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Exemplar do jornal "A Juventude", de Novembro de 1945: - Apelo, pelos jovens da "Juventude"; - Despedida, da autoria de Maria Rosa Moura; - Deserto, da autoria de Isabel Maria Teles Fernandes Gomes; - Pobres de espírito, da autoria de Fernando Júlio Santos Silva; - Poema Contraste; - Consolação, da autoria de José Manuel Pina Cabral; - Passatempo.
Exemplar do jornal "A Juventude", de Dezembro de 1945: - Alívio, da autoria de Isabel Maria Teles Gomes; - Hisória Exemplar, da autoria de José Manuel Pina Cabral; - Poema "Ano que vais", da autoria de Joaquim Teles Gomes; - Certeza, da autoria de Maria Rosa Moura; - Passatempo.
O Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Durante a segunda metade do século XI, provavelmente, foi fundado na freguesia de Pombeiro de Ribavizela, concelho de Felgueiras, distrito do Porto. Segundo as observâncias peninsulares, a primeira menção documentada data de 1102. Em 1112, teve carta de couto dada por D. Teresa. Por esta altura já devia seguir os costumes cluniacenses recebidos por intermédio do mosteiro de Sahagún (Espanha), os quais inspiraram o seu costumeiro, ainda hoje conservado em códice do século XIII. Foi protegido pela alta nobreza do reino, particularmente pelas famílias de Sousa e de Barbosa, que frequentemente o escolheram para local de sepultura, o que explica a edificação de uma grande igreja abacial da época românica. Nos anos de 1297 a 1318, sobretudo, o prestígio e o reconhecimento externo da observância praticada neste mosteiro manifestou-se pelo elevado número de doações recebidas do rei e de particulares. Foi constituído assim um vasto património, como manifesta o "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", que taxa o mosteiro em 8000 libras. Um valor muito mais elevado do que a maioria dos mosteiros beneditinos, só equiparável às taxas pagas pelo mosteiro cisterciense de Arouca ou pelos crúzios de Santa Cruz de Coimbra. Em 1424, foi nomeado o primeiro abade comendatário. Em 1569, foi entregue à Congregação de São Bento por D. António, Prior do Crato. Desde 1570, estava a comunidade reformada. Em 1588, a Congregação tomou posse dele definitivamente, depois da morte do referido prior, embora o rei Filipe II já tivesse obtivo autorização canónica para aplicar uma boa parte das rendas do mosteiro aos Jerónimos de Santa Maria de Belém, o que provocou entre as duas Ordens um litígio que durou largos anos. Santa Maria de Pombeiro foi um dos mosteiros mais ricos da Congregação de São Bento. Em 1809, em Maio, foi incendiado pelas tropas de Soult. Em 1816, começou a ser reconstruído. As obras estavam ainda inacabadas quando a comunidade teve de abandonar o mosteiro em 1834. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Exemplar do jornal "A Juventude", de Abril de 1945, sob o tema da Páscoa: - Redenção, da autoria de Joaquim Teles Gomes; - Páscoa Florida, da autoria de Arnaldo de Oliveira Pinto; - Sonho, da autoria de Maria Isabel Gomes; - Orando, da autoria de José Manuel Pina Cabral; - Ressureição, da autoria de Maria Rosa Moura; - Felicidade, da autoria de Vitor Manuel Pinheiro.
Exemplar do jornal "A Juventude", de Junho de 1945: - Prosseguindo, da autoria de Maria Rosa Moura; - Os 2 bairros da minha rua José Manuel Pina Cabral; - Arrependimento e perdão, da autoria de Isabel Maria Teles Gomes; - Correspondência do jornal (permutas, agradecimento, representantes); - Um filho achado, da autoria de António Tomás Simões Santos; - Poema "Paz, da autoria de Joaquim Teles Gomes.
Exemplar do jornal "A Juventude", de Fevereiro de 1945, sob o tema da parábola do Bom Samaritano: - O nosso jardim, da autoria de José Manuel de Pina Cabral; - Perigos, da autoria de Maria Rosa Moura; - Recordando o passado, Joaquim Teles Gomes; - Futuro previsto, da autoria de Isael Maria Gomes; - Passatempo, da autoria de António Tomás Simões dos Santos; - Bom-humor de capacho.
O Mosteiro de Santa Maria de Miranda era masculino, e pertencia à Ordem e à Congregação de São Bento. Também designado por Santa Maria de Admiranda (testamento de D. Afonso II) em consequência da paisagem que dele se avistava, por estar situado numa encosta. O "Mosteiro Velho" foi fundado talvez no século XII, embora a primeira menção documentada seja de 1207, vindo a ser deslocado para o alto do monte, lugar onde permaneceu desde o século XIII. Provavelmente foi beneditino desde o começo. Em 1207, recebeu carta de couto de D. Sancho I. Foi beneficiado por D. Afonso II e D. Afonso III. Em 1320, pertencia ao bispado de Tui (Terra de Valdevez) e no "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321" foi taxado em 200 libras, a mesma quantia que o vizinho mosteiro cisterciense de Santa Maria do Ermelo. O abade gozava de muitos privilégios e de ampla jurisdição dentro do couto, mas a comunidade foi sempre pouco numerosa, constando normalmente de apenas três monges e o abade. No tempo de frei Melchior de São Gregório, tinha quatro religiosos, entre os quais o abade, que apresentava no seu triénio um monge sub-diácono para curar as almas da freguesia. O Mosteiro tinha a renda anual de seiscentos mil réis, incluindo a dizimaria da freguesia. O edifício podia acolher oito monges. As irmandades do Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, das Almas, de São Bento, do Nome de Deus, de São Sebastião estavam erectas nas capelas colaterais e do corpo da igreja do Mosteiro. Na freguesia do Mosteiro havia ainda as capelas de Nossa Senhora dos Remédios, de Santo António, do Apóstolo São Tiago, cuja administração e fábrica pertencia a seculares. A crise geral dos séculos XIV e XV atingiu de tal forma este mosteiro que, em 1417, não havia aí nenhum monge. O mosteiro ficou na posse de abades comendatários entre 1495 e 1588. Em 1549 não tinha monges. A Congregação de São Bento tomou posse do Mosteiro por renúncia de Pedro Dias Carreiro, último abade comendatário. O primeiro abade trienal foi eleito em 1599. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Obras com dedicatórias a António José Branquinho da Fonseca, Maria Manuel Branquinho da Fonseca, (José) Tomás da Fonseca (pai de Branquinho da Fonseca) e Tomás Branquinho da Fonseca (filho de Branquinho da Fonseca). Também apresenta obras apenas com a assinatura do proprietário, neste caso, um dos elementos acima mencionados
Exemplar comemorativo de 1946: - Nota da redação, da autoria de Daniel de Pina Cabral; - Supremo anseio, da autoria de Maria Rosa Moura; - Deixai vir a mim, da autoria de Arnaldo Oliveira Pinto; - No dealbar de 1946, da autoria de Fernando Santos Silva; - Rescaldo, da autoria de Vitor Manuel Nunes Pinheiro; - Assim nasceu (caricatura dos fundadores do jornal); - Poema "Á humanidade", da autoria de Isabel Maria Teles Fernandes Gomes; - Ano Velho, da autoria de Maria Aurora Raimundo; - Poema "Á juventude", da autoria de Joaquim Teles Fernandes Gomes; - Correspondência; Passatempo; - Bom-humor de capacho.
Primeiro outorgante e seguinte: Manuel Pinheiro Fernandes de Sá e Maria Fernanda Machado Seixas representantes da CEAPE - Cooperativa de Estudos de Arquitetura, Planeamento e Engenharia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Manuel Pinheiro Fernandes de Sá e Maria Fernanda Machado Seixas representantes da CEAPE - Cooperativa de Estudos de Arquitetura, Planeamento e Engenharia. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Francisco da Silva Cascais e Maria Emília Cardoso da Silva Cascais representantes da firma Procivil - Consultores Técnicos de engenharia Limitada
Primeiro outorgante e seguintes: Rosa de Jesus. Fernando de Jesus Silva, Manuel da Silva, Eugénio Gonçalves da Silva, Olívia Rodrigues da Silva e Maria Amélia de Jesus. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça era masculino e pertencia à Ordem de Cister (na documentação designada por Ordem de São Bernardo). Em 1153, foi fundado por D. Afonso Henriques, por carta de doação e couto de 8 de Abril, concedida a São Bernardo, abade do Mosteiro de Claraval (França), a qual estabelecia que no território coutado fosse fundado um mosteiro cisterciense no lugar de Alcobaça, que promovesse o povoamento e o arroteamento das terras conquistadas aos muçulmanos. Em 1157, D. Afonso Henriques isentou o mosteiro de Alcobaça do pagamento de portagem em todo o reino. Em 1157, os primeiros monges vindos de Claraval foram instalados em Chaqueda, ou em Santa Maria-a-Velha, próximo da igreja de Nossa Senhora da Conceição e do local posteriormente ocupado pelo Mosteiro. Formavam então uma comunidade activa, recebendo bula de isenção do poder episcopal, em 1164. Em 1178 começou a ser construído o edifício do mosteiro definitivo, sofrendo com as incursões árabes de 1184 e de 1195. A vinda de mais religiosos de Claraval, permitiu retomar a construção do edifício do Mosteiro, sendo habitável em 1222. A igreja foi concluída em 1223 e sagrada em 1252. Em 1222, a comunidade estava instalada no edifício do Mosteiro, e pôde dedicar-se à assistência através da enfermaria e da farmácia da abadia. Em 1160, Maior Anes doou ao Mosteiro, sob certas condições, a terça parte das ovelhas que pertenciam a seu pai. Em 1179, Pedro pais e seu irmão, Mendo Pais, com esposas e filhos, doaram ao Mosteiro a herdade de Almofala. Nos dois primeiros séculos de existência, o Mosteiro foi governado por abades vitalícios eleitos pelos monges e confirmados por Claraval ou Cister. Em 1260, pela bula "Olim in Ulixbonensi" do papa Alexandre IV, de 8 de Agosto, o abade de Alcobaça foi nomeado bispo interino da diocese de Lisboa. A partir de 1369, no papado de Urbano V, as eleições dos abades passaram a ser feitas pela Santa Sé, concorrendo para o afastamento de Cister e de Claraval. Em 1475, por privilégio inserto na bula "Ad perpetuam" de Sisto IV, de 26 de Agosto, foi concedida ao arcebispo de Lisboa a posse automática nas funções de administrador do Mosteiro de Alcobaça, quando vagasse a abadia, até à nomeação de novo abade. Em 1459, a pedido de D. Afonso V, o Papa autorizou que o Mosteiro fosse dispensado das visitas da casa-mãe e que o seu abade fosse desobrigado de comparecer às reuniões do capítulo geral, em França. Desde essa altura, e em particular em 1475, com a entrada em funções de D. Jorge da Costa, primeiro abade secular (1475-1505) e futuro cardeal de Alpedrinha, a abadia entrou em recessão, com o aumento dos rendimentos do abade, concorrendo para a decadência da vida interna da abadia e para o seu despovomento. Em 1510, por mandado inserto na bula "Ad perpetuam" de Leão X, dada a 22 de Dezembro, passou a competir aos abades de Alcobaça a visitação e reforma dos Mosteiros da Ordem de São Bento e de São Bernardo. A partir de 1519, o cardeal-infante D. Afonso e o rei D. Manuel, começaram a reforma do Mosteiro, introduzindo alguns monges da congregação autónoma de Castela em Alcobaça. Em 1526, D. Francisco da Fonseca, bispo de Titopolis, era governador do Mosteiro, sendo o cardeal-infante seu administrador perpétuo. Em 1532, por ocasião da visita do abade de Claraval, apesar dos esforços realizados o estado do Mosteiro ainda era preocupante: sem disciplina monástica, sem recursos, com os edifícios degradados. A partir de 1533, com o apoio do abade de Claraval, o cardeal-infante conseguiu restabelecer a disciplina entre a comunidade. Em 1540, o cardeal D. Henrique, sucessor e irmão de D. Afonso, continuou as reformas, sendo recordada em Alcobaça a sua obra de organização e de dinamização da abadia. Durante o seu governo, em 1564, os abades de Alcobaça passaram a ser eleitos trienalmente. Pio V, a instâncias do rei de Portugal, erigiu e instituíu a Congregação de todos os mosteiros da Ordem de São Bento, outra dos mosteiros da Ordem de Cister, e outra de todos os mosteiros da Ordem de Santo Agostinho, que a elas foram unidos e incorporados, suprimindo as abadias perpétuas que ao vagar passaram a ser ocupadas por abades trienais. Em 1567, pela bula "Pastoralis officii", de Pio V, de 26 Outubro, foi erigida a Congregação da Ordem de Cister, constituída pelos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça, de Santa Maria de Ceiça, de Santa Maria de Salzedas, de São João de Tarouca. A sua organização devia seguir o modelo da congregação cisterciense autónoma de Castela. Por Alvará de D. Sebastião, confirmado pelo cardeal D. Henrique, a Congregação de São Bernardo foi denominada de Congregação de Santa Maria de Alcobaça. A passagem do abade de Alcobaça a abade-geral da congregação e a autonomização das casas de Portugal relativamente à restante Ordem de Cister, marcou o início de uma nova etapa na vida dos cistercienses portugueses. Em 1702, pela bula "Decet Romanus Pontificem" de Clemente XI, foi concedido o hábito prelatício aos gerais da Ordem de São Bernardo. A actividade do "scriptorium" de Alcobaça, o recheio da biblioteca e a dedicação dos monges ao ensino, comprovam a dinâmica da comunidade. Desde a segunda metade do século XIII, os monges fundaram escolas públicas de latinidade, lógica e teologia, que serviam para instruir os religiosos da Ordem, e que acolhiam alunos vindos do exterior. Foram fundadas escolas agrícolas em Cela, Vimeiro, Valado e Évora de Alcobaça. A partir de 1458, com o objectivo de elevar o nível intelectual da Ordem em Portugal, as escolas do Mosteiro passaram a reunir todos os clérigos cistercienses durante a sua fase de formação literária e teológica. Depois da fundação do Colégio do Espírito Santo de Coimbra (1550), os cursos do Mosteiro foram dirigidos para a formação interna, menos diferenciada, sobretudo na área da gramática e teologia moral. Em finais do século XVI, o Mosteiro dispôs de tipografia própria. Em 1833, os monges abandonaram o Mosteiro. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: Aurélio Gonçalves dos Santos, Maria de S. José Soares de Albergaria Tavares de Castro Falcão Côrte-Real.
Livros de registo do Fundo Paroquial da Igreja de S. Paulo: contribuintes, coletas, donativos, legado Rui Gameiro e Maria Helena, arrendamentos, compromissos pastorais, compromissos regulares, contribuições especiais, publicações, gastos gerais.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: Manuel de Oliveira Castro, José Maria Valente, António Gomes da Costa, representantes da Cooperativa Elétrica de Loureiro.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguinte: António Maria Soares Pinto dos Reis e Manuel Alves Pereira da Cruz representantes da Cooperativa Elétrica de Loureiro, Limitada.
A fotografia abrange os seguintes locais da freguesia de Oliveira de Azeméis: Travessa António Maria Pereira Vilar/Rua Prof. Ascensão Gandra Santos/Rua Pintor João Marques/Rua Prof. Arnaldo Costeira/Central de camionagem.
O Convento do Desterro de Jesus, Maria e José de Viana do Castelo era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Em 1780, o convento foi fundado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1900, o convento foi extinto por morte da última religiosa.
O Mosteiro de São Martinho de Crasto era masculino, pertenceu aos Cónegos Regulares de Santo Agostinho, esteve sujeito ao arcebispo de Braga até ser unido à Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Entre 1136 e 1140, ocorreu a fundação da Igreja e do Mosteiro de São Martinho de Crasto, em terras do seu fundador, D. Onerico Soeiro, fidalgo. Foi habitado por Cónegos Regulares de Santo Agostinho por ordem do arcebispo de Braga, D. João Peculiar, sendo o primeiro prior, D. Domingos Pais, cónego de Santa Cruz de Coimbra. O fundador doou-lhe os bens que tinha em Crasto para sustentação do Mosteiro, e em 1142, todo o direito que tinha na igreja. Em 1190, um testamento refere a anexação ao Mosteiro das igrejas de Santo Adrião de Oleiros, de Santiago de São Priz, de São Romão, de Santa Eulália, e de São Miguel de Boivães, e de suas pertenças, feita pelos respectivos abades, ao tomarem o hábito de cónegos de Santo Agostinho em São Martinho de Crasto. Estas Igrejas deixaram de ser da apresentação do Mosteiro, mas este conservou numerosos casais nestas freguesias, dos quais recebia foros, pensões e direitos. Em 1278, Estêvão João, cancelário de D. Afonso III, fez-lhe doação dos bens que tinha em Valença do Minho e de um casal situado no couto do Mosteiro de São João de Longos Vales, perto de Monção, mas, no século XVIII, apenas restava um meio casal. Os passais estendiam-se até ao Rio Vade. A freguesia de Vila Verde foi da sua apresentação até à mudança do lugar do edifício da Igreja. O Mosteiro recebia os dízimos, primícias e avenças pagos pelos fregueses da igreja de São Martinho de Crasto e de Vila Verde, e também a renda de 30 moios de trigo, pagos nas Lezírias da Atalaia, no termo de Santarém.. Nas actas das inquirições de D. Afonso III (1258), vem referido que o rei D. Afonso Henriques coutou por padrões e por carta o Mosteiro de São Martinho de Crasto. Em 1335, D. Afonso IV reconheceu-lhe a jurisdição que exercia, salvo para as moradas dos fidalgos onde devia entrar o porteiro do rei. D. Pedro de Melo foi seu comendatário mandando fazer tombo dos bens do Mosteiro em 1511. A comunidade estava reduzida a dois cónegos no tempo de Sebastião Rodrigues da Fonseca, último comendatário residente em Braga. Foi eleito prior, D. Agostinho de São Domingos, morador no Mosteiro de Grijó. Em 1578 foi abrangido pelo Concerto feito entre o rei e o geral da Congregação de Santa Cruz de Coimbra, com o Beneplácito da Santa Sé Apostólica, ficando obrigado ao pagamento de uma pensão de 60 mil réis destinada ao Rei. Em 1582, os Mosteiros de São Pedro de Folques, de São Martinho de Caramos, de São Simão da Junqueira, de Santo Estêvão de Vilela, de Santa Maria de Vila Nova de Muía, de São Martinho de Crasto, do Salvador de Paderne, de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, de Santa Maria de Oliveira e de São Miguel de Vilarinho, pertencentes ao padroado real, foram abrangidos pelo "Contrato dos mosteiros novos", assinado entre o rei e o prior geral da Congregação de Santa Cruz, pelo qual o rei os largava à Congregação recebendo, em contrapartida, uma pensão régia, paga a partir das rendas das respectivas mesas priorais. Em 1594, pela bula "Pro apostolicae servitutis" do papa Clemente VIII, de 19 de Maio, no 3.º ano do seu pontificado, passada a instância do rei D. Felipe, foram unidos à Congregação de Santa Cruz de Coimbra, sendo-lhes confirmados todos os privilégios, graças e indulgências que lhes tinham sido dados e concedendo-lhes os outorgados ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, quer pelos papas, seus antecessores, quer os de que gozava de outras religiões (ordens) por comunicação e autoridade apostólica. O arcebispo de Braga foi nomeado juiz executor e conservador apostólico da bula de união. Em 1595, a 4 de Fevereiro, no Mosteiro de São Martinho de Crasto, o Prior Geral da Congregação, D. Cristóvão de Cristo, tomou posse de Mosteiro. Os religiosos residentes não quiseram aceitar a reforma. Em 1612, o capítulo geral de 17 de Maio, uniu os Mosteiros de Nossa Senhora de Vila Nova de Muía e de São Martinho de Crasto ao de Refóios de Lima, por tempo de 9 anos, no âmbito da faculdade dada pela bula de Clemente VIII, de 16 de Junho de 1601 e por mais três anos, por decisão do capítulo de 1621. Em 1616, após a morte daquele comendatário, o prior e religiosos de Santa Maria de Refóios de Lima tomaram posse dos bens do Mosteiro de São Martinho de Crasto e de sua anexa, a igreja de S. Mamede de Coido, situada no termo de Ponte da Barca. A administração de Santa Maria de Refóios de Lima conseguiu reaver os bens dos passais de São Martinho de Crasto, bem como a cobrança dos dízimos das propriedades e de outros rendimentos (1616-c. 1622). Em 1629, o padre geral da Congregação nomeou D. Bento de Cristo, cónego do Mosteiro de Landim, como procurador do tombo do Mosteiro de São Martinho de Crasto, e em 1633, D. Luís da Natividade, presidente dos Mosteiros de Santa Maria de Vila Nova de Muía e de São Martinho de Crasto, constituiu os procuradores do tombo do referido Mosteiro. Em 1630,o capítulo geral de 27 de Abril, mandou unir o Mosteiro de São Martinho de Crasto ao novo Mosteiro de São Teotónio de Viana, transferindo religiosos, bens, ornamentos e paramentos, e anexando-lhe os frutos e rendas, como parte da dotação do "Mosteiro Novo". O Presidente de Santa Maria de Vila Nova de Muía acumulou a presidência de São Martinho de Crasto e a administração dos seus bens e rendas foram também associadas e exercidas por procuradores gerais ao longo do tempo, munidos de procurações de geral e livre administração, passadas em nome do Mosteiro de Santa Maria de Refóios do Lima, do prior geral da congregação, do vigário presidente de Santo Teotónio de Viana, do prior do Mosteiro de Mafra e novamente em nome de Refóios do Lima. Em 1769, extinto o Mosteiro de São Teotónio de Viana, a administração dos bens de São Martinho de Crasto foi dada ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima, com obrigação de repartir o seu rendimento com o Colégio da Sapiência da cidade e Universidade de Coimbra. Nesta data, não tinha cónegos residentes, fazendo-se a cobrança das rendas por dois religiosos de Santa Maria de Vila Nova de Muía. O Mosteiro administrador procedeu ao arrolamento dos seus bens - edifícios e igrejas que lhe pertenciam, extensão do assento e dos passais, origem, evolução, constituição e localização do património, tipo de rendas que recebia. Em 1770 a administração dos bens do extinto Mosteiro de São Martinho de Crasto passou a ser exercida pelo Mosteiro de Mafra, como parte dos bens do mosteiro suprimido de Refóios de Lima unido ao de Mafra. Em 1774, a venda do passal da igreja e a casa do Mosteiro de São Martinho de Crasto feita pelo cardeal da Cunha a Francisco Pereira de Araújo e Lima, capitão de ordenança de Ponte de Lima e a sua mulher, D. Rosa Maria Pereira, foi anulada por sentença, dada a favor de D. André da Anunciação, procurador-geral do real Mosteiro de Mafra. Em 1793, a administração dos referidos bens voltou ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios do Lima, mantendo-se a obrigação de enviar metade dos respectivos rendimentos ao Colégio da Sapiência de Santo Agostinho.
Exemplar do jornal "A juventude" de Novembro e Dezembro de 1947: - Natal, da autoria de Daniel de Pina Cabral; - Sonhos, luar e silêncio, da autoria de Isabel Maria Teles Fernandes Gomes; - Fantasias, da autoria de Maria Rosa Moura; - Natal previsto; - A bíblia; - O amor para com o próximo, da autoria de João Mogrão de Melo; - A propósito, da autoria de Fernando Júlio Santos Silva; - Passatempo.
Primeiro outorgante e seguintes: António Soares da Silva, Mercedes Barbosa Martins, Álvaro Alves da Silva, Maria Fernanda Barbosa Martins, Leonel Martins da Silva e Clara da Conceição de Azevedo Carvalho da Silva. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Manuel Valente Júnior, Maria Antónia Carqueja de Lencastre de Abreu de Lima Valente e Virgínia Carqueja de Lencastre Abreu de Lima. Segundo outorgante:Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Luís Maria de Castelo Branco Assis Teixeira e Alberto Correia Brandão de Sousa e Vasconcelos, Presidente da Direção e Tesoureiro, da Associação Florestal de Entre Douro e Vouga.
Primeiro outorgante: Maria Augusta da Conceição Neves, Manuel Pinto Guimarães, Abílio José Vaz da Silva e Adelino Vaz da Costa representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo Limitada. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante e seguintes: Maria Manuela Andrade Pinto Bessa de Castro e Lemos, João Manuel Andrade Pinto Bessa, Edyr de Andrade Castro Pinto Bessa e Albertino de Almeida Bastos. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Exemplar aguarelado e alterado
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: 10074. 331774
Exemplar do jornal "A Juventude" dedicado ao arcebispo de Armagh: - Saudação, pela equipa editorial; - Saudade e gratidão; - Versos de outono, por Isabel Maria Teles F. Gomes; - Provas, por José Manuel de Pina Cabral; - Ecce Rex Vester, por Arnaldo João Oliveira Pinto; - O irresoluto de Legouvé, tradução de Maria Rosa Moura; - Saudade, por Vitor Manuel Pinheiro; - As bodas de Canã, por Samuel José de Almeida; - Coragem e fé, por António do Couto A. Soares; - Quadro de honra; - Lição de otimismo; - Labírinto.
Fotografia
A Igreja colegiada de São Miguel de Torres Vedras pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa, e sucessivamente, à diocese, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Estava situada junto ao rio Lizandro, fora de muros. Em 1457, a igreja passou para a apresentação do Mosteiro de Alcobaça, na sequência do escambo celebrado entre o abade D. Jorge da Costa, cardeal Alpedrinha e D. Afonso V. Em 1867, foi entregue à Câmara e suprimida eclesiasticamente, sendo anexada à Igreja de Santa Maria do Castelo. A colegiada era constituída por onze beneficiados e pelo prior.
O Mosteiro de Santa Maria de Semide era feminino, pertencia à Ordem de São Bento e estava sob jurisdição diocesana. Era também conhecido como Mosteiro de Nossa Senhora da Assunção. Antes de 1154, ano em que está documentado na carta de couto foi fundado em Semide, por iniciativa do bispo D. João Anaia e de seu irmão Martinho. Estava destinado a monges, não sendo conhecida a Regra. Em meados de 1183, passou para as monjas de São Bento. Em 1610, o bispo de Coimbra D. Afonso de Castelo Branco quis transferir as monjas para o Mosteiro de Santa Ana de Coimbra, construído por ele para Cónegas Regrantes de Santo Agostinho, obtendo para isso a devida autorização pontifícia. A comunidade foi deslocada para Coimbra. Pouco tempo depois, por decisão da maioria e com autorização do bispo, a comunidade regressou a Semide no mesmo ano. A partir desta data, as abadessas passaram a ser eleitas por três anos. Em 1833, foi fechado o noviciado, Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1896, o Mosteiro foi encerrado por morte da última monja.
Original: Bilhete-postal ilustrado
Fotografia
Original: Bilhete-postal iIustrado. 4823
O Mosteiro de Santa Maria de Cós era feminino e pertencia à Ordem de Cister. Situado a cerca de 14 km de Alcobaça, o Mosteiro de Cós terá tido origem num recolhimento de viúvas e merceeiras vivendo na dependência das mercês do abade de do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Ao recolhimento inicial, marcado por uma vivência mais secular do que regular, veio a suceder a organização de um mosteiro de monjas, já existente em 1241, data da primeira referência documental às sorores de Cós. De acordo com documentos de 1307, 1337 e 1393, a comunidade de Cós possuía então uma organização institucional autónoma, conforme a observância cisterciense. Não é conhecida a data precisa da sua filiação a Alcobaça. O Mosteiro dependia economicamente de Alcobaça e veio também a sofrer com a presença dos abades comendatários neste Mosteiro. Em 1298, D. Dinis colocou-o sob a sua protecção. A protecção régia continuaria a ser confirmada e aumentada por D. Afonso IV (1325), D. Pedro I (1358) e D. Afonso V (1450). Em 1453, foi-lhe dado o privilégio para ter um homem que andasse com as bestas, isento de todos os encargos. Em 1496, a 21 de Junho, D. Manuel I, confirmou ao Mosteiro de Cós, abadessa, donas e convento, em serviço a Deus e por esmola, todas as honras, privilégios, liberdades e graças já outorgadas pelos seus antecessores. Em 1521, por mandado de 12 de Fevereiro, dirigido a João Lopes, almoxarife do Mosteiro de Alcobaça, foram pagos 1.254 réis a Francisco Dias e Rodrigo Dias, em que importavam 342 arráteis de vaca para as freiras do Mosteiro de Cós. Em 1532, foi publicado o regimento que reduzia para vinte o número de freiras do Mosteiro. Apesar das múltiplas tentativas de controlo do crescimento da comunidade, realizadas pelo abade de Alcobaça e por D. João III, não se alcançaram os resultados desejados e os rendimentos económicos revelaram-se insuficientes. Em 1536, por alvará de D. João III o Mosteiro de Cós passou a receber quatro arráteis de incenso por ano. Em 1548, o cardeal infante D. Henrique confirmou a carta de 8 de Junho e o alvará de 1 de Julho de 1532, que determinavam o mantimento e vestuário do Mosteiro pagos por Alcobaça. Em Maio de 1560, o número de professas de clausura de Cós era superior a quarenta. Em 1564, o Mosteiro de Alcobaça doou ao de Cós um moio de sal aplicado no rendimento da vila de Alfeizerão. Em 1579, a 17 de Outubro, pela bula " Exponit debitum" Gregório XIII determinou que se desse ao Mosteiro de Cós 6 moios de trigo, tirados dos frutos e rendimentos da Mesa Abacial de Alcobaça. Em 1596, D. Filipe I confirmou os privilégios do Mosteiro. Em 1695, por breve "In articulo mortis" o papa Inocêncio XII concedeu indulgência à abadessa e freiras do Convento, tal como tinham feito os papas Inocêncio XII e Urbano VIII. Em 1760,o Mosteiro recebeu provisão para a elaboração do tombo dos bens. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Localização / Freguesia: Cós (Alcobaça, Leiria)
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Original: Bilhete-postal ilustrado
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