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MANUEL, Cândida Maria Duarte
Alvará. Administração das Capelas instituidas na vila de Moura por Maria Carrasca, Simão dos Santos, Violante Carrasca e D. Maria Francisca Lobo.
A família Matos, segundo uma árvore genealógica incluída na documentação, descende dos Justos e Abregões da vila de Olivença. Um dos seus descendentes, Rodrigo Vicente de Matos Mexia Magalhães, também natural de Olivença, casou em Arraiolos, em 1716, com D. Maria Feliciana Pimentel Salgado Vasconcelos, natural de Évora. O único livro deste espólio é o tombo dos bens deste casal, feito 1726, e que se situavam em Olivença, Vila Viçosa e Arraiolos. O apelido Velez entrou na família pelo casamento de Leandro José Velez com D. Maria do Carmo Mascarenhas Matos, filha de António Augusto Matos Costa, figura destacada de Vila Viçosa, onde existe uma rua com o seu nome. Foram os filhos daquele casal Manuel Cândido de Matos Velez e D. Maria Manuela de Matos Velez, que propuseram ao IAN/TT a compra desta documentação.
A fotografia retrata Maria Luísa Garcia na sala de casa do casal.
A fotografia retrata Maria Luísa com uma estola pelos ombros, na varanda.
A fotografia retrata Maria Luísa com uma estola pelos ombros, na varanda.
Outras formas do nome: Antónioo Maria Correia, alcunha "O Correio do Inferno"
Outras formas do nome: Maria dos Anjos Martinho, alcunha "A Mocha"
A fotografia retrata Maria Luísa Garcia na sala de casa do casal.
A fotografia retrata Maria Luísa Garcia na sala de casa do casal.
A fotografia retrata Maria Luísa com uma estola pelos ombros, na varanda.
A fotografia retrata Maria Luísa com uma estola pelos ombros, na varanda.
A fotografia mostra Maria Luísa Garcia à janela da casa da rua Monte Zovetto, em Génova.
Carta de Padrão. Tença de 60$000 rs repartidamente para suas filhas Maria e Josefa.
Carta de Padrão. Tença de 40$000 rs para sua filha Ana Maria.
Carta de Padrão. De 20$000 rs para sua neta Maria da Assunção.
Carta de Padrão. Tença de 20$000 rs para sua filha Rosa Maria de Jesus.
Alvará. Administração da Capela instituída pelo Padre Bernardo Pereira em Stª Maria dos Olivais.
Carta. Legitimação. Filiação: Jerónimo dos Reis Gomes; Rosa Maria dos Santos.
Alvará. Pensão anual de 60$000 rs como viuva de José Maria da Costa.
Carta. Legitimação como filho do Padre José Maria do Couto Ribeiro Abreu.
Alvará. Pensão anual de 60$000 rs como viúva de José Maria da Costa.
Carta. Juiz dos Órfãos do concelho de Sanfins, para sua filha Maria de Assunção.
Processo de António Maria, marinheiro, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Naturalidade: lugar do Tojal, freguesia de São Pedro da vila da Sertã Local do casamento: Ermida do Senhor Jesus do Tojal Morada: freguesia de São Pedro da vila da Sertã Pai: Manuel Lopes Morgado Naturalidade: lugar do Tojal, freguesia de São Pedro da vila da Sertã (também referido como natural do lugar do Carpinteiro) Mãe: Inês da Mata Naturalidade: lugar do Tojal, freguesia de São Pedro da vila da Sertã Avô paterno: Manuel Fernandes Naturalidade: lugar do Carpinteiro, freguesia de São Pedro da vila da Sertã (também referido como natural do lugar de Malpica) Pais do avô paterno: bisavô paterno: António Fernandes bisavó paterna: Maria Nunes Avó paterna: Maria Lopes Morgada Naturalidade: lugar do Carpinteiro, freguesia de São Pedro da vila da Sertã Pais da avó paterna: bisavô paterno: Francisco Fernandes bisavó paterna: Francisca Lopes Avô materno: Domingos Lopes Naturalidade: lugar do Tojal, freguesia de São Pedro da vila da Sertã Pais do avô materno: bisavô materno: Manuel Lopes bisavó materna: Maria Esteves Avó materna: Ana Mata Naturalidade: lugar do Tojal, freguesia de São Pedro da vila da Sertã Pais da avó paterna: bisavô materno: Tomé Luís bisavó materna: Maria Fernandes Cônjuge: Maria Teodora Naturalidade: lugar do Tojal Pai: Bartolomeu Dinis Mãe: Joana da Mata Avô paterno: Manuel Dinis Avó paterna: Antónia Dinis Avô materno: Manuel da Mata Avó materna: Maria Esteves Naturalidade de pais e avós: todos naturais do Lugar do Tojal Data da carta de familiar: "Feita carta em 7 de Maio de 1754".
Em 1910, por Decreto de 8 de Outubro, foram extintas a Companhia de Jesus e as demais companhias, congregações religiosas, conventos, colégios, associações, missões ou outras casas de religiosos passando os seus bens, móveis e imóveis, para a posse do Estado. Ainda no mês de Outubro, o ministro da Justiça, Dr. Afonso Costa, cedeu ao asilo de orfãos "Vintém Preventivo" as casas religiosas situadas na rua do Quelhas e na Calçada da Estrela (Francesinhas) frente ao Palácio das Cortes, para instalar dois asilos, um para meninas e outro para meninos pobres, em particular filhos de revolucionários mortos ou prejudicados na revolução de 5 de Outubro. A casa da Calçada Estrela foi posteriormente cedida ao Instituto Industrial, pelo Dr. Brito Camacho, ministro do Fomento. O "Vintém Preventivo" passou para o Convento das Trinas. Mais tarde o Dr. Afonso Costa e o Sr. Manuel Borges Grainha, vogal da Comissão Jurisdicional dos Bens das Extintas Congregações Religiosas, encarregado pelo ministro de coleccionar e estudar os documentos deixados nas casas dos Jesuítas e de outras congregações, em visita feita ao Colégio de Campolide e à residência do Quelhas, encontrou reunidos diversos objectos e documentos que deviam ser conservados num museu. Por acordo com o director do "Vintém Preventivo", Dr. Guilherme de Sousa, foi decidido ceder-lhe o Convento das Trinas e o Colégio das Doroteias na Rua do Quelhas 6 A, ficando a residência dos Jesuítas na Rua do Quelhas n.º 6, destinada ao Museu dos Jesuítas e da Revolução. Em 1911, a 8 de Setembro, este acordo recebeu aprovação unânime da Comissão Jurisdicional dos Bens das Extintas Congregações Religiosas. Desde Junho desse ano, entraram várias remessas de livros, manuscritos e objectos, estátuas, retábulos, quadros, móveis do Colégio de Campolide e de outras casas congreganistas, acondicionados em "embrulhos, caixotes, malas, cestos, transportados em carroças", para o edifício da rua do Quelhas n.º 6, ficando à guarda do vogal da Comissão. O Museu dos Jesuítas e da Revolução partilhou as instalações até ao final de 1912 com o asilo masculino do "Vintém Preventivo. O museu contou ainda com o espaço da biblioteca e da igreja da antiga residência dos Jesuítas. Desta forma se procurou evitar a dispersão do espólio das instituições extintas com o objectivo de promover a educação popular, concretizados na organização do museu e da biblioteca, e promover a "história completa, exacta e documentada" da actividade das congregações e da sua influência em Portugal. Estes princípios figuraram no relatório elaborado pelo Dr. Júlio Dantas, que antecedeu o Decreto n.º 3410 de 28 de Setembro de 1917. Em 1912, a 29 de Novembro, foi feito o contrato de arrendamento entre o ministro do Comércio e a Comissão das Congregações. Em 1913, em 11 de Outubro, o edifício do extinto Convento do Quelhas, situado na rua do Quelhas n.º 6 A, mediante contrato de arrendamento feito entre o Ministério do Fomento e o Ministério da Justiça, foi cedido ao Instituo Superior do Comércio. Na igreja do Convento encontravam-se móveism, artigos religiosos e outros. A igreja foi destinada a Museu Comercial de Estudo. Em 1917, no mês de Junho, após visita às instalações, Júlio Dantas, inspector da Bibliotecas e Arquivos, propôs que o "Arquivo das Congregações" fosse entregue à Torre do Tombo. Em 1917, a 28 de Setembro, pelo Decreto n.º 3410, da Secretaria Geral do Ministério da Instrução Pública, foi criado o Arquivo das Congregações nos termos das alíneas 13 e 14 do artigo 6.º do Decreto de 24 de Dezembro de 1901, e do n.º 8 do artigo 27.º do Decreto, com força de Lei, de 18 de Março de 1911, com a preocupação de evitar perda e dispersão de documentos, como já tinha acontecido em 1759, por ocasião da expulsão dos Jesuítas e em 1834, ao serem extintas as ordens religiosas. Foi instalado na casa congreganista na rua do Quelhas, n.º 6, aguardando instalações mais amplas. Ficou subordinado ao Ministério da Instrução Pública através da Inspecção das Bibliotecas Eruditas e Arquivos, tendo por missão recolher, organizar e inventariar a documentação das Congregações religiosas existentes em Portugal à data da proclamação da República, os institutos religiosos seculares de votos simples, mas públicos, perpétuos ou temporários, que exerciam a sua actividade em missões, no ensino, em obras de caridade e na regeneração, criados com o liberalismo, no séc. XIX, após a extinção das ordens religiosas: jesuítas, doroteias, franciscanos, franciscanas (Trinas missionárias de Maria), dominicanos, dominicanas (1.ª e 3.ª ordem), padres das missões, do Espírito Santo (lazaristas ou padres de São Vicente de Paula), irmãs de caridade, irmão de São José de Cluny, salesianos, salésias, beneditinos, hospitalários de São João de Deus, padres redentoristas, missionários filhos do Sagrado Coração de Maria, ursulinas, carmelitas, irmãs do Bom Pastor, irmãzinhas dos pobres, irmãs do Sagrado Coração de Maria (Sacré Coeur) congregação de Santa Teresa de Jesus, oblatas do Menino Jesus, irmãs da Imaculada Conceição, congregação de Jesus Maria José, e freiras servitas. Pelo artigo 3.º do referido Decreto as colecções deveriam ser organizadas em três secções independentes: museu, arquivo e biblioteca. A secção do Arquivo, de acordo com o parágrafo segundo, seria organizada em documentos estatuais (estatutos, constituições, regras, diplomas pontifícios, provisões episcopais) estatísticas (catálogos dos congreganistas, número de casas das várias ordens, população dos colégios) administrativos (livros de administração, contas, receita e despesa), associativos (associações de filhas de Maria, Apostolado da Oração, congregações de alunos externos, etc.), políticos (cartas e outros documentos relativos à intervenção de elementos congreganistas na política interna e externa), jurisdicionais (processos e demandas relativos a bens de congregação, etc.), pedagógicos (selecção do professorado, orientação pedagógica, composição de futuros professores), didácticos (sistema de ensino nos colégios congreganistas, composições de estudantes e colegiais) educativos (processos de educação, regulamentares, primeiras comunhões, etc.), missionarísticos (missões na metrópole e colónias, método, resultados) e epistolares. Em 1918, pela lei de 8 de Maio o Arquivoda Congregações foi anexado ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo Em 1921, por carta do director de Arquivo das Congregações, Manuel Borges Grainha, dirigida ao Presidente Jurisdicional dos Bens das Congregações Religiosas, estavam totalmente separadas a três secções, museu, arquivo e biblioteca. Em 1930, por Decreto n.º 18 769, de 16 de Agosto, os documentos manuscritos com valor histórico, os móveis e livros considerados "adequados" foram mandados recolher no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, ao qual ficavam a pertencer definitivamente.
Mulher morena, de chapéu e a segurar um ramo de planta, sentada num banco feito de tábuas e troncos, num recanto de parque. O fotógrafo a identificava habitualmente como Maria Gertrudes, embora chegasse também a designá-la como Maria Carreiras.
Referência a Maria Peneda, retirada da documentação da Provedoria de Setúbal que se acha na Torre do Tombo.
Carta. 40$000 rs e 23 rs de tença para sua sobrinha Antónia Maria pensão de 20$000 rs.
Alvará. Do Ofício de Feitor da Alfândega de Arronches para sua filha Maria Ana ajudar a renunciar em Rodrigo Figueira.
Carta de Padrão. Tença de 20$000 rs para sua filha Maria Capela Loureiro. Filiação: Afonso Leitão.
Carta de Padrão. Tença de 20$000 rs para sua sobrinha Maria Lourenço de Góis. Filiação: Manuel Gonçalves Pássaro.
Carta de Padrão. Tença de 20$000 rs para sua sobrinha Teresa Maria de Góis. Filiação: Manuel Gonçalves Pássaro.
Apostila. Tença de 60$000 rs nas Obras Pias, mesmo que faleça primeiro que sua filha Joana Maria.
Carta. Meirinho da Moeda de Lisboa, para quem com ela casar, sendo apta. Filiação: Tomás da Silva; Maria Vieira.
Alvará. 150 xerafins de tença, em sua vida. Filiação: João Mealineto Reis da Dialção, Maria de Lima (D.).
Processo de José Maria, assentador da via, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Luís Lopes dos Santos (1751-1752) Cargos, funções, actividades: mestre armador Naturalidade: lugar de Passos de Baixo, comarca da Guarda, bispado de Coimbra Morada: Lisboa Pai: Luís Lopes dos Santos Mãe: Maria Gonçalves Avô paterno: Manuel Lopes Avó paterna: Luísa Rodrigues Avô materno: José Fernandes Boino (também referido como Manuel Rodrigues Bouno e rectificado no fólio 93v.) Avó materna: Maria Gonçalves Data da carta de familiar/provisão: “Feita carta em 27 de Abril de 1752”. Futuro cônjuge: Caetana Maria de Assunção (1761) Naturalidade: freguesia de Santa Maria Madalena, Lisboa Morada: Lisboa Pai: Manuel Gomes Lousa Mãe: Teodora Maria Avô paterno: Sebastião Gomes Avó paterna: Antónia Jorge Avô materno: João Carvalho Avó materna: Antónia Maria Data da aprovação: Em 22 de Junho de 1761 foi aviso […], estarem aprovadas estas diligências.
Outras formas do nome: Maria Muniz Borrallo, Maria Moñen Borajo
D. Maria Caldeira, João Lopes
Certidão Negativa. Filiação: José Maria.
Alvará. Legitimação. Filiação: Maria Francisca.
Alvará. Legitimação. Filiação: Maria Correia.
Carta. Legitimação. Filiação: Maria Josefa.
Carta. Legitimação. Filiação: Maria Ferreira.
Outras formas do nome: Maria Ângela da Fonte, Maria Ângela Fuente, Maria de la Fuente, Maria Angélica Merino
Outras formas do nome: Constantina Maria, Custódia Maria Ribeiro Marques Dias, Maria Ribeiro
Inventariados: Manuel Maria e Maria Mónica; Inventariante: Maria Mónica.
Requerimento nº 344. 1989: Requerimento de 2ª via da carta de condução de velocípede sem motor auxiliar n.º 528 em nome do requerente: João Maria.