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Artigo sob o título "Ilha de Malta", publicado no jornal "Diário Ilustrado" em 1893, fazendo uma breve história dessa Ilha.
Paisagens e vistas de edifícios e monumentos. República de Malta.
Autorretrato desenhado (assinado e datado: Eduardo Malta / 14-1-1925 / Lisboa).
Vila do Conde; Malta Estatutos: 1926; ofício;
Registo nº 90 Idade: 22 anos Filiação: Joaquim Malta / Maria Inácia Naturalidade: Golfeiros / Batalha Residência: Golfeiros / Batalha Destino: Santos / Brasil
Projecto para abastecimento de água domiciliária à Malta, concelho de Pinhel
Inventariado: Anastácia Malta, Fiães. Inventariante: Elsa de Jesus, Fiães.
Inventariado: Manuel Francisco Malta, morador em Guarda. Inventariante: Maria Antónia
Registo n.º510 - f.92 Filho de: António José da Malta e de Júlia Cândida Gomes; Natural de: Santa Valha-Valpaços-Valpaços; Idade: 32 anos; Literacia: Sabe escrever; Est. Civil: casado(a); Profissão: Jornaleiro; Destino: Brasil.
Registo n.º1075 - f.57 Filho de: António João Malta e de Josefina de Jesus Malta; Natural: Podence-Podence-Macedo de Cavaleiros; Idade: 18 anos; Literacia: não sabe escrever; Estado Civil: solteiro(a); Profissão: Doméstica; Destino: Rio de Janeiro - Brasil; Vai na companhia de Beatriz Malta, portadora do passaporte consular do Rio de Janeiro n.º12327. Observações: registo com fotografia do portador/acompanhantes e n.º de bilhete de identidade do portador do registo.
Sediada no lugar da Igreja, freguesia de Malta em Vila do Conde. Contém os estatutos de constituição de 14 de janeiro de 1983.
Inventariado: José Gonçalves Malta, da Quinta das Naves, Vila Garcia; Inventariante: Maria Thereza, de Vila Garcia.
Registo n.º213 - f.145 Filho de: Miguel António Malta e de Rosa da Natividade; Natural de: Podence-Podence-Macedo de Cavaleiros; Idade: 25 anos; Literacia: sabe escrever; Estado Civil: Solteiro(a); Profissão: Lavrador; Destino: São Paulo - Brasil.
Registo n.º600 - f.121 Filho de: Miguel António Malta e de Rosa da Natividade; Natural de: Podence-Podence-Macedo de Cavaleiros; Idade: 40 anos; Literacia: sabe escrever; Estado Civil: casado(a); Profissão: Agricultor; Destino: Brasil.
Inventariado: José Ribeiro Malta, Freixeda, fr. Vilar de Besteiros Inventariante: Piedade de Jesus Loureiro, Freixeda, fr. Vilar de Besteiros
Inventariante: Maria Rita, fr. Leomil Inventariado: Manoel dos Santos Malta, fr. Leomil
Registo n.º2 - f.141 Filho de: António Manoel da Malta e de Antónia dos Santos; Natural de: Adeganha-Adeganha-Torre de Moncorvo; Idade: 30 anos; Literacia: não consta; Estado Civil: não consta; Profissão: não consta; Destino: Brasil.
Registo n.º399 - f.139v. Filho de: Albino dos Santos Malta e de Amélia Augusta Ribeiro; Natural de: Chacim-Chacim-Macedo de Cavaleiros; Idade: 13 anos; Literacia: sabe escrever; Estado Civil: Solteiro(a); Profissão: Caixeiro; Destino: Pernanbuco - Brasil.
A capa do processo encontra-se vazia. No interior da mesma, sob Assunto, encontra-se o seguinte texto: "Alfândega de Lisboa - Importação com isenção de direitos, a levar a efeito por Eduardo Malta.
Francisco Pedro requere ao Administrador do Concelho de Óbidos a remissão de um foro pertencente à extinta Comenda da Ordem de Malta, em conformidade com a carta de lei de 13 de Julho de 1848.
Paisagens e vistas de monumentos.
Processo de Inventário Orfanológico 15/1921: Inventariado João dos Santos Malta , freguesia de Freixedas; Inventariante Teresa Morgada , freguesia de Freixedas.
Sediada no Largo de Santa Apolónia, nº 172, freguesia de Malta em Vila do Conde. Contém os estatutos de constituição de 2 de agosto de 2005.
Espaço de passagem para o atual Núcleo Museológico António Pedro Vicente (originalmente "Quartos de Malta").
Era Balio, procurador geral e recebedor da Ordem de Malta, fr. Duarte de Sousa Coutinho.
Processo de casamento de Joaquim Malta e Francisca Rita Pai do nubente: Joaquim António Mata Mãe da nubente: Maria das Dores Pai da nubente: Incógnito Mãe da nubente: Incógnito
Processo de casamento de Tomás Francisco Malta e Gertrudes Maria. Pai do nubente: Luís das Dores Maltez Mãe do nubente: Leonor do Socorro Candeias Pai da nubente: Tomás Manuel Ferrica Mãe da nubente: Jacinta Rosa Chaveira
Na imagem vê-se a porta do corredor de acesso aos Quartos da Malta Nova. Estes quartos foram acrescentados ao núcleo original dos Quartos de Malta, por insuficiência de espaço de reclusão.
Assuntos: Ordens Militares; Ordem de Malta; Rendas eclesiásticas do patriarcado, outros bispados e vários outros assuntos religiosos.
Relativos às comendas de Abreiro, Aguas Santas e Sezures (concelho da Maia), Aldeia Velha (Sabugal), Algozo, Moura Morta, Faia, Veade e Miranda do Douro, Ansemil, Baliado de Leça, Santa Maria de Barrô, Beja, Sernancelhe, Chavão, Corveira, Covilhã, Elvas e Montoito, Santiago de Fontes e São Sebastião de Fornelos, Santa Maria de Fregina e Santo Adrião de Sátão, Santa Maria Madalena de Freixial, Frossos e Rossos, Oleiros, Oliveira do Hospital, São Miguel de Poiares, Rio Meão, Santa Eulália da Ordem, São Brás, São João de Alporão de Santarém, São Cristóvão e Almas, Távora, Torres Vedras, Trancoso, Vera Cruz e Portel, Vila Cova a Coelheira, Vilarinho dos Frades.
Idade: 27 Profissão Médico Estado: Casado Naturalidade: Destino: Espanha Motivo: Observ.: É filho de Francisco Zeferino de Mira Mendes e de Adelaide Malta de Mira Mendes
A ação prende-se com a herança de seu irmão e cunhado Francisco Rodrigues Malta, falecido no Brasil. Escrivão: Francisco da Silva Braga.
Processo de casamento de Manuel da Malta e Ana da Cruz Pai do nubente: Joaquim da Mata Mãe do nubente: Maria das Dores Pai da nubente: Joaquim Jordão Mãe da nubente: Maria Catarina
Testamento do Arcebispo de Évora Dom José António da Malta e Silva, morador na cidade de Évora. Fez testamenteiro o Reverendo Padre Miguel António Belém. O tabelião foi Francisco Joaquim Rodrigues e Silva.
Idade: 24 Profissão: Estado: Solteiro Naturalidade: Montemor-o-Novo Destino: Rio de Janeiro (Brasil) Motivo: Observ.: É filho de Francisco Manuel de Brito Malta e de Verdiana Rosa da Veiga
Está junto um bilhete declarando que em Malta não quizeram receber o dinheiro, por não terem instruções para isso.
O Convento da Flor da Rosa (Crato) era masculino e pertencia à Ordem Militar de Malta. A Ordem de São João Baptista de Jerusalém foi fundada em 1093, nesta cidade, para socorro dos peregrinos que se dirigiam à Terra Santa. Também conhecida por Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta. Em 1113, pela bula "Piae Postulatio", o papa Pascoal II legitimou-a e colocou-a sob dependência directa da Santa Sé. Em 1120, recebeu uma função militar, tendo prestado serviços relevantes nas guerras contra os infiéis e na libertação dos lugares santos. De 1122 a 1128, a Ordem estabeleceu-se no Condado Portucalense fixando a sua sede no antigo Mosteiro de Leça, situado nos arredores do Porto, doado por D. Teresa. A localidade converteu-se em cabeça do priorado da Ordem em Portugal. Em 1194, D. Sancho I doou-lhes um vasto território na margem Norte do Tejo, com a obrigação de aí erguerem um castelo, que tomou o nome de Belver. Em 1232, a 8 de Dezembro, D. Sancho II doou o Crato à Ordem do Hospital, concedendo-lhe o primeiro foral, sendo Mem Gonçalves Prior da Ordem. Em 1340, depois da batalha do Salado, D. Afonso IV transferiu a sede da Ordem para o Crato, onde se manteve até 1354. Nesta data, D. Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Crato e pai de D. Nuno Álvares Pereira mandou construir o Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa para instalação da sede da Ordem. Posteriormente, foi palácio do Grão Prior. Em 1439, a sede da Ordem regressou ao Crato, vulgarizando-se a designação de Priorado do Crato. Este possuiu 23 comendas e as seguintes terras e seus termos: Amieira, Belver, Cardigos, Carvoeiro, Crato, Envendos, Gáfete, Oleiros, Pedrógão Pequeno, Proença-a-Nova, Sertã e Tolosa. Em 1527, o infante D. Luís assumiu a administração dos bens da Ordem do Hospital e decidiu fundar um colégio de Teologia para 30 religiosos, que nunca chegou a funcionar. A partir de 1530, a Ordem do Hospital, após acordo celebrado com o imperador Carlos V e sua transferência para a ilha de Malta, passou a denominar-se Ordem de Malta, nome que conservou desde então. Em 1551, a bula "Praeclara clarissimi" do papa Júlio III, que mandou unir os Mestrados das Ordens Militares à Coroa, anexando-os "in perpertuum", e cuja administração passava a ser exercida na dependência da Mesa da Consciência e Ordens, criada em 1533, não incluiu a anexação do Priorado do Crato, por estar na dependência de uma ordem estrangeira. A Ordem de Malta tinha uma casa feminina, o Convento de São João da Penitência de Estremoz. Em 1790, a 31 de Janeiro, a rainha D. Maria I, confirmou o Breve apostólico do papa Pio VI, e ordenou que a administração do Grão-Priorado do Crato ficasse unida à Casa do Infantado. Assim permaneceu até 1834, ano da extinção das Ordens Militares e Religiosas.
Escritura de Compra feita na Vila de Ílhavo, que fez como comprador José Fernandes Vieira, casado, proprietário, a Manuel Sebastião Malta, solteiro, criado de servir, e suas irmãs, Luísa de Jesus Malta, solteira, proprietária; Joana de Jesus Malta, também solteira proprietária; e Maria Nunes Resende, doméstica, e marido António Fernandes da Silva, marenoto, na qualidade de vendedores, de metade (pelo lado norte) de uma terra lavradia nas “Russas” limite da Vila de Ílhavo, que partia do norte com herdeiros de Manuel Nunes da Fonseca, do sul com outra metade pertencente aos outorgante Maria Nunes Resende e marido, do nascente com vala de escoamento, e do poente com caminho de consortes, pelo preço de sessenta mil reis. Foram testemunhas, Manuel Procópio de Carvalho, casado, distribuidor postal; José Francisco da Silveira Júnior, casado, lavrador; Manuel Nunes Abreu, casado, negociante; António Nunes da Silveira, casado, lavrador; José de Oliveira Pio, solteiro, lavrador, e João Julião da Silva, casado, seareiro, todos da Vila de Ílhavo.
Dispensa Matrimonial de António Maria da Costa Coelho Palhinhas e Elisiária Eugénia da Malta Costa, naturais da matriz de Montemor-o-Novo. Filiação do nubente: filho de Justino Coelho Palhinhas e de Maria José da Costa Contém: Petições, rol de testemunhas, sumários de testemunhas, apresentação de comissão, depoimento dos suplicantes, mandados de diligências.
Códice factício. Carta de Augusto III Estanislau, Eleitor da Saxónia, para D. José; Carta de Frei Manuel Pinto da Fonseca, Grão-Mestre da Ordem de Malta, para D. José; Carta de Frei Domingos de Veneza, Guardião do Convento do Sacro Monte Sião em Jerusalém para D. José.
Carta acerca da medição das terras foreiras à Ordem de Malta e do pagamento do respectivo foro. No verso contém a "Memória das propriedades que tem e prazo da Quinta do Loureiro" e refere, ainda, "Rol das terras da Quinta do Loureiro, da Barca".
Escritura de compra, na vila de Ílhavo, pelo comprador Luís André Alão, casado, lavrador, residente no lugar da Chousa Velha e pela vendedora Ana Amélia de Jesus, também conhecida por Ana Amélia Loreto, viúva de Paulo Borges Malta, lavradora, residente na rua do Arnal, desta vila, de um assento de casas térreas com aido ou quintal contíguo, poço e mais pertenças, sito na “Vinha d´Arrota”, limite da Chousa Velha, de natureza alodial, confronta do norte com Manuel Maria Simões da Rocha, do sul com Tomé Simões Machola, do nascente com levada, do poente com o caminho público, adjudicado por óbito de seu marido Paulo Borges Malta, morador nesta vila, pela quantia de duzentos mil reis. Foram testemunhas, José Cândido da Silva, sapateiro e Joaquim José dos Santos, lavrador, ambos casados, desta vila de Ílhavo.
Constituído por livros de registo de Batismos e óbitos
Sediada na Avenida São Rosendo, nº 38 em Santo Tirso. Contém os estatutos de constituição de 19 de maio de 1993.
Documentação relativa a baptismos, casamentos e óbitos
Requerimento de matrícula da aluna Conceição Gomes Castro, solicitando a matrícula no 1º ano de Italiano e 6º ano de Piano. O último documento é referente à passagem da certidão referente à conclusão dos exames do Curso Geral de Piano do 6º ano, 2º ano de Italiano, 3º ano de Português e 3º ano de Ciências Musicais.
Inclui as séries de registo de baptismos, casamentos e óbitos.
Carta de Padrão. Tença de 12$000 rs num dos Almoxarifados do Reino com o Hábito da Ordem de S. Bento de Avis.
Licença para qualquer Tabelião exarar as Escrituras.
Contém Ex-libris.
Festa dos finalistas do ano lectivo de 1951-1952 a ser representada no Instituto Profissional dos Pupilos do Exército. Tipologia e suporte: Documento dactilografado
Recortes de imprensa em português e em inglês sobre a crise instalada nesta ilha.
Revista em três actos da autoria de Jorge Moniz (?) Pereira, Flávio Santos e Luís França. Revista de despedida dos quintanistas de Medicina. Peça aprovada com cortes. Tipologia e suporte: documento dactilografado