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Contém: Baluarte : revista da Região Militar de Lisboa / Dir. Alípio Tomé Pinto. - A. 1, No 1 (Jan. 1976). - Lisboa: R.M.L. (5ª Rep.), 1976. - 29,5. - Mensal. - Existências: Nº 1, 2, 4-6, 11-19. Encontro : folha de informação / FML. - Lisboa : RGL, [1974-]. - Descrição baseada no nº 10 (Set.1974). • Assuntos: Pinto, Alípio Tomé..
[Relatório do Projecto Renascer da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa]
[Documentação relativa ao Conselho do Plano Estratégico de Lisboa - Habitação e Apoios Sociais]
A Sé de Lisboa foi restaurada por volta do ano de 1150, após a reconquista da cidade aos mouros, sendo D. Gilberto de Hastings o primeiro bispo. Em 1393, foi elevada à dignidade de Sé Arquiepiscopal, pela bula "In eminentissimae dignitatis" de Bonifácio IX, sendo seu primeiro arcebispo D. João Anes (1394-1402), e tendo como sufragâneas as sés de Évora, Guarda, Lamego e Silves. Na sequência da criação da freguesia da Capela Real, em 1709, da sua elevação a colegiada sob a invocação de São Tomé, em 1710, pela bula «Apostolatus ministerio», de Clemente XI, de 1 de Março, de ter passado a gozar dos estatutos da sé de Lisboa, por Aviso de 11 de Dezembro de 1712, de ter sido elevada a igreja metropolitana e basílica patriarcal, sendo dedicada a Nossa Senhora da Assunção, pela bula «In supremo apostolatus solio» de Clemente XI, em 7 de Novembro de 1716, a cidade de Lisboa e o território da diocese foram divididos em duas partes: o patriarcado de Lisboa Ocidental com sede na capela régia, e o arcebispado de Lisboa Oriental, com sede na antiga sé de Lisboa. D. José Pereira de Lacerda, bispo do Algarve, foi o executor da bula áurea, e proferiu a sentença em 23 de Dezembro. Em 1717, por alvará de 15 de Janeiro, D. João V dividiu o senado em dois. Em 1717, a 5 de Junho, era delegado apostólico D. José Pereira de Lacerda, que decidiu passar várias dioceses de Lisboa Oriental para Lisboa Ocidental. Não era uma questão pacífica a divisão dos limites eclesiásticos. Em 1718, a 5 de Fevereiro, era cardeal patriarca D. Tomás de Almeida. O cardeal patriarca de Lisboa era superior a todos os bispos e arcebispos, com precedência em todas as funções. O cabido de Lisboa Ocidental requereu estatutos próprios, que não foram feitos com a brevidade desejada, pelo que se propôs seguir os estatutos do cabido de Lisboa Oriental. Em 1719, a 1 de Abril, o rei alegando a escassez do património da diocese Ocidental, beneficiou-a com 220 marcos de ouro anuais, pagos pelo tesoureiro do Conselho Ultramarino. Em 1722, a 10 de Outubro, Inocêncio XIII, pela bula "Ad regmen Universalis Ecclesix", concedeu aos beneficiados da Patriarcal o uso de hábito prelatício de seda ou lã, quer no patriarcado quer em Lisboa Oriental. Este privilégio não chegou a ser posto em prática. Em 1738, a 5 de Agosto, D. Manuel Lopes Simões, bispo eleito de Portalegre, determinou a aplicação dos bens eclesiásticos ao cabido patriarcal, ordenados por três documentos papais. A 3 de Outubro, Clemente XII, pela bula "Praeclara charissimi", concedeu às dignidades e cónegos que tinham o uso da mitra e insígnias pontificais, o privilégio de oratório particular e altar portátil, em todo o país. Em 1739, por carta de 14 de Março, D. Tomás de Almeida, aproveitando a concessão do aumento dos canonicatos e benefícios, criou na Patriarcal 72 canonicatos para outros tantos ministros de hábito prelatício, e mais 20 cónegos, 32 beneficiados e 32 clérigos beneficiados. Neste documento aparecem pela primeira vez mencionados os termos "excelentíssimos", "reverendíssimos", e "principais". Em 1740, a 13 de Dezembro, Bento XIV, pela bula "Salvatoris nostri Mater", deliberou a união das duas dioceses, abolindo quanto ao governo eclesiástico as distinções anteriores, a antiga sé desapareceu, ficando reduzida ao título honorário de "patriarcal" sob a invocação de Santa Maria, e o cabido foi extinto. Em 1741, com a execução da medida, a diocese foi fixada na nova Patriarcal. Em 1742, a 17 de Novembro, os cónegos reunidos na antiga sé de Lisboa, recitaram em coro e pela última vez, o "Ofício". Nesse dia finalizava o seu título, hábito e residência. Em 1746, foi inaugurada a nova Patriarcal. Em 1747, a 30 de Maio, o patriarca D. Tomás de Almeida determinou que a administração da fábrica da Igreja fosse entregue a uma congregação, composta por cinco principais, que distribuiriam os pelouros anualmente e rotativamente, entre si. A penhora dos bens dos devedores à Patriarcal era feita pelo Real Erário, e corriam pela Contadoria-Geral do Território da Relação do Rio de Janeiro, África Ocidental e Ásia Portuguesa. Em 1755, ruiu a antiga Capela Real, situada perto de São Julião, onde estava sediada a nova Patriarcal. Esta não chegou a ter instalações próprias, passando provisoriamente para Alcântara mas sucessivos incêndios fizeram com que transitasse para a Cotovia no Príncipe Real. Em 1756, começou a construção do novo edifício no Príncipe Real. Em 1769, em Março, na véspera do dia do Espírito Santo, o edifício ardeu por fogo ateado de noite, a uns papéis que se guardavam na casa das armações. O lugar ficou conhecido pelo nome de Largo da Patriarcal Queimada. Foi transferida para a Igreja de São Roque e depois para a Igreja do Mosteiro de São Bento da Saúde. Em 1771, a 31 de Outubro, na véspera do dia de Todos os Santos, a Patriarcal ardeu, por fogo posto na casa onde se guardavam as armações, pondo em perigo o acervo da Torre do Tombo instalado em parte do edifício daquele Mosteiro. O autor do incêndio pretendia ocultar o roubo dos franjões das sanefas de um dossel de tela branca, que a Patriarcal tinha pedido emprestado à Basílica de Santa Maria. Em 1772, a 5 de Janeiro, foi transferida para o edifício do Mosteiro de São Vicente de Fora, onde viria a deflagrar novo incêndio, desta vez ateado na Capela de Nossa Senhora do Pilar. Alexandre Franco Vicente, armador da Santa Igreja Patriarcal, exercia o seu ofício no qual estava provido, detinha a chave e era responsável pela administração de todas as armações da Igreja, bordadas e guarnecidas com franjas de ouro. Foi o autor dos incêndios ateados na Patriarcal quando estava na Cotovia, em São Bento da Saúde, e em São Vicente de Fora, para ocultar os roubos efectuados nas armações. Em 1773, a 26 de Janeiro, foi condenado por sentença, a ser arrastado com baraço e pregão, preso à cauda de um cavalo, açoitado e conduzido ao sítio e largo da Cotovia onde, preso a um poste seria queimado vivo. Foi ainda condenado a restituir os roubos efectuados à Santa Igreja Patriarcal, a compensá-la pelas perdas e danos causados pelo terceiro incêndio, ao pagamento de duzentos mil réis para as despesas da relação e cativos e nas custas dos autos. Em 1792, foi instalada na Capela Real da Ajuda. Em 1821, a 25 de Outubro, na sessão das Cortes Constituintes, foi redigido um projecto de decreto sobre a extinção da Patriarcal, apresentado na sessão seguinte realizada a 15 de Novembro. Em 1822, a 4 de Janeiro, e como solução provisória, as Cortes mandaram suspender todo o tipo de pagamento à Patriarcal. Aguardava-se que fosse apresentado um plano de reforma. Em 19 de Agosto, o encarregado de negócios de Portugal em Roma, Carlos Matias Pereira, foi incumbido de pedir à Santa Sé a supressão da Patriarcal e a restauração do antigo arcebispado. Em 1823, a 28 de Fevereiro, o papa Leão XII, defendeu junto do governo português a conservação da Sé Patriarcal. Em 1834, por Decreto de 4 de Fevereiro, D. Pedro IV, extinguiu a Santa Igreja Patriarcal de Lisboa, tendo em conta o relatório da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça, e restituiu à Basílica de Santa Maria Maior a categoria de Sé Arquiepiscopal Metropolitana da Província da Estremadura. Pelo art.º 5.º do mesmo decreto ficaram cometidos ao Cardeal Patriarca de Lisboa o usufruto das quintas e outros prédios anexos à Mitra de Lisboa, antes da fundação da extinta Patriarcal. Pelo art.º 10.º todos os bens de qualquer natureza pertencentes à extinta Patriarcal ou à Basílica de Santa Maria Maior foram incorporados nos Próprios dos Bens nacionais. As relações diplomáticas com a Santa Sé ficaram cortadas. Em 1835, a 10 de Janeiro, foi remetida ao cardeal patriarca uma carta régia, acompanhada de dois decretos. A carta confirmava o decreto de 4 de Fevereiro, e ordenava a imediata colação e a instalação do novo cabido da sé metropolitana em 22 do mesmo mês, festa do mártir São Vicente, padroeiro de Lisboa, e determinava que no exercício das suas funções os capitulares usassem as mesmas vestes que os cónegos e beneficiados das outras catedrais do reino. Em 1836, a 16 de Novembro, e em 1837, a 9 de Janeiro foram aprovados decretos para reorganização da Sé. As relações com a Santa Sé encontravam-se restabelecidas. Em 1843, a 9 de Novembro, pela bula "Quamvis aequo" de Gregório XVI foram extintas a Patriarcal e a Basílica, sendo substituídas pela Sé Patriarcal, onde ingressaram todos os cónegos e beneficiados das antigas, em templo a designar pelo executor da bula, o cardeal Saraiva. Em 1844, a 3 de Julho, o executor da bula instituiu a Patriarcal na Antiga Sé, com o título de Sé Patriarcal.
Provisão do Patriarcado de Lisboa à Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira para se benzer a ermida da mesma senhora.
Análise da situação do movimento estudantil nas diferentes associações de Lisboa. • Assuntos: Crise académica.
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi instituída no Mosteiro de Santa Joana de Lisboa. Localização / Freguesia: Coração de Jesus (Lisboa, Lisboa)
Conferência sobre a conversão de S. Paulo, feita na igreja de S. Paulo em Lisboa.
Augusto Carlos Villas, comerciante, representante da comissão encarregada de erigir um monumento a D. Ángel Herreros de Mora, Bispo eleito da Igreja Evangélica Espanhola de Lisboa, requer à Câmara de Lisboa para esta lhe ceder um terreno, no cemitério ocidental, para construir um jazigo.
«Liberdade» - Artigo de Paulo Agostinho, sobre a comemoração do aniversário da morte de Santo António de Lisboa. Inclui uma nota biográfica do referido Santo.
A Igreja Colegiada de São Pedro de Alfama de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
A Irmandade de Nossa Senhora Mãe dos Homens estava sediada na Igreja de Santo Estêvão de Alfama em Lisboa. Localização / Freguesia: Santo Estêvão (Lisboa, Lisboa)
A Igreja Colegiada de Santiago e São Martinho de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Documentação respeitante à passagem de Ruy Cinatti pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
(Lisboa) - Solicitação da presença dos destinatários numa festa em honra da Imaculada Conceição, a realizar no dia 11 de Dezembro de 1955, em Lisboa, sob a presidência do cardeal-patriarca de Lisboa.
Exemplar dos "Estatutos da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau de Lisboa" de 1934, aprovado pelo Patriarcado de Lisboa a 27 de novembro de 1934. Contém nove capítulos, que compreendem setenta e seis artigos: Capítulo I - Denominação, sede e fins; Capítulo II - Dos irmãos; Capítulo III – Dos direitos e obrigações dos irmãos; Capítulo IV – Da Assembleia Geral; Capítulo V – Da Mesa Administrativa; Capítulo VI – Da receita e despesa; Capítulo VII – Escolas, seus professores e admissão de crianças; Capítulo VIII – Facultativo; Capítulo IX – Disposições diversas.
Registo de correspondência da Direcção da Alfândega de Lisboa.
Registo de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de vice-presidente da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1921.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de secretário da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1915.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de vice-presidente da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1920.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de vice-presidente da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1923.
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de presidente da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1941.
(Lisboa) - Mensagem de condolências pelo falecimento de um familiar de António Lino Neto; agradecimento pelas atenções do destinatário para com a Juventude Católica de Lisboa.
(Lisboa) - Convite para uma conferência promovida pela Associação Comercial de Lojistas de Lisboa (ACLL). Inclui novo ofício da ACLL, agradecendo a resposta favorável ao anterior convite.
(Lisboa) Aristide Sain, cônsul, felicita Guilherme Braga da Cruz pela condecoração que recebeu na República Dominicana. Timbre: "Consulado de la Republica Dominicana en Lisboa".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso proferido por Guilherme Braga da Cruz no doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco. Timbre: "El Embajador de España en Lisboa".
(Lisboa) Agradecimento pelo envio e pela revisão do projeto do "Regulamento do Conselho Superior da Universidade Católica". Timbre: "Patriarcado de Lisboa".
(Lisboa) - Nomeação de António Lino Neto para o cargo de vice-presidente da Secção de Economia Política da Sociedade de Geografia de Lisboa, durante o ano de 1922.
(Lisboa) Convite para colaborar com a "Revista Municipal". Timbre: "Câmara Municipal de Lisboa. Direcção dos Serviços Centrais e Culturais. 4ª Repartição - Acção Cultural".
Contém um Cartão do superior dos Missionários do Espírito Santo em Lisboa, remetido da mesma cidade para António Lino Neto.
Estes livros foram feitos para neles ser feito o lançamento em conta corrente do recebedor da alfândega do Terreiro Público para com a Junta do Crédito Público, pela arrecadação dos impostos adicionais aplicados para a amortização das notas do Banco de Lisboa, criados pelas cartas de lei de 13 de julho de 1848 e 20 de abril de 1850.
A Igreja Colegiada de Santa Cruz do Castelo de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Era também conhecida por Santa Cruz da Alcáçova.
A Igreja Colegiada de São Lourenço de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. Em 1568 e 1569, o Dr. Gaspar de Faria, prior da igreja paroquial de São Lourenço de Lisboa, foi desembargador e vigário geral pelo arcebispo de Lisboa, D. Henrique, cardeal do título dos Santos Quatro Coroados. Pelo decreto de 16 de Julho de 1886 a freguesia foi anexada à de São Cristóvão vindo a separar-se desta desde 1900.
Recibos das refeições na "Cantina escolar da Irmandade de São Nicolau de Lisboa". Apresenta a data da refeição, o conteúdo da refeição e o respetivo custo, segue-se o registo quantitativo das refeições distribuição às alunas, alunos e sobras, o n.º de aluno e o nome. Os maços encontram-se organizados por aluno, ano escolar, mês e dia. Os maços são referentes aos anos letivos de 1921-1922 e 1922-1923.
Estes livros foram feitos para nele ser feito o lançamento em conta corrente do recebedor da alfândega de Vinhais para com a Junta do Crédito Público, pela arrecadação dos impostos adicionais aplicados para a amortização das notas do Banco de Lisboa, criados pela carta de lei de 13 de julho de 1848, e pela de 20 de abril de 1850.
Requisições de transporte feitas por Guilherme Braga da Cruz para se deslocar de Coimbra a Lisboa para as reuniões da Junta Nacional de Educação.
Provisão do Cardeal Patriarca de Lisboa à Irmandade de Nossa Senhora da Oliveira para realizar a sua festividade à mesma senhora com exposição do Santíssimo Sacramento.
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
(Lisboa) Lamento por não poder estar presente nas comemorações das Bodas de Ouro do C.A.D.C.. Timbre: "Patriarcado de Lisboa. Vigararia Geral".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português". Timbre: "Maurílio Jorge Quintal de Gouveia. Bispo de Sabiona e Auxiliar de Lisboa".
"Ver e crer", Lisboa: Editora Gráfica Portuguesa, n.º 2, 1945-06, p. 107-112.
Projetos de Lisboa.
Compilação dos registos de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa. Contém índice alfabético.
(Lisboa) - Pedido de colaboração na preparação da obra intitulada “O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa”.
(Lisboa) - Divulgação do IV Congresso de História Brasileira, promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
[Lisboa] - Recordação de um pedido relacionado com a colocação profissional de terceiro.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do livro "O direito de troncalidade: A exclusão sucessória dos ascendentes".
(Lisboa) Luís Pinto Coelho, professor bibliotecário, agradece a oferta de três obras.
[Actas de reuniões no âmbito do Projecto, entrevistas a Assistente Social da Casa Pia de Lisboa]
Texto datilografado de Susan Lowndes sobre a reorganização das atividades missionárias na diocese de Nova Lisboa; Comité Especial da Conferência Nacional dos Institutos Religiosos reunido para discutir a entrevista do cardeal Danielou na Radio Vaticana.