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António Ferreira Fiandor e amigo em Lisboa, na rua do Ouro.
A documentação reflete a atividade do Clube Naval de Lisboa no domínio das funções definidas por estatutos. O fundo é constituído por 5 secções e 10 subsecções: Constituição e Regulamentação do Clube; Órgãos do Clube (Assembleia Geral, Direção, Conselho Técnico e de Regatas, Secção de Motor, Secção de Natação); Secretaria e Arquivo (Expediente, Gestão de sócios e embarcações, Atividades desportivas e sociais); Gestão Financeira e de Recursos Humanos (Contabilidade e Tesouraria, Recursos Humanos); Documentos bibliográficos e museológicos; e por 64 séries e 8 subséries: Regulamentos e projetos de regulamentos (1921-1922); Estatutos e projetos de estatutos (1920-1929); Atas de sessões (1910-1988); Registos de presenças da Mesa (1920-1962); Avisos, propostas e nomeações (1906-1974); Correspondência expedida e recebida (1929-1930); Processos de inquérito (1944-1956); Atas de sessões (1891-1980); Atas do Júri de Exames (1901-1956); Avisos, comunicados e ordens de serviço (1921-1941); Obtenção de cartas de navegador (1914-1941); Atas de sessões (1893-1949); Borrão de regatas (1949-1955); Organização de regatas (1937-1995); Atas de sessões (1914-1915); Atas de sessões (1934-1936); Organização de provas de natação (1950-1953); Protocolos de entrega de documentos (1928-1939); Copiador de correspondência expedida (1932-1984) - (Copiador de correspondência expedida para associações (1951-1954); Copiador de correspondência expedida para sócios e particulares (1932-1984); Registo de correspondência recebida (1973-1982); Correspondência recebida (1948-1995) - Correspondência recebida de entidades oficiais (1993-1995); Correspondência recebida de associações (1953-1995); Correspondência recebida de sócios e particulares (1941-1951); Correspondência expedida e recebida (1911-1994) - Correspondência expedida e recebida de entidades oficiais (1937-1977); Correspondência expedida e recebida de associações (1931-1984); Correspondência expedida e recebida de sócios e particulares (1932-1967); Quadro de classificação de arquivo (1982); Registo de controlo da fotocopiadora (1986-1988); Procedimentos de gestão interna (1931-1962); Registo de propostas de admissão de sócios (1951-1957); Propostas de admissão de sócios (1902-1986); Registo de desistência de sócios (1918-1929); Fichas onomásticas de sócios (1903-1990); Fichas numéricas de sócios (1897-1983); Cartões de sócios (1973-1983); Propostas para registo de embarcações (1940-1960); Registo de iates (1902-1939); Registo onomástico de armazenagens e de armários (1970); Atestados e declarações de aptidão física de alunos (1988-1994); Registo de presença de alunos (1939-1997); Provas escritas da escola de vela (1989); Processos de construção do barco-escola de vela (1942-1945); Requisições de embarcações (1986-1988); Revalidação de licença de natação (1953-1954); Registo e controlo de alunos de natação (1953-1959); Manutenção da piscina (1968-1979); Manutenção do ginásio e provas de musculação (1992-1994); Campeonatos de automóveis (1948); Relatórios de passeios e discursos (1932-1935); Contas de gerência (1939-1988); Balanços (1965-1979); Balancetes (1912-1990); Livros razão (1943-1984); Livros diários e Diários auxiliares (1965-1984); Borrão de caixa (1943-1980); Livros de caixa (1914-1985); Cobranças de quotas, de armazenagens e de armários (1957-1979); Registos bancários (1982-1992); Documentos de receita e despesa (1916-2003); Talões de pagamento de sócios (1982-1988); Fichas de pagamento de quotas (1926-1996); Duplicados de recibos emitidos (1960-1984); Orçamentos (1903-1930); Registo de despesas (1960-1962); Registo do pessoal do quadro permanente (1928-1932); Abonos, subsídios, quotizações de sindicatos e justificações de faltas (1972-1994); Candidaturas a anúncios de emprego (1994) e Recortes de imprensa (1937-1947)
António Ferreira Fiandor e amigo em Lisboa, na rua do Ouro.
A documentação reflete a atividade da Associação Naval de Lisboa e do Clube Náutico de Portugal no domínio das funções definidas por estatutos. O fundo é constituído por 3 secções: Constituição e Regulamentação da Associação; Órgãos da Associação (Assembleia Geral, Conselho Executivo, Secção de Vela e Motonáutica e Secção de Remo e Canoagem) e Secretaria e Arquivo (Expediente, Gestão de sócios e embarcações, Património e Atividades desportivas); Gestão Financeira e Documentos Bibliográficos e Museológicos; e por 37 séries: Regulamentos e projetos de regulamentos (1854-1941); Estatutos e projetos de estatutos (1856-1977); Bandeira, galhardete e hino (1884-1912); Atas da Assembleia Geral (1856-1939); Registo de presenças na Assembleia Geral (1950-1969); Documentos para apreciação em reuniões da Assembleia Geral (1854-1948); Atas para aprovação de sócios (1926-1938); Atas do Conselho Executivo (1914-1984); Atas de termos de posse (1949-1963); Relatórios de gerência (1900-1993); Atas da Secção de Vela e Motonáutica (1959-1987); Reclamações e despachos (1970-1980); Atas da Secção de Remo e Canoagem (1952-1984); Copiador geral de correspondência expedida (1886-1936); Copiador de correspondência expedida pela Secção de Remo (1953-1986); Correspondência recebida e expedida pela Secção de Vela (1856-1999); Correspondência recebida e expedida pela Secção de Remo (1944-1987); Circulares (1889-1981); Federação Portuguesa de Remo (1908-1963); Federação Portuguesa de Vela (1971-1975); Propostas de sócios da Secção de Remo (1968-1987); Listas de sócios (1975-1992); Pedidos de suspensão de quotas de sócios da Secção de Remo (1962-1969); Pedidos de desistência de consócios da Secção de Remo (1955); Cartões de identidade de sócios e embarcações (1937-1986); Registo de embarcações (1855-1978); Certificados de registo de embarcações (1929-1970); Registo diário de movimento de embarcações da Secção de Remo (1961-1976); Documentos técnicos e processos de construção de embarcações (1856-1966); Processos de acidente (1984-1993); Instalações em Giribita, Pedrouços e Trafaria (1939-1949); Remodelação dos postos de remo em Santo Amaro e Alcântara (1964-1965); Construção do canal Sado-Tejo (1960); Programas, anúncios, resultados e prémios de regatas (1878-2005); Recortes de imprensa (1905-1979); Álbuns fotográficos (1904-1999); Zincogravuras (1940-1970). O subfundo (Clube Náutico de Portugal) é constituído por 5 secções: Constituição e Regulamentação do Clube; Órgãos do Clube (Direção); Secretaria e Arquivo (Expediente e Atividades desportivas); Gestão Financeira (1921-1989) e Documentos bibliográficos e museológicos (1888-1990); e por 25 séries: Estatutos (1946); Declaração de constituição (1928); Atas da Direção (1926-1969); Relatórios de gerência (1927-1930); Copiador de correspondência expedida (1925); Circulares (1969); Regulamentos de regatas (1930-1940); Programas de regatas (1951-1953); Álbum fotográfico (1928-1947); Livro de honra (1925-1945). Livros de caixa (1933-1982); Registo de receita e despesa (1975); Registo de pagamento de quotas de sócios efetivos e honorários (1921-1930); Registo de pagamento de quotas de sócios extraordinários e auxiliares (1921-1930); Borrão de caixa da Secção de Remo (1973-1974); Folhas de caixa da Secção de Remo (1962-1973); Registo de pagamentos de quotas de sócios da Secção de Remo (1936-1941); Relações de pagamento de quotas de sócios da Secção de Remo (1950-1968); Tabelas de preços e serviços (1942-1946); Receita e despesa do estaleiro (1960-1969); Dívidas pendentes (1989); Faturas de fornecedores (1955-1962); Ocupação de tulhas e cabines (1979); Bibliografia (1888-1990) e Medalhas e Carimbos (1910-1988)
Pedidos de autorização para contrair empréstimos, feitos pela Câmara Municipal de Lisboa ao Ministério das Finanças.
Correspondência enviada a autoridades, órgãos públicos e biblioteca municipal de Lisboa.
D. António Ferreira Fiandor profere uma conferência na inauguração das obras de reconstrução do convento dos Marianos, em Lisboa.
Conferência sobre a conversão de S. Paulo, feita na igreja de S. Paulo em Lisboa.
Este fundo foi depositado no AHMC pela Associação Naval de Lisboa, na sequência de contrato estabelecido com a CMC, através do AHMC, no âmbito do PRADIM. O depósito foi aprovado em sessão da CMC de 2008-06-02
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário foi instituída no Mosteiro de Santa Joana de Lisboa.
Livro de atas das sessões da Comissão Permanente da Diocese de Lisboa: propostas para a Comissão Permamente; regulamento interno provisório; apresentação de modelo de livro de registo paroquial; eleição de Diogo Cassels ao diaconato; eleições; ordenação de Augusto Nogueira; preparação de um resumo oficial da História da Igreja Lusitana; Livro de Oração Comum; - Bispo eleito; - Construção de templos; - Relatórios; - Missões; - 1º Congresso da Igreja Lusitana; - Fundos da Igreja; - Estatutos do Sínodo Geral; - Ordenações.
O Mosteiro de Santa Joana de Lisboa era feminino, mas de origem masculino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1580, D. Álvaro de Castro, ao partir para Alcácer Quibir, vinculou a morgadio a sua quinta que ficava ao Chafariz do Andaluz, deixando as suas terras (no caso de não ter descendência) ao convento de São Domingos de Benfica, para ali se erguer um convento. Em 1699, foi fundado um mosteiro, mas de frades com a invocação da Princesa Santa Joana. Em 1755, o terramoto não afectou o edifício do mosteiro, e a ele recolheram as freiras dos mosteiros da Anunciada e da Rosa de Lisboa. Nesta altura, deu-se a saída dos frades, e o mosteiro passou a feminino. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1884, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira. Localização / Freguesia: Coração de Jesus (Lisboa, Lisboa)
"Ver e crer", Lisboa: Editora Gráfica Portuguesa, n.º 2, 1945-06, p. 107-112.
Lisboa: Portugália Editora, 1969.
Lisboa: Portugália Editora, 1967.
Lisboa: Edições Rolim, 1986.
Lisboa: Editorial Verbo, [1971].
Lisboa: Portugália Editora, 1971.
Registo de correspondência da Direcção da Alfândega de Lisboa.
Registo de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa.
O Bispo D. António Ferreira Fiandor proferiu, em 25 de Novembro de 1958, no salão paroquial da igreja de S. Pedro em Lisboa, uma exposição episcopal que repetiu na reunião do clero do norte, em 16 de Dezembro de 1958, com os seguintes assuntos: - Confirmações - Comunicações oficiais - Ausências pastorais da paróquia - Estatística Diocesana - Juntas Paroquiais (Cânone III)
Projetos de Lisboa.
Em 11 de Novembro de 1957, o Sínodo Diocesano (de que António Ferreira Fiandor era presidente desde 1939) elege-o bispo da Igreja. Foi sagrado em 22 de JUnho de 1958, na Catedral de São Paulo, em Lisboa. Foram bispos sagrantes D. Plínio Simões (Igreja Episcopal BRasileira), Norman Nash (Igreja Episcopal dos EUA) e James McCann, da Igreja da Irlanda.
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
Registo das contas correntes dos manifestos de vinho fabricado em Lisboa. Contém descrição de produtores, quantidades produzidas em Lisboa e taxas arrecadadas.
Compilação dos registos de ordens e ofícios na Alfândega de Lisboa. Contém índice alfabético.
A Igreja Colegiada Santo Estêvão de Alfama de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa. A sua fundação deve ter ocorrido nos finais do séc. XII. A referência mais antiga relativa a esta igreja data de 1231, correspondendo à doação feita por João Martins e sua mulher. No séc. XIII, Santo Estêvão de Alfama ocupava uma vasta área e tinha como sufragânea a Igreja de São João Baptista, do Alqueidão de Valada, em Santarém. Foi padroado real até 1295, data em que D. Dinis doou os seus direitos ao bispo de Lisboa, D. João Martins Soalhães.
O "Diário de Lisboa" foi um jornal diário fundado pelo banqueiro António Vieira Pinto a 7 de Abril de 1921 e publicado durante o período de 7 de abril de 1921 e 30 de novembro de 1990. À data da sua extinção era propriedade da Renascença Gráfica, detentora das instalações, da gráfica e do próprio título. A redação, desde a década de 1930 e até 1990 teve instalações na Rua Luz Soriano em Lisboa. Dirigido desde a sua fundação até 1956 por Joaquim Manso, foram também diretores Norberto Lopes, Mário Mesquita sendo o seu último diretor António Ruella Ramos. Este jornal diário caracterizou-se por uma atividade intensa, frequentemente de oposição ao regime político do Estado Novo.
Documentação do II Congresso da Juventude Evangélica Portuguesa: programa, correspondência recebida, comunicação apresentada no congresso, discruso de boas-vindas, recortes de jornais (A Voz do Operário, O Século, Diário de Notícias, Primeiro de Janeiro, Diário de Lisboa, Diário Popular, Novo Mensegeiro, O Semeador Baptista, Portugal Novo(números completos nº 416 de junho de 1950 e nº 427 de maio de 1951)); lista das conclusões do congresso, de delegados, orçamento.
Joaquim dos Santos Figueiredo foi um clérigo católico romano que em 1898 aderiu à Igreja Lusitana. Percurso religioso: - Em 1922 o Sínodo elege-o bispo da Igreja Lusitana, tornando-se no primeiro bispo não sagrado. Foi um dos presbíteros mais prestigiados da Igreja e presidente do Sínodo, sendo o primeiro bispo não eleito da Igreja Lusitana. dirigiu o Colégio Lusitano (anexo à igreja de S. Paulo, em Lisboa), onde foi também presbítero.
Série composta plas atas da Comissão organizadora do primeiro congresso da Igreja Lusitana, com sede em Lisboa e nomeada pela Comissão Permanente. Era composta por Belarmino Vieira Barata (presidente), Leopoldo Figueiredo, Josué Ferreira de Sousa Júnior, Liberto Figueiredo Franco e A. Pinto Ribeiro Júnior. Esta comissão trataria dos seguintes assuntos: cargos, despesas de viagens, data do congresso, receção e abertura, romagem às sepulturas de alguns pioneiros da Igreja Lusitana, sessões de trabalhos, encerramento; pensão e alojamento para delgados; regulamentos do congresso, publicação.
Registo de pessoal do distrito terrestre da Alfândega de Lisboa - 1.ª Companhia. Contém a categoria profissional; nome do funcionário e o registo de ponto mensal.
Avenida da República, junto a Entrecampos, Lisboa.
Lisboa: Edição de Autor, 1972.
Lisboa: Publicações Europa-América, 1952.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação do edifício da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e trabalhos efectuados e respectivas folhas de despesas.
Registo de despesas efectuadas e pagas com a conservação das embarcações da Alfândega Grande de Lisboa. Contém identificação dos empreiteiros, trabalhadores e reparações efectuadas. Identifica tipos de embarcações como barcas, caíques, escaleres.
Compilação de registo de contramarcas de entrada de fragatas no Porto de Lisboa. Contém referência a marcas e contramarcas dos volumes a qualidade destes, número de ordem e número da fragata transportadora.
Juízo criado por decreto de 29 de Novembro de 1755, com foro de privilégio em função da causa, para conhecer os conflitos dos proprietários das casas e terrenos da cidade de Lisba, arruinadas pelo terramoto, ocorrido a 1 desse mesmo mês. A lei de 3 de Dezembro deste mesmo ano estabeleceu as providências sobre os alugueres e delimitou a zona edificável. Esta mesma lei encarregou os inspectores dos bairros do julgamento de embargos a obras a realizar. Para melhor solucionar as questões levantadas com a destruição das propriedades, foi ordenado aos inspectores dos bairros que fizessem tombos individualizados para cada bairro com a descrição e medição das propriedades, ruas, praças e becos, separadamente. Para cada bairro havia funcionários próprios. A 3 de Dezembro de 1755 o rei proibe o aumento das rendas e dos foros para travar as especulações surgidas após o terramoto, estabelecendo penas no incumprimento desta ordem. Proibe também a construção de casase de pedra e cal nos terrenos que "principiando pela banda do poente fora das Portas dos Quartéis de Alcântara, do palácio e hospício de Nossa Senhora das Necessidades, dos arrebaldes do Senhor da Boa Morte e de São João dos Bem Casados e continuando do Casal de Paio e Silva, do Salitre, do Chafariz de Andaluz, da Carreira dos Cavalos, da Bemposta, de Santa Bárbara, do Forno do Tijolo, da Cruz dos Quatro Caminhos, de Vale de Cavalinhos e de Santa Apolónia" para evitar edificações "indiscretas nos lugares afastados do recinto da cidade "que sendo já disfome na sua extensão, dificulta a comunicação. A 12 de A lei de 12 de Maio de 1758 concedeu aos senhorios e foreiros que haviam perdido as suas casas, autorização para as reconstruir no prazo de 5 anos. Até finais do séc. XVIII, várias medidas foram tomadas para solucionar os problemas resultantes do terramoto. Apesar da proibição, nos primeiros anos do séc. XIX havia ainda muitas barracas de madeira. A 23 de Fevereiro de 1771 um álvara régio amplia a lei anterior e dá por finda e extinta a espera de cinco anos permitindo aos donos dos terrenos situados na cidade de Lisboa edificarem, mandando que os mesmos sejam vendido a quem por eles mais der.
O Mosteiro do Salvador de Lisboa era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Era também designado por Mosteiro ou Convento do Santíssimo Rei Salvador. Em 1392, foi fundado por D. João de Azambuja, bispo do Porto, com participação de Frei Vicente de Lisboa, por licença apostólica concedida na bula de Bonifácio IX, de 13 de Março de 1391, no âmbito da qual a igreja do Salvador foi transformada em mosteiro de religiosas dominicanas. Em 1391, a 1 de Julho, D. João I doou o padroado da igreja ao Mosteiro. Em 1396, a 29 de Novembro, D. João de Azambuja, entregou as Constituições à comunidade, nas quais se prescrevia a clausura e a sujeição aos dominicanos, conforme os Estatutos da Ordem e o modo de vida do Convento de São Sisto de Roma. Cerca de 1461, esta disposição originou um longo diferendo entre a comunidade e o arcebispo de Lisboa, D. Afonso Nogueira, estando em causa a dependência aos Observantes ou ao Provincial dos Frades Pregadores. O Mosteiro do Salvador de Lisboa foi o primeiro convento feminino da Observância em Portugal. Em 1415, por ocasião da morte de D. João de Azambuja, que foi sepultado no convento, não estavam ainda concluídas as obras de construção do edifício. Em 1438, as obras terminaram por intervenção da rainha D. Leonor, mulher de D. Duarte. Em 1551, a comunidade era composta por oitenta freiras e quinze servidores e o convento dispunha de uma renda anual de mil e cem cruzados. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1884, o mosteiro foi encerrado por morte da última freira. Localização / Freguesia: Santo Estêvão (Lisboa, Lisboa)