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FERREIRA, Regina Maria Fernandes
ALVES, Renata Maria Rodrigues
DAMÁSIO, Maria Fernanda Vilela
TORRES, Susana Maria Fernandes
ESTEVES, Maria Florbela Lopes
Documentação característica de processos individuais de pessoal, referente a concursos, contratos, informação pessoal civil e fiscal, evolução profissional, classificação de serviço, assiduidade, requerimentos, etc.
MOREIRA, Susana Maria Trindade
MESQUITA, Maria Manuela Rocha
FRANCO, Maria Manuela Rodrigues
ALPALHÃO, Maria Margarida Cuco
BARRADAS, Zita Maria Figueiredo
PEREIRA, Zélia Maria Ribeiro
CALADO, Anabela Maria Gonçalves
FERNANDES, Augusta Maria Miranda
RODRIGUES, Maria Irene Gonçalves
MADUREIRA, Rosa Maria Pereira
DIAS, Maria Antonina Guimarães
Documentação característica de Processos Individuais de Pessoal, referente a concursos, contratos, informação pessoal civil e fiscal, evolução profissional, classificação de serviço, assiduidade, requerimentos, etc.
MOUTINHO, Maria Emília Alves
TEIXEIRA, Maria Adelaide Martins
MANUEL, Cândida Maria Duarte
ALVES, Maria Idalina Ferreira
“Ave-maria”, de Luigi
Autor: Ministério Público Ré: Maria Lamêgo, fr. Almacave, conc. Lamego Queixosa: Maria do Nascimento, conc. Lamego
Unidade de instalação
Unidade de instalação
O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas era masculino e pertencia à Ordem de Cister. O Mosteiro de Salzedas, também designado na forma arcaica de Sarzedas, esteva inicialmente relacionado com uma outra abadia também de monges cistercienses e localizada em Argeriz (distando apenas 1,5 km), ambas estreitamente associadas à figura de D. Teresa Afonso, viúva de Egas Moniz, que desde 1135 possuiu propriedades no termo de Argeriz e, pouco mais tarde, em Salzeda. Não se conhecem ao certo as datas de fundação destas abadias, mas quanto à abadia de Argeriz, localizada entre os rios Torno e Varosa, junto a uma fonte, em 1150 já aparece referenciada na documentação. Ou seja, antes de o território de Argeriz ter sido coutado por D. Afonso Henriques a D. Teresa Afonso (1152), já ali existia um mosteiro habitado por monges beneditinos, por cónegos regrantes de Santo Agostinho ou, eventualmente, por monges seguidores de alguma regra hispânica. A abadia de Salzeda, documentalmente conhecida a partir de 1155, já depois da chegada de D. Teresa Afonso ao território de Argeriz, e por interferência desta senhora, foi entregue aos cisterciences de Claraval para nela introduzirem a sua reforma monástica e, a 29 de Maio de 1156, veio a ser aceite como membro de pleno direito da Ordem de Cister. Em 1168, os monges do mosteiro de Salzeda iniciaram obras de construção de um mosteiro definitivo (possibilidade criada através de uma doação de Teresa Afonso), cuja igreja foi sagrada já no século XIII, época em que as instalações da abadia de Salzeda (a Velha) foram abandonadas e a comunidade veio a ocupar o seu novo edifício. Esta nova casa teve a sua igreja sagrada em 1225. Segundo o "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", Santa Maria de Salzedas, um dos mosteiros do bispado de Lamego com maiores rendimentos, foi taxado em 3500 libras. Em 1470, a 12 de Novembro, por bula de Paulo II "Ad undientiam ?" dirigida aos abades dos mosteiros de Maceira Dão (diocese de Viseu) e Salzedas (diocese de Lamego), foi ordenada a nomeação dos abades destes mosteiro para tratarem de incorporar todos os bens que se encontravam ilicitamente separados ou alienados da mesa capitular de Viseu. Em 1481, a 17 de Janeiro, D. Afonso V confirma a doação e anexação feita por Fernão Coutinho, conselheiro e senhor da terra de Armamar, da igreja de Santa Maria de Salzedas. Em 1504, a 5 de Janeiro, D. Manuel I deu foral a Salzedas e nele outorgou ao couto de Salzedas, sendo Ucanha sede de couto. De facto, Ucanha constituiu, desde o século XII, cabeça de couto do Mosteiro de Salzedas, por isso não recebeu foral medieval outorgado pelo rei. O seu estatuto jurídico estaria presente na carta de couto de Argeriz, concedida pelo Dom abade aos homens do seu senhorio. No mencionado foral de 1504 são referidas as apresentações da abadia de Lalim (Salzedas ou Tarouca), as reitorias de Cimbres e Granja Nova, a vigararia de Nossa Senhora da Conceição do Castelo, o curato de Mondim da Beira, o curato de Ucanha, e reitoria de Tarouca, e por fim as igrejas dos coutos de Vila Chã da Beira. Em 1513, a 23 de Agosto, quer o abade do mosteiro quer os seus monges recebem mercê de guarda e protecção. Em 1533, aquando da visita do abade de Claraval, Salzedas albergava uma comunidade composta por 23 professos e 8 noviços. O governo continuava a ser exercido por abades vitalícios e assim se manteve até à supressão provisória da abadia, em 1546. Por esta ocasião, D. João III, tal como tinha feito com Tarouca, fez expropriar Salzedas para dotar a Ordem de Avis e a de Cristo. Em 1556, a 9 de Julho, por carta da Câmara de Lamego foi exposto ao rei o desagrado da população resultante da extinção dos mosteiros de Santa Maria de Salzedas e de São João de Tarouca. Em 1557, a 3 Abril, por carta do comendador-mor D. Afonso, foi informado o rei que frei Jerónimo de Aguilar tinha solicitado em Roma a união dos mosteiros de Ceiça, Salzedas e São João de Tarouca. Em 1564, D. Henrique restaurou novamente o mosteiro. Restaurado o mosteiro, os abades passaram a ser trienais, sendo o primeiro padre Frei Bartolomeu de Santarém. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Mosteiro de Santa Maria da Vitória da Batalha era masculino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Cerca de 1388, foi fundado por iniciativa de D. João I, em honra de Santa Maria e em acção de graças pela vitória alcançada contra o exército castelhano na batalha de Aljubarrota, a 14 de Agosto de 1385. Por influência de Frei Lourenço Lampreia e do chanceler João das Regras, D. João I confiou à Ordem dos Pregadores a edificação do convento. As obras, levadas a cabo por mão-de-obra técnica e artística especializada, prolongaram-se durante mais de um século. A fundação do Mosteiro veio a dar origem ao estabelecimento do concelho de Santa Maria da Vitória da Batalha em 1500. Feito panteão da Casa de Avis a partir de 1416, e apesar da importância que alcançou como meio de afirmação e símbolo da dignidade da nova dinastia, desde o início de quinhentos, o convento foi entrando progressivamente na dependência dos favores régios e revelando-se incapaz de defender autonomamente o seu domínio e posição económica. Em contrapartida, acentuou-se o seu papel como centro de cultura de âmbito nacional e ponto de acolhimento dos mais diversos viajantes. A residência frequente do provincial dominicano no convento da Batalha transformou-o num centro de decisão significativo para o funcionamento das casas da Província. Entre 1538 e 1539, acolheu o Colégio de São Tomás de Aquino transferido depois para Lisboa, e novamente para Coimbra. Ao "studium" da Batalha que, de acordo com o Capítulo Geral celebrado em Salamanca em 1551, passou de particular a geral, estiveram associados intelectuais como Frei Bartolomeu dos Mártires e Frei Jerónimo de Azambuja. D. Manuel, empenhado desde o início de 1500 na promoção da reforma da província portuguesa dos Pregadores, em 1513 tentou transformar, embora sem sucesso, os claustrais da Batalha em instituto observante. Obra de arquitectos e mestres como Afonso Domingues (primeiro arquitecto do convento) e Huguette (que introduziu no edifício o gótico flamejante), funcionou durante 150 anos como uma escola de arquitectura de onde saíram os principais mestres construtores portugueses. Em 1755, o terramoto provocou a queda da cúpula da Capela do Fundador e da Torre da Cegonha Em 1811, sofreu ocupação pelas tropas francesas que mutilaram os túmulos e destruíram o Claustro de D. João III e provocaram um incêndio em parte das instalações conventuais. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Localização / Freguesia: Batalha (Batalha, Leiria)
Autor: Ministério Público Ré: Maria Custodia, Penelas, fr. Cambres, conc. Lamego Queixosa: Maria Mathilde [Maria Matilde], Penelas, fr. Cambres, conc. Lamego
Inventariados: Manuel Maria e Maria Mónica; Inventariante: Maria Mónica.
O fotógrafo a identificava habitualmente como Maria Gertrudes.
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
A fotografia retrata Maria Luísa, mulher de Ruben Garcia
Alvará. Legitimação. Filiação: João Fernandes e Isabel Maria Dias.
Alvará. Legitimação. Filiação: José Diogo; Maria Joaquina Martins.
Carta. Legitimação. Filiação: José Ferreira Pedreiro, e Escolástica Maria.
Carta. Legitimação. Filiação: Maria Rosa Meira; Joaquim Leite de Vasconcelos.
Alvará. 50$000 rs para sua neta Maria.
Carta de Padrão. 20$000 rs. Filiação: Maria de Mesquita.
Carta. Legitimação. Filiação: Maria Emília de Almeida Pinto.
Carta. Legitimação. Filiação: Maria Emilia de Almeida Pinto.
Carta. Legitimação. Filiação: José Rodrigues Ferreira, Maria de Carvalho.
Inventariado: Maria Jorge; Inventariante: Maria.
Inventariado: Maria Gomes; Inventariante: Maria.
Inventariado: Maria Fernandes; Inventariante: Maria.