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A Comissão Instaladora da Associação de Escolas do Torne e do Prado foi constítuida como uma instituição particular de solidariedade social, presidida pelo Bispo D. Fernando da Luz Soares, o reverendo Octávio Guedes Coelho, o professor Dr. José Manuel de Pina Cabral, o engenheiro Joaquim Armindo, D. Arminda Araújo, Samuel Lopes Apura e José Jorge de Pina Cabral. Constituiu-se para distribuição de cargos da referida comissão e abertura de conta bancária.
Mencionam o saque dos "inimigos" ao lugar de Malcata, em 2 de Junho de 1707, a passagem de um "comboio" de "inimigos" sobre a praça de Moura, a resolução dos Ingleses na Guerra, a notícia, vinda da Pérsia, de que Portugal, Espanha, França e Alemanha tinham feito uma liga contra a Inglaterra, a decisão do General de Bombaim. Referem, ainda, as hostilidades contra um inimigo apelidado de "Sangane", responsável pela queima da Fragata "do Senhor Infante D. Francisco", a falta do Rei de "Sunda" aos capítulos de Paz e a queima das suas aldeias, "desde Ancolá até ao Cabo Rama", as acções do Arcebispo e do prelado contra a suspensão das armas em Sunda e a jurisdição Real, a Guerra Civil causada pela morte do "Imamo" [Imã] de Mascate. Citam Francisco José de Sampaio, Brigadeiro da Cavalaria do Exército, Filipe de Sousa de Carvalho, Fidalgo, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Alcaide-mor da Vila de Aguiar e Comissário geral da Cavalaria da Província de Trás-os-Montes, Francisco de Melo, Senhor da Vila de Ficalho e Comendador das Comendas de São Pedro das Gouveias e São Martinho do Pinhel, Sargento-mor de Batalha; Luís de Melo Pereira, Castelão da Praça de Diu, Luís de Melo Sampaio, General de Salcete, José Barbosa Leal, Fiscal da Armada, o General de "Pondá chamado Xabascan", Sancarzi Rau, o "Sobedar" de Zambaulim e Capitão das Terras fronteiras a Coculim.
O curso bíblico, sob a direcção de Belarmino José Vieira Barata, tinha como objectivo não apenas dar aos crentes um bom conhecimento das Sagradas Escrituras, mas também despertar entre eles o desejo de trabalharem pela causa do Senhor.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: José Francisco da Silva Lima, Abílio da Silva Fernandes, Pedro Tavares da Silva e Manuel Francisco Fernandes representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo, Limitada.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante e seguintes: José Francisco da Silva Lima, Abílio da Silva Fernandes, Pedro Tavares da Silva, Manuel Francisco Ferreira, representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo, Limitada.
Primeiro outorgante: Maria Augusta da Conceição Neves, Manuel Pinto Guimarães, Abílio José Vaz da Silva e Adelino Vaz da Costa representantes da Sociedade Elétrica de Nogueira do Cravo Limitada. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Menciona os Armazéns, as duas petições de José Cabral de Aguiar nas quais pede para ser agraciado com o hábito de Cristo e com o ofício de Arquitecto mor das fábricas, "que por seu método se erigirem"; e tenta mostrar os defeitos das balanças usadas pelos atravessadores de seda, apelidadas de Ganchos. Refere, ainda, a actuação de alguns ministros nas províncias do Algarve, Beira e Alentejo, que nas correições perguntavam por balanças, pesos e medidas, os ministros de Faro, o Doutor António Baracho Leal, Desembargador dos Agravos e a Casa da Moeda.
Exemplar do jornal "A Juventude", de Maio de 1945, sob o tema das mães: - As mães, da autoria de José Manuel Pina Cabral; - Amor insubstituível, da autoria de Maria Rosa Moura; - Mãe, da autoria de Vitor Manuel Pinheiro; - Lutas desiguais, da autoria de Isabel Maria Teles Gomes; - Paz e amor, da autoria de Maria Aurora Raimundo; - Maio, da autoria de Arnaldo de Oliveira Pinto; - Poema Prenda de Anos, da autoria de José Manuel; - À última hora; notas de um passeio.
Exemplar do jornal "A Juventude" dedicado ao arcebispo de Armagh: - Saudação, pela equipa editorial; - Saudade e gratidão; - Versos de outono, por Isabel Maria Teles F. Gomes; - Provas, por José Manuel de Pina Cabral; - Ecce Rex Vester, por Arnaldo João Oliveira Pinto; - O irresoluto de Legouvé, tradução de Maria Rosa Moura; - Saudade, por Vitor Manuel Pinheiro; - As bodas de Canã, por Samuel José de Almeida; - Coragem e fé, por António do Couto A. Soares; - Quadro de honra; - Lição de otimismo; - Labírinto.
Menciona a viagem de Francisco José de Sampaio, o envio de 400 soldados do Limoeiro, a falta de balas de artilharia de calibre 26, a restituição da Nau "Cananea" [Cananeia], os oficiais da Ribeira, a fragata e a Nau Senhora da Palma, construída por ordem do Marquês de Angeja, a charrua Santo Tomás de Cantuária, a "desgraça do Conde de Ericeira", a sua ida a Paris. Refere, ainda, D. Lourenço de Almeida, Governador de Minas e cunhado do destinatário, a saída de D. José Augusto e Frei António Serra da Índia, Jerónimo Correira Freire, os afilhados do Marquês, o Piloto José Francisco Marques e José António Furtado. O Parecer copiado foi feito em 27 de Dezembro de 1722, tendo sido feito pelo Marquês e apresentado a uma junta na Secretaria de Estado, a 19 de Fevereiro de 1723, em dia de procissão dos Passos. Quanto ao decorrer da sessão, indica "Leu-se o primeiro artigo aos empurrões, e se aprovou o arbítrio, que se mandou praticar nesta Monção".
Cargos, funções, actividades: porteiro do Santo Ofício da Inquisição de Coimbra Futuro cônjuge Naturalidade: freguesia do Luso, bispado de Coimbra Pai: José da Cruz Mãe: Luzia Duarte
Inclui: - Sentença dada a respeito dos irmãos eleitos da Irmandade de Ofícios da antiga Casa dos Vinte e Quatro, igreja de São José, que não queriam servir os cargos para que tinham sido eleitos, datada de Lisboa, 1588. Tem selo de chapa; - Traslado em pública forma da carta de doação do chão em que foi construída a igreja de São José, e respetivo auto de posse, datado de Lisboa, 8 de março de 1712. A carta de doação e o auto de posse são datados de Lisboa, 15 de maio de 1545; - Cópia da provisão do cardeal Infante D. Henrique, arcebispo de Lisboa, da fundação da freguesia de São José e seus privilégios e pela qual separa a capela de São José da igreja matriz de Santa Justa de Lisboa, datada de 24 de maio de 1740. A provisão é datada de Lisboa, 20 de novembro de 1567.
Livro de registos de batismos da igreja de Jesus com termo de abertura: Este livro que há-de servir para nele lançar os assentos de batismo, vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica - Chaves, e no fim leva termo de encerramento para constar que folhas tem. Lisboa, 1 de junho de 1879. José Nunes Chaves.
A Casa de Rilhafoles, era masculina e pertencia à Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo. Também designada por Congregação da Missão da Real Casa de Lisboa (1814), Casa da Congregação da Missão em Lisboa, Casa da Congregação da Missão em Rilhafoles, Casa de São João e São Paulo, Casa de Rilhafoles, ou Casa da Cruz de Lisboa. A fundação foi autorizada por breve pontifício de 10 de Setembro de 1717, por consentimento de D. Tomás de Almeida, cardeal patriarca de Lisboa Ocidental, e pelos Alvarás de 22 de Julho de 1714 e de 14 de Janeiro de 1717. De 1720, 25 de Junho, em Lisboa ocidental, na freguesia de Nossa Senhora da Pena, junto ao Convento de Santo António dos Capuchos, data o instrumento de contrato de promessa de venda condicional e pura, da quinta de Rilhafoles, por treze mil e quinhentos cruzados feito por José de Melo da Silva e por sua mulher, D. Brites Antónia Coutinho de Menezes (de quem foi procurador) moradores ao chafariz de Arroios, ao padre José Gomes da Costa, primeiro superior da Casa da Congregação da Missão de Lisboa, natural do arcebispado de Braga, residente na Cúria Romana, durante vários anos, agregado à Congregação dos Padres da Missão da província romana. Desta quinta faziam parte três prazos foreiros, respectivamente, ao Convento de São Domingos de Lisboa, à capela de D. Isabel de Sousa, instituída na igreja de Santa Cruz do Castelo, e administrada pelo reitor do Convento de Santo Elói de Lisboa, e à cadeira quarta da parte do chantre da Sé Oriental, que possuía o cónego Francisco Holbeche. Em 1720, a 30 de Junho, o padre José Gomes da Costa tomou posse da quinta para nela edificar o convento e a igreja da nova Casa da Missão de Portugal. Em 1723, a 26 de Abril, por despacho do cabido de 28 de Novembro de 1720, o deão e cabido da sé metropolitana de Lisboa Oriental, a requerimento de José de Melo da Silva, e de sua mulher, passaram alvará de licença de venda do foro do prazo de uma vinha foreira à cadeira quarta da parte do chantre da Sé Oriental, que possuía o cónego Francisco Holbeche. A Casa de Rilhafoles recebia rendimentos pagos pelo Almoxarifado dos Vinhos de Lisboa, pela Alfândega dos Portos Secos, pelo Almoxarifado da Casa das Carnes, pelo Almoxarifado dos Cincos, pela Alfândega de Buarcos. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1834, a 2 de Junho, iniciaram-se os autos de inventário dos objectos de culto religioso da igreja, sacristia e capelas, mandados fazer por Portaria de 21 de Maio, da Junta do Exame do Estado Actual e Melhoramento Temporal das Ordens Regulares, encarregada da "Reforma geral eclesiástica", cometidos ao juiz inventariante, Dr. Manuel Vaz Eugénio Gomes, e realizados na presença do padre José da Silva Coelho, superior da Casa. Foi escrivão João Gualberto da Silva.
O ofício diz respeito aos processos de: Joaquim de Ataíde; José Caiado ou Caetano José Caiado; José Simplício Franco; Domingos Pedro Soulas ou Domingos Pedro Salles.
Declara que é irmão da Irmandade dos Clérigos Pobres de Santarém, sita na Misericórdia da dita vila, e da Irmandade dos Clérigos pobres de Lisboa, sita na Igreja do Hospital Real dessa cidade. Nomeia, como seus testamenteiros, sua mulher, D. Helena de Lencastre, seus irmãos, o Conde de Vila Nova, o Conde de Assumar e D. Francisca Xavier Mascarenhas e seu filho mais velho, D. Fernando.
Carta. Legitimação. Filiação: Francisco José.
Certidão Negativa. Filiação: José Machado.
A Congregação do Oratório tinha em Lisboa duas casas: a Casa do Espírito Santo, a Casa de Nossa Senhora das Necessidades e os padres da Congregação davam ainda apoio no Hospital de São José, onde detinham uma capela. A Congregação do Oratório era também designada por Congregação do Oratório de São Filipe Néri e Nossa Senhora da Assunção. A Congregação do Oratório foi fundada em Lisboa, em 1659, pelo Padre Bartolomeu do Quental, inspirada na congregação fundada em Roma por São Filipe Néri, em 1564. O Padre Bartolomeu de Quental tinha sido nomeado, por Decreto por D. João IV, de 22 de Outubro de 1654, capelão e confessor da Casa Real. Em 1659 criou, uma associação de sacerdotes, com o nome de Congregação de Nossa Senhora das Saudades. A rainha D. Luísa de Gusmão, por Decreto de 18 de Fevereiro deste ano, aprovou a Congregação, concedeu-lhe uma casa de padres da Congregação de Lisboa. O Padre Quental requereu ao cabido de Lisboa, autorização para a fundação, que lhe foi concedida a 8 de Janeiro de 1668. A licença régia foi-lhe dada a 23 de Março de 1668. Os congregantes instalaram-se inicialmente na Boa Hora, no Pátio da Comédias (num edifício que tinha sido um teatro) Os estatutos da congregação datam de 12 de Janeiro de 1670, que foram confirmados pelo Papa Clemente X, por breve de 6 de Maio de 1671, reiterados por outro breve, 'Ex injuncto nobis' de 24 de Agosto de 1672. O governo de cada casa pertencia a um prepósito geral, a direcção espiritual a um perfeito, havendo ainda três deputados ou conselheiros. Caracterizava-se pela dedicação ao estudo e à pregação, com vocação para o ensino, pela exclusão de votos, e pela autonomia de cada casa, sendo que o único vínculo entre elas era a obediência aos mesmos estatutos. Entre outras competências, davam assistência aos doentes, pobres e aos presos. Foi-lhes depois concedida pelos irmãos do Hospital do Espírito Santo da Pedreira, a igreja e o hospício a ela anexo, por contracto feito em 1671 pelo tabelião Domingos de Barros, que congregantes vieram a ocupar em 1674. Na sua actividade de ensino, os padres da Congregação do Oratório reclamaram junto do poder régio, que os exames a que os seus pupilos estavam sujeitos fossem considerados tão válidos quanto os dos estabelecimentos dos jesuítas, o que obtiveram primeiro para as casas de Lisboa, e a partir de 1755, para todas as outras casas do país. A Casa do Espírito Santo ficou destruída no terramoto de 1755 passando os padres oratorianos a estar reunidos na Casa de Nossa Senhora das Necessidades. Em 1745, a 8 de Fevereiro, esta casa instalada junto ao Palácio das Necessidades, foi doada juntamente com a respectiva cerca por D. João V à Congregação do Oratório de S. Filipe Néri. Pouco depois, em Março de 1745, D. João V, compra a Baltazar Pereira do Lago e a António Rodrigues Dias, as terras confinantes, tornando-se a maior cerca conventual de Lisboa. Os congregados só começaram a habitá-la em 1750. Nesta casa funcionou uma Aula de Física Experimental. Entre os anos de 1760 e 1777, os padres oratorianos contaram com a oposição do Marquês de Pombal e foram suspensos de pregar, confessar e exercer o ensino. Em 1833, foram obrigados a abandonar a Casa de Nossa Senhora das Necessidades, sendo, provavelmente, reactivada a Casa do Espírito Santo. Quanto à capela no Hospital de São José, esta foi concedida pela rainha D. Maria I, à entrada do Hospital, para as suas reuniões, já que uma das funções da Congregação do Oratório era a assistência espiritual aos doentes. A capela foi extinta a 22 de Julho de 1834 . Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Apesar da extinção das ordens religiosas, os congregantes continuaram, no entanto, a sua acção de assistência aos enfermos no Hospital de São José, como atesta a documentação produzida. Em 1850 por motivos de obras de beneficiação do hospital foi necessário remover a capela, da invocação de Nossa Senhora das Saudades, para outro local, dentro do edifício, sendo a remoção feita à custa do hospital, tendo-se procedido à profanação da anterior.
Licenciatura em Engenharia Mecânica
Alvará. Legitimação. Filiação: Salvador José Garcia.
Carta. Legitimação. Filiação: Manuel José Rodrigues.
Alvará. Capelão Fidalgo. Filiação: José Pereira.
Alvará. Escudeiro. Filiação: José de Almeida.
Alvará. Terras em Muge. Filiação: José Teixeira.
Alvará. Escudeiro da Casa. Filiação: José Francisco.
Alvará. Cirurgião da Casa. Filiação: José Oliveira.
Alvará. Capela de José Viegas em Faro.
Alvará. Moço de Estribaria. Filiação: José João.
Carta. Legitimação. Filiação: José Domingos Pereira.
Carta. Legitimação. Filiação: João José Domingues.
O moderno título de conde de Vila Real foi criado por decreto do rei D. João VI de Portugal, em 3 de Julho de 1823, a favor de D. José Luís de Sousa Botelho e Vasconcelos, 6.º morgado de Mateus. D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos (Lisboa, 1785-02-09/São Petersburgo, 1855-09-26), 6.º morgado de Mateus, filho do célebre 5.º morgado de Mateus, D. José Maria de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos e de D. Maria Teresa de Noronha. Foi militar, diplomata e político. Par do Reino, conselheiro de Estado, e por várias vezes ministro. Foi também morgado de Mateus, Cumeeira, Sabrosa, Arroios, Moraleiros e Fontelas. Casou com D. Teresa Frederica de Sousa Holstein a 27 de agosto de 1811.
Primeiro corpo ativo dos bombeiros voluntários de Oliveira de Azeméis composto pelos seguintes elementos, de pé da esquerda para a direita: António Rodrigues Oliveira, José Carvalho Costa, António Rodrigues de Lemos, António Sobrinho, António Enes, António Moreira Guedes, Adelino Carvalho, Manuel Campelo, António Araújo Moia e Alfredo Vargas. Sentados da esquerda para a direita: Amadeu Pereira da Silva, Manuel Dias de Carvalho, Armindo Landureza, Joaquim Lino Pires, António José Alves Moreira, João Lourenço da Silva (comandante), António Landureza, António Costa, Raul Lino Pires, Constantino Bastos e Joaquim Rodrigues Oliveira. Em baixo fotografia do quartel, localizado na rua Bombeiros Voluntários.
RODRIGUES, Albano José Jorge
RODRIGUES, Abílio José Faria
LOPES, Alexandre José Esteves
VASCONCELOS, Álvaro José Valente
LOUREIRO, José Manuel Figueiras
RODRIGUES, José Carlos Marques
FERNANDES, José Eduardo Bessa
PEREIRA, José Manuel Monteiro
MARTINS, José Carlos Fidalgo
OLIVEIRA, José Fernando Carvalho
GONÇALVES, José Renato Madeira
CAÇOILO, António José Lopes
FERNANDES, António José Gomes
BERNARDO, José Fernando Miranda
RODRIGUES, José Fernando Pinto
GODINHO, António José Monteiro
PEREIRA, António José Matos
DUARTE, António José Pereira
LEITÃO, José Pedro Rodrigues
AZEVEDO, José Filipe Oliveira
SILVA, Joaquim José Fernandes
CAEIRO, António José Marques
CARREIRA, António José Martins
FERREIRA, José Alexandre Koch
CAMPOS, José Alexandre Gonçalves
VELUDO, José Guilherme Gomes
FERREIRA, José Alfredo Felgueiras
GALHARDO, José Osvaldo Correia
FERREIRA, José Ignácio Silva
SIMÕES, José António Amador
LOPES, José Henrique Oliveira
CASTRO, José Pedro Anunciação
SILVA, José António Correia