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Livro de Atas da Sub-Comissão Organizadora do I Congresso da Igreja, Católica, Apostólica, Evangélica com os seguintes assuntos: nomeações, correspondência, excursão a Lisboa.
Primeiro outorgante: João Luís Lisboa, Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Segundo outorgante: Paulo Teles, Instituto Nacional de Estatística. Terceiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
A Igreja Colegiada de Nossa Senhora dos Anjos de Vila Verde dos Francos pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
A Igreja Colegiada de Nossa Senhora da Assunção de Azambuja pertenceu ao distrito eclesiástico do Ribatejo e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Em 1272, no foral concedido por Rui Fernandes, alcaide da vila, estão documentados o prior e a paróquia da Azambuja. Em 1288, João Lopes, reitor da igreja da Azambuja, foi um dos subscritores da súplica dirigida ao Papa Nicolau IV a favor da ratificação de um Estudo Geral no reino, disponibilizando as rendas das igrejas e mosteiros respectivos para o pagamento dos seus mestres e doutores. D. Dinis fez-lhe doação da metade das dízimas das lezírias de Alcalames e Albacetim. Em 1332, D. Afonso IV confirmou a doação das dízimas da lezíria da Atalaia, feita por D. Dinis e D. Isabel à Igreja de Santa Maria da Azambuja (1318) a pedido do prior Fernão Rodrigues. A igreja foi retirada do Padroado Real por Bula de Clemente V de 10 de Janeiro de 1345, e foi, novamente, incorporada por sentença de 20 de Dezembro de 1348. Coube-lhe contribuir para o Estudo Geral com 500 libras anuais, quantia reduzida à metade do rendimento da igreja, desde 1434. Este contributo manteve-se até 1755, e, provavelmente, até à reforma da Universidade de Coimbra, em 1772. Existe como colegiada desde o século XVI. A comenda de Santa Maria da Assunção era paga pela igreja aos senhores de Azambuja. A igreja teve seis benefícios. Em 1762, foi abrangida pela visitação às paróquias do Ribatejo e parte do termo Este de Lisboa, decretada em 1761 pelo cardeal patriarca de Lisboa, D. Francisco de Saldanha, sendo visitador Francisco Xavier Baptista. Em 1848, a Colegiada foi extinta pela Lei de 16 de Junho, mandada executar por Instrução do cardeal patriarca, de 17 de Setembro do mesmo ano, e pela Lei de 27 de Dezembro de 1849.
Documentos designados como projeto de Lisboa Nova, nos quais se indicam parcelas de casas a comprar, e por quem, na Rua Áurea, Rua Nova de El Rei, Rossio, Rua de São Julião, Rua Augusta, Rua Bela da Rainha, Rua dos Correeiros, Rua dos Sapateiros, Rua da Madalena, Praça da Rua da Madalena, Rua Nova das Hortas, Rua dos Douradores e Rua Nova da Princesa.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Documentação relativa a actividade do Banco na filial de Lisboa, destacando-se, correspondência, balancetes, inventários, balanços, contas com a sede e outras dependências e correspondentes no estrangeiro, informação sobre correspondentes, acções e outros títulos, contas correntes, depósitos a prazo, depósitos à ordem e a prazo, depósitos noutras instituições bancárias, registos de títulos descontáveis a receber, cartas de responsabilidade, contas correntes caucionadas, etc.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
Planta da cidade de Lisboa (colorida) referente ao Plano Diretor Municipal de 1966. Inclui legenda, escala gráfica e escala numérica nas 4 folhas. Folhas 1, 2, 3 e 4 Escala 1:10.000 Todas as folhas que constituem a planta, têm desenhada a orientação do ponto cardeal Norte.
Contém fotografias do exterior e interior do edifício do Hospital Escolar de Lisboa (Santa Maria). Entre estas encontram-se imagens da construção, terraços, zona envolvente, fachada, átrio, quartos, anfiteatros, mobiliário, laboratórios, cozinha, entrada, corredores, sala de raio x, bloco de esterilização, lavandaria, solário, lápide comemorativa e maquete. As fotografias são da autoria de Horácio Novais. 142 fotografias p&b, (ca.18,3x12,6cm)
Refere-se à preparação da 22ª Conferência Fulbright Executive Directors from Europe and Israel, realizada em Lisboa em 2000. Contém informação da conferência, fichas de inscrição, orçamento, lista de participantes, programa, convites, marcação de atividades complementares, confirmação de patrocínios, relatórios estatísticos financeiros, documentos de logística (equipamento e transportes), faturas, registos de correspondência, apresentações e listas de contactos.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. Inclui correspondência recebida do estrangeiro. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
Este álbum foi, segundo consta do mesmo, realizado para oferta aos assinantes da empresa "Editora Serões Romanticos de Belém & Cª". Para além deste, 2º álbum, a editora já tinha editado Lisboa - 1º álbum, Porto, Sintra e Belém e teria ainda no prélo o álbum do Minho e da Batalha.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
Contém fotografias do Hospital de Santa Maria em Lisboa. Entre estas encontram-se imagens da fachada sul vista de poente, fachada norte do corpo sul, corpos 22, 21 e 20 do Bloco norte e corpo 40, corpo da cozinha visto pelo interior. 4 fotografias p&b (35,5x29,8 cm)
Requerimento de matrícula da aluna Ema Vieira Lisboa, solicitando a matrícula no 5º ano do Grau Superior de Piano. O último documento é referente à conclusão do 2º ano do Grau Superior de Violino e tendo obtido o 1º prémio, requere os respectivos certificados.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
Livro de atas do primeiro congresso da Igreja Lusitana com os seguintes assuntos: reuniões, fundos, ofícios, propaganda, correspondência, sub-comissão do norte,.
O Convento da Madre de Deus de Lisboa era feminino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Em 1508, foi fundado numa quinta em Xabregas, na zona oriental de Lisboa, pela Rainha D. Leonor, viúva de D. João II. Para o efeito, obteve do papa Júlio II, três breves, autorizando a fundação do mosteiro. Em 1509, por breve do papa Júlio II, obteve-se licença para a sua fundação, e foi doado às religiosas Franciscanas Descalças, da Primeira Regra de Santa Clara, do Convento de Jesus de Setúbal. Nesse ano, o convento foi abençoado pelo arcebispo de Lisboa, D. Martinho da Costa. Em 1510, a comunidade foi recebida pelos observantes franciscanos e, dois anos depois, integrada na sua Província. Em 1517, o Convento da Madre de Deus recebeu ainda, por intervenção da rainha D. Leonor, as relíquias de Santa Auta, que chegaram a Lisboa a 2 de Setembro, e foram trasladadas para a igreja do convento a 12 do mesmo mês. A própria rainha, habitou junto das monjas num paço que para si mandou edificar, e jaz em campa rasa no claustro do convento. Posteriormente, no reinado de D. João III o edifício foi remodelado e ampliado. Em 1551, o papa Júlio II estabeleceu o limite de vinte religiosas para habitar o convento. Em 1567, o número de religiosas aumentou para trinta e três, através da autorização do papa Pio V. O convento chegou a albergar quarenta e duas freiras de véu preto e quatro freiras veleiras (que pediam as esmolas pela cidade). Devido às inúmeras esmolas e protecção dos monarcas portugueses, foi chamado Real Mosteiro da Madre de Deus, tornando-se um dos mais populares santuários da Lisboa do Renascimento. Em 1567, por ordem de D. João III, iniciou-se a realização de obras sob a orientação do arquitecto régio Diogo de Torralva. O edifício sofreu grandes alterações datando desta época a nave da Igreja e o Claustro. Entre 1746 e 1759, já nos reinados de D. João V e D. José, realizaram-se novamente obras de reforma, nomeadamente na Igreja, Sacristia, no Coro Alto, Coro Baixo e na Capela de Santo António que se revestem de talha dourada, azulejos, pinturas, mármores polícromos e madeiras exóticas. Destruído pelo terramoto de 1755, foi reedificado e sofreu de novo obras de restauro em 1872. Ao longo de vários séculos, o Convento pertenceu sempre à Casa das Rainhas, foi sujeito a várias intervenções arquitectónicas, e decorativas, possuindo um vasto património em ourivesaria e obras de arte. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1867, o edifício foi adquirido pelo Estado e afecto ao Asilo Maria Pia, aquando da venda dos bens da Igreja. Em 1871, foi extinto por falecimento da última freira.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receitas e despesas da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo dos documentos sujeitos a pagamento de emolumentos na Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo dos documentos sujeitos a pagamento de emolumentos na Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo dos documentos sujeitos a pagamento de emolumentos na Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo das ordens expedidas à Companhia dos Trabalhos Braçais da Alfândega de Lisboa.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de entradas de navios no porto de Lisboa, efectuado pela Alfândega.
Registo de entradas de navios no porto de Lisboa, efectuado pela Alfândega.
Registo de entradas de navios no porto de Lisboa, efectuado pela Alfândega.
Registo da distribuição dos emolumentos pelos empregados da Alfândega Municipal de Lisboa. Contém identificação dos trabalhadores.
Registo da distribuição dos emolumentos pelos empregados da Alfândega Municipal de Lisboa. Contém identificação dos trabalhadores.