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O fundo foi depositado pelo Clube Naval de Lisboa, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
Quando o Clube Náutico de Portugal cessou funções, em 1969, o seu arquivo foi integrado no arquivo da Associação Naval de Lisboa. O fundo e subfundo foram depositados pela Associação Naval de Lisboa, na sequência de contrato estabelecido com a Câmara Municipal de Cascais, através do AHMCSC, ao abrigo do Programa de Recuperação de Arquivos e Documentos de Interesse Municipal (PRADIM)
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente César Augusto.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta da doente Luzia Conceição.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Paulo Martins.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito das dificuldades de internamento dos Hospitais Civis de Lisboa, devido à sua lotação excedida, solicitam à Câmara Municipal de Lisboa que não envie mais doentes, salvo os casos de extrema urgência.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão da doente Balbina da Silva dos Santos Inácio nos Hospitais Civis de Lisboa, com respectiva ficha em anexo. Solicitando o envio da guia de responsabilidade da doente ou indicação de parentes que possuam bens a fim de liquidar a despesa efectuada, bem como a guia para a Misericórdia de Lisboa referente ao regresso da doente.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão da doente Maria da Graça dos Santos Vieira nos Hospitais Civis de Lisboa, com respectiva ficha em anexo. Solicitando o envio da guia de responsabilidade da doente ou indicação de parentes que possuam bens a fim de liquidar a despesa efectuada, bem como a guia para a Misericórdia de Lisboa referente ao regresso da doente.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente Joaquim da Silva nos Hospitais Civis de Lisboa, com respectiva ficha em anexo. Solicitando o envio da guia de responsabilidade do doente ou indicação de parentes que possuam bens a fim de liquidar a despesa efectuada, bem como a guia para a Misericórdia de Lisboa referente ao regresso do doente.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito de a admissão de urgência na Maternidade M. Coutinho a doente Antónia de Jesus.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta da doente Ana Victoria Rodrigues Caldeirinha.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Inácio Santos Vieira Pescada.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Manuel José Bila.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito de chamar a atenção relativamente ao disposto na circular destes hospitais de 06.07.1944.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da consulta externa do doente Joaquim Lourenço Vieira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta da doente Adília do Carmo.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Vasco Deus Baguinho.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Emídio de Oliveira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Manuel Gonçalves Arroja.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Amélio da Silva Veiga. .
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta da doente Adriana Dôres Martins Arez.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Manuel Vieira Nobre.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente António Semião Cabrita.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta da doente Glória da Assunção.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente Bernardo Conceição Leal.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da alta do doente António Silva Catuna.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da ausência de resposta à circular de 25.03.49, os Hospitais Civis de Lisboa não se responsabilizam por forma a facilitar o internamento de doentes enviados pela Câmara Municipal de Albufeira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao ofício nº 1.052/46, de 17 de Julho a solicitar a admissão da doente Maria Virgínia Branco, informam que a Câmara Municipal de Albufeira se deverá dirigir directamente ao Instituto Maternal que é a entidade que tem a seu cargo as maternidades de Lisboa.
A Igreja Colegiada de Santo André de Lisboa pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio dos recibos da quantia de 21.974$00, enviados por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao pedido de admissão do doente Henrique dos Santos, com chamada de atenção para o disposto na circular destes Hospitais de 06.07.1944 e 28.06.1944.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito de a admissão de urgência no Hospital dos Capuchos a doente Mauricia Rosa dos Santos.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao pedido de admissão da doente Lucilia de Jesus, com chamada de atenção para o disposto na circular destes Hospitais de 06.07.1944.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 2.707$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, referente ao ano de 1950.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 5.203$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, referente ao ano de 1950.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 395$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 2.297$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 7.219$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 12.458$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente pobre Bernardo da Conceição Silva Leote, em urgência no serviço do Hospital dos Capuchos.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação de doentes que tiveram alta ou faleceram e que estavam internados nestes hospitais através das guias de responsabilidade da Câmara de Albufeira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão para hospitalização no Banco do Hospital de São José o doente José Guerreiro.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão para hospitalização de urgência para o Serviço de Operados do Hospital de São José o doente António Simão Cabrita.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira em resposta ao ofício nº 834 de 21.07.1950, o doente Manuel Martins deve apresentar-se na consulta externa do serviço nº 8 do Hospital de São José no dia 6 de Julho ás 9h, apresentando a guia de responsabilidade para as despesas do tratamento e guia para a Misericórdia de Lisboa para a passagem de regresso, a quando da sua alta.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da morada desconhecida que consta no processo do doente internado admitido em urgência (Inácio Vieira Pescada). Como tal os Hospitais Civis de Lisboa solicitam ao Município que averigúe qual o domicilio do referido doente a fim de solicitar o pagamento da despesa. Porém se tal não se concretizar a responsabilidade da despesa de hospitalização cabe ao concelho de Albufeira, a menos que o doente tenha familiares com bens que possam liquidar a despesa.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao ofício nº 572 de 08.05.1951, informando que o doente Domingos Rodrigues Neto, pode apresentar-se no Banco do Hospital de São José em qualquer dia útil, afim de ser admitido, se for reconhecida a necessidade de internamento, devendo ir acompanhado de guia de responsabilidade passada pela Câmara. E se o doente tiver de regressar à localidade, deverá ser portador de uma guia de responsabilidade da Câmara perante a Misericórdia de Lisboa pelo pagamento do custo da passagem de regresso.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito de uma circular a informar que até aviso em contrário, a Câmara não deverá enviar doentes para internamento, excepto os que necessitarem de cuidados urgentes Após observação em consulta externa, os quais deverão ir acompanhados das guias de responsabilidade da Câmara perante a Misericórdia de Lisboa para o seu regresso a casa, a quando da respectiva alta. Sugerindo que a Câmara passe as guias em duplicado ou que desdobre responsabilidades para cada um dos estabelecimentos interessados.
Este fundo foi depositado no AHMC pela Associação Naval de Lisboa, na sequência de contrato estabelecido com a CMC, através do AHMC, no âmbito do PRADIM. O depósito foi aprovado em sessão da CMC de 2008-06-02
A Igreja Colegiada de São Julião de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 12.262$80, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1942.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 3.535$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1943.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 17.744$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1943.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 7.826$20, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1944.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 2.287$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1948.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 8.421$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1948.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 40$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1947.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 1.270$50, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1947.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 13.929$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1946 e 1947.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 680$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1947.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 6.631$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1945.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 1.515$30, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1945.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 9.223$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1948 e 1949.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 4.355$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1949.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tivera, alta ou faleceram e que haviam dado entrada nos Hospitais com guia de responsabilidade da Câmara de Albufeira. (Agostinho Gonçalves Palma, Rita Jesus Barranha e Maria Flora de Brito).
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao ofício nº 542 de 30.04.1951, informando que a doente Gabriela dos Santos deu entrada para o Serviço nº 9 do Hospital de São José em 16.02.1951, onde continua em tratamento.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira em resposta ao ofício nº 526 de 27.04.1951, o Hospital necessita saber qual a doença de que sofre o doente Domingos Rodrigues Neto, para poderem indicar se existe vaga ou não no serviço clínico necessário.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito das dificuldades para manter os doentes e atender os constantes pedidos de admissão, os Hospitais vêm desta forma solicitar o pagamento ou pelo menos amortização na importância de 17.434$80, que se encontra por liquidar.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 416$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1952, no Hospital Escolar de Santa Maria.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 7.420$50, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1949.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo, na quantia de 3.528$00, por intermédio da Direcção-geral da Fazenda Pública, por conta da despesa com o tratamento de seus munícipes pobres no ano de 1949.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao ofício da Câmara Municipal de Albufeira nº 1288 de 30.11.1948, o Instituto solicita a devolução da ficha relativa à doente Maria Conceição Alves a fim de prosseguir o respectivo inquérito assistencial.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da informação da alta dada à doente Maria Cabrita que estava internada no Hospital de São José. Com nota escrita a lápis: Despesa: 1.365$00; 65 dias.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente António Conceição, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tiveram alta ou faleceram e que haviam dado entrada nos Hospitais com guia de responsabilidade da Câmara de Albufeira. (José Fernandes Chalão e Manuel José Bila)
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente Felisberta das Neves, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tiveram alta ou faleceram e que haviam dado entrada nos Hospitais com guia de responsabilidade da Câmara de Albufeira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tiveram alta ou faleceram e que haviam dado entrada nos Hospitais com guia de responsabilidade da Câmara de Albufeira. (António Barreto, António Pedro e Daniel Vieira Coelho)
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente José Guerreiro, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente António Simão Cabrita, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tiveram alta ou faleceram e que haviam dado entrada nos Hospitais com guia de responsabilidade da Câmara de Albufeira, (Alfredo Fernandes e Emerita das Dores Leote).
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio do recibo com a quantia de 3.535$00, liquidada pelo intermédio da Direcção Geral da Fazenda Pública, referente ao pagamento do resto da despesa do ano de 1943.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do envio da relação dos doentes que ultimamente tiveram alta ou falecerem e que tinham dado entrada nos Hospitais Civis com guia de responsabilidade da Câmara Municipal de Albufeira.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão em urgência do doente Ana Conceição Lourdes, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão em urgência do doente António Palma Eugénio, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito das alterações publicadas em Diário do Governo Iª Série, nº 70 de 03.04.1945, acerca do valor das cotas diárias que ficam ao abrigo das Câmaras Municipais, pelo tratamento dos seus munícipes pobres para: 21&00 em secção cirúrgica; 18$00 em secção médica e 12$00 no Manicómio Bombarda, aplicadas a partir do dia 01 de Maio e inclusive aos doentes que se encontravam internados.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão em urgência do doente Alzira Beatriz Pacheco Marques da Costa, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente pobre Bernardo Conceição Silva Leote, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente Antónia de Jesus e Maurícia Rosa dos Santos, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente Maria de Jesus Silva Simões, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940.
A cidade de Lisboa e o território da diocese foram divididos em duas partes: o patriarcado de Lisboa Ocidental e o arcebispado de Lisboa Oriental, na sequência da criação da freguesia da Capela Real, em 1709, da sua elevação a colegiada sob a invocação de S. Tomé, em 1710, pela Bula «Apostolatus ministerio», de Clemente XI, de 1 de Março, de ter passado a gozar dos estatutos da sé de Lisboa, por Aviso de 11 de Dezembro de 1712, e de ter sido elevada a igreja metropolitana e basílica patriarcal, sendo dedicada a Nossa Senhora da Assunção, pela Bula «In supremo apostolatus solio» de Clemente XI, em 7 de Novembro de 1716. D. Tomás de Almeida foi o primeiro patriarca nomeado. Desde 1710, com a morte do arcebispo D. João de Sousa, que a sé de Lisboa estava vaga. A situação de sede vacante manteve-se, pois o arcebispo de Lisboa Oriental nunca foi nomeado, cabendo o seu governo ao cabido sede vacante de Lisboa Oriental. Durante o período de cisão, no arcebispado de Lisboa Oriental funcionou a relação eclesiástica da corte e arcebispado com seus ministros e oficiais, de que foram provisores e vigários gerais pelo deão e cabido sede vacante, D. Manuel da Silva Francês (bispo de Tagaste), D. António Pais Godinho (bispo de Nanquim), o Dr. Simão Lopes Cachim de Moura (protonotário apostólico, desembargador da relação e juiz dos resíduos), António do Espírito Santo Freire (chanceler e juiz dos resíduos e casamentos), Paulo José de Andrade (desembargador da relação eclesiástica e juiz das justificações de genere, protonotário apostólico e provisor), Luís da Silva Pedroso (prior da igreja de S. Tomé, juiz dos resíduos e das justificações de genere, e provisor). No patriarcado de Lisboa Ocidental, funcionou a câmara patriarcal com seus ministros e oficiais. D. João Cardoso Castelo, arcebispo de Lacedemónia (1717-1726) foi provisor e vigário geral por D. Tomás de Almeida; D. António Bonifácio Coelho foi presidente da relação eclesiástica e provisor e vigário geral pelo cardeal patriarca. Em 1718, pela Bula «Gregis dominici cura», de 3 de Janeiro, Clemente XI estabeleceu as respectivas dioceses sufragâneas: Lamego, Leiria, Funchal e Angra, para o patriarcado de Lisboa Ocidental, e Guarda, Portalegre, Cabo Verde, São Tomé e Congo, para o arcebispado de Lisboa Oriental. Em 1737, foi concedida a dignidade de cardeal ao patriarca de Lisboa, pela Bula «Inter praecipuas apostolici ministerii» de Clemente XII, de 17 de Dezembro. Em 1740, o arcebispado foi suprimido e integrado no patriarcado, sendo confirmada e aprovada a união das igrejas de Lisboa numa única, sujeita à obediência do patriarca, cujos cónegos passaram a ser designados por principais, pela Bula «Salvatoris nostri mater» de Bento XIV, de 13 de Dezembro. A divisão da cidade foi abolida por alvará de D. João V, de 31 de Agosto de 1741. A Câmara Eclesiástica de Lisboa passou a ser designada por Câmara Patriarcal de Lisboa e posteriormente Cúria Patriarcal de Lisboa. Era presidida pelo arcebispo titular, com jurisdição de provisor e vigário geral. Um dos desembargadores servia de promotor fiscal, outro servia de defensor dos matrimónios, da ordem ou profissão religiosa. O número e serviço dos empregados era semelhante ao dos tribunais episcopais, dispondo ainda de um guarda-mor e de escrivães do auditório. O arquivo estava confiado ao escrivão da Câmara. Em 1834, por Decreto de 21 de Janeiro foi determinado que o Cardeal Patriarca de Lisboa e os seus sucessores passariam a residir no Mosteiro de São Vicente de Fora, onde também se devia estabelecer o Seminário Patriarcal e a Câmara Eclesiástica.
A Igreja Colegiada de São Bartolomeu do Beato de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
A Igreja Colegiada de Santa Maria Madalena de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao ofício nº 520 de 12 de Maio de 1947, em que a Câmara Municipal de Albufeira solicita o internamento da menos Otilia Vieira da Mina. Informa-se que de momento não existe vaga para a hospitalização da menor. Porém sendo grandes as dificuldades financeiras do hospital o enfermeiro-mor relembra ao Município de Albufeira a necessidade de liquidar com urgência a sua conta corrente aos Hospitais Civis.
Ofício dos Hospitais Civis de Lisboa dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da admissão do doente Felisberta das Neves, solicitando a guia de responsabilidade ou informação de familiares que possam liquidar a despesa. Aproveitando a oportunidade para qualquer esclarecimento consultar o artigo 256 e os seus parágrafos do Código Administrativo, aprovado pelo decreto lei nº 31.095, de 31 de Dezembro de 1940. Com nota escrita a caneta: Ex.mo colega, como poderão verificar pelo envelope, trata-se de um engano, pelo que a remeto a V. Exa. O chefe da secretaria 03.11.1945
Ofício da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de Albufeira no âmbito do transporte de um paciente (Emídio de Oliveira).
A Correição Cível da Cidade era constituída por quatro varas, servidas cada uma por um corregedor, escrivães, distribuidor, inquiridor e porteiro. Até 1746 houve dois corregedores e dois juízes. Por alvará de 4 de Março deste ano, o lugar de juiz foi extinto, passando a haver quatro corregedores. Estes conheciam de todos os casos do foro do cível da cidade de Lisboa que não fossem da competência de Juízos privativos, assim como das causas referentes a mercadores estrangeiros residentes em Lisboa e seu termo, até seis léguas, quer do foro cível quer crime, em que fossem autores ou réus. Cabia-lhes também conhecer dos feitos com mercadores alemães (Alvará de 26 de Outubro de 1530). Os escrivães da correição eram também escrivães das conservatórias estrangeiras, com excepção da espanhola que tinha escrivães próprios. Das sentenças proferidas pelas justiças da cidade de Lisboa, cabia recurso, por agravo, para o Juízo das Apelações e Agravos Cíveis da Casa da Suplicação.
A Igreja Colegiada de São Pedro de Alfama de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
A Igreja Colegiada de Santiago e São Martinho de Lisboa pertenceu ao distrito eclesiástico de Lisboa e sucessivamente, ao bispado, arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Juízo criado por D. Pedro IV, em 1826, a requerimento da assembleia geral do Banco de Lisboa. Foi designado o corregedor do cível da cidade da primeira vara para juiz privativo, em primeira instância, de todas as causas e dependências pertencentes ao mesmo Banco. Foi escrivão deste juízo, Lino José de Almeida Torre do Vale.