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(Ponte da Barca) Condolências pela morte do primo de Guilherme Braga da Cruz e considerações acerca da desistência do seu cargo em Vila Verde. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador dos Registos Civil e Predial. Ponte da Barca".
(São Paulo) Agradecimento pela oferta de três opúsculos com trabalhos jurídicos de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "José Pedro Galvão de Sousa. Catedrático da Faculdade Paulista de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo".
(São Paulo) Envio do texto correspondente à sua comunicação no Colloquium para ser publicado na revista "Scientia Iuridica". Timbre: "José Pedro Galvão de Sousa. Catedrático da Faculdade Paulista de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo".
(Lisboa) Agradecimento pelo convite para assistir ao doutoramento, manifestação da sua crença na "ruína do corporativismo" e indica algumas vagas que encontrou para um amigo de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "José Guilherme de Mello e Castro. Advogado".
(Porto) Agradecimento pela oferta dos estudos "A posse de ano e dia no direito hispânico medieval" e "O direito de superfície no direito romano". Timbre: "António José Simões de Oliveira. Juíz de Direito. Ajudante de Procurador da República".
[s.l.] Agradecimento pela oferta da "Exposição enviada pelo Senado Universitário de Coimbra ao Senado Universitário de Lisboa". Timbre: "José Alfredo Soares Manso-Prêto. Procurador da República Junto da Relação de Coimbra".
[s.l.] Agradecimento pela oferta da "Exposição enviada pelo Senado Universitário de Coimbra ao Senado Universitário de Lisboa". Timbre: "José Guilherme de Mello e Castro. Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa".
(Porto) Pedido de intervenção para que uma prima professora seja transferida para uma das escolas do Bairro Económico no Porto. Timbre: "José Vitorino da Costa. Professor do Liceu Normal D. Manuel II".
(São Paulo) Pedido de ajuda para conseguir as facilidades necessárias à elaboração do estudo "O Brasil na comunidade lusíada". Timbre: "José Pedro Galvão de Sousa. Catedrático da Faculdade Paulista de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo".
(Lisboa) Felicitações pelo doutoramento "honoris-causa" que vai receber pela Universidade de São Paulo e agradecimento pela oferta da obra "Matrimónio: contrato e sacramento". Timbre: "José Eduardo Mendes Ferrão. Engenheiro Agrónomo".
(Lourenço Marques) Pedido de insistência junto de [?] Martínez para apoiar a sua pretensão de admissão no Banco de Crédito Comercial e Industrial. Timbre: "José Pedro Belo Soares. Médico. Assistente da Faculdade de Medicina de Coimbra".
(Santa Cruz do Bispo) Comunica que gostou de ver Guilherme Braga da Cruz na televisão e de ir ao casamento de José António Braga da Cruz. Timbre: "Colónia Penal de Santa Cruz do Bispo. Gabinete do Director".
(Porto) Pedido para que aguarde a chegada de Manuel Leal Freire para decidir da suspensão da sua assinatura do jornal "A Palavra". Timbre: "Fernando José Pires de Carvalho. Licenciado em Económicas e Financeiras".
(Santiago de Compostela) Agradecimento pela oferta da obra "O movimento abolicionista e a abolição da pena de morte em Portugal". Timbre: "José Javier López Facoiste. Catedrático de Derecho Civil".
(Vila Nova de Famalicão) Pedido de intervenção para que a Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Famalicão seja elevada a 1ª classe. Timbre: "José João Baptista de Lemos. Conservador do Registo Predial".
(Lisboa) Informação de um encontro com o ministro da Educação Nacional, que poderá levar à aprovação do decreto. Timbre: "José Bacelar e Oliveira S.J.. Vice-Reitor da Universidade Católica Portuguesa".
(Madrid) Manifestação de pesar por não ter assistido à conferência de Guilherme Braga da Cruz na Real Academia de Jurisprudencia Y Legislation. Timbre: "José Maldonado y Fernández del Torco. Conde de Galiana".
(Lisboa) Advertência para uma nota no artigo sobre a "Revista de Legislação e Jurisprudência", que considera incorreta, acerta de um trabalho seu. Timbre: "José Gabriel Pinto Coelho. Prof. Da Faculdade de Direito Aposentado".
(Celeirós) Lamento pela inclusão do nome de Guilherme Braga da Cruz no "suposto governo de portugueses no exílio", referido no "Jornal de Notícias". Timbre: "José L. Belchior J.or. Professor do Liceu (Apos.)".
(Lisboa) Questão acerca da viabilidade de José Pedro Galvão de Sousa reger uma cadeira na Faculdade de Direito de Coimbra, para fugir à "hostilidade do progressismo brasileiro". Timbre: " Scientia Iuridica. Revista Bimestral Portuguesa e Brasileira".
[s.l.] Agradecimento pela intervenção relativa à sua licença sabática e pela dedicatória com que ofereceu a obra "O direito subsidiário na história do direito português". Timbre: "José Gonçalo Herculano de Carvalho. Prof. Catedrático da Universidade de Coimbra".
[s.l.] Agradecimento pela oferta da obra "O direito subsidiário na história do direito português". Timbre: "Doutor José Maria da Cruz Pontes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra".
[s.l.] Agradecimento pela oferta das obras "O direito subsidiário na história do direito português" e "A Revista de Legislação e de Jurisprudência: Esboço da sua história". Timbre: "José Carlos Rosa Nogueira. Conservador dos Registos Centrais".
(Porto) Comunica que recebeu um telegrama de [?] Teixeira Ribeiro, em nome de Guilherme Braga da Cruz e da "Revista de Legislação e de Jurisprudência". Timbre: "José Gualberto de Sá Carneiro. Advogado".
Processo em torno de José António Leal de Castro, morador na quinta da Cruz de Pedra, na estrada da Charneca, freguesia do Lumiar, relativa a uma dívida de dízimos à Igreja de São Nicolau.
Transcrição de carta de José da Silva Ribeiro para Adelino Mário Varzim da Silva Miranda, respondendo à solicitação de testemunhos e demais informações acerca de Abel Varzim feita em PT/FAV/CDAV/E/01/003.
Cópia de carta de Abel Varzim para o engenheiro José do Nascimento Ferreira Dias Júnior, ministro da Economia, felicitando-o pela publicação do livro Linha de Rumo e apresentando propostas para o desenvolvimento da avicultura no Minho.
Transcrição de carta de Abel Varzim para o engenheiro José do Nascimento Ferreira Dias Júnior, ministro da Economia, felicitando-o pela publicação do livro Linha de Rumo e apresentando propostas para o desenvolvimento da avicultura no Minho.
Transcrição de carta de D. José da Cruz Moreira Pinto, bispo de Viseu, para destinatário não identificado, dando conta do envio da importância de dez contos para apoio ao tratamento médico de um sacerdote.
Cópia de carta de Abel Varzim para o engenheiro José do Nascimento Ferreira Dias Júnior, ministro da Economia, felicitando-o pela publicação do livro Linha de Rumo e apresentando propostas para o desenvolvimento da avicultura no Minho.
Inclui cartas, cartões e um telegrama de D. José Alves Matoso [1860-1952], bispo da Guarda entre [1914-1952], remetidos maioritariamente da Guarda e de Coja (Arganil) para António Lino Neto. Predominam as mensagens de agradecimento e felicitação; os pedidos relacionados com a Igreja Católica ou com terceiros; os votos de boas festas; as referências à amizade entre remetente e destinatário; as referências à idade e saúde do remetente. Sublinha-se ainda a informação relativa aos seguintes assuntos: iniciativas, ocorrências e factos ligados à vida religiosa e política na diocese da Guarda; vida profissional de remetente e destinatário; Centro Católico Português. Inclui também um cartão do bispo da Guarda enviado a António Lino Neto por remetente não identificado agradecendo as condolências pelo falecimento de [D. José Alves Matoso].
Áreas geográficas e topónimos: Praça José da Costa.
Áreas geográficas e topónimos: Praça José da Costa.
Áreas geográficas e topónimos: Praça José da Costa.
Contém cartas, bilhetes-postais, telegramas e cartões de José Frederico Laranjo [1846-1910], remetidos maioritariamente de Lisboa e Castelo de Vide para António Lino Neto. Entre os diversos assuntos tratados, destacam-se os seguintes: pedidos e recomendações a favor de estudantes e militares; pedidos de artigos e traduções para «O Distrito de Portalegre»; considerações sobre artigos da autoria de António Lino Neto. Sublinha-se também a informação relativa às actividades desenvolvidas por remetente e destinatário; ao jornal «O Distrito de Portalegre», nomeadamente sobre a sua orientação política; ao Partido Progressista (listas de candidatos a eleições, alianças políticas e acordos eleitorais). Salientam-se, ainda, as referências a [António] Sardinha, a José [Caetano] Rebelo, a [George Wheelhouse] Robinson, ao conde de Arnoso, a [António Eusébio] Benito Maçãs, entre outros indivíduos. Inclui também uma carta dirigida à esposa de António Lino Neto, afilhada do remetente, com informação relativa à constituição de listas eleitorais do Partido Progressista e, por fim, duas cartas de José Frederico Laranjo dirigidas a outros remetentes, nas quais é mencionado o nome de António Lino Neto.
O fundo é constituído por seis secções: Documentos pessoais; Correspondência; Manuscritos, datiloscritos e provas; Obra impressa; Recortes de imprensa e estudos sobre o autor e a obra; e Biblioteca; e por 21 séries: Fotografias (1916-1966); Vida académica (1927); Vida profissional (1931-1969); Vida literária (1930-1972); Correspondência recebida (1914-1974); Correspondência expedida (1912-1971); Correspondência recebida e expedida relativa ao Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães (1946-1950); Correspondência recebida e expedida por familiares (1933-1993); Poesia (1925-1970); Prosa (1940-1982); Capas e desenhos (1930-1960); Apontamentos (1926-1980); Manuscritos de outros autores (1928); Edições literárias (1931-1986); Edições em antologias (1944-1981); Edições sobre biblioteconomia e museologia (1943-1975); Críticas e correspondência sobre o autor e a obra (1926-1975); Estudos sobre o autor e a obra (1971-1993); Recortes de imprensa sobre bibliotecas (1933-1983); Obras autografadas (1903-1980) e Outras obras (1833-1979)
José da Silva Carvalho (1782 - 1856), advogado e magistrado, foi um dos obreiros da Revolução de 1820, ministro de D. João VI, D. Pedro IV, D. Maria II e o primeiro Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Filho dum casal de humildes lavradores, frequentou o Colégio das Artes em Coimbra e mais tarde, em 1800, a Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, onde se formou como Bacharel em 1805. Em 1810 foi colocado como juiz de fora da vila de Recardães e em 1814 foi nomeado Juiz dos Órfãos da cidade do Porto . José da Silva Carvalho, Manuel Fernandes Tomás, José Ferreira Borges e João Ferreira Viana fundaram o Sinédrio, associação revolucionária de que veio a resultar a Revolução Liberal de 1820. Silva Carvalho foi eleito membro da Junta Provisional preparatória das Cortes. Mais tarde fez parte da Regência do Reino e em 1821 foi ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, cargo que exerceu até 1822. Com a Vila Francada exilou-se no estrangeiro. Posteriormente voltou a Portugal mas com a aclamação de D. Miguel, exilou-se novamente. Com o advento do liberalismo foi ministro da Fazenda, da Marinha e novamente dos Negócios Eclesiásticos e da Justica. Com a Revolução de Setembro exilou-se pela terceira vez. Voltou ao reino em 1838. Foi deputado, par do reino e senador, entre outros cargos que exerceu.
«República» (ano XI, n.º 3.552, pp. 1-2) - Reprodução do discurso de José Pedro Ferreira, proferido na sessão de 3 de Julho de 1922, com sugestões de emendas a introduzir no projecto de Lei da Separação da Igreja do Estado.
(Paris - Lisboa) Manifestação de reconhecimento, após ter proferido uma conferência no Centro Cultural Português da Fundação Calouste Gulbenkian. Na resposta, agradecimento de José de Azeredo Perdigão pelo contributo para o prestígio da instituição.
[s.l.] - Mensagem de felicitação pelas bodas de ouro sacerdotais de D. José [da Cruz Moreira Pinto]. Inclui o cartão de resposta do bispo de Viseu, agradecendo as “afectuosas” saudações.
[s.l.] Agradecimento pela oferta da obra "A sucessão legítima no Código Euriciano". Timbre: "José Maldonado y Fernández del Torco y Fernández del Torco. Catedrático de la Facultad de Derecho. Letrado del Consejo de Estado".
Recibo da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau do pagamento de 38.080 réis ao Hospital de S. José, relativo aos encargos com a capela de Manuel Alves de Castro.
Por Carta de Lei de 22 de Dezembro de 1761 é criado D. José I o Erário Régio, em substituição da extinta da Casa dos Contos do Reino e Casa. O Erário passa a ser o centro das decisões na centralização absoluta das contas publicas, onde davam entrada todas as receitas da coroa e saíam os fundos para fazer cobro a todas as despesas do estado. Desta forma tentava-se por fim à ineficácia da fiscalização sobres as rendas do Estado, o que tinha até aqui permitido a fuga ao pagamento de impostos e ao enriquecimento de alguns oficiais do fisco. Presidida por Sebastião José de Carvalho e Melo, este primeiro Inspetor-Geral do Tesouro exerceu um controlo efetivo das contas, como se comprova pela produção documental e circuitos dos mesmos para o ajustamento das contas de todos os almoxarifes, tesoureiros e recebedores de direitos reais. Neste sentido o regimento de 22 de Dezembro de 1761 determina a existência, para além dos livros Mestre e Diário de cada uma das quatro Contadorias, um livro auxiliar para as diferentes arrecadações, rendas e mais direitos reais. Cada Contador-Geral tinha a incumbência de entregar ao Inspetor-geral dois balanços anuais. Estes eram conferidos pelo Inspetor-geral, Tesoureiro e Escrivão sendo depois lavrado um termo que o Inspetor-geral apresentava, em mão, ao rei. Com a incorporação de cofres próprios para a administração de determinados rendimentos, divisão e extinção de Contadorias o Erário Régio foi sofrendo diversas alterações na sua estrutura, como foi o caso com a morte de D. José I, na qual o Marquês de Pombal é substituído, e ao cargo de Inspetor-Geral sucede o de Tesoureiro-Mor, com seu respetivo escrivão. Neste processo de alterações ressalva-se o papel dos Contadores-Gerais e as suas competências territoriais: • Contadoria das Províncias do Reino e Ilhas dos Açores e Madeira • Contadoria da África Ocidental, Maranhão e Baía • Contadoria da África Oriental, Rio de Janeiro e Ásia portuguesa. Por Alvará, com força de Lei, de 17 de Dezembro de 1790, o Conselho da Fazenda é anexado ao Erário Régio. A ocupação francesa é marcante com a publicação do Decreto de 30 de Dezembro de 1807 em que extingue as duas Contadorias dos domínios ultramarinos, contudo esta extinção seria revogada por Portaria de 19 de Setembro de 1809. Já em 1820, muito por graça da diminuição do expediente, as duas Contadorias ultramarinas são reunidas numa só: a Contadoria Geral do Rio e Baía. No ano de 1828, foram extintas a Contadoria Geral do Rio e Baía e a Contadoria Geral das províncias do Reino, Açores e Madeira. Em seu lugar foram criadas a Contadoria Geral das Ilhas Adjacentes e Domínios Ultramarinos e a Contadoria Geral das Províncias do Reino. Este processo de alteração não evitou a decadência em que tinha entrado o Erário Régio, concluindo-se com a sua extinção por decreto de 16 de maio de 1832. Contudo, o Erário Régio instalado em Lisboa manteria-se em funcionamento, muito por força da D. Miguel que ainda reinava em Portugal, até à entrada dos liberais na capital no verão de 1833.
Contém cartas de D. António José de Sousa Barroso, bispo do Porto [entre 1899 e 1918], remetidas de Coimbra e de local ilegível para António Lino Neto. Destaca-se a informação sobre o envolvimento de remetente e destinatário na defesa dos interesses da Igreja Católica.
Contém cartas, cartões e circulares de D. José Alves Correia da Silva [1872-1957], bispo de Leiria entre [1920 e 1957], remetidos maioritariamente do Porto e de Leiria. Predominam os pedidos a favor do remetente ou de terceiros e as respectivas mensagens de agradecimento. Sublinha-se ainda a informação relativa à imprensa católica e à actividade do remetente.
Conhecimento do prior Francisco do Rosário e Melo acerca de um aviso incluso, em que Mariana Carolina Ribeiro participa uma verba deixada à Irmandade de Nossa Senhora da Caridade pelo seu pai, José António Gomes Ribeiro. Acompanha o aviso mencionado e uma nota de recibo de uma verba pertencente a este legado no valor de 200$000 réis.
Texto original datilografado do parecer da autoria de Guilherme Braga da Cruz realizado a pedido de José Gonçalo Chorão Herculano de Carvalho acerca dos direitos de autor que este reclama, em conjunto com os seus colegas, do "Método de português para soldados Macuas", pois considera-o usado indevidamente pelo Instituto de Meios Áudio-Visuais de Educação.
Ofício sobre o legado deixado por José António dos Passos a propósito de uma verba testamentária transcrita no Diário de Noticias. Acompanha uma relação dos bens e propriedades. Juntamente, encontra-se um fólio de um periódico, datado de 3 de abril de 1869, no qual encontra-se sublinhado o artigo com nome de "Legado do Brasil".
Ordens de pagamento e recibos relativos a rendas de casas e vencimento auferido pelo andador José Ventura. Juntamente, encontram-se vários ofícios recebidos pela irmandade, informando do "vencimento" do vestuário utilizado no exercício da função de andador e solicitando um novo. Acompanham os recibos da quantia despendida pela Irmandade do Santíssimo Sacramento no vestuário solicitado.
Cópia de carta de José Alexandre da Silva Morais Gouveia, em nome da Direção Nacional do Forum Abel Varzim, para Adelino Mário Varzim da Silva Miranda, procedendo à devolução de parte da documentação sobre Abel Varzim previamente enviada.
(Lisboa) - Solicitação da comparência de António Lino Neto nas seguintes solenidades a realizar na igreja de São José: Missa Cantada em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus; Te-Deum de acção de graças.
Transcrição de cartão de D. Manuel dos Santos Rocha, arcebispo de Mitilene, para José Cândido Varzim da Cunha e Silva, irmão de Abel Varzim, apresentando condolências pelo falecimento de Abel Varzim.
D. José de Assis Mascarenhas Castelo Branco da Costa Lancastre, 4.º Conde de Óbidos. Casou em 1777 com D. Helena Maria Josefa Xavier de Lima, filha dos primeiros Marqueses de Ponte de Lima. O primeiro nasceu em 1745 e faleceu em 1806.
Inclui diversas cartas e três cartões de José Maria Braga da Cruz [1888-1979], remetidos maioritariamente de Braga para António Lino Neto. Predominam as mensagens de agradecimento e felicitação; os pedidos relacionados com terceiros; os votos de boas festas; as referências à amizade entre remetente e destinatário; as considerações e informações sobre iniciativas, ocorrências e trabalhos ligados à vida religiosa, académica, política e social. Destacam-se ainda as notícias sobre o estado de saúde do remetente.