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Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 1, 1964.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 9, 1967.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 16, 1969.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 17, 1969.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 11, 1968.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, II série, n.º 13, 1968.
Lisboa: Portugália Editora, 1969. Estudo: David Mourão-Ferreira.
A Casa de São João de Deus de Lisboa era masculina e pertencia à Ordem e Província dos Hospitalários de São João de Deus, do qual era sede. O convento era também designado Convento de São João de Deus da Ordem dos Hospitalários de São João de Deus. Foi fundada em 1629, por Dr. António de Mascarenhas (deão da capela real e deputado da Mesa da Consciência e Ordens); situava-se na Rua das Janelas Verdes, na freguesia de Santos. Na segunda metade do séc. XVII, eram padroeiros do convento os condes de Atouguia. Em 1814, por breve do delegado apostólico de 3 de Fevereiro, as pensões das capelas dos Conventos extintos de Elvas, Campo Maior e Lagos, passaram para as obrigações deste Convento de Lisboa, as quais só podiam ser apreciadas pelos prelados superiores da Ordem, e não por juízo secular. Em 1816, em virtude do breve apostólico de prorroga cometido pelo papa Pio VII, de 23 de Junho e de 2 de Setembro desse ano, o Convento de São João de Deus de Lisboa apresentou satisfeitas as obrigações das capelas de Elvas, Campo Maior e Lagos, até ao ano de 1815. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Colégio de Santo Agostinho de Lisboa era masculino, pertencia à Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, ou Agostinhos Calçados e à Província de Portugal. O colégio era também conhecido por Colégio de Santo Antão o Velho ou Coleginho de Lisboa. O Colégio de Santo Antão, da freguesia de São Sebastião da Mouraria e depois da freguesia de Nossa Senhora do Socorro, foi vendido pelos padres da Companhia de Jesus ao provincial da Ordem de Santo Agostinho, frei Manuel da Conceição, em 28 de Abril de 1594, pelo preço de onze mil cruzados, obrigando-se a Província de Santo Agostinho a pagar a quantia em quatro anos, entregando-a aos credores dos Jesuítas. Foi fiador e principal pagador D. João da Costa com outorga de D. Maria de Aragão, sua mulher. O contrato foi confirmado por carta patente pelo padre geral, Claudio Aquaviva, datada de 5 de Julho de 1594. A Província tomou posse da igreja, das Casas dos Estudos Públicos e dos aposentos que pertenciam aos padres da Companhia de Jesus, no dia seguinte. O Colégio confrontava a Sul com a rua da Costa do Castelo, a Norte com rua pública, a Poente com o muro da cidade e com o Colégio dos Meninos Órfãos, e a Nascente com quintais de várias casas da Calçada de Santo André. O Colégio de Santo Antão, o Velho, manteve o nome quando o edifício foi comprado pelos Eremitas de Santo Agostinho. Foi também designado por Coleginho. Em reconhecimento da contribuição prestada por D. João da Costa e por D. Maria de Aragão, o padre provincial, frei Guilherme de Santa Maria e seu definitório, doaram-lhes por escritura lavrada a 19 de Setembro daquele ano, a capela-mor para seu jazigo e de seus descendentes. Ao mesmo tempo os primeiros comprometiam-se a fazer à sua custa as instalações necessárias para acolher os religiosos do Colégio. Este seria semelhante ao Colégio da Ordem existente em Coimbra. Os padroeiros instituíram um morgado com a sua terça. Sucedeu-lhes no morgado D. Gil Eanes da Costa. Os sucessores do morgado foram designados por padroeiros. Em 1755, a capela-mor ficou arruinada, devido ao terramoto. A Igreja foi então reconstruída à custa da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, embora a capela-mor ficasse por fazer por falta de colaboração do então padroeiro. O Colégio tinha como principal renda os capitais dados para as seguintes capelas: de Sebastião Pais de Gavi, de Diogo Lopes, de D. Antónia Coutinho, de D. frei Aleixo de Meneses, de Gregório Antunes, de Diogo de Gouveia Aiala, de António Galvão, de Vasco da Fonseca Coutinho, de Manuel Manhôs, de Gaspar da Silveira, de D. Mariana Rangel, de Andreza Rodrigues, de D. frei Pedro de Fóios, de Isabel de Andrade, de D. Mariana de Almeida, de Miguel da Silva e de Manuel Gonçalves. Este capital foi empregue na compra de padrões de juros reais, na Marinha, na Alfândega de Lisboa, no Almoxarifado de Leiria, no Almoxarifado na Casa das Carnes, no Almoxarifado de Tomar, no Almoxarifado de Torres Vedras e Alenquer, em casas, em pagamento de dívidas, entre outros. O Colégio tinha duas abadias no Arcebispado de Braga: Santa Ana de Vimieiro e Santo Estêvão de Bastuço, antigos mosteiros da Ordem de São Bento, extintos pelo cardeal rei D. Henrique, e dados ao Colégio da Companhia de Jesus de Braga. Foram trocadas pela abadia de São Tomé de Negrelos. Por renúncia de D. frei António Botado, bispo de Hipona, as igrejas foram unidas ao Colégio por Bula de 31 de Agosto de 1708. O provimento destas vigairarias pertencia "in solidum" ao reitor do Colégio. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Convento de Nossa Senhora da Conceição de Lisboa era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Também era designado por Convento dos Cardais, e por Capela de Nossa Senhora da Conceição dos Cardais. Em 1681, foi fundado por iniciativa de D. Luísa de Távora (víuva do morgado de Oliveira e comendadeira de Santiado no Mosteiro de Santos-o-Novo), no lugar dos Cardais, na zona ocidental de Lisboa, nuns edifícios que possuía com uma igreja de invocação de Nossa Senhora da Conceição. Nesse mesmo ano estabeleceram-se as primeiras religiosas que eram oriundas dos conventos carmelitas de Aveiro, de Santo Alberto de Lisboa e de Santa Teresa de Jesus de Carnide Em 1703, as obras do convento ficaram concluídas. Em 1755, o terramoto danificou o edifício, ficando as religiosas abrigadas temporariamente numas barracas dentro da cerca enquanto as obras de reconstrução não estivessem terminadas. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1876, foi extinto por falecimento da última freira.
A Igreja Colegiada de Nossa Senhora da Várzea de Alenquer pertenceu ao arcediagado de Alenquer, e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Fotografia
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Exposição que decorreu em Lisboa e onde esteve representado o Centro Vidreiro.
Exposição que decorreu em Lisboa e onde esteve representado o Centro Vidreiro.
O Mosteiro do Santíssimo Sacramento de Lisboa era masculino, e pertencia à Ordem dos Eremitas de São Paulo, Primeiro Eremita. Em 1646, os Eremitas de São Paulo da Serra de Ossa instalaram-se, provisoriamente na zona da Calçada do Combro. Em 1647, foi fundado o Convento do Santíssimo Sacramento, cujo instituidor foi o padre mestre fr. Diogo da Ponte. Em 1654, foi iniciada a construção da Igreja de Santa Catarina, com o orago do Santíssimo Sacramento, e em 1680 realizou-se a sagração do templo. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Vista da fachada do Palácio das Necessidades, situado no Largo do Rilvas, em Lisboa.
Fotografia
Autor: C. Salgado "O novo 'Raid' Lisboa - Madrid. A queda do 'Condestável', quando «aterrissava« depois dum vôo de experiência". Esta informação e o nome do autor da fotografia vêem referidas na revista "Ilustração Portuguesa", n.º 848, de20 de Maio de 1922, página 483.
Licenciatura em Engenharia Civil
Edição incompleta do jornal Diário de Lisboa.
Edição incompleta do jornal Diário de Lisboa.
Edição do jornal Diário de Lisboa.
Edição incompleta do jornal Diário de Lisboa.
Edição incompleta do jornal Diário de Lisboa.
Edição do jornal Diário de Lisboa.
Edição do jornal Diário de Lisboa.
Edição do jornal Diário de Lisboa.
Edição do jornal Diário de Lisboa.
Carta. Juiz da Relação de Lisboa.
Composição da Câmara de Lisboa em 1619.
Certidão Negativa. Filiação: Clemente Gomes Lisboa.
Carta. Cónego da Sé Catedral de Lisboa.
Carta. Conego da Sé de Lisboa.
Carta. Cónego da Sé de Lisboa.
Apostila. Aspirante da Alfândega de Lisboa.
Apostila. Aspirante da Alfândega de Lisboa.
Carta. Aspirante da Alfândega de Lisboa.
Carta. Aspirante da Alfândega de Lisboa.
A FIL, acrónimo para Feira Internacional de Lisboa, localiza-se atualmente no Parque das Nações, na cidade, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal. Constitui-se no espaço onde se realizam algumas das maiores feiras temáticas no país.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo.
O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo.
Depois da junção da Alfândega das Sete Casas com o Terreiro Público, a que deu origem à Alfândega Municipal de Lisboa. Esta alfândega municipal viria a ser agregada à Alfândega de Lisboa em 1868 e mantendo-se aí ate 1875, altura em que esta Alfândega do Consumo foi criada, por decreto de 18 de março. Contudo, por decreto de 29 de dezembro de 1888 ela regressaria à Alfândega de Lisboa. Durante estas transformações de instituições existiram serviços e mesmo empregados que mantiveram-se a exercer o mesmo tipo de serviço, uma vez que a cobrança e controlo de determinados rendimentos se mantiveram, como foi o caso do imposto do consumo que vira só a ser extinto em 1922. Esta transversalidade dos serviços e empregados, desde Alfândega das Sete Casas até à Alfândega do Consumo, pode ser vista nos livros 7366, 7367 (Alfândega Municipal) e 7377 (Alfândega do Consumo) e nos livros da série Registo dos termos de manifestos dos vinhos (Alfândega do Consumo: liv. 7368 a 7373).
Lisboa: Edições Ática, Ld.ª, 1964. Lisboa: Edições Ática, 1974. Peça de teatro de Luís de Sttau Monteiro, baseada na novela de Branquinho da Fonseca.