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[História da criação e funcionamento do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa; cópias do mesmo]
[Relatório de estágio de curso de Serviço Social do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa]
O Mosteiro de Santa Joana de Lisboa era feminino, mas de origem masculino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1580, D. Álvaro de Castro, ao partir para Alcácer Quibir, vinculou a morgadio a sua quinta que ficava ao Chafariz do Andaluz, deixando as suas terras (no caso de não ter descendência) ao convento de São Domingos de Benfica, para ali se erguer um convento. Em 1699, foi fundado um mosteiro, mas de frades com a invocação da Princesa Santa Joana. Em 1755, o terramoto não afectou o edifício do mosteiro, e a ele recolheram as freiras dos mosteiros da Anunciada e da Rosa de Lisboa. Nesta altura, deu-se a saída dos frades, e o mosteiro passou a feminino. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1884, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira. Localização / Freguesia: Coração de Jesus (Lisboa, Lisboa)
A formação dos primeiros núcleos episcopalistas de Lisboa (comunidades de S. Paulo e de Jesus e congregação da Santíssima Trindade em Rio de Mouro, Sintra) ocorreu nos inícios da década de 70. Seriam, aliás, estes grupos que estariam na origem da Igreja Episcopal Reformada Portuguesa. Quanto a J. Nunes Chaves, que fôra Capelão da Igreja da colónia italiana do Loreto, vem a fazer nesse ano e nessa congregação a sua nova profissão de fé,e funda, em Janeiro de 1877 a congregação de Jesus, na Rua de S. Marçal, em Lisboa. Efetivamente, a congregação de Jesus ocupava um espaço arrendado, havendo referência em 1884 à ajuda da Sociedade Auxiliadora para o respetivo pagamento. Nos princípios de 1889, José Nunes Chaves deixou a congregação de Jesus e a I.L.C.A.E. para se juntar à Igreja Presbiteriana, instalada no antigo Convento dos Marianos em Lisboa, que então estava sem ministro. A congregação de Jesus ficou numa situação difícil, vindo até a ser proposto o seu encerramento por, anos mais tarde, continuar a ser servida pelos ministros de S. Paulo e S. Pedro e enfrentar problemas financeiros. a 29 de Janeiro de 1913 os memebros desta Missão, situada já em Campo de Ouique, passou a denominar-se Igreja de Jesus. Deu-se conhecimento à Comissão Permanente da Igreja Lusitana, pedindo-lhe ao mesmo tempo que fosse reconhecida como novo ramo da Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica. Depois de uma breve passagem por uma exígua casa na rua do Cabo instalou-se na rua Quatro da Infantaria, já com condições para a instalação de uma escola e igreja.
A Congregação dos Gloriosos Mártires São Crispim e São Crispiniano foi instituída na Igreja de São Mamede de Lisboa.
Folha Volante das Comissões Eleitorais Juvenis de Lisboa • Assuntos: Candidatura do General Norton de Matos.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação do edifício da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e trabalhos efectuados e respectivas folhas de despesas.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação das embarcações da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e reparações efectuadas. Identifica tipos de embarcações como barcas, caíques, escaleres.
Compilação de registo de contramarcas de entrada de fragatas no Porto de Lisboa. Contém referência a marcas e contramarcas dos volumes a qualidade destes, número de ordem e número da fragata transportadora.
Avenida da República, junto a Entrecampos, Lisboa.
Correspondência entre Guilherme Braga da Cruz e Joaquim Veríssimo Serrão acerca da antiguidade da Universidade de Lisboa e da Universidade de Coimbra, à margem da devolução do livro "Pela Universidade de Lisboa!" de Marcello Caetano.
A Irmandade de Nossa Senhora do ofício de correeiro e dos dois ofícios de celeireiro e ferreiro foi instituída na real Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos freires da Ordem de Cristo, de Lisboa. Localização / Freguesia: São Nicolau (Lisboa, Lisboa)
A Irmandade de Nossa Senhora da Conceição estava sediada no Convento de Nossa Senhora da Graça de Lisboa (ou de Santo Agostinho), da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho. Em 1676 era provedor o padre mestre frei Manuel Leal, escrivão o sargento-mor João Rodrigues e tesoureiro João de Bastos. Localização / Freguesia: Graça (Lisboa, Lisboa)
A Irmandade de Nossa Senhora da Natividade foi instituída no Convento de Santa Marta de Lisboa, com o intento de "procurar com grande zelo a honra de Deus Nosso Senhor, e com grande pontualidade ajudar os próximos", no ano de 1626. Também era designada por Irmandade de Nossa Senhora da Nativitas. Localização / Freguesia: Coração de Jesus (Lisboa, Lisboa)
A Igreja Colegiada de Santa Marinha do Outeiro de Lisboa pertenceu, sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. A capela de Pêro Salgado foi instituída na Igreja.
Prescrições médicas de Eurico Lisboa. A primeira receita refere-se à graduação de óculos, na segunda receita, o Pe. Benevenuto escreve a seguinte nota no envelope “Receita de confiança para um purgante de magnésio e outras receitas”.
Documentação do II Congresso da Juventude Evangélica Portuguesa: programa, correspondência recebida, comunicação apresentada no congresso, discruso de boas-vindas, recortes de jornais (A Voz do Operário, O Século, Diário de Notícias, Primeiro de Janeiro, Diário de Lisboa, Diário Popular, Novo Mensegeiro, O Semeador Baptista, Portugal Novo(números completos nº 416 de junho de 1950 e nº 427 de maio de 1951)); lista das conclusões do congresso, de delegados, orçamento.
Boletim da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências de Lisboa. • Assuntos: Associativismo estudantil.
(Lisboa) - Envio do diploma de sócio correspondente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa; solicitação de um retrato para os serviços da Secretaria. Não inclui o mencionado diploma.
(Lisboa) - Integração de António Lino Neto no Conselho Superior de Estatística (criado pelo Decreto n.º 6.607/1920), na qualidade de professor da 7.ª cadeira do Instituto Superior de Comércio de Lisboa.
(Lisboa) - Eleição de António Lino Neto para o cargo de sócio correspondente da Classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa; pedido de um retrato para o arquivo da Academia. Inclui duas minutas da ficha de identificação de sócio.
(Lisboa) Fernando Castelo Branco Chaves, redator, solicita o envio de dois exemplares da obra "Formação Histórica do Moderno Direito Privado Português e Brasileiro" para o programa "Ecos Literários". Timbre: "Ministério da Educação Nacional. Mocidade Portuguesa. Centro Universitário de Lisboa."
(Lisboa) Reiteração do pedido já formulado pelo padre José do Patrocínio Bacelar e Oliveira, para que termine o projeto de norma do Conselho de Administração da Universidade Católica Portuguesa. Timbre: "Patriarcado de Lisboa".
Estes livros foram feitos para neles ser feito o lançamento em conta corrente do recebedor da alfândega de Mértola para com a Junta do Crédito Público, pela arrecadação dos impostos adicionais aplicados para a amortização das notas do Banco de Lisboa, criados pela carta de lei de 13 de julho de 1848, vigorizada pela de 25 de junho de 1849 e pela de 20 de abril de 1850 e decreto de 3 de dezembro de 1851.
Estes livros foram feitos para neles ser feito o lançamento em conta corrente do recebedor da alfândega de Mourão para com a Junta do Crédito Público, pela arrecadação dos impostos adicionais aplicados para a amortização das notas do Banco de Lisboa, criados pela carta de lei de 13 de julho de 1848, vigorizada pela de 25 de junho de 1849 e pela de 20 de abril de 1850 e decreto de 3 de dezembro de 1851.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.
Boletim interno do CDUL: balanço de 15 anos do Centro Desportivo Universitário de Lisboa. • Assuntos: Educação física e desporto.
Existências: Nº 4, Nº 7 (1937) Número consagrado ao Primeiro Centenário da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa • Assuntos: Medicina.
Série composta plas atas da Comissão organizadora do primeiro congresso da Igreja Lusitana, com sede em Lisboa e nomeada pela Comissão Permanente. Era composta por Belarmino Vieira Barata (presidente), Leopoldo Figueiredo, Josué Ferreira de Sousa Júnior, Liberto Figueiredo Franco e A. Pinto Ribeiro Júnior. Esta comissão trataria dos seguintes assuntos: cargos, despesas de viagens, data do congresso, receção e abertura, romagem às sepulturas de alguns pioneiros da Igreja Lusitana, sessões de trabalhos, encerramento; pensão e alojamento para delgados; regulamentos do congresso, publicação.
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca da visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima à diocese de Lisboa.
(Lisboa) - Solicitação de parecer sobre os conteúdos de um Dicionário, em preparação por uma Comissão da Academia das Ciências.
(Lisboa) - Interrogação relativa à aquisição de publicações para o Congresso Colonial Nacional, cuja realização estava prevista para Maio de 1924.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta da obra "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história".
Contas da receita e despesa da corporação fabriqueira da freguesia de São Nicolau de Lisboa no ano de 1940.
Oito exemplares do "Estatuto da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa" de 1911, reformado em cumprimento das disposições do decreto de 20 de abril de 1912 (lei da separação) e aprovado pelo Governo Civil de Lisboa a 11 de outubro de 1912. É composto por "oitenta e quatro artigos, escritos à máquina em dezasseis meias folhas de papel selado": O Capítulo I - Denominação, sede e fins; Capítulo II – Rendimentos e sua aplicação; Capítulo III – Direitos e deveres dos irmãos; Capítulo IV - Da Assembleia Geral da irmandade e suas atribuições; Capítulo V – Administração da irmandade, atribuições dos mesários; Capítulo VI - Da Comissão Revisora de Contas e suas atribuições; Capítulo VII – Dos visitadores e suas atribuições; Capítulo VIII – Das festividades e obrigações da irmandade relativas ao culto divino; Capítulo IX – Socorros ministrados pelo cofre da caridade; Capítulo X – Facultativos e farmacêuticos; Capítulo XI – Escolas, seus professores, da admissão das crianças; Capítulo XII – Eleições; Capítulo XIII - Disposições gerais e transitórias.
Livro de registo de despacho de volumes na directoria da Alfândega de Lisboa. Contém referência a marcas, número de fregata, quantidade e qualidade de volumes.
«A Ordem» (ano III, n.º 679, p. 1) - Restituição da casa e igreja de Santo António de Lisboa ao culto público. Referência ao papel da Associação de Santo António de Lisboa, que ficava com responsabilidades sobre 384 a mencionada igreja. Contém a publicação de um relatório que serviu de base à deliberação da Câmara Municipal de Lisboa para a restituição da igreja.
Boletim da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências de Lisboa: actividades femininas; a repressão continua. • Assuntos: Associativismo estudantil.
O livro de batismos inicia no fl. 147 até ao fl. 169, pelo que se pode aferir que este livro seria composto por vários outros que foram entretanto desmanchados. Foi redigido e assinado por Vicente Gómez y Tojar, porém não contém as assinaturas dos pais e padrinhos. Desse período conservam-se registos da celebração de 16 batismos e um matrimónio, o do ex-padre Porfírio Carvalho e Melo, designado como “presbítero anglicano” no assento respetivo, mas sobre o qual não se possuem outras informações. O primeiro dos batismos celebrado na inauguração da capela, segundo o ritual da Igreja de Inglaterra, foi o de Vicente Pedro Joaquim, filho do Rev. Dr. Gómez y Tojar e da inglesa Anna Pratt, com quem o espanhol casara durante a sua permanência na Inglaterra. Os restantes registos dizem respeito a crianças oriundas de famílias espanholas, inglesas, suíças e italianas, refletindo a abrangência do ministério do Dr. Gómez, como era conhecido, salientando-se também o filho de um ex-diácono católico. Em correspondência para Inglaterra, o presbítero anglicano sugere que outros padres católicos integravam ou pelo menos simpatizavam com a capela anglicana.
A Irmandade de Nossa Senhora de Porto Salvo de Caspolima estava sediada na Igreja de Nossa Senhora da Vitória, em Lisboa, com o intento de "trazer à memória a devoção de Nossa Senhora do Porto Salvo, para que por sua intercessão, depois de naufragados no mar deste mundo, chegando ao porto do outro, sejam salvos". Em 1671, foi fundada a irmandade. O compromisso da irmandade foi aprovado em 1 de Junho de 1677. Em 1779, por provisão da Cúria Patriarcal de Lisboa, a irmandade foi restabelecida e confirmado o seu compromisso. Localização / Freguesia: São Nicolau (Lisboa, Lisboa)
Lisboa: Editorial Verbo, [1971].
Lisboa: Portugália Editora, 1969.
Lisboa: Portugália Editora, 1967.
Lisboa: Edições Rolim, 1986.
Lisboa: Portugália Editora, 1971.
Alegação de direito a favor do prior da paroquial Igreja de São Nicolau do patriarcado de Lisboa Ocidental e do Real Padroado da Rainha, escrito por Francisco Trigueiros Goes, pedindo a suspensão de um decreto que obriga os proprietários das casas na rua Nova do Almada a vender as suas propriedades aos padres da Congregação do Oratório para que estendam a sua habitação. É fundamentado o prejuízo para a Igreja de São Nicolau, alegando a "perda de território e direito paroquiais, em uma grande porção de paroquianos" que habitam estas casas.
O "Diário de Lisboa" foi um jornal diário fundado pelo banqueiro António Vieira Pinto a 7 de Abril de 1921 e publicado durante o período de 7 de abril de 1921 e 30 de novembro de 1990. À data da sua extinção era propriedade da Renascença Gráfica, detentora das instalações, da gráfica e do próprio título. A redação, desde a década de 1930 e até 1990 teve instalações na Rua Luz Soriano em Lisboa. Dirigido desde a sua fundação até 1956 por Joaquim Manso, foram também diretores Norberto Lopes, Mário Mesquita sendo o seu último diretor António Ruella Ramos. Este jornal diário caracterizou-se por uma atividade intensa, frequentemente de oposição ao regime político do Estado Novo.
(Lisboa) - Convite para a sessão solene de abertura do ano lectivo de 1956/57, a realizar no Instituto Superior Técnico, em 26 de Novembro de 1956.
(Lisboa) - Manifestação da necessidade de uma conversa com António Lino Neto; referência à realização de uma assembleia-deal na Irmandade do Santíssimo Sacramento de São José.
Apresentação de soluções relativas à actividade da Comissão Administrativa Municipal, no âmbito do abastecimento de bens aos estabelecimentos comerciais do concelho de Lisboa.
Folheto da responsabilidade do Centro de Estudos Gregorianos de Lisboa a informar da organização e horários do ano escolar de 1972-1973.
Relação de objetos de prata pertencentes à Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira, depositados no Banco de Lisboa. Consta uma breve descrição do objeto e respetivo registo quantitativo.
Certidão de cumprimento da capela instituída por Francisco Rodrigues Lisboa e administrada pela Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau.
Certidão da Conservatória do 2º Distrito de Lisboa referente a uma escritura de duas courelas, parte do prédio "nº 816", lavrada a 27 de junho de 1868.
Cópia de impresso da Secretaria Patriarcal de Lisboa preenchido por Abel Varzim, contendo os seus dados biográficos e o seu currículo religioso, profissional e académico.
Guilherme Braga da Cruz integrou a Academia das Ciências de Lisboa, na sua Classe de Letras, na qualidade de sócio correspondente a partir de 1962.
(Lisboa) - Resposta a um pedido de cedência de uma sala da Sociedade de Geografia de Lisboa para a realização do II Congresso Nacional do Centro Católico Português. Inclui novo ofício com informação sobre a disponibilidade da sala.
(Lisboa) - Convite para António Lino Neto assistir à sessão solene de homenagem à memória do Visconde de Castilho, a realizar na sede da Juventude Católica de Lisboa, em 7 de Fevereiro de 1920.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta da obra "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história". Timbre: "Maurílio Jorge Quintal de Gouveia. Bispo de Sabiona e Auxiliar de Lisboa".
Boletim da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências de Lisboa: Julgamento na Boa-Hora; luto na universidade. • Assuntos: Associativismo estudantil.
Estes livros foram feitos para neles ser feito o lançamento em conta corrente do recebedor da alfândega de Peniche para com a Junta do Crédito Público, pela arrecadação dos impostos adicionais aplicados para a amortização das notas do Banco de Lisboa, criados pela carta de lei de 13 de julho de 1848 e instruções de 15 de setembro do mesmo ano, vigorizada pela de 25 de junho de 1849 e pela de 20 de abril de 1850, decreto de 3 de dezembro de 1851 e carta de lei de 25 de abril de 1757.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso proferido por Guilherme Braga da Cruz no doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco.
(Lisboa) Agradecimento pelo envio da obra "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história".
[Textos de apoio e bibliografias do Curso de Serviço Social do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa]
[Apontamentos e documentação relativa a reuniões do Conselho Escolar do Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa e sua constituição]
Apontamentos de várias disciplinas anos lectivos 1966-1967, 1968-1969 do Instituto de Serviço Social de Lisboa, por Maria Teresa Lobo Moura.
(Lisboa) - Felicitações pela candidatura do destinatário à cadeira de Economia Política da Escola Politécnica; pedido de exemplares das teses apresentadas nos concursos da Escola Politécnica de Lisboa e do Instituto 62 Industrial e Comercial de Lisboa, para a biblioteca da Associação. Inclui novo ofício a acusar a recepção e a agradecer os referidos exemplares.
O Mosteiro de São Bento da Saúde de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem e Congregação de São Bento. Em 1581, os monges beneditinos que estavam instalados no Mosteiro de Nossa Senhora da Estrela de Lisboa, decidiram construir um novo edifício, na quinta da Saúde, também em Lisboa. Em 1598, foram iniciadas as obras, pelo Geral da Ordem Beneditina, frei Baltazar de Braga, segundo o projecto do arquitecto Baltazar Álvares. Em 1615, a 8 de Novembro, a comunidade transferiu-se para a quinta da Saúde. A invocação do Mosteiro teve a sua origem nesta nova residência, o qual viria a ser designado por São Bento de Lisboa ou por São Bento da Saúde de Lisboa. A partir de 1755, os monges foram obrigados a ceder uma parte das suas instalações para vários fins. De 1755 a 1856, e de 1769 a 1772, foi sede da Patriarcal de Lisboa. Em 1757, e nos anos seguintes, serviu de instalação à Academia Militar. Em 1796 e 1798, serviu de prisão de pessoas notáveis. Entre 1797 e 1801, serviu de instalação ao Batalhão de Gomes Freire de Andrade. Entre 1756 e 1990, acolheu o Arquivo da Torre do Tombo. Em 1822, os monges tiveram de abandonar o mosteiro, indo para o Mosteiro de São Martinho de Tibães de onde regressaram em 1823. Em 1833, abandonaram o edifício definitivamente quando este foi cedido para local de reunião das Cortes Constituintes. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.