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Diário de Lisboa : edição mensal / propr. Renascença Gráfica ; dir. Joaquim Manso. Lisboa : R.G., 1987. 1- Edição de 23/11/1987 2- " " 24/11/1987 3- " " 25/11/1987 4- " " 26/11/1987 5- " " 27/11/1987 8- " " 28/11/1987 9- " " 19/12/1987
Documentação referente ao exercício do cargo de Chefe da 4ª Repartição de Edificações Urbanas e de Director dos Serviços e Urbanização e Obras da Câmara Municipal de Lisboa. Estudos anteriores ao exercício do cargo - Esgotos de Lisboa.
Contém uma fotografia da maquete da Cidade Universitária de Lisboa, onde são vísiveis os edifícios do Hospital de Santa Maria, a Reitoria, a Faculdade de Letras e a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. 1 fotografia p&b, (49x39,3 cm)
O estado de abandono das muralhas e fortificações de Lisboa. Contém referências datadas dos séculos XV a XIX.
Recortes de jornal com artigos sobre a eleição para a Câmara de Lisboa. Contém referências datadas de 1885.
Relações e correspondência relativas a obras feitas em Lisboa ca. de 1764 e entre 1834 e 1837.
Carta. Tença de 12$000 rs para os ter com o Hábito de Cristo. Filiação: António Martins Lisboa.
Carta de Padrão. Hábito da Ordem de Cristo do Convento de Nª Srª da Luz, em Lisboa.
Carta. Chefe do Posto a Cavalo da Fiscalização da competência da Alfândega Grande de Lisboa, em Sesimbra.
Jornal noticioso, literário e essencialmente de propaganda comercial, director José Matias de Araújo Júnior, com sede em Lisboa.
Realização de evento exterior, não identificado, junto ao edifício da associação desportiva Sport Lisboa Beira. Tipologia e suporte: Fotografia
Processo de Jorge Pereira Lisboa, aspirante das Alfandegas, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Juízo criado por decreto de 29 de Novembro de 1755, com foro de privilégio em função da causa, para conhecer os conflitos dos proprietários das casas e terrenos da cidade de Lisba, arruinadas pelo terramoto, ocorrido a 1 desse mesmo mês. A lei de 3 de Dezembro deste mesmo ano estabeleceu as providências sobre os alugueres e delimitou a zona edificável. Esta mesma lei encarregou os inspectores dos bairros do julgamento de embargos a obras a realizar. Para melhor solucionar as questões levantadas com a destruição das propriedades, foi ordenado aos inspectores dos bairros que fizessem tombos individualizados para cada bairro com a descrição e medição das propriedades, ruas, praças e becos, separadamente. Para cada bairro havia funcionários próprios. A 3 de Dezembro de 1755 o rei proibe o aumento das rendas e dos foros para travar as especulações surgidas após o terramoto, estabelecendo penas no incumprimento desta ordem. Proibe também a construção de casase de pedra e cal nos terrenos que "principiando pela banda do poente fora das Portas dos Quartéis de Alcântara, do palácio e hospício de Nossa Senhora das Necessidades, dos arrebaldes do Senhor da Boa Morte e de São João dos Bem Casados e continuando do Casal de Paio e Silva, do Salitre, do Chafariz de Andaluz, da Carreira dos Cavalos, da Bemposta, de Santa Bárbara, do Forno do Tijolo, da Cruz dos Quatro Caminhos, de Vale de Cavalinhos e de Santa Apolónia" para evitar edificações "indiscretas nos lugares afastados do recinto da cidade "que sendo já disfome na sua extensão, dificulta a comunicação. A 12 de A lei de 12 de Maio de 1758 concedeu aos senhorios e foreiros que haviam perdido as suas casas, autorização para as reconstruir no prazo de 5 anos. Até finais do séc. XVIII, várias medidas foram tomadas para solucionar os problemas resultantes do terramoto. Apesar da proibição, nos primeiros anos do séc. XIX havia ainda muitas barracas de madeira.
O Convento de Santo António da Convalescença de Lisboa era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Santo António. Também era conhecido por Convento da Cruz da Pedra de Benfica, e por Convento de Santo António da Convalescença de Benfica Em 1640, foi fundado como hospício, por iniciativa do correio-mor do reino Duarte Gomes da Mata, que tornou o novo cenóbio patronato dos correios-mores do reino Em 1720, passou a convento. Em 1746, foi reedificado. Em 1785, residiam no convento 25 religiosos. Em 1790, o convento deixa de ser patronato dos correios-mores do reino, sendo seu último patrono Manuel da Maternidade da Mata de Sousa Coutinho, conde de Penafiel. Em 1822, residiam no convento 10 religiosos. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Maço constituído por uma certidão, uma carta missiva e feitos de artigos de liquidações, relativas aos condes de Linhares e ao Colégio de Santo Antão de Lisboa.
Apresenta a seguinte informação: - "Plano Geral da cidade de Lisboa em 1826". "Constantino f." (n.º 192) - "Planta da cidade de Lisboa" (n.º 193) Apresentam a medição em palmos.
Esta imagem, provavelmente destacada de um álbum, foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Ternante-Lemaire como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa.
Esta imagem, provavelmente destacada de um álbum, foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Ternante-Lemaire como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa.
Esta imagem, provavelmente destacada de um álbum, foi realizado no âmbito da viagem realizada a Lisboa por Amédée de Ternante-Lemaire como enviado do jornal francês "L' Illustration" Amédée de Ternante-Lemaire para documentar a chegada da princesa Estefânia a Lisboa, vinda de Düsseldorf, para casar com o rei D. Pedro V. Amédée de Ternante-Lemaire realiza uma reportagem sobre o acontecimento e, durante essa estadia, completou um levantamento de vistas da cidade de Lisboa.
Casa fotográfica que funcionou em Lisboa, numa primeira fase, entre 1899 e 1911, na Rua Correia Guedes, n.º 47 e teve como fotógrafo Augusto de Carvalho. Posteriormente a Foto Nova União manteve actividade na Rua Gilberto Rola, 47-A, onde funcionou desde 1912 até a meados da década de 80.
A Igreja de São Paulo está localizada no Largo de São Paulo, na zona histórica da cidade de Lisboa. Na imagem também se vê o chafariz da praça.
A fotografia mostra o Entreposto de Alcântara, em Lisboa aquando da chegada do Andalucia Star. No porto nota-se Maria Luísa Garcia e Cecília, mãe do Ruben Garcia.
O Palácio Real de Queluz (também chamado de Palácio Nacional) é um palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no concelho de Sintra, distrito de Lisboa.
O Palácio de São Bento, é um enorme edíficio de estilo neoclássico situado em Lisboa, sendo a sede do Parlamento de Portugal desde 1834.
Comunicação entre o Núcleo do Porto com núcleo de Lisboa, quer em comunicação de decisões, dúvidas, conselhos, viagens, relatórios, requisições como apresentação de despesas.
Artigo de Almeida Carvalho, datado de 1872, publicado no jornal "A Revolução de Setembro", sob o título "De Lisboa a Goa".
Album composto de fotografias de desenhos e maquetas do Grande Hotel de Lisboa, actual Hotel Ritz, projectado pelo arquitecto Porfírio Pardal Monteiro.
Contém fotografias do Estádio Universitário de Lisboa. Entre estas encontram-se imagens do campo de jogos, motivos decorativos e arruamentos. 4 fotografias p&b, (40x50; 49x39; 49x36;29x39,3 cm)
Matricula nº 1241. 1964: Requerimento de matrícula e registo de velocípedes sem motor auxiliar n.º em nome do requerente: João Saraiva Nunes Lisboa.
Matricula nº 1243. 1964: Requerimento de matrícula e registo de velocípedes sem motor auxiliar n.º em nome do requerente: José Gaspar Lisboa.
Processo nº 166, 1955: Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 02/12/1955, em nome do requerente: Silvestre Gonçalves Lisboa
Processo de José Félix Pereira Lisboa, adido da Secretaria Geral, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Contém cópia de carta endereça a Teófilo da Fonseca, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Ateneu Comercial de Lisboa. Contém o documento n.º 182 a 183.
Correspondência com a Câmara Municipal de Lisboa sobre a expropriação de um terreno na rua D. Pedro V. Contém os documentos n.º 123 a 127.
Jornal diário de grande informação, propriedade da Renascença Gráfica, direcção de António Pedro Pinto de Ruella Ramos, com sede em Lisboa.
Revista em dois actos de Armindo Gonçalves, aprovada com cortes, a ser representada pela Sociedade Filarmónica Recordação Apolo, em Lisboa. Tipologia e suporte: Documento dactilografado
Semanário de programas de espectáculos, anedotas e contos, propriedade e direcção de Fernando Martins de Bettencourtt Viana, com sede em Lisboa.
Gravura representado Lisboa durante o terramoto de 1755, em primeiro plano o rio e embarcações, e em segundo plano a cidade a ruir.
A fotografia mostra o Entreposto de Alcântara, em Lisboa aquando da chegada do Andalucia Star. No porto nota-se Maria Luísa Garcia e Cecília, mãe do Ruben Garcia.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Manuel Lisboa Miguel Batista Matrícula n.º: 1-CTC-14-01 Contém registo de transferência de propriedade: José Louro Gaspar.
Requerimento nº 409, 1975: Requerimento de licença de obtenção de carta de condução de velocípede sem motor auxiliar em nome do requerente: Manuel Lisboa Miguel.
Alvará. Para cada uma de suas filhas emquanto não formarem estado dois alqueires de trigo por mês. Filiação: Manuel da Silva Lisboa.
Peça em dois actos da autoria de L. Lopes Ribeiro a ser representada pelo Grupo da Companhia de Caminhos de Ferro de Lisboa. Tipologia e suporte: Documento dactilografado
Revista diária de informação aos turistas, propriedade das Produções Centauro Publicidade Limitada, direcção de José Eduardo Delgado Eliseu Ribeiro, com sede em Lisboa.
Da história administrativa desta casa fotográfica apenas se sabe que tinha sede em Lisboa, na Rua Edite Câvel, 15, e como fotógrafo Artur José Mendonça. A Foto Oriente executava trabalhos fotográficos em todos os géneros: reportagens fotográficas, retratos para passes, bilhetes de identidade e passaportes, ampliações, reproduções, miniaturas, esmaltes e molduras.
Capitão: J. E. Holl. Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & C.ª. Procedência: Cádis.
Capitão: J. E. Holl. Agentes em Lisboa: E. Pinto Basto & C.ª.
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa.
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa.
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa.
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa.
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa.
Retrato de grupo dos jogadores de cricket da equipa do Porto e de Lisboa.
Retrato de grupo dos jogadores de cricket da equipa do Porto e de Lisboa.
A imagem mostra os transeuntes nas arcadas da Praça do Comércio em Lisboa.
A imagem mostra os transeuntes junto às instalações do Banco Nacional Ultramarino, em Lisboa.
A rua do Barão rua pertence à freguesia da Sé, Lisboa.
Notário: Fernando dos Santos Manata Primeiro outorgante: João Marques Lisboa Residente: Quintãs
Projeto de alteamento do Grande Hotel Central em Lisboa. Está assinado por Ernesto Korrodi.
Cópias dos resumos diários do livro Caixa da Agência de Lisboa, remetidos à Sede.
Destruição das fortificações de Lisboa. Contém referências datadas de 1650 a 1656.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente aos anos de 1885 a 1888.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente ao ano de 1885.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente ao ano de 1886.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente ao ano de 1886.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente ao ano de 1887.
Relatório de actividades da Penitenciária Central de Lisboa, referente ao ano de 1888.
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Carta de Padrão. Ordinária de 300$000 rs na Alfândega Grande de Lisboa.
Passou para a Inquisição de Lisboa, Novos Maços, mç. 27, n.º 28
EMPRAZAMENTO DE CASAS EM LISBOA, JUNTO AO MURO DA PORTA DA RIBEIRA
Pedido de classificação de letras de canções, Espirituais Negros, a apresentar pelo Orfeão Académico de Lisboa..
Revista de actualidades semanal, propriedade de Álvaro Augusto João, com sede em Lisboa.
João Pulido Garcia em Lisboa no ano de 1935 ou 1936.
Alfred Fillon nasceu em França em 1825, e por motivos políticos refugiou-se em Portugal, na época do Segundo Império (1852-1870), tendo sido recomendado por Victor Hugo a António Feliciano de Castilho que o acolheu. Estabeleceu-se inicialmente no Porto em 1857, e a partir de 1859 em Lisboa, na Rua das Chagas, n.º 13 e depois para a Rua Serpa Pinto, n.º 87, estúdio que manteve até ao final da vida. Fillon voltou a Paris entre1869-70, regressando definitivamente a Lisboa onde manteve a actividade de retratista. Para além de fornecedor da Casa Real portuguesa, Alfred Fillon colaborou com algumas publicações periódicas, nomeadamente, O Contemporâneo e O Ocidente. Morreu em 1881. Augusto Bobone viria a herdar o estúdio de Fillon na Rua Serpa Pinto, tendo-se dedicado igualmente à fotografia de retrato e à reprodução de objectos de arte (pinturas, esculturas e ourivesaria).
A Igreja Colegiada de Santa Maria e Santiago de Almada pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Na capilha do processa consta uma ficha com a seguinte menção: "O proc. 15772 passou para a Inquisição de Lisboa, Movos Maços, mç 27 nº 23, em 13-03-84".
A Igreja Colegiada de Santa Maria de Sacavém pertenceu sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Era também designada por Nossa Senhora da Purificação de Sacavém.