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[Folhetos, relatórios; Competente Social Work practice - a handbook for members of NZASW; Actas de reunião de reuniões; Annual Review - British Association of Social Workers; Separatas do CBCISS - N.º 51 (1972) - Elaboração e implementação de uma política social em condições de rápida mudança; N-º 31 (1970) - Novas estratégias para o desenvolvimento social - papel dos Serviços Sociais; Relatório do Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviços Sociais (1972); N.º 4 (1968) - Nadyr G. Kfouri - Métodos e técnicas do Serviço Social e de Bem Estar Social e a Salvaguarda dos Direitos do Homem; N.º 37 (1971) - Luiz Lander, Rosário Scarpati, José A. Silva Michelena - Possibilidades de desenvolvimento de uma metodologia para planejamento em Serviços Sociais; Hans F. Zacher - Derecho, Accion Social, Desarollo Social (1988); N.º 34 (1971) - Rubén D. Utria - O planejamento como técnica do desenvolvimento da América Latina; N.º 38 - O progresso Social através do Planejamento Social. O papel do Serviço Social; N.º 55 (1972) - Maria Joséphe Augibaud - O serviço social no planejamento; Carta Social Europeia; Hugo Feltesse - Lutte contre la pauvreté et démarches des organisations non governamentales; XXIVa Conferência Mundial do ICSW; Vie Sociale 11-12 (1990) - Assistants de Service Social: Quelles orientations pour la décennie 1990?]
A Igreja Colegiada de Santa Maria da Oliveira de Guimarães pertenceu ao arcebispado de Braga. Por volta do ano de 950, foi fundado um mosteiro dúplice pela condessa Mumadona Dias, viúva do conde Hermenegildo Gonçalves. Aí viveu até ao ano de 968, data do seu falecimento no mosteiro. Esta colegiada de clérigos seculares, com um estilo de vida não monástico, surgiu entre 1107 e 1110 e sucedeu ao antigo mosteiro de Guimarães. Foi instituída por D. Afonso Henriques em 1139. A regra seguida seria a de São Gregório, integrada nas correntes de espiritualidade que preconizavam formas de vida comunitária clerical mais moderadas e cultas, no contexto da reforma do estado clerical do século XI. Em 15 de Julho de 1223, a constituição da mesa prioral e da mesa dos capitulares veio reflectir a divisão do património quanto à administração dos seus bens. Os primeiros estatutos foram concedidos pelo cardeal-bispo Sabinense, legado apostólico, e confirmados por D. Dinis, por carta datada de Leiria, 1 de Maio de 1291, onde se encontram traslados. Apesar de subordinada aos prelados bracarenses, a colegiada de Guimarães manteve, em continuidade, relações litigiosas com o arcebispado de Braga no que diz respeito a prerrogativas jurisdicionais e materiais. Estes conflitos de autoridade levantavam constantes querelas e levavam a firmes intervenções por parte do episcopado, de que é exemplo a provisão de D. Martinho Geraldes, em 5 de Maio de 1265. Esta questão desenvolveu-se em alternância. Já em 1319, os homens-bons de Guimarães contribuíam, com generosidade, para a realização da procissão do Corpus Christi organizada pela colegiada. Com D. João I, foi-lhe concedida isenção, relativamente à jurisdição do arquiepiscopado bracarense. Em 1395, esta isenção foi revogada através da bula " Importuna petentium ambitio", de Bonifácio IX, de 18 de Janeiro, por intervenção de D. Lourenço Vicente. A devoção à Senhora da Oliveira, após a batalha de Aljubarrota, e a reconstrução da igreja, sagrada a 23 de Janeiro de 1401 na presença de D. João I, da rainha e dos infantes, além da nomeação, para esta colegiada, de priores da confiança do rei, propiciaram a centralização da vida litúrgica na vila de Guimarães. A situação levou a alguns conflitos com os frades dos conventos de São Domingos e de São Francisco, que exerciam a sua actividade nas igrejas da vila, e com a Câmara de Guimarães e a Confraria dos Sapateiros. No priorado de D. Rui da Cunha (1424 a 1449), a colegiada tinha trinta e sete cónegos, o número mais elevado até então, e encontrava-se organizada segundo o modelo capitular bracarense. No entanto, a crise económica de 1430-1440 obrigou, a partir de 1435, à redução do número de conezias para trinta e uma, à medida que fossem vagando. Em 1442, estavam anexas à colegiada, e constituíam fonte de proventos materiais, as igrejas seguintes: São João de Barqueiros, São Miguel do Inferno, Gandarela, São Paio de Vila Cova, São Martinho do Conde, Santa Ovaia de Nespereira, São Tiago de Candoso, São Vicente de Mascotelos, Santa Maria de Silvares, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Candoso, São Mamede de Aldão, São Pedro de Azurém, São Miguel do Castelo, Santo Estêvão de Urgezes, São João de Ponte, São Paio de Guimarães e ainda as igrejas das freguesias de São Paio de Vila Cova e de Moreira dos Cónegos. O mosteiro de São Gens de Fafe esteve anexo à colegiada. Datada de 9 de Setembro de 1476, uma memória capitular, transcrita no tombo do cabido e que inclui os dados do "Livro das confirmações", existente no Arquivo Distrital de Braga, dá como pertença do padroado eclesiástico secular as seguintes igrejas dependentes da colegiada de Guimarães: São Bartolomeu de Freitas, Moreira de Cónegos, São Romão de Mesão Frio, São João de Gondar, São Tomé de Abação, São Tomé de Caldelas, São Tiago de Negrelos, São João da Ponte, Santa Maria de Silvares, São Tiago de Murça, São João de Pencelo, São Miguel do Inferno, São João de Barqueiros, São Pedro de Azurém, Santo Estêvão de Urgezes e São Tiago de Candoso. O cabido teve senhoria pelo alvará de 20 de Setembro de 1768. Após a extinção das colegiadas pela Carta de Lei de 16 de Junho de 1848, Instrução do cardeal patriarca de Lisboa, de 17 de Setembro, publicada no Diário de Governo n.º 127, e Decreto Regulamentar de 27 de Dezembro de 1849, só foram conservadas as colegiadas insignes: de São Martinho de Cedofeita, de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, da Real Capela de Vila Viçosa, da Real Capela do Paço da Bemposta, de São João Baptista de Coruche, de Santa Maria de Barcelos, de Santo Estêvão de Valença do Minho. Estas foram extintas pelo Decreto de 1 de Dezembro de 1869, art.º 1.º, com excepção da de Guimarães. Os rendimentos e benefícios que fossem vagando eram aplicados para sustentação do culto e do clero. Em 1890, pelo Decreto das Cortes-Gerais, de 11 de Agosto, o governo foi autorizado a conservar e reorganizar a Insigne Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, que viu os seus estatutos aprovados em 1891.
Brochuras com orações gratulatórias e sermão pregados pelo cónego Joaquim Alves Mateus e apontamento com dados biográficos elaborado por José Maria Braga da Cruz; duas brochuras "Descripção do Sanctuario e Romaria de N. S.ª do Porto d'Ave", de 1889; brochura com os "Estatutos da Associação de Beneficência do Distrito de Braga", de 1890; livro "A usurpação d'uma fortuna por frades e freiras estrangeiros", de 1906; brochura "Cartas d'Aldeia. Uma voz sincera. Ao Ver.mo padre José Ferreira Leite", do padre [?] Silva Gonçalves, de 1906; brochura com os "Estatutos da Irmandade de S. Pedro, S. Thomaz d'Aquino e N. Senhora da Lapa de Braga", de 1914; brochura "O fariseu", do padre [?] Silva Gonçalves, de 1920; livro "Contra o Pe. Silva Gonçalves", de Pedro Américo da Silva Gonçalves, de 1920; brochura com o "Livro de Usos e Costumes da Paróquia de São Miguel de Cunha", de 1921; brochura com o "Livro de Usos e Costumes da Freguesia de Sé Primaz", de 1924; brochura com o "Regulamento da Freguesia de Travássos", de 1925; brochura de homenagem editado pelos Pagens do Santíssimo Sacramento da Póvoa do Varzim, comemorativo do II Congresso Eucarístico da arquidiocese de Braga, realizado de 2 a 5 de julho de 1925; brochura com os "Estatutos da Confraria de Santa Luzia", de 1926; brochura "In Memoriam do Pe. Luís Gomes da Silva", de 1929; brochura com o "Estatuto para a Confraria do Santuário do Bom Jesus do Monte", de 1929; livro "O meu amor", do padre [?] Silva Gonçalves, de 1932; brochura "Breves Meditações para antes e depois da Sagrada Comunhão distribuídas pelos dias da semana", de 1938; brochura com os "Estatutos da Confraria de Nossa Senhora da Abadia", de 1942; brochura "Cruzada do Bem. Obra de Assistência Nacional", de 1947; brochura "Bodas de Prata Sacerdotais do Il.mo e Rev.mo Senhor Pe. Abílio da Costa Reis Lima Dig.mo Capelão do Bairro de Caselas", de 5 de julho de 1953; brochura "Carta Pastoral no 20º aniversário da restauração da diocese de Aveiro", de D. Domingos da Apresentação Fernandes, de 1958; brochura com o "Relatório da Boa Imprensa (1964-1965)”, de 1966; brochura "Jubileu do Concílio na Arquidiocese de Braga", de 1966; brochura com o "Decreto e Estatuto Provisório da Fraternidade Diocesana da Previdência e Assistência ao Clero", de 1967; brochura com o "Guia da Assembleia na Sagração Episcopal de D. António Ribeiro. Bispo Titular de Tigilava e Auxiliar de Braga", de 1967; brochura "A Previdência do Clero Português (Documentos, Reflexões, Sugestões)", de 1970; brochura "Para quê dividir a diocese de Braga?", de 1970; brochura "Pela Integridade da Arquidiocese Primaz", de Augusto Martins, de 1970; brochura com a "Carta Pastoral de apresentação e saudação no início do serviço eclesial na Igreja Metropolita Bracarense", de D. Eurico Dias Nogueira, de 27 de novembro de 1977; brochura "Missa dialogada (Rito Bracarense)" e brochura com os "Estatutos da Confraria de Nossa Senhora do Pilar da Freguezia de S. Paio de Seramil. Concelho de Amares".
Conjunto de normas de organização e funcionamento da Confraria do Santíssimo e Imaculado Coração de Maria da Paróquia de São Pedro. Contém a “oração de S. Bernardo a Nossa Senhora” e informação sobre indulgências. Assinatura do respectivo director, o padre Manuel de Paiva. Referência à admissão de António Lino Neto na Confraria, a 30 de Abril de 1924.
(Porto) - Pedido relativo à obtenção de passagens para uma deslocação a Lisboa, a qual tinha como objectivo o tratamento de negócios do Colégio das Missionárias de Maria. Inclui nova missiva a recordar e a reforçar o pedido de dois bilhetes de ida e volta para Lisboa.
Doação das casas na rua da Costa pela madre soror, Maria Leocádia, com a obrigação da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau mandar dizer cem missas por uma vez somente e quatro dotes de dez réis a filhas de irmãos que sejam órfãs.
Maço constituído por documentação relativa à venda de propriedades penhoradas, no âmbito de um empréstimo, por requerimento da Irmandade dos Clérigos do Porto. Em causa, a venda de duas moradas de casas, sitas na Rua de Cedofeita, por José Pinto da Silva – contraente do empréstimo e devedor da Irmandade – a Diogo Maria de Gouveia Pinto.
(Montemor-o-Velho) - Envio da cópia de uma missiva de senhora identificada como Maria Matilde, com o resumo das teorias defendidas por um grupo de católicos, acusados de pretenderem impor-se no meio e que, segundo a autora, representavam a “ressurreição do Jansenismo”; considerações do remetente sobre este grupo de católicos. Inclui a cópia da mencionada carta.
(Braga) - Confirmação das seguintes candidaturas às eleições legislativas de 1921: Cónego Anaquim, candidato a senador por Viana do Castelo; Cunha Barbosa, candidato a deputado por Ponte de Lima; José Maria Braga da Cruz, candidato a deputado por Braga; [António de Oliveira] Salazar, candidato a deputado por Guimarães. Inclui também informação sobre acordos eleitorais em Braga, Ponde de Lima, Viana [do Castelo], Coimbra e Covilhã.
Transcrição de carta de D. Domingos Maria Frutuoso, bispo de Portalegre, para destinatário não identificado ("Meu Joaquim"), agradecendo ao destinatário os folhetos enviados e das conferências a realizar pelo Cónego Forni, dr. Serras e Silva, Pereira dos Reis e Prior da Encarnação
Cópia do testamento de Maria das Dores Vieira Gomes, falecida a 14 de outubro de 1916, que deixou à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa a quantia de 1.000$00 escudos destinada às escolas. Acompanha um exemplar incompleto do periódico "O Século", de 19 de outubro de 1916, no qual encontra-se sublinhado o anúncio do testamento.
Inclui cartas, cartões e um telegrama de D. Domingos Maria Frutuoso [1867-1949], remetidos maioritariamente de Portalegre, Gavião, Castelo Branco e Alcains para António Lino Neto. Predominam as mensagens de agradecimento e felicitação; os pedidos relacionados com a Igreja Católica ou com terceiros; os votos de boas festas; as referências à amizade entre remetente e destinatário; a informação sobre iniciativas, ocorrências e factos ligados à vida religiosa e política da diocese de Portalegre. Sublinha-se ainda a informação relativa aos seguintes assuntos: seminários, igrejas e capelas da diocese de Portalegre; vida profissional do remetente, com o relato de deslocações a Lourdes, Roma, entre outros locais; Centro Católico Português.
A Igreja Colegiada de Santa Maria de Barcelos pertenceu ao arcebispado de Braga. Após a extinção das colegiadas pela Carta de Lei de 16 de Junho de 1848, a instrução do cardeal patriarca de Lisboa, de 17 de Setembro, publicada no Diário de Governo n.º 127, e Decreto Regulamentar de 27 de Dezembro de 1849, só foram conservadas as colegiadas insignes: de São Martinho de Cedofeita, de Nossa Senhora da Oliveira de Guimarães, de Santa Maria da Alcáçova de Santarém, da Real Capela de Vila Viçosa, da Real Capela do Paço da Bemposta, de São João Baptista de Coruche, de Santa Maria de Barcelos, de Santo Estêvão de Valença do Minho, extintas pelo Decreto de 1 de Dezembro de 1869, art.º 1.º. Os rendimentos e benefícios que fossem vagando, eram aplicados para sustentação do culto e do clero. A Colegiada foi conservada por Carta Régia de 8 de Agosto de 1859, dirigida ao arcebispo primaz de Braga. Os estatutos foram aprovados por Decreto de 17 de Novembro de 1864. A Colegiada era constituída pelo prior da igreja paroquial, presidente, e por sete beneficiados, um deles com o título de chantre.
Documentos para instituição a diácono e ordenação a presbítero de José Maria Leite Bonaparte: Carta da Junta Paroquial de S. João Evangelista; proposta para ordens de diácono; atestado de habilitações teológicas conferido por John Mason Harden, diretor do Curso Teológico da Igreja Lusitana; carta testemunhal; declaração formal de crença nas Sagradas Escrituras; declaração formal de Obediência Canónica; Siquis.
O Mosteiro de Santa Maria da Estrela de Boidobra era masculino e pertencia à Ordem de Cister. É também conhecido por Mosteiro de Santa Maria da Estrela ou da Nave, ou da Nave da Estrela de Boidobra. Também designado por mosteiro de "Maceira de Covelliana", o mosteiro de Santa Maria da Estrela terá sido fundado antes de 1220. Segundo Maur Cocheril, o seu verdadeiro fundador foi Dom Mendo, abade de Maceira Dão, que após um incêndio ocorrido na abadia, em data desconhecida, a reconstruiu e repovoou, em 1220. Em 1321, segundo o "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", o mosteiro foi taxado em 150 libras. Dependente de Maceira Dão e filiada a Alcobaça, a abadia da Estrela, aquando da visita do abade de Claraval em 1533, era uma casa pequena e pobre, governada por frei Pedro de Aguiar, um monge de Alcobaça que exercia então o cargo de prior. Além do superior, na época, habitavam esta casa dois monges de Alcobaça, um padre e um converso. O mosteiro de Santa Maria da Estrela nunca foi acabado de construir. Em 1579, a 1 de Maio, o Mosteiro de Santa Maria da Estrela de Boidobra foi suprimido; as suas rendas serviram para dotar o Colégio de São Bernardo (ou do Espírito Santo) de Coimbra. O privilégio de união do Mosteiro ao Colégio foi celebrado, a 12 de Maio, por Frei Manuel do Anjos, secretário do Capítulo, e Guilherme da Paixão, prior do Mosteiro de Alcobaça.
[Convocatórias para reuniões da Associação dos Profissionais de Serviço Social; Apontamentos de reuniões preparatórias de Seminário Europeu (1995); Resumo do Seminário Acção Social, Poder Local e Desenvolvimento (1986); Síntese de trabalhos (2º dia) das Jornadas Que Serviço Social face à nova situação e as condições de hoje (1988); Marco Marchioni - Esctructura legislativa. administrativa y financiera de los servicios sociales en Italia - capítulo de Primeras Jornadas Europeas de Servicios Sociales. Países del área mediterránea; Relatório do Seminário Direitos Humanos e Acção Social; Conclusões do Seminário Deontologia e Estatuto Profissional dos Assistentes Sociais (1998); Conferência Europe et Travail Social Communautaire (1992); Meeting sobre Segurança Social (2008); A ética no Serviço Social. Princípios e Valores (1996); Teresa Abrantes - Serviço Social. Integração Europeia e os Novos Desafios. Interacções 1 (1995); Documentação das Jornadas sobre Serviço Social. Integração Europeia e os Novos Desafios (1993); Jornadas de Serviço Social - Direitos Humanos e Acção Social (1994); Apontamentos sobre o Serviço Social na Saúde (1977); Maria Teresa Abrantes Ávila - La Profession d'assistant social au Portugal: évolution, luttes et champs d'action. Les politique sociales 3-4 (1996); folhetos de Seminários; Seminário sobre Dinâmicas de Grupo, sobre Serviço Social em Saúde; Relatório de Actividades da Associação dos Profissionais de Serviço Social de 1993; Folheto Seminário Intervenção Social em Meio Rural (1992); Apontamentos do I Congresso Nacional de Assistentes Sociais (2002); Reuniões de preparação do I Congresso de Assistentes Sociais Portugueses; Isabel Miguens Bouças et al - Experiência de trabalho integrado do Inter-serviços do concelho de Cascais (1983); textos do Congresso Luso-Espanhol de Serviço Social (1991); documentação do II Congresso Nacional de Serviço Social (2010)]
Escritura estabelecida entre Miguel Augusto do Patrocínio Marques, vice-presidente servindo de presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Isabel Maria Romeiro, moradora na "Quinta do Calado à Penha de França", relativa a uma propriedade denominada "Quinta da Silveira ou de Sete Castelos, no sítio do Poço dos Mouros, freguesia de São Bartolomeu do Beato (...)".
Sentença cível de formal de partilhas e entrega de bens, decorrente dos Autos do processo feitos aquando do Inventário por morte de Mateus Correia (falecido a 26 de Março de 1712), cujos herdeiros são seus filhos, entre os quais Baptista Maria, mulher de Manuel Pereira Soares. Com referência e cópia de vários documentos a respeito da herança de Mateus Correia e da sentença.
Fotografia
Primeiro outorgante: Maria Eugénia Santos, Diretora-Geral das Autarquias Locais e Isabel Maria Cardoso Aires, Presidente da Comissão de Coordenação da Região do Norte. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Alda Rodrigues de Oliveira, Maria de Lurdes Rodrigues de Oliveira e Maria de Lurdes Rodrigues Oliveira da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
Primeiro outorgante e seguintes: António José de Pinho Costa, Maria de Fátima de Pinho Costa e Maria Eduarda de Pinho Costa Silva Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria Eugénia Santos, em Substituição do Diretor-Geral das Autarquias Locais e Isabel Maria Cardoso Aires, Presidente da Comissão de Coordenação da Região do Norte. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Engrácia Maria da Rocha Vasconcelos Maia e Maria Angelina de Jesus Vasconcelos Maia, representantes da Associação Florestal de Entre Douro e Vouga.
Primeiro outorgante e seguintes: Isabel Maria da Costa Garcia de Aguiar e Maria Cecília da Costa Garcia de Aguiar e outros Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: José da Silva Pereira e Maria da Silva.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Francisco Eduardo Peixoto e José Maria Soares Correia.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Mário da Silva Coelho e Maria Emília Tavares.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: José Lino Pires e Maria Luísa Tavares Pires.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Jesus Barroso Soares, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria das Dores Corte Real de Lemos Mourisca.
Primeiro outorgante: Maria Elisa Coimbra Herdeiro da Silva Pinto. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria da Luz Sá Tavares da Silva.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria da Luz Sá Tavares da Silva.
Primeiro outorgante: Altino Serafim Valente Tavares e Maria Lealdina da Costa Marinho. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguinte: Albino Ferreira Moreira e Maria Rosa Couto Moreira. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Guiomar de Almeida Marques Gomes Mota.
Primeiro outorgante: Maria de Lurdes Bastos dos Santos Castro. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: José Jesus da Costa e Maria Claudina Ribeiro de Pinho. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Ana Maria de Almeida Milara de Bastos. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria Clementina Miranda de Araújo e Albuquerque. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Joaquina Correia Postal de Aguiar e outros.
Primeiro outorgante: José da Silva e Maria Pureza da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Manuel Marques Pereira e Maria Rosa Pereira. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguinte: Justino Bastos Lima e Maria Fernanda Miranda Neves. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Joaquim Soares dos Santos e Maria Rosa
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Maria Manuela Rocha da Costa Vilela Martins.
Primeiro outorgante: Maria da Conceição Tavares de Almeida Gonçalves. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria de Fátima Carvalho Tavares da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Requerimento e mais documentos relativos a umas casas que se queimaram pelo terramoto de 1755 pertencentes à religiosa Maria Leocádia do Convento de Santa Mónica, sitas na rua do Costa, freguesia de S. Mamede, por doação de seu pai, Francisco Torres Bezerra, e para na falta de herdeiros pertencerem à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau.
Sentença contra a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau enquanto administradora da capela que na Basílica de Santa Maria instituiu Tristão Álvares, à qual também pertencia duas casas na rua de S. Pedro Mártir que eram de Fernão Cardoso e Ana Pais.
Exemplares de orações fúnebres das exéquias celebradas na Igreja de São Nicolau por alma do Duque de Bragança em 14 de dezembro de 1834, D. Pedro V em 30 de janeiro de 1862 e António Maria Pereira Carilho em 19 de dezembro de 1903.
"Escritura de reconhecimento de foreiro e obrigação (…)" estabelecida entre a Colegiada de São Nicolau e Francisco Maria Machado e Alexandre Napoleão e sua mulher, relativa a dois prazos existentes em uma "quinta denominada da Silveira vulgo Sete Castelos no sítio do Poço dos Mouros (...)".
"Escritura de reconhecimento de foreiro e obrigação (...)" estabelecida entre a Colegiada de São Nicolau e D. Maria Eulália das Dores Nunes Laubin, moradora na freguesia do Sacramento, relativa a um "domínio útil de uma propriedade urbana, que se compõem de três lojas, três andares e água furtada, situada na rua de São Vicente (...)" .
"Escritura pública de pura e irrevogável renda, reconhecimento de foreiros, quitações, convenções e obrigação (...)" estabelecida entre a Colegiada de São Nicolau e João Maria Ferrugento, morador da rua do Machadinho, nº5, freguesia de Santos-o-Velho, relativa a uma "quinta denominada do Rol, sita na Estrada ou Rua da Penha de França (...)".
Transcrição de cartão do arquiteto José Alfredo Maya Santos para Maria de La Salette Varzim da Cunha e Silva Miranda e Adelino Mário Varzim da Silva Miranda, respondendo à solicitação de testemunhos e demais informações acerca de Abel Varzim feita em PT/FAV/CDAV/E/01/003.
Transcrição de carta de José Basílio de Freitas Andrade para Maria de La Salette Varzim da Cunha e Silva Miranda e Adelino Mário Varzim da Silva Miranda, respondendo à solicitação de testemunhos e demais informações acerca de Abel Varzim feita em PT/FAV/CDAV/E/01/003 e enviando apontamentos de Abel Varzim.
Cópia de circular de Maria de La Salette Varzim da Cunha e Silva e Adelino Mário Varzim da Silva Miranda, respetivamente, irmã e sobrinho de Abel Varzim, solicitando testemunhos a destinatários não identificados acerca da relação que haviam tido com Abel Varzim, nas dimensões de padre, homem, escritor e político.
Cópia de obituário de Abel Varzim por D. Francisco Maria da Silva, arcebispo primaz de Braga, enaltecendo o seu percurso biográfico, e de pagela de lembrança da missa nova celebrada por Abel Varzim na igreja matriz da Póvoa de Varzim a 3 de julho de 1925, por ocasião do Congresso Eucarístico Diocesano.
(Esposende) Informação acerca de como têm sido as férias em Esposende, com as filhas de Guilherme Braga da Cruz, Maria Isabel e Maria Cristina. Ambas escreveram também na mesma carta. Timbre: "Tribunal Judicial da Comarca de Esposende. Gabinete do Juiz".
(Ovar) Felicitações pelo aniversário natalício de Maria Cristina Braga da Cruz e pela nomeação de José Maria Braga da Cruz para juiz conselheiro do Tribunal de Contas. Timbre: "Tribunal Judicial de Ovar. Gabinete do Delegado. (Particular)".
(Coimbra) Lamento pelo lapso de Maria da Graça [?] não ter sido colocada na turma das filhas de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "República Portuguesa. Liceu Nacional Infanta D. Maria. Reitoria".
Exemplar do livro "Les Visions de Marie" (tradução do francês: As Visões de Maria). O último fólio da obra apresenta a inscrição "Pâques, 1944. Maria Alice. Guedes de Andrade Santos".
Dossier pedagógico do curso Realidade social portuguesa - metodologias gerais de intervenção, ministrado na DGORH, em 1992, por Rogério Roque Amaro, José Maria Castro Caldas e Tília Fonseca e frequentado por Maria Zulmira Monteiro Miller Guerra Marinho Antunes.
[Contém documentação de Maria Raquel Ribeiro acerca de política social e da União Nacional; 3º Congresso da Oposição Democrática (1973) (jornais e recortes de jornal); documentação relativa à candidatura como deputada pela União Nacional de Maria Raquel Ribeiro]
[Sebentas do Curso de Serviço Social do Instituto Superior do Serviço Social de Lisboa; Questões de Serviço Social de Grupo - trabalho de alunas Maria da Conceição Passos da Costa e Maria Alice Pina]
[Conferência e testemunhos de trabalho integrados nas Comemorações do 25º aniversário da Fundação do Instituto de Serviço Social e proferidos em 1960, da autoria de Isabel Maria Athayde, Joana Maria Peixoto, Alzira Fraga da Costa]
Primeiro outorgante e seguintes: Maria Laura dos Santos Fernandes, Maria Virgínia dos Santos Fernandes Ramada de Sousa e João Augusto de Almeida. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Lúcia Maria Soares Castro Lopes, Vera Maria da Costa Soares e Jorge Manuel de Lima Gonçalves Soares, representantes da Imobiliária VHL.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Ana Maria da Silva Jardim, Manuel António da Silva Jardim, Maria da Conceição da Silva Jardim e Joaquim da Silva Jardim.
Primeiro outorgante e seguintes: José Maria Marques dos Santos, Carolina Maria de Sá Marques dos Santos e José Manuel Sá dos Santos. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Arcelina de Almeida Tavares, Maria Helena Tavares Correia, Maria Estrela Tavares Correia, Luís Rodrigo Tavares Correia e Nelson Tavares Correia Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Mário de Almeida Ferreira, Maria da Conceição Xavier de Quadros Pereira de Melo Ferreira e Maria Guiomar Xavier de Quadros Pereira de Melo. Segundo outorgante:Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Manuel José Ribeiro Godinho Resende dos Santos, Maria Clara Ribeiro Godinho de Resende dos Santos e Maria Margarida Ribeiro Godinho Resende dos Santos. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguinte: Alberto Queirós da Silva, Maria Cristina da Cunha Gonçalves de Queirós, Manuel Alves Queirós de Oliveira e Elizabete Maria Oliveira da Costa Leite. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
Primeiro outorgante e seguintes: Rosa Marques da Silva, Joaquim Marques de Almeida e Silva, Ana Maria Daniel Filipe, António Fernando Almeida Marques e Isabel Maria de Oliveira Correia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis..
Primeiro outorgante e seguintes: Júlio Ramiro Brás Mateiro, Júlio Omar Affonso Mateiro, Emília Maria Martins Teixeira Mateiro, Ricardo Filipe Affonso Mateiro e Maria Lealdina Pereira de Pinho Henriques. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Alda Celeste de Oliveira Pinho, Manuel Augusto de Pinho e Silva, Maria Ilicina Oliveira Duarte e Silva, Eva Maria de Pinho Tavares da Silva e Maria de Fátima Pinho da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Alda Celeste de Oliveira Pinho, Manuel Augusto de Pinho e Silva, Maria Ilicinia Oliveira Duarte e Silva, Eva Maria de Pinho Tavares da Silva e Maria de Fátima Pinho da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Contém diversas cartas, um cartão e um telegrama de Maria Amália Vaz de Carvalho [1847-1921], remetidos de Lisboa, Estoril, Cascais, para António Lino Neto. Destacam-se, entre outros, os seguintes assuntos: envio de livros e publicações; agradecimentos e apreciações de escritos da autoria de António Lino Neto; pedidos de apoio e agradecimentos relacionados com a instrução do filho e do sobrinho da remetente, respectivamente Luís [Vaz de Carvalho Crespo] e José de Carvalho Lopes; pedidos de recomendação e protecção para terceiros. Sublinha-se ainda a referência aos triunfos universitários do destinatário e à forma como este cumpria os seus deveres de filho, irmão e homem.
O Mosteiro de Santa Maria de Fiães era masculino e pertencia à Ordem de Cister. Com existência comprovada a partir de 1142, alguns autores têm defendido que as origens do Mosteiro de Fiães remontam a finais do século IX. Depois de ter seguido, provavelmente, uma das regras peninsulares, em 1157, a comunidade de Fiães já observava os costumes beneditinos, datando de 1194 a primeira menção conhecida que atesta a presença dos cisterciences no cenóbio. Filiado no Mosteiro de São João de Tarouca, o Mosteiro viveu um período de esplendor inicial que se prolongou além do século XIII, época em que fundou a abadia de Ermelo. No "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", o mosteiro foi taxado em 400 libras. Considerado, do ponto de vista jurisdicional, um cenóbio "nullius diocesis", ou seja, não dependente de nenhum bispo, e exercendo o abade sobre o domínio uma jurisdição quase episcopal, Fiães veio a sofrer com a presença dos abades comendatários. Depois de um prolongado período de decadência, a partir de 1530, quando o prior de Alcobaça, Dom João de Cós, assumiu o cargo de abade de Fiães, a vida da abadia foi restaurada. Em 1533, por ocasião da visita do abade de Claraval, além do superior, a comunidade tinha quatro religiosos de coro e dois conversos. O censual de D. Frei Baltasar Limpo (1551), refere as igrejas de Santa Maria de Rompecilha e de Santa Maria da Orada como anexas ao Mosteiro. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Parafraseando o colecionador, a coleção constitui «um acervo muito completo, cujo valor reside não só nas espécies em si, mas enquanto conjunto, que dificilmente será encontrado de outra maneira», fundamental para o estudo de Carcavelos e da vitivinicultura nos territórios da atual Região Demarcada de Carcavelos. A coleção é constituída por 11 secções: Vitivinicultura; Quintas Produtoras de Vinho (Quinta da Corriola; Quinta do Barão; Quinta Nova, Quinta de Santo António ou Quinta da Ordem; Quinta da Alagoa; Quinta da Torre da Aguilha; Quinta do Junqueiro; Quinta dos Lombos; Quinta do Lameiro; Quinta das Encostas; Quinta do Marquês de Pombal; Quinta de Rana; Quinta da Terrugem; Quinta dos Pesos; Quinta da Fonte da Aldeia; Quinta de S. Gonçalo; Quinta da Cartaxeira e Propriedades não identificadas); Famílias e Personalidades; Urbanismo; Serviços, Comércio e Indústria; Fortes e Assuntos Militares; Igreja e Religião; Saúde e Ação Social; Desporto e Lazer; Movimentos e Partidos Políticos e Junta de Freguesia de Carcavelos
Primeiro outorgante: Maria de S. José de Castro Corte Real. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria Manuela Andrade Pinto Bessa de Castro e Lemos. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Maria Manuel de Lencastre de Abreu de Lima Valente Correia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
(Lisboa) Interrogação sobre se Guilherme Braga da Cruz conhece as razões para a paralisação da impressão do seu trabalho sobre Luís Vaz de Camões. Timbre: "José Maria Viqueira. Catedrático del Instituto Español".
(Burgos) Condolências pela morte da mãe de Guilherme Braga da Cruz, Maria Isabel Bressane Leite Perry de Sousa Gomes. Timbre: "Instituto Historico-Juridico Internacional Francisco Suaréz. El Director General".
Texto datilografado de Susan Lowndes a referir a morte da madre Maria da Purificação Godinho, testemunha das aparições de Fátima.
(Lisboa) Felicitações pelo aniversário natalício de Maria Cristina Braga da Cruz e referência às propriedades de Mata de Lobos.
(Lourinhã) Pedido de intervenção para a colocação da sua filha Maria de Fátima [?] na T. V. [?] no Porto.
(Lisboa) Condolências pela morte da mãe de Guilherme Braga da Cruz, Maria Isabel Bressane Leite Perry de Sousa Gomes.
(Lisboa) Condolências pela morte da mãe de Guilherme Braga da Cruz, Maria Isabel Bressane Leite Perry de Sousa Gomes.