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Áreas geográficas e topónimos: Igreja de Jesus (Lisboa, Portugal)
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Diretor: Alberto Braga. Lisboa. Número 1.
Nomeado familiar da Inquisição de Lisboa.
Compilação de registos das contas dos importadores de tabaco. Contém identificação dos importadores, destino, quantidades e direitos cobrados.
Compilação de registos do receita do tabaco. Contém indicação do tabaco despachado para as fábricas, quantidades e direitos.
Visita à Feira da Indústria de Lisboa do Ministro das Obras Públicas, Eng. Arantes e Oliveira e sua mulher.
Inclui folha solta com "mapa de saldos" da agência de Lisboa, relativo a 1920 (Janeiro a Dezembro).
Processos de relacionamento com diversos periódicos de Lisboa e Porto. Contém correspondência trocada e recortes de jornais, organizados por separadores.
Processo de relacionamento entre a LPPS e o seu angariador de publicidade em Lisboa. Consiste em correspondência trocada.
Livro de Atas da Sub-Comissão Organizadora do I Congresso da Igreja, Católica, Apostólica, Evangélica com os seguintes assuntos: nomeações, correspondência, excursão a Lisboa.
Ofício da Câmara Municipal de Albufeira dirigido aos Hospitais Civis de Lisboa no âmbito do envio da listagem de dívidas respeitantes ao internamento de doentes pobres até 30.09.1954.
Processo do paciente José António Dias no âmbito do internamento/ tratamento no Instituto Português de Oncologia de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício; 1 Inquérito assistencial;
Fotografia de grupo, do III ano do curso Jurídico da turma de João Guerra Pinto (5.º sentado na primeira fila, em baixo) em Lisboa, 1839/40.
Fotografia de grupo, do II ano do curso Jurídico da turma de João Guerra Pinto (2.º do lado esquerdo), em Lisboa no dia 26 de Abril de 1939.
A formação dos primeiros núcleos episcopalistas de Lisboa (comunidades de S. Paulo e de Jesus e congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra) ocorreu nos inícios da década de 70. Seriam, aliás, estes grupos que estariam na origem da Igreja Episcopal Reformada Portuguesa. Quanto a J. Nunes Chaves, que fôra Capelão da Igreja da colónia italiana do Loreto, vem a fazer nesse ano e nessa congregação a sua nova profissão de fé,e funda, em Janeiro de 1877 a congregação de Jesus, na Rua de S. Marçal, em Lisboa. Efetivamente, a congregação de Jesus ocupava um espaço arrendado, havendo referência em 1884 à ajuda da Sociedade Auxiliadora para o respetivo pagamento. Nos princípios de 1889, José Nunes Chaves deixou a congregação de Jesus e a I.L.C.A.E. para se juntar à Igreja Presbiteriana, instalada no antigo Convento dos Marianos em Lisboa, que então estava sem ministro. A congregação de Jesus ficou numa situação difícil, vindo até a ser proposto o seu encerramento por, anos mais tarde, continuar a ser servida pelos ministros de S. Paulo e S. Pedro e enfrentar problemas financeiros. a 29 de Janeiro de 1913 os memebros desta Missão, situada já em Campo de Ouique, passou a denominar-se Igreja de Jesus. Deu-se conhecimento à Comissão Permanente da Igreja Lusitana, pedindo-lhe ao mesmo tempo que fosse reconhecida como novo ramo da Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica. Depois de uma breve passagem por uma exígua casa na rua do Cabo instalou-se na rua Quatro da Infantaria, já com condições para a instalação de uma escola e igreja.
Este álbum foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Lemaire-Ternante como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa. A maioria das albuminas estão coladas a folhas do álbum, sendo certo que a maioria das folhas que integram retratos de pessoas têm 2 ou até 3 em cada folha (1 e 2, 4 e 5, 6, 7 e 8, 9 e 10, 11 e 12, 13 e 14, 15 e 16, 17 e 18, 29 e 30, 31 e 32, 33 e 34, 73 e 75, 74 e 76). As imagens 78 a 83 não estavam coladas nas folhas originais do álbum.
A União Cristã Evangélica foi uma organização feminina, anexa à Igreja de S. Paulo em Lisboa, com estatutos e regulamento interno elaborados por Thomas Pope e Joaquim dos Santos Figueiredo. Em 1904 foram elaborados novos estatutos. Era constítuida pela Presidente, secretária, tesoureira, vogal e membros ativos. Existia ainda uma secçã infantil: membros dos 8 aos 15 anos.
Continuação dos relatórios de 1909: igreja de S. Pedro - Lisboa - escola para crianças, por Josué Silva; fundo paroquial de 1909; Igreja de S. João Evangelista - gerentes para 1910; relatório das escolas do Torne e do Prado.
Livro de registo de receita e despesa da igreja de S. Paulo: donativos, despesas gerais, fundo paroquial, fundo dos pobres.
Livro de receita e despesa da Congregação da Santíssima Trindade com os seguintes elementos: donativos, despesas de manutenção,
Livro de registos de batismos da Congregação da Santíssima Trindade, denominada de Igreja Episcopal Reformada.
Livro de registo de frequência e nota mensal do comportamento dos alunos, do sexo masculino e feminino.
Livro de registo de frequência e nota mensal do comportamento dos alunos, do sexo masculino e feminino.
Objetivos, regulamento e programa do II Congresso da Juventude Evangélica Portuguesa: comissão de honra, comissão executiva, objetivos, regulamento, programa.
Átrio da catedral de S. Paulo no dia da sagração de António Ferreira Fiandor
Joaquim dos Santos Figueiredo escreve a André Cassels com as suas razões para o não envio do memorial a Lambeth.
Carta de Joaquim dos Santos Figueiredo a Diogo Cassels sobre as suas discordâncias acerca do memorial a enviar a Lambeth.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
Documentos que constituem o processo de internamento/ tratamento de João Manuel Eusébio Ferreira nos Hospitais Civis de Lisboa: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Ofício do Hospital Regional de Faro; 1 Declaração médica; 1 Declaração do Subdelegado de Saúde; 1 Atestado médico; 1 Inquérito assistencial; 1 Duplicado da Guia de Responsabilidade;
Ofício da Comissão Arbitral de Assistência de Lisboa por intermédio dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do pagamento em atraso pelos encargos das despesas com o tratamento de Justina de Oliveira no valor de 336$00, com os documentos de processo da doente em anexo.
Processo da paciente Idalina das Dores Ruivinho no âmbito do internamento/ tratamento no Hospital Regional de Faro e nos Hospitais Civis de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Inquérito assistencial; 1 Atestado; 1 Declaração médica; 1 Cópia da guia de responsabilidade para os Hospitais Civis de Lisboa; 1 Declaração médica do Hospital Regional de Faro.
Ofício da Comissão Arbitral de Assistência de Lisboa por intermédio dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do pagamento em atraso das despesas com o atraso do tratamento de Olímpia Antónia Cabrita Grade, no valor de 315$00.
Processo da paciente Augusta Coelho no âmbito do internamento nos Hospitais Civis de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Faro; 1 Declaração médica; 1 Inquérito assistencial; 1 cópia da Guia de responsabilidade; 1 Informação da Junta de Freguesia.
Processo do paciente António Rodrigues Casimiro no âmbito do internamento nos Hospital de S. José de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Faro; 1 Declaração médica; 1 Guia de responsabilidade; 1 Inquérito assistencial;
Processo do paciente Virgílio da Conceição Paiva no âmbito do internamento nos Hospitais Civis de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Faro; 1 Declaração médica; 1 Guia de responsabilidade; 1 Inquérito assistencial;
Processo da paciente Elisa de Jesus Bispo no âmbito do internamento/ tratamento no Hospitais Civis de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; 1 Declaração; 1 Declaração do Subdelegado de Saúde; 1 Atestado; 1 Inquérito assistencial; 1 Cópia da guia de responsabilidade;
Documentos que constituem o processo de internamento/ tratamento de Domingos Joaquim Bitoque nos Hospitais Civis de Lisboa: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Faro; 1 Declaração médica; 1 Cópia da Declaração do Subdelegado de Saúde; 1 Atestado do médico assistente; 1 Cópia do Inquérito assistencial; 1 duplicado da guia de responsabilidade;
Documentos que constituem o processo de internamento/ tratamento de Felizbela da Silva Paulo Bailote nos Hospitais Civis de Lisboa: 1 Declaração médica dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Inquérito da Comissão Municipal de Assistência; 1 Cópia do Inquérito da Comissão Municipal de Assistência; 2 Declarações médicas passadas pelo Subdelegado de Saúde do Concelho de Albufeira; 1 Declaração médica; 1 Atestado de pobreza;
Documentos que constituem o processo de internamento/ tratamento de Maria Graciete Guerreiro nos Hospitais Civis de Lisboa: 1 Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Inquérito da Comissão Municipal de Assistência; 1 Cópia do Inquérito da Comissão Municipal de Assistência; 2 Declarações médicas passadas pelo Subdelegado de Saúde do Concelho de Albufeira; 1 Declaração médica; 2 Atestados de pobreza;
Processo do paciente Manuel Cabrita Gonçalves no âmbito do internamento/ tratamento nos Hospitais Civis de Lisboa. Contém os seguintes elementos: 1 Ofício e ficha de entrada nos Hospitais Civis de Lisboa; 1 Informação da Junta de Freguesia; 1 Inquérito da Comissão Municipal de Assistência.
Planta da cidade de Lisboa (colorida) referente ao Plano Diretor Municipal de 1966. Inclui legenda, escala gráfica e escala numérica nas 4 folhas. Folhas 1, 2, 3 e 4 Escala 1:10.000 Todas as folhas que constituem a planta, têm desenhada a orientação do ponto cardeal Norte.
Documentos designados como projeto de Lisboa Nova, nos quais se indicam parcelas de casas a comprar, e por quem, na Rua Áurea, Rua Nova de El Rei, Rossio, Rua de São Julião, Rua Augusta, Rua Bela da Rainha, Rua dos Correeiros, Rua dos Sapateiros, Rua da Madalena, Praça da Rua da Madalena, Rua Nova das Hortas, Rua dos Douradores e Rua Nova da Princesa.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. Inclui correspondência recebida do estrangeiro. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Documentação relativa a actividade do Banco na filial de Lisboa, destacando-se, correspondência, balancetes, inventários, balanços, contas com a sede e outras dependências e correspondentes no estrangeiro, informação sobre correspondentes, acções e outros títulos, contas correntes, depósitos a prazo, depósitos à ordem e a prazo, depósitos noutras instituições bancárias, registos de títulos descontáveis a receber, cartas de responsabilidade, contas correntes caucionadas, etc.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
Este álbum foi, segundo consta do mesmo, realizado para oferta aos assinantes da empresa "Editora Serões Romanticos de Belém & Cª". Para além deste, 2º álbum, a editora já tinha editado Lisboa - 1º álbum, Porto, Sintra e Belém e teria ainda no prélo o álbum do Minho e da Batalha.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
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As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.