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Fotografia da mãe de José de Sousa Dias.
Fotografia da mãe de José de Sousa Dias.
Fotografia do pai de José de Sousa Dias.
Fotografia do pai de José de Sousa Dias.
Fotografia de casamento de José de Sousa Dias.
Fotografia de familiar de José de Sousa Dias.
Fotografia da mãe de José de Sousa Dias.
Fotografia da Tia da esposa de José de Sousa Dias
Critério Temático
Critério Temático
Desconhece-se a história da família de José Pedro Barosa.
Colecção constituída por fotografias da família de José de Sousa Dias que pertence a uma família de Paderne, desde o século XIX.
José Medeiros e Ivone Padeiro
Portugal
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, director e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira, de Águeda, prima co-irmã do Conde de Águeda. Foi o pai, segundo informação do próprio José de Arruela, que decidiu dar-lhe este último nome, com o qual permaneceu. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por acções desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e director do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribual, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu activamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e director da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra actividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria.
Correspondência de José Braamcamp Freire de Mattos (cunhado), enviada de Paris, a José de Figueiredo: assuntos relativos a negócios da família.
Ofício do Posto do registo Civil do Hospital de São José dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao pedido de procura da certidão do falecimento de Sérgio Viegas que faleceu a 15 de Maio de 1945, mas os serviços não encontraram nenhum falecido com o nome indicado.
Correspondência de José Braamcamp Freire de Mattos, enviada de Bilbao, referente a assuntos vários e negócios de família.
O arquivo da Família Silvestre de Andrade, é composto por documentação de José Silvestre de Andrade e do seu filho Coronel José Silvestre de Andrade. José Silvestre de Andrade (Pai), foi oficial maior, 1.º oficial e conselheiro da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra. Foi-lhe conferido o hábito da Ordem de Cristo e a nomeação de Cavaleiro da Ordem de São Maurício Lázaro José Silvestre de Andrade (Filho), foi 2.º tenente, 1.º tenente, major, tenente-coronel e coronel na Arma de Artilharia. Foi-lhe concedida, a nomeação de Oficial da Real Ordem Militar de S. Bento de Aviz, a nomeação de Comendador da Real Ordem Militar de S. Bento de Aviz, e o Título de Cavaleiro da Real e Distinta Ordem de Carlos III,
Ofício do Posto do registo Civil do Hospital de São José dirigido à Câmara Municipal de Albufeira no âmbito da resposta ao pedido de procura da certidão do falecimento de Sérgio Viegas que faleceu a 15 de Maio de 1945, no seguimento da última carta não terem encontraram nenhum falecido com o nome indicado, o gerente do Posto do Registo Civil sugere efectuar pesquisa nos anos de 1943, 1944, 1945, ou que talvez tivesse outro nome ou que tivesse dado entrada morto.
Critério Temático
Critério Temático
Critério Temático
Oficio Recebido do José Dias Cabrita a enviar um Auto de Corpo de Delito Indirecto.
Fotografia de peça de teatro com a esposa de José de Sousa Dias e Samora Barros.
Nasceu em Correlos, Viseu, a 1 de Julho de 1796, e faleceu em Coimbra, a 15 de Janeiro de 1874. Era filho de José Joaquim Pais da Silva e de Maria Joaquina Pais do Amaral. Foi pai de Joaquim José Pais da Silva Júnior. Doutorado em Leis pela Universidade de Coimbra a 8 de Junho de 1818, foi colegial do Colégio de São Paulo, da mesma cidade, de 1826 a 1830, e lente de 1830 a 1834, ano em que foi demitido. Voltou a exercer funções a partir de 1843 e até à jubilação, em 12 de Outubro de 1863. Foi provedor da Misericórdia de Coimbra, à qual prestou apoio também como jurisconsulto, vogal da Junta Geral do distrito de Coimbra e conservador e procurador geral da fazenda, na Universidade. Por Decreto de 8 de Agosto de 1850 o Dr. António Luís de Seabra, juiz da Relação do Porto, posteriormente visconde de Seabra, foi encarregado de redigir o projecto de Código Civil. Em simultâneo, foi nomeada a respectiva comissão revisora, que integrava o Dr. Vicente Ferrer Neto Paiva, Menuel António Coelho da Rocha, Joaquim José Pais da Silva e Domingos José de Sousa Magalhães. Posteriormente, a esta comissão foram-se juntando outros elementos. A primeira parte do projecto, com 381 artigos, foi apresentada por António Luís de Seabra na sessão de Câmara dos Deputados de 22 de Junho de 1857. No ano seguinte - 1858 - foi publicado o Projecto do Código Civil Português. A sua segunda edição, datada de 1859, foi submetida à comissão revisora, cuja primeira sessão data de 9 de Março de 1860. Os trabalhos da comissão prolongaram-se por cinco anos, e por três edições do projecto. Na sessão de 30 de Agosto de 1865, a comissão deu por terminados os trabalhos, sendo o projecto entregue ao Governo. Foi votado na sessão de 26 de Junho de 1867. Joaquim José Pais da Silva escreveu, em 1859, um opúsculo intitulado Observações sobre o Projecto do Código Civil, sobre o trabalho que desenvolveu no âmbito da revisão. Recebeu carta de conselheiro por Decreto de 13 de Novembro de 1866.
A Confraria de Nossa Senhora Mãe dos Homens e do Patriarca São José tinha sede no Convento de São Francisco, que pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província de Portugal. Também era designada por Congregação da Rainha dos Anjos e do Patriarca São José.
Oficio Recebido do José Lourenço Vieira a informar acerca de uma procissão que se vai realizar na povoação de Paderne.
José Nunes Correia era o fotógrafo e o proprietário da casa fotográfica com sede em Lisboa, na Rua da Misericórdia, 36, 3ºD, que funcionou nas décadas de 40 a 60 do séc. XX. Executava reportagens de fotografia industrial, fotografia publicitária, fotografia de arte e diapositivos. O seu laboratório estava equipado para trabalhos fotográficos a preto e branco, a cores e fotocópias. Terá trabalhado como repórter fotográfico para a revista Flama.
Fotografia das gentes de Albufeira , do Dr. José Crisóstono Pereira de Paiva de 1927, da colecção Selles Paiva
Hermano Anselmo José Braamcamp de Almeida Castelo Branco, 2º Barão de Sobral (1775-1846), 5º senhor de Sobral de Monte Agraço e senhor dos morgados de Sobral e da Luz, foi membro da Regência provisória, e ministro da Fazenda após o juramento da Carta Constitucional em 1826. Depois do triunfo do liberalismo foi nomeado membro de uma comissão encarregada de estudar o estado da dívida externa.
Documento
Oficio Recebido do José Dias Cabrita a enviar um Auto de Notícia a informar acerca do homicídio do Juiz da sede do Julgado de Paz.
Documento
O Convento de São José de Évora era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Também era designado por Convento de Nossa Senhora do Carmo ou da Luz de Évora. Em 1681, foi fundado, por doação testamentária de D. Eugénia Silva que cedeu a habitação e terrenos adjacentes para a construção do convento. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1886, o convento foi extinto por falecimento da última religiosa, a Madre Maria Teresa de São José.
Testamenteiro: o filho padre Tomás José de Oliveira Lima.
José Luciano de Castro nasceu a 14 de Dezembro de 1834, no distrito de Aveiro, freguesia do Eixo, Oliveirinha, e faleceu a 9 de Março de 1914. Era filho de Francisco Joaquim de Castro Pereira Corte Real, da Casa de Feijó, concelho da Feira, último morgado da casa da Oliveirinha, cujo vínculo existiu até 1860. Foi vogal da Junta Governativa de Aveiro (1845) e presidente da Câmara Municipal da mesma cidade (1857 e 1858). Sua mãe, Maria Augusta Meneses da Silveira, foi a única herdeira dos vínculos de que a família era detentora (vínculos de Oliveirinha, Salgueiro, Rabaçal, Fontão, Espinhal). José Luciano de Castro casou, em 1867, com Maria Emília Cancela de Seabra, filha de Alexandre Ferreira de Seabra, autor do Código de Processo Civil, da qual teve duas filhas: Maria Henriqueta, em 1868, e Júlia, em 1869. Cursou Direito na Universidade de Coimbra (1849-1854), onde teve como colegas personagens como Barjona de Freitas, Soares de Passos, Gama Barros, Ramiro Coutinho, António Alves da Fonseca e Teles de Vasconcelos, e conviveu com Dias Ferreira, Vaz Preto, Vieira de Castro, Rocha Páris, Francisco Van-Zeller, Peito de Carvalho, Navarro de Paiva, Isidro dos Reis, Martens Ferrão, João de Deus, entre outros. Nos anos de 1852 e 1853 terá integrado a Maçonaria, na Loja "Pátria da Caridade". Ainda como estudante publicou artigos em jornais como "O Observador", futuro "Conimbricense". Foi redactor principal de "O campeão do Vouga" e colaborou com "A Imprensa" e o "Boletim da Torreira", acabando por fundar em 1859, com Cruz Coutinho e Barbosa Leão, o "Jornal do Porto". Posteriormente contaram ainda com a colaboração de Ramalho Ortigão e Francisco de Paula Mendes. Em Lisboa colaborou em jornais como a "Gazeta do Povo", "O País", "O Progresso", tendo fundado o "Correio da Noite", que veio a transformar-se no jornal do Partido Progressista. Iniciou a sua actividade de advogado no escritório de Sebastião de Almeida e Brito, no Porto. Já em Lisboa, em 1868, e com António Alves da Fonseca, fundou "O Direito: Revista de legislação e jurisprudência". Entre 1891 e 1895 retomou a advocacia, acabando por, em 1892, ser nomeado vogal efectivo do Supremo Tribunal Administrativo. Em 1855 foi eleito pelo círculo da Feira para a Câmara dos Deputados, tendo alinhado com a oposição regeneradora. Voltou a ser eleito em Novembro de 1856, pelo Partido Histórico. Esta situação levou-o a abandonar o "Campeão do Vouga", jornal regenerador de Aveiro, e a fundar "A Imprensa", ligado ao partido Histórico. Esta situação não propiciou uma nova candidatura, mudando-se Luciano de Castro para o Porto. Foi ainda deputado em 1861, eleito pelo Partido Regenerador, em Vila Nova de Gaia. Entre os cargos que desempenhou contam-se o de director geral dos Próprios Nacionais, departamento do Ministério da Fazenda, à frente do qual se encontrava Joaquim Lobo de Ávila (1863); ministro da Justiça (1869-1870); ministro do Reino (Junho de 1879 a Março de 1881); ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça do último Governo do duque de Loulé (1869). Em 1872 elaborou um projecto de reforma da Carta Constitucional, que apresentou no Parlamento. Em Maio de 1879 os Progressistas assumiram o poder, ficando Luciano de Castro com a pasta do Ministério do Reino. Durante o período em que a deteve apresentou várias reformas, entre as quais a administrativa e da instrução pública. O ministério caiu em Março de 1881. Nas eleições seguintes os Progressistas foram penalizados mas Luciano de Castro conseguiu ser eleito. Após a morte de Anselmo José Braamcamp, em Novembro de 1885, José Luciano de Castro sucedeu-lhe na chefia do Partido Progressista. A partir deste ano e até 1910, foi chefe do Governo durante três períodos: 1886-1890; 1897-1900; 1904-1906. Após o Regicídio, e em relação a cinco dos seis governos que se seguiram, e embora não sendo parte integrante deles, funcionou como figura tutelar. A questão do Crédito Predial Português, de que era governador, e que deflagrou em Abril de 1910, pôs fim à influência que vinha exercendo. A República consolidou esta situação. Publicou obras como "A questão da subsistência", em 1856.
Trata-se de um sumário de acusação contra o Dr. José Inácio, uma vez que este proferiu rasgados elogios ao lente José Anastácio da Cunha, para além de se dar com pedreiros livres e ter comportamentos libertinos, contrários a fé da Santa Igreja. Esta acusação foi feita, por carta, pelo padre frei António da Conceição Santa Ana, tendo este sido ouvido a 20 de Novembro de 1778, perante o inquisidor António Veríssimo Larre na Inquisição de Lisboa. Para além destes dois documentos contém o requerimento do promotor e respectivo despacho em Mesa do Santo Ofício.