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Este álbum foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Lemaire-Ternante como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa. A maioria das albuminas estão coladas a folhas do álbum, sendo certo que a maioria das folhas que integram retratos de pessoas têm 2 ou até 3 em cada folha (1 e 2, 4 e 5, 6, 7 e 8, 9 e 10, 11 e 12, 13 e 14, 15 e 16, 17 e 18, 29 e 30, 31 e 32, 33 e 34, 73 e 75, 74 e 76). As imagens 78 a 83 não estavam coladas nas folhas originais do álbum.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
O registro civil em Portugal é oficialmente instituído pelo "Código do Registo Civil" de 18 de fevereiro de 1911 (alguns meses antes da promulgação da Constituição portuguesa de 1911). Em 20 de abril de 1911, a "Lei da Separação da Igreja do Estado" radicaliza o Estado laico e determinou que todos os registos paroquiais (baptismos, casamentos e óbitos) anteriores a 1911 gozassem de eficácia civil e fossem transferidos das respectivas paróquias para as recém-instituídas Conservatórias do Registo Civil. Essa era uma luta anterior que vinha desde que foi formada, em 1895, a Associação do Registo Civil, uma agremiação maçónica, apresentada pelos seus mentores como "um forte baluarte anticlerical e antirreligioso". De forma geral, há hoje uma conservatória de registo civil em cada concelho português, sendo que nas cidades de Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia e Setúbal há onze, quatro, duas e duas conservatórias respectivamente. Em concelhos de pequena e média dimensão, as conservatórias também acumulam outras funções além do registo civil, como o registo predial (imóveis), comercial (pessoas jurídicas) e de veículos. Em Lisboa está localizada a Conservatória dos Registos Centrais que é responsável pelos registos que envolvam cidadãos portugueses no estrangeiro e pela gestão de qualquer trâmite que diga respeito à nacionalidade portuguesa.
Documentos designados como projeto de Lisboa Nova, nos quais se indicam parcelas de casas a comprar, e por quem, na Rua Áurea, Rua Nova de El Rei, Rossio, Rua de São Julião, Rua Augusta, Rua Bela da Rainha, Rua dos Correeiros, Rua dos Sapateiros, Rua da Madalena, Praça da Rua da Madalena, Rua Nova das Hortas, Rua dos Douradores e Rua Nova da Princesa.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
Documentação relativa a actividade do Banco na filial de Lisboa, destacando-se, correspondência, balancetes, inventários, balanços, contas com a sede e outras dependências e correspondentes no estrangeiro, informação sobre correspondentes, acções e outros títulos, contas correntes, depósitos a prazo, depósitos à ordem e a prazo, depósitos noutras instituições bancárias, registos de títulos descontáveis a receber, cartas de responsabilidade, contas correntes caucionadas, etc.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.
Este álbum foi, segundo consta do mesmo, realizado para oferta aos assinantes da empresa "Editora Serões Romanticos de Belém & Cª". Para além deste, 2º álbum, a editora já tinha editado Lisboa - 1º álbum, Porto, Sintra e Belém e teria ainda no prélo o álbum do Minho e da Batalha.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
As fotografias 1892 a 1913 foram tiradas num passeio a Lisboa, ao Portinho da Arrábida e Cristo Rei, acompanhados da Dona Delfina e família, por ocasião do Congresso da Sacor. A D. Delfina era colega de trabalho de José Gomes e Aidinha na CIDLA.
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Refere-se à preparação da 22ª Conferência Fulbright Executive Directors from Europe and Israel, realizada em Lisboa em 2000. Contém informação da conferência, fichas de inscrição, orçamento, lista de participantes, programa, convites, marcação de atividades complementares, confirmação de patrocínios, relatórios estatísticos financeiros, documentos de logística (equipamento e transportes), faturas, registos de correspondência, apresentações e listas de contactos.
Planta da cidade de Lisboa (colorida) referente ao Plano Diretor Municipal de 1966. Inclui legenda, escala gráfica e escala numérica nas 4 folhas. Folhas 1, 2, 3 e 4 Escala 1:10.000 Todas as folhas que constituem a planta, têm desenhada a orientação do ponto cardeal Norte.
Correspondência recebida pelo comissário do Governo junto da filial de Lisboa em liquidação. Contém algumas cópias de correspondência expedida. Entre os remetentes está a Comissão Liquidatária, em Braga. Inclui correspondência recebida do estrangeiro. O título da capa leva a crer que o maço não tenha sido acumulado pelo produtor.
As fotografias 001401 a 001412 foram tiradas numa ida a Lisboa para ver o jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. José Gouveia era sócio do F. C. do Porto e por norma acompanhava todos os jogos da equipa.
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Livro de atas do primeiro congresso da Igreja Lusitana com os seguintes assuntos: reuniões, fundos, ofícios, propaganda, correspondência, sub-comissão do norte,.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receitas e despesas da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo dos documentos sujeitos a pagamento de emolumentos na Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo dos documentos sujeitos a pagamento de emolumentos na Alfândega Municipal de Lisboa.
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Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
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Registo contabilístico da Caixa dos Depósitos da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo contabilístico de receita e despesa da Alfândega Municipal de Lisboa.
Registo das ordens expedidas à Companhia dos Trabalhos Braçais da Alfândega de Lisboa.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.
Registo de correspondência e copiador da Alfândega de Lisboa com o Governo Central.