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Correspondência enviada a autoridades, órgãos públicos e biblioteca municipal de Lisboa.
Ofício do Dispensário de Higiene e Profilaxia Mental de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da conta corrente, referente a consultas e tratamento a doentes subsidiados pela Câmara. (Alzira Rodrigues e Laura da Conceição Nascimento), com um total de 260$00.
D. António Ferreira Fiandor profere uma conferência na inauguração das obras de reconstrução do convento dos Marianos, em Lisboa.
Conferência sobre a conversão de S. Paulo, feita na igreja de S. Paulo em Lisboa.
Este fundo foi depositado no AHMC pela Associação Naval de Lisboa, na sequência de contrato estabelecido com a CMC, através do AHMC, no âmbito do PRADIM. O depósito foi aprovado em sessão da CMC de 2008-06-02
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi instituída no Mosteiro de Santa Joana de Lisboa.
O Mosteiro de Santa Joana de Lisboa era feminino, mas de origem masculino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1580, D. Álvaro de Castro, ao partir para Alcácer Quibir, vinculou a morgadio a sua quinta que ficava ao Chafariz do Andaluz, deixando as suas terras (no caso de não ter descendência) ao convento de São Domingos de Benfica, para ali se erguer um convento. Em 1699, foi fundado um mosteiro, mas de frades com a invocação da Princesa Santa Joana. Em 1755, o terramoto não afectou o edifício do mosteiro, e a ele recolheram as freiras dos mosteiros da Anunciada e da Rosa de Lisboa. Nesta altura, deu-se a saída dos frades, e o mosteiro passou a feminino. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1884, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira. Localização / Freguesia: Coração de Jesus (Lisboa, Lisboa)
Ofício recebido dos Hospitais Civis de Lisboa a informar que de momento não efectuam radiografias, sendo apenas possível radiografar se a doente referida for a uma consulta externa.
Oficio Recebido da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa a pedir ajuda ao Município, no sentido de capturar individuo.
"Ver e crer", Lisboa: Editora Gráfica Portuguesa, n.º 2, 1945-06, p. 107-112.
Lisboa: Portugália Editora, 1969.
Lisboa: Portugália Editora, 1967.
Lisboa: Edições Rolim, 1986.
Lisboa: Editorial Verbo, [1971].
Lisboa: Portugália Editora, 1971.
Registo de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa.
Registo de correspondência da Direcção da Alfândega de Lisboa.
Projetos de Lisboa.
O Bispo D. António Ferreira Fiandor proferiu, em 25 de Novembro de 1958, no salão paroquial da igreja de S. Pedro em Lisboa, uma exposição episcopal que repetiu na reunião do clero do norte, em 16 de Dezembro de 1958, com os seguintes assuntos: - Confirmações - Comunicações oficiais - Ausências pastorais da paróquia - Estatística Diocesana - Juntas Paroquiais (Cânone III)
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
Em 11 de Novembro de 1957, o Sínodo Diocesano (de que António Ferreira Fiandor era presidente desde 1939) elege-o bispo da Igreja. Foi sagrado em 22 de JUnho de 1958, na Catedral de São Paulo, em Lisboa. Foram bispos sagrantes D. Plínio Simões (Igreja Episcopal BRasileira), Norman Nash (Igreja Episcopal dos EUA) e James McCann, da Igreja da Irlanda.
Compilação dos registos de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa. Contém índice alfabético.
A Igreja Colegiada Santo Estêvão de Alfama de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. A sua fundação deve ter ocorrido nos finais do séc. XII. A referência mais antiga relativa a esta igreja data de 1231, correspondendo à doação feita por João Martins e sua mulher. No séc. XIII, Santo Estêvão de Alfama ocupava uma vasta área e tinha como sufragânea a Igreja de São João Baptista, do Alqueidão de Valada, em Santarém. Foi padroado real até 1295, data em que D. Dinis doou os seus direitos ao bispo de Lisboa, D. João Martins Soalhães.
O "Diário de Lisboa" foi um jornal diário fundado pelo banqueiro António Vieira Pinto a 7 de Abril de 1921 e publicado durante o período de 7 de abril de 1921 e 30 de novembro de 1990. À data da sua extinção era propriedade da Renascença Gráfica, detentora das instalações, da gráfica e do próprio título. A redação, desde a década de 1930 e até 1990 teve instalações na Rua Luz Soriano em Lisboa. Dirigido desde a sua fundação até 1956 por Joaquim Manso, foram também diretores Norberto Lopes, Mário Mesquita sendo o seu último diretor António Ruella Ramos. Este jornal diário caracterizou-se por uma atividade intensa, frequentemente de oposição ao regime político do Estado Novo.
Documentação do II Congresso da Juventude Evangélica Portuguesa: programa, correspondência recebida, comunicação apresentada no congresso, discruso de boas-vindas, recortes de jornais (A Voz do Operário, O Século, Diário de Notícias, Primeiro de Janeiro, Diário de Lisboa, Diário Popular, Novo Mensegeiro, O Semeador Baptista, Portugal Novo(números completos nº 416 de junho de 1950 e nº 427 de maio de 1951)); lista das conclusões do congresso, de delegados, orçamento.
Joaquim dos Santos Figueiredo foi um clérigo católico romano que em 1898 aderiu à Igreja Lusitana. Percurso religioso: - Em 1922 o Sínodo elege-o bispo da Igreja Lusitana, tornando-se no primeiro bispo não sagrado. Foi um dos presbíteros mais prestigiados da Igreja e presidente do Sínodo, sendo o primeiro bispo não eleito da Igreja Lusitana. dirigiu o Colégio Lusitano (anexo à igreja de S. Paulo, em Lisboa), onde foi também presbítero.
Avenida da República, junto a Entrecampos, Lisboa.
Série composta plas atas da Comissão organizadora do primeiro congresso da Igreja Lusitana, com sede em Lisboa e nomeada pela Comissão Permanente. Era composta por Belarmino Vieira Barata (presidente), Leopoldo Figueiredo, Josué Ferreira de Sousa Júnior, Liberto Figueiredo Franco e A. Pinto Ribeiro Júnior. Esta comissão trataria dos seguintes assuntos: cargos, despesas de viagens, data do congresso, receção e abertura, romagem às sepulturas de alguns pioneiros da Igreja Lusitana, sessões de trabalhos, encerramento; pensão e alojamento para delgados; regulamentos do congresso, publicação.
Registo de pessoal do distrito terrestre da Alfândega de Lisboa - 1.ª Companhia. Contém a categoria profissional; nome do funcionário e o registo de ponto mensal.
Lisboa: Edição de Autor, 1972.
Lisboa: Publicações Europa-América, 1952.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação do edifício da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e trabalhos efectuados e respectivas folhas de despesas.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação das embarcações da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e reparações efectuadas. Identifica tipos de embarcações como barcas, caíques, escaleres.
Compilação de registo de contramarcas de entrada de fragatas no Porto de Lisboa. Contém referência a marcas e contramarcas dos volumes a qualidade destes, número de ordem e número da fragata transportadora.
Juízo criado por decreto de 29 de Novembro de 1755, com foro de privilégio em função da causa, para conhecer os conflitos dos proprietários das casas e terrenos da cidade de Lisba, arruinadas pelo terramoto, ocorrido a 1 desse mesmo mês. A lei de 3 de Dezembro deste mesmo ano estabeleceu as providências sobre os alugueres e delimitou a zona edificável. Esta mesma lei encarregou os inspectores dos bairros do julgamento de embargos a obras a realizar. Para melhor solucionar as questões levantadas com a destruição das propriedades, foi ordenado aos inspectores dos bairros que fizessem tombos individualizados para cada bairro com a descrição e medição das propriedades, ruas, praças e becos, separadamente. Para cada bairro havia funcionários próprios. A 3 de Dezembro de 1755 o rei proibe o aumento das rendas e dos foros para travar as especulações surgidas após o terramoto, estabelecendo penas no incumprimento desta ordem. Proibe também a construção de casase de pedra e cal nos terrenos que "principiando pela banda do poente fora das Portas dos Quartéis de Alcântara, do palácio e hospício de Nossa Senhora das Necessidades, dos arrebaldes do Senhor da Boa Morte e de São João dos Bem Casados e continuando do Casal de Paio e Silva, do Salitre, do Chafariz de Andaluz, da Carreira dos Cavalos, da Bemposta, de Santa Bárbara, do Forno do Tijolo, da Cruz dos Quatro Caminhos, de Vale de Cavalinhos e de Santa Apolónia" para evitar edificações "indiscretas nos lugares afastados do recinto da cidade "que sendo já disfome na sua extensão, dificulta a comunicação. A 12 de A lei de 12 de Maio de 1758 concedeu aos senhorios e foreiros que haviam perdido as suas casas, autorização para as reconstruir no prazo de 5 anos. Até finais do séc. XVIII, várias medidas foram tomadas para solucionar os problemas resultantes do terramoto. Apesar da proibição, nos primeiros anos do séc. XIX havia ainda muitas barracas de madeira. A 23 de Fevereiro de 1771 um álvara régio amplia a lei anterior e dá por finda e extinta a espera de cinco anos permitindo aos donos dos terrenos situados na cidade de Lisboa edificarem, mandando que os mesmos sejam vendido a quem por eles mais der.
O Convento da Santíssima Trindade de Lisboa era masculino, e pertencia à e foi sede da Ordem da Santíssima Trindade para a Redenção dos Cativos (vulgarmente conhecidos por Trinitários). Em 1198, foi fundada a Ordem por São João da Mata e São Félix de Valois. Em 1312, foi constituída a província portuguesa dos trinitários, governada por um provincial desde 1319. As situações de crise por que passou o governo da província, as acusações de desvio do dinheiro das esmolas obtidas em pregações populares, destinadas à redenção dos cativos, conduziram, em 1461, à decisão régia de atribuir esta missão ao Tribunal da Redenção dos Cativos. Em 1498, a Ordem retomou os seus direitos, embora a administração régia tenha mantido o controlo sobre o dinheiro da Ordem, e sobre a sua aplicação à redenção dos cativos. Em 1545, a Ordem e os seus estatutos foram reformados para reforço da sua actividade, o que foi complementado com a edificação de casas em Ceuta e em Tânger. Os cativos feitos na sequência da derrota na batalha de Alcácer Quibir foram resgatados pelo provincial, por incumbência dada pelo cardeal D. Henrique. Nos séculos XVII e XVIII, foram fundadas mais casas no reino. Quanto ao Convento da Santíssima Trindade de Lisboa, em 1218, foi fundado por D. Afonso II o convento de religiosos franceses da Ordem da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos, assim chamada por se dedicar à libertação dos prisioneiros e dos escravos cristãos em posse dos muçulmanos, em terrenos doados em 1217, em comemoração da conquista de Alcácer do Sal. Nesse ano, iniciou-se a construção do convento e do hospital no alto de Santa Catarina, junto a uma ermida com a mesma invocação. O primeiro prior foi Frei Mateus Anes. O convento recebeu significativos benefícios e privilégios do poder régio, nomeadamente, numerosas esmolas da rainha Santa Isabel, as quais permitiram reedificar e ampliar a igreja e o edifício conventual, aumentando a sua capacidade para 25 religiosos. À protecção recebida da rainha Santa Isabel, não terá sido alheio Estêvão Soeiro, frade trinitário e seu confessor. A partir de 1561, o edifício foi novamente reedificado e ampliado. Em 1755, o terramoto e o incêndio subsequente destruíram praticamente o edifício. Em 1834, a 22 de Fevereiro, por sentença da Junta do Exame do Estado Actual e Melhoramento Temporal das Ordens Religiosas, encarregada da Reforma Geral Eclesiástica, foi suprimido, extinto e profanado o Convento da Santíssima Trindade ou de Nossa Senhora do Livramento de Alcântara, onde ainda habitavam o fr. António Correia (prelado) e fr. Luís da Fonseca (religioso converso), para os quais foi pedida uma pensão. Nesse ano, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Esta subsérie é constituída por projectos do concelho de Lisboa
O Mosteiro do Salvador de Lisboa era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Era também designado por Mosteiro ou Convento do Santíssimo Rei Salvador. Em 1392, foi fundado por D. João de Azambuja, bispo do Porto, com participação de Frei Vicente de Lisboa, por licença apostólica concedida na bula de Bonifácio IX, de 13 de Março de 1391, no âmbito da qual a igreja do Salvador foi transformada em mosteiro de religiosas dominicanas. Em 1391, a 1 de Julho, D. João I doou o padroado da igreja ao Mosteiro. Em 1396, a 29 de Novembro, D. João de Azambuja, entregou as Constituições à comunidade, nas quais se prescrevia a clausura e a sujeição aos dominicanos, conforme os Estatutos da Ordem e o modo de vida do Convento de São Sisto de Roma. Cerca de 1461, esta disposição originou um longo diferendo entre a comunidade e o arcebispo de Lisboa, D. Afonso Nogueira, estando em causa a dependência aos Observantes ou ao Provincial dos Frades Pregadores. O Mosteiro do Salvador de Lisboa foi o primeiro convento feminino da Observância em Portugal. Em 1415, por ocasião da morte de D. João de Azambuja, que foi sepultado no convento, não estavam ainda concluídas as obras de construção do edifício. Em 1438, as obras terminaram por intervenção da rainha D. Leonor, mulher de D. Duarte. Em 1551, a comunidade era composta por oitenta freiras e quinze servidores e o convento dispunha de uma renda anual de mil e cem cruzados. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1884, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira. Localização / Freguesia: Santo Estêvão (Lisboa, Lisboa)
Registo de contas correntes de vinho produzido em Lisboa. Contém a identificação dos produtores, quantidades produzidas e receita efectuada.