo
Dispensa Matrimonial de José Francisco de Melo, natural da freguesia de S. Pedro em Évora e Maria do Carmo, natural da matriz de Cabeção, termo de Mora. Filiação do nubente: filho de Francisco José e de Mariana Luísa Filiação da nubente: filha de Custódio Martins e de Margarida Bárbara Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Carta escrita em 1 de abril de 1755. Refere-se ao procedimento do embaixador espanhol, conde de Peralada, que não aceitara o lugar que lhe estava reservado na Ópera do Tejo, a ser proximamente inaugurada, por não ser conforme à sua dignidade. Afirma Sebastião José de Carvalho e Melo que este procedimento se devia, na realidade, à forma como seus criados haviam sido tratados pela justiça portuguesa depois do atentado que haviam cometido.
No ano de mil oitocentos e cinco, aos vinte e quatro dias do mês de abril [1805-04-24], compareceram na Vila e Couto da Ermida na morada de Francisco Gonçalves, de uma parte o comprador Domingos de Melo, e bem assim da outra parte irmã e cunhada Joana Nunes Vidal, viúva que ficou de José Nunes Mau, todos da Vila de Ílhavo, pelos quais foi apresentado um bilhete de distribuição de escritura, em que houvera uma de Compra que fez o sobre dito Domingos de Melo a Joana Nunes Vidal, de umas casas, sita na vila da Ermida que partia do norte e sul com o comprador, pelo preço e quantia de quarenta e oito mil reis, de que pagou de Siza nove mil reis que recebeu o depositário dos bens de raiz Alferes Francisco José de Pina, e por uns e outros foi aceite a escritura de Compra com todas as suas clausulas condições de aforamentos postas e declaradas e por todos outorgada bem como pelas testemunhas presentes, Manuel solteiro filho de Paulo Nunes Baroe e Paulo Francisco Bolha da Vila de Ílhavo
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena e Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, tirado no exterior da casa, junto a uma janela. O homem encontra-se sentado em cadeira e a senhora em pé, ao seu lado direito. No verso, surge carimbo da casa fotográfica, contituído por uma coroa e as iniciais "C." e "I.", não identificada. Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (Lisboa, 1859 - ?), filho de Francisco de Paula Raposo de Sousa d'Alte Espargosa e de Maria Benedita Pereira Palha de Faria Lacerda, casou com Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Melo e Oriol Pena, filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo, em Santarém, no ano de 1886, vindo a fixar-se em Torres Novas, onde foi detentor de vasto património fundiário. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886 - 1974), licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1908, e que dedicou a vida à administração do património herdado de seus pais, em particular várias quintas com exploração agrícola significativa.
Negativo fotográfico em vidro reproduzindo dois retratos de uma jovem, lado a lado, na mesma chapa de vidro, denunciando reutilização do negativo (Ventura, 2003, p. 294). São, portanto, duas exposições em negativo fotográfico sobre vidro. A jovem é retratada em cenário pintado representando arquitecturas de gosto classicista envoltas em vegetação arbórea, complementado com varandim ricamente trabalhado e plantas, umas colocadas em vaso abaulado, decorado, e outras sobre amontoado de pedras, criado para o efeito. A jovem, ricamente vestida, de negro, com casaca de veludo acertuada e cingida ao corpo, saia de pregueados e arrepanhados, alternados em altura, e mantilha sobre a cabeça, envolta na zona do pescoço e colo, apoia a sua mão esquerda sobre o varandim e segura, com a direita, um leque timidamente aberto, o qual aparece também na imagem da direita, mas desenhado. As duas imagens são idênticas, variando apenas numa ligeira alteração de posicionamento do rosto, virando-se, na da direita, um pouco mais para o seu lado esquerdo e na existência do leque, conforme referido. Por comparação com retratos existentes neste espólio e outros, foi possível identificar a jovem retratada: trata-se de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo. Casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974). Nestes retratos, aparenta ter perto de 20 anos, o que nos permite avançar uma proposta de datação dos mesmos: década de 80' do século XIX. Estes retratos, foram feitos na mesma altura que os retratos sob a cota PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125, e pelo mesmo fotógrafo, conforme atesta o vestuário da retratada, que se repete, e o cenário, que é o mesmo em dois dos casos, só mudando alguns elementos adicionais. Tendo em conta a composição da imagem (e a utilização da mesma cadeira no retrato PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125), coloca-se a hipótese de serem fotografias de Carlos Relvas, por causa da estética e da arquitectura do estúdio parcialmente visível no espécime PT-AMM-AMR-FT-NG01-125.
Negativo fotográfico em vidro representando dois retratos de uma jovem, lado a lado, na mesma chapa de vidro, denunciando reutilização do negativo (Ventura, 2003, p. 294). São, portanto, duas exposições em negativo fotográfico sobre vidro. A jovem é retratada em cenário pintado representando arquitecturas de gosto classicista envoltas em vegetação arbórea, complementado com plantas armadas sobre amontoado de pedras, criados para o efeito. A jovem, ricamente vestida, de negro, com casaca de veludo acertuada e cingida ao corpo, saia de pregueados e arrepanhados, alternados em altura, e mantilha sobre a cabeça, envolta na zona do pescoço e colo, encontra-se sentada em cadeira, segurando, com a sua mão direita, uma sombrinha de sol. As duas imagens são idênticas, variando apenas numa ligeira alteração de posicionamento do rosto, e a exposição à luz (mais luminosidade na imagem da direita). Por comparação com retratos existentes neste espólio e outros, foi possível identificar a jovem retratada: trata-se de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo e Melo Oriol Pena (Leiria, 1864 - ?), filha de Inácio Xavier de Figueiredo Oriol Pena e de Maria Teresa de Sousa Vadre de Santa Marta Mesquita e Melo. Casou com Bernardim Raposo de Sousa d'Alte Espargosa, em Santarém, no ano de 1886. Tiveram um único filho, José Maria Raposo de Sousa d'Alte Espargosa (1886-1974). Nestes retratos, aparenta ter perto de 20 anos, o que nos permite avançar uma proposta de datação dos mesmos: década de 80' do século XIX. Estes retratos, foram feitos na mesma altura que os retratos sob a cota PT-AMM-AMR-FT-NG01-001 e 125, e pelo mesmo fotógrafo, conforme atesta o vestuário da retratada, que se repete, e o cenário, que é o mesmo em dois dos casos, para além do recurso ao aproveitamento do vidro para 2 negativos. Tendo em conta a composição da imagem (e a utilização da mesma cadeira no retrato PT-AMM-AMR-FT-NG01-002 e 125), coloca-se a hipótese de serem fotografias de Carlos Relvas, por causa da estética e da arquitectura do estúdio parcialmente visível no espécime PT-AMM-AMR-FT-NG01-125.
Contém: Petição, rol de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos justificantes, mandado de diligências, ... Filiação do contraente: filho de José Dutra de Melo e de Eugénia Rosa Filiação da contraente: filha de José Pereira e de Maria Felicia Tipologia e suporte: papel