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Relativo a circular que manda que sejam abonados aos escriturários, chefes de conservação, serventes, ferramenteiros e apontadores os vencimentos definidos no art.º 18 da organização do pessoal das Direcções e Serviços Especiais, aprovado em 28/12/1899 Local: Distrito de Viana do Castelo
Inclui: recomendação do Conselho de Imprensa de 17/12/1985, deliberação de 10/11/1986 e comunicado n.º 3/87; ofício da Empresa Pública dos Jornais Notícias e Capital (EPNC) remetendo exemplares dos jornais "Diário de Notícias" e "A Capital" e da revista "Vida Rural" com comprovativos da publicitação da respectiva relação dos detentores das partes sociais; recortes de imprensa com idênticos comprovativos de outras publicações.
Contém correspondência trocada entre o Conselho de Imprensa e diversas empresas jornalísticas, jornais diários e semanários do continente, imprensa regional do continente e, ainda, algumas rádios, para colaboração na Campanha "Ler jornais é saber mais" e/ou respectiva divulgação. Inclui notas de reuniões.
Contém planos da Campanha "Ler jornais é saber mais", comunicados, notas às redacções e documentação relativa a publicidade exterior. Contém, ainda, recortes de imprensa sobre outra iniciativa designada "Ler jornais e saber o país é viver mais", bem como comunicado e ofícios do Conselho de Imprensa em que se declara estranho à referida iniciativa.
Contém a queixa do Sindicato dos Técnicos Paramédicos do Norte/ Centro sobre considerações da Ordem dos Médicos consideradas de conteúdo ofensivo, publicadas nos jornais "Diário de Notícias" e "Comércio do Porto", bem como o esclarecimento por parte da EPNC (Empresa Pública dos Jornais Notícias e Capital) sobre a matéria. Inclui recortes de imprensa.
Contém dois painéis em tela pintada, com dimensões aproximadas de 250x100 cm, com a inscrição "Ler jornais é saber mais / 24 Nov. 86 - 15 Dez. 86 / Conselho de Imprensa". Presume-se que tenham sido utilizados nas iniciativas da primeira fase da Campanha "Ler jornais é saber mais".
Contém dois painéis em tela pintada, com dimensões aproximadas de 250x100 cm, com a inscrição "Ler jornais é saber mais / 24 Nov. 86 - 15 Dez. 86 / Conselho de Imprensa". Presume-se que tenham sido utilizados nas iniciativas da primeira fase da Campanha "Ler jornais é saber mais".
Conjunto de documentos e artigos de jornais relativos a viagem oficial realizada por António, como sub-director do SNI, a Espanha e Marrocos espanhol. Inclui no fim recortes de jornais portugueses datando de 1940 e não relacionados com esta viagem. Inclui igualmente uma carta aberta, redigida por António a Tomás Ribero Colaço, datada de 11.01.1945.
Processo relativo à distribuição e divulgação do folheto indicado no título, da autoria do dr. Alberto de Sousa Uva; inclui ainda recortes de jornais relativos ao óbito do dr. António Emílio de Magalhães. Consiste em correspondência trocada, recortes de jornais, cartões.
Inclui cartas, postais ilustrados, telegrama, recortes de jornais dirigidos ao embaixador Luís Teixeira de Sampaio pelas seguintes pessoas e entidades, entre outras: - Convite da Reale Società Geografica Italiana - Envelope com 15 recortes de jornais - Instituto Português em Roma, Trindade Coelho - Legação de Portugal junto da Santa Sé, Trindade Coelho - Reale Societá Geografica Italiana - Studio Legale
Contém: - recortes de jornais com a publicação de conferências, palestras e discursos de Faria de Vasconcelos proferidos no exercício das suas funções oficiais e/ou sobre o seu pensamento enquanto pedagogo; - artigos escritos sobre o autor e a sua obra publicados em jornais, alguns destes já depois da sua morte. Para além do português, parte destes artigos são em língua espanhola e francesa.
Tomás Maria António Francisco d’Assis e de Borja de Mello Breyner nasceu em 2 de Setembro de 1866, em Lisboa, na Rua da Costa do Castelo n.º 42, numa casa arrendada por seu pai, o General D. Francisco de Mello Breyner, 2.º Conde de Mafra, que aos 50 anos ocupava o posto de Coronel e comandava o regimento de Caçadores 5, então aquartelado no Castelo de São Jorge. Foi o 3.º filho do citado General e de D. Emília Pecquet da Silva, neto pelo lado paterno, do 2.º Conde de Ficalho (Major de Infantaria que morreu em 1812 no Hospital Militar de Salamanca, após ter sido mortalmente ferido na batalha dos Campos de Arapiles, travada em Espanha durante as Guerras Peninsulares) e da Condessa de Ficalho, D. Eugénia de Almeida (filha mais velha dos 3.ºs Marqueses do Lavradio), a qual recebeu da Rainha D. Maria II, o título de Duquesa de Ficalho por uma vida, em reconhecimento dos serviços relevantes por ela prestados à causa liberal. Teve 2 irmãos: Maria Eugénia de Mello Breyner, 16 anos mais velha do que Tomás de Mello Breyner – que veio a casar com o Eng.º D. João da Câmara, filho dos Condes da Ribeira Grande, escritor e dramaturgo, e o Dr. Francisco de Mello Breyner, 10 anos mais velho e que viveu em Lourenço Marques, onde exerceu altos cargos administrativos e na empresa comercial Breyner e Wirth, que operava em Moçambique. O título de Conde de Mafra foi usado pela 1.ª vez por D. Lourenço de Lima, diplomata, filho dos Marqueses de Ponte de Lima a cuja casa pertencia o senhorio de Mafra. Ao morrer sem descendência, o título de 2.º Conde de Mafra passou para o seu sobrinho neto, General D. Francisco de Mello Breyner, pai do Professor Thomaz de Mello Breyner. Tomás de Mello Breyner cresceu num ambiente familiar de tradição aristocrática e militar, politicamente liberal, e em termos económicos, provindo de um dos ramos mais novos da casa dos Condes/Marqueses de Ficalho. Foi companheiro de infância do então Príncipe Real, futuro Rei D. Carlos, e do Infante D. Afonso. Aprendeu desde cedo música e línguas estrangeiras. A sua rabeca foi-lhe oferecida pelo rei D. Luís I. Participou em vários concertos. Recebeu lições de rabeca do rabequista russo Charles Gregorovitch. Teve lições de alemão com o Professor Henrique Steguer. Fez o exame de instrução primária aos catorze anos e em três anos completou o curso geral dos liceus no Colégio Académico Lisbonense, e completou o curso complementar. Em 20 de janeiro de 1885, requereu a sua emancipação. Em Outubro, entrou para a Escola Politécnica. Em 27 de julho de 1887, acabou os preparatórios na Escola Politécnica para entrar na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Matriculou-se no primeiro ano da citada Escola, em 29 de setembro. Fez publicar a forma da sua assinatura em Declaração no Diário do Governo n.º 136, anúncio n.º 43. Em 26 de novembro de 1887, começou a lecionar no segundo ano de Matemática no colégio do Villar, para sustentar as despesas da sua licenciatura. Foi interno no Hospital de São José, na enfermaria de Santo António. Em 14 de julho de 1892, a sua tese sobre "Retroflexão uterina. Histeropexia. Laparotomia", foi impressa na Companhia Nacional Editora. A 23 de julho, defendeu a Tese e terminou o curso. A 23 de agosto desse ano, foi nomeado chefe do Serviço Médico da "Companhia dos Tabacos de Portugal", tendo a seu cargo o serviço de expediente e fiscalização. Foi também nomeado médico supranumerário da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Entre 16 de novembro de 1892 e 20 de abril de 1893, trabalhou no Hospital Broussais e na Clínica do Dr. Réclus, em Paris. Em 30 de maio, pediu em casamento a Sofia Burnay. A 21 de julho de 1893, concorreu para o hospital de São José. Foi nomeado médico da Real Câmara por carta régia de 1 de agosto desse ano, entrando ao serviço a 7 de agosto, no Castelo da Pena. A 23 desse mês, o Rei ofereceu-lhe uma aguarela representando um barco. Fez as provas de concurso para o hospital de São José. Em novembro, prestou serviço no hospital dos variolosos em Arroios e na enfermaria n.º 7 do Desterro. Em 7 de janeiro de 1894 casou com Sofia Burnay, na capela do Palácio Burnay à Junqueira. Foi um dos três médicos que prestou serviço no Dispensário para crianças pobres, em Alcântara, instalado no antigo convento do Sacramento, patrocinado pela rainha D. Maria Amélia de Orléans, e que funcionava com o apoio das irmãs de Caridade da Ordem de São Domingos. Em agosto de 1895, demitiu-se do lugar de médico do Dispensário da Rainha. Em 1 de Fevereiro de 1897 foi nomeado Director da Consulta de Moléstias Sifilíticas e Venéreas, também chamada das “moléstias vergonhosas”. Em 20 de março de 1897, o Dr. Tomás de Mello Breyner principiou a organizar a consulta externa de sífilis e de doenças venéreas. Esta consulta foi transferida para o Hospital do Desterro e aí inaugurada a 27 Março. De 16 de fevereiro a 8 de março de 1897, acompanhou o Dr. Sousa Martins, representante de Portugal na Conferência Sanitária sobre a peste bubónica, realizada em Veneza. O Dr. Tomás de Mello Breyner deu "Conta sumária" da citada Conferência na Sociedade das Ciências Médicas, e falou “dos triunfos do Sousa”. Em 18 de abril, foi agraciado com o grau de cavaleiro da Ordem de São Tiago pelo Director-Geral do Ministério do Reino, por proposta do Dr. Sousa Martins, em reconhecimento dos serviços prestados na citada Conferência. No mesmo ano, foi primeiro secretário da Sociedade de Ciências Médicas. Em 1898, na eleição dos corpos gerentes da nova associação dos médicos, o Dr. Tomás de Mello Breyner foi eleito primeiro secretário da assembleia geral, e de 11 a 16 de maio, participou no Congresso Nacional de Medicina realizado na sala "Portugal" da Sociedade de Geografia. No mesmo ano, organizou a farmácia e a ambulância do iate Amélia preparando a visita ou viagem oceanográfica ao Algarve. Em 23 de novembro de 1899, foi nomeado com o Dr. Carlos Bello Morais para as duas vagas no Conselho Superior de Saúde Pública, tomando posse em 9 de março de 1900. Em 28 de janeiro de 1901, o Dr. Tomás de Mello Breyner registou a inauguração dos trabalhos para um novo formulário de medicamentos de que foi encarregue juntamente com os Professores Eduardo Mota e Oliveira Feijão e os farmacêuticos Silva Machado e Emílio Fragoso. Em 13 de abril de 1904, publicou no jornal “O Século” a comunicação por si apresentada na Sociedade de Ciências Médicas, acerca da necessidade de se identificarem os venenos, de forma adequada, assinando "Admirador muito obrigado". Em 31 de janeiro de 1906, foi nomeado Director de Enfermaria pelo rei D. Carlos. A nomeação foi despachada a 5 de fevereiro pelo Director-Geral João Torres de Macedo e publicada no Diário do Governo de 6 de fevereiro de 1906. No dia 8, tomou posse como Director da Enfermaria de Santa Maria Madalena do Hospital do Desterro, na Secretaria do Hospital de São José, tomando juramento nas mãos do Enfermeiro-Mor, Conselheiro José Curry Câmara Cabral. De 19 a 26 de abril, participou no 15.º Congresso de Medicina inaugurado na Sociedade de Geografia. Nesse ano, a 29 de maio, foi a casa do João Franco "entregar-lhe a minha influência em Mafra e assim fico ligado politicamente a um homem em quem tenho confiança. Sou português e sou pai de filhos por isso quero que a Pátria se endireite." Em 29 de setembro, participou na abertura das Côrtes como deputado, e nas diferentes sessões da Câmara dos Deputados que se lhe seguiram, representando o Círculo de Braga, em 1906 e 1907. Em 21 de dezembro, o Dr. Tomás de Mello Breyner conta no seu Diário que José Joaquim da Rocha Soares Barbosa (o fiscal Rocha dos Hospitais) o ajudou a embalsamar o cadáver do rei D. Carlos. Em 20 de abril de 1910, o "Mundo" publicava que o Dr. Tomás de Mello Breyner fora eleito membro da Academia de Medicina de Madrid. Em 20 de maio, foi agraciado com o grau de Comendador da Victorian Order. Em 1913, foi a São José com Alberto MacBride Fernandes preparar a organização do Museu dos Hospitais. Em 28 de novembro, foi convidado por Francisco Gentil, novo Director dos Hospitais, da parte do governo, para director e organizador do Museu Hospitalar, a instalar numas salas de São José, cargo que aceitou por não ser político. Em 22 de junho de 1914, a “Nação” publicou a notícia da sua eleição como prior da Ordem Terceira do Carmo, sendo investido em 12 de julho. Em 2 de dezembro de 1915, manifestava a sua vontade de escrever as suas memórias “Pena tenho eu de não me sobrar o tempo. Como eu gostaria de redigir eu mesmo a história das cenas a que assisti na minha já longa vida durante a qual, graças a um acaso da sorte, me foi dado ver muitas cousas e conhecer de perto muita gente notável”. Em 5 de outubro, com a implantação de República, terminou a sua função de médico da Câmara Real. Em 5 de novembro de 1915, tomou posse como presidente da Associação dos Médicos Católicos Portugueses. Em 17 de março de 1916, por iniciativa de Maria Ficalho, da viscondessa de Santo Tirso e de Tomás de Mello Breyner, foi estabelecido o compromisso de se formar um núcleo “de Senhoras e homens da sociedade de Lisboa para auxiliar a Cruz Vermelha". Em 29 de março, o Dr. Tomás de Mello Breyner iniciou uma série de quatro conferências preparatórias, no Palácio dos Caetanos, dirigidas às senhoras que se dedicariam à enfermagem em tempo de guerra. Em 27 de junho, foi eleito membro da Comissão Central da Cruz Vermelha com sede no Terreiro do Paço, havendo depois diversas reuniões. Em 12 de abril de 1917, o Dr. Tomás de Mello Breyner registou a reunião realizada por sua iniciativa na “Agrícola” para tratar da formação de um laboratório de preparação de soros e vacinas animais, juntando-se a dois colegas para estudarem o caso. De 2 a 18 de maio, participou no Congresso das Ciências credenciado pela Sociedade de Ciências Médicas. Em 7 de junho, foi recebido como sócio de primeira classe na Academia das Ciências. Em 20 de dezembro fez a comunicação sobre radioterapia e sífilis acompanhada com fotografias da sua colecção hospitalar. Foi eleito Procurador à Junta do Distrito de Lisboa. Em 6 de maio de 1920, apresentou na Academia das Ciências a comunicação sobre “Vacinoterapia antigonocóccica”. Em 1 de junho, recebeu o parecer favorável do Dr. Sobral Cid sobre a sua candidatura a professor de Venereologia, votada por unanimidade pelo Conselho da Faculdade de Medicina (12, 14 de junho); a sua candidatura foi ainda objecto de relatório do Professor Luís Viegas que visitou no Porto. Em fevereiro de 1921, realizou as provas de concurso para Professor livre de Venereologia, e em 2 de março foi aprovado no Concurso para Professor de Venereologia na Faculdade de Medicina de Lisboa; em 14 de março, festejou a sua entrada nesta Faculdade com um jantar oferecido aos empregados do Hospital do Desterro como demonstração da sua melhor estima e gratidão. Em 30 de abril, o Dr. Tomás de Mello Breyner menciona a inauguração da “Liga de Higiene Moral e Social” sob a sua presidência, “instituição saída por minha inspiração da Juventude Católica de Lisboa”, em sessão realizada na Sala Algarve da Sociedade de Geografia. A sua nomeação para Professor da Faculdade de Medicina foi publicada no Diário do Governo de 28 de maio, segunda série, n.º 121. Em 11 de junho, assinou o termo de posse na citada Faculdade. De 26 a 29 de junho, participou, com comunicação, no Congresso Científico no Porto. Em 12 de janeiro de 1922, deu a Primeira lição do Curso de Venereologia na Faculdade de Medicina. Em 18 de junho, o seu irmão Francisco de Mello Breyner solicitou ao rei D. Manuel II a concessão do título de conde de Mafra que pertencia ao pai, sendo-lhe concedido o título de 3.º conde de Mafra por telegrama de 25 de junho. Em novembro, o Prof. Tomás de Mello Breyner candidatou-se e foi eleito vereador efectivo da Câmara Municipal de Lisboa. Em virtude do falecimento do seu irmão Francisco, ocorrido a 29 de julho, o Prof. Tomás de Mello Breyner requereu para si o título de conde de Mafra. Datam de 22 e de 26 de dezembro, a carta de concessão do título e o telegrama do Rei autorizando o uso do título de 4.º conde de Mafra. Em 30 de novembro de 1924, tomou posse como representante da minoria monárquica na Câmara Municipal de Lisboa. Em 12 de dezembro, foi agraciado com o diploma e insígnias da Cruz Vermelha Alemã (Deutsches Rotes Kreuz) “em recompensa dos serviços por mim prestados (e não foram poucos) aos alemães pobres (marinheiros e prisioneiros) durante a guerra, cousa que me valeu o ódio da Legação de França”. Em 17 de abril de 1925, apresentou ao Senado da Câmara a proposta do busto de Júlio de Castilho, a qual foi aceite. Em 17 de junho de 1926, participou na Conferência sobre política monárquica, e nas sessões da Comissão Central da Cruz Vermelha sendo reconduzido em 21 de fevereiro de 1927. Em 15 de outubro, foi pela primeira vez ao Clube “Turf”. Em 22 de junho de 1927, no Porto, foi inaugurado o Congresso de Medicina, e a 24 de junho, o Prof. Tomás de Mello Breyner apresentou a comunicação ”Orientação Moderna da Luta Anti-Venérea”. Em 2 de julho, o Autor do Diário regista a sua participação como membro da Grande Comissão para a exposição de ex-libris. Em 12 de julho, tomou posse como vice-presidente da Companhia Portuguesa de Tabacos. Em 26 de setembro, dá conta da presença da sua colecção de ex-libris na próxima Exposição. Em 11 de outubro de 1927, em Paris, participou no 19.º Congresso Francês de Medicina aonde foi como delegado do Ministério da Instrução de Portugal. De 29 de abril a 4 de maio, participou no 3.º Congresso Nacional de Medicina, que decorreu na Sala dos Actos da Faculdade de Medicina. De 3 a 5 de Outubro, esteve patente a Exposição de ex-libris na Imprensa Nacional. Em 16 de dezembro, tomou posse como sub-prior da Ordem do Carmo. Em 18 de janeiro de 1928, manifesta a vontade de começar a redigir as suas memórias. “Se eu morrer já ou brevemente ficará tanto material perdido…”. Em 28 de abril, menciona os postos anti-venéreos que fundou na cidade de Lisboa. Em 14 de abril, estava empenhado na reforma do serviço médico da Companhia dos Telefones, que chefiava. Em 6 de outubro de 1928, começou a redigir as memórias, “Reminiscências e apontamentos não me faltam”. Em 12 de novembro, participou na reunião da Comissão Central da Cruz Vermelha. Em 30 de novembro de 1928 e em 25 de abril de 1929, tomou parte nas reuniões da Assembleia Geral e do Conselho da Companhia dos Tabacos. Em 27 de fevereiro de 1929, tomou posse como Director dos Serviços Mistos de Dermatologia, Sífilis e M. Venéreas no Hospital do Desterro, inaugurado a 1 de março, com três enfermarias. Em 29 de maio de 1929, o Prof. Tomás de Mello Breyner refere o ofício de nomeação como vice-presidente do Conselho Nacional da Causa Monárquica por determinação do rei D. Manuel II. Em 15 de julho, o Autor do Diário menciona o êxito obtido pela publicação de um excerto das suas “Memórias” no “Diário de Notícias”. Em 8 de janeiro de 1930, principiou a impressão da primeira parte. No mesmo ano, proferiu a conferência sobre “A Profilaxia da Sífilis” no Instituto Pasteur. Em 15 de outubro, participou no 13.º Congresso Internacional de Hidrologia Médica em Lisboa. Manteve a sua participação na Assembleia Geral e no Conselho Fiscal dos Tabacos, na Junta dos Telefones. Em Outubro, foi convidado para Director da Companhia Carris de Ferro em Lisboa, tomando posse a 3 de novembro. Em 1 de novembro de 1930, foi concluída impressão do seu primeiro livro de “Memórias”, em 9 de dezembro, recebia o primeiro exemplar no consultório. De 22 de janeiro a 4 de fevereiro de 1931, decorreram as sessões de pose para o seu retrato de béca a óleo pelo pintor Henrique de Medina de Barros. Em 12 de março de 1931, iniciou a sua função como delegado do Comité de Londres da Companhia Carris de Ferro. No mesmo ano, tomou posse como vice-presidente da Assembleia Geral da Companhia Bacalhaus de Portugal e a seu pedido, reformou-se do serviço médico da C. P., no qual esteve 34 anos. Data de 22 de janeiro de 1932, a dedicatória aposta pelo pintor Henrique Medina nas costas do retrato que fez ao Prof. Tomás de Mello Breyner. Acompanhou o arranjo do Panteón de São Vicente. Em 23 de maio de 1932, pensou em despedir-se da actividade docente, contudo, em 10 de março de 1933, concordou em ensinar mais um ano a pedido dos estudantes, dando a última aula a 1 de junho desse ano. De 27 de abril a 9 de outubro, prosseguiu no trabalho do segundo volume de "Memórias". Em 15 de junho, acompanhou a trasladação do caixão do rei D. Manuel II para o mausoléu feito no Panteão de São Vicente por subscrição pública, bem como a acomodação dos caixões das pessoas reais, que decorreu de 29 de setembro a 4 de outubro. Assinalou como sempre, o seu aniversário: fez 67 anos a 2 de setembro. No dia 11 de outubro, teve uma conferência com o Director Godfrey Pope sobre a “balbúrdia em que anda o serviço médico […]” e no dia 14, nova conferência com o mesmo Director sobre a reorganização do serviço médico na Companhia dos Telefones. O Prof. Tomás de Mello Breyner escreveu o seu Diário até dia 16 de outubro de 1933, apondo em cada registo a sua rubrica "TMB". O registo de dia 17 de outubro de 1933 foi ainda iniciado por si. À margem lê-se "Estas notas serão [?] escritas pela Sofia". E assim foi continuado por sua Mulher, escrevendo na primeira pessoa, terminando com a habitual menção ao estado do tempo. O mesmo se pode dizer dos registos dos dias 18, 19, 20 e 21 de outubro. No final do registo de 21 de outubro está escrito "Até aqui foi ditado por ele". O agravamento do seu estado de saúde marcou os registos dos dias 22 a 25 de outubro, incluindo o dia da sua morte, o velório e o funeral. "Foi vestido como ele desejava com a sua béca de professor, o escapulário do Carmo ao pescoço e o cinto de coiro dos irmãos de Nossa Senhora do Carmo [...] o caixão [...) foi depositado na sua livraria como ele tinha pedido". "O seu enterro foi a maior demonstração do que ele foi em vida; bom para todos e era dos que fazia o bem sem se saber. Foi muito chorado, nem creio que ninguém o tenha sido tanto! Todos os jornais falam dele com os maiores elogios e a sua memória fica abençoada por todos que tanto o queriam e mesmo por todos que o conheciam." O segundo volume de "Memórias" foi publicado a 30 de maio de 1934. O último volume do Diário termina, um ano depois, no registo do dia de aniversário do Prof. Tomás de Mello Breyner, a 2 de setembro de 1934.
Processo relativo à celebração do Dia Anti-Venéreo em Portugal, uma iniciativa da Liga (a convite da Liga Argentina de Profilaxia Social) que consistiu na realização de uma série de palestras realizadas em diversas unidades militares e de polícia, nos dias 6, 7 e 15 de Setembro de 1936. Contém diversos documentos, geralmente dactilografados, maioritariamente correspondência recebida (com carimbo de recepção na Liga) e cópias de correspondência expedida. Tem vários separadores, sendo as primeiras relativas a temas ("Recortes dos jornais" e "Notícias para os jornais", sobretudo minutas de conferências e de artigos para jornais) e as restantes a rementes/destinatários de correspondência (sobretudo comandantes de regiões militares e de forças de segurança pública).
Doação no âmbito da Campanha Vamos Fazer História, composta por documentação relacionada com a atividade profissional, desde relatórios, manuscritos, pareceres, processos e jornadas; artigos de jornais pertencentes ao Professor Dr. Carlos Silveira.
Contém uma exposição relativa à exoneração de fiscal da Comissão Reguladora do Comércio de Bacalhau, recortes de jornais, ordens de serviço, relatórios, ofícios, cópias fotográficas relativas à Polícia Internacional Portuguesa, entre outros.
Contém as seguintes provas fotográficas: três do “Castelo da Mota” em “Medina del Campo”, uma com parte de um castelo e uma da fachada “del Alcazar”. Inclui recortes de jornais portugueses e italianos.
Documentação relativa ao IV Congresso Internacional de Arqueologia realizado em Barcelona entre 33 e 29 de setembro de 1929. Inclui recortes de jornais, faturas, correspondência e apontamentos de Vergílio Correia, entre outros.
Autor: Jornal A Província de Angola. Os exageros do sensacionalismo embora ditados por exigências profissionais e de emulação dos grande jornais e agências provocaram algumas vezes reacções desagradáveis. Luanda
Quadros numéricos de resultados acumulados de 1981 relativos a estudos realizados pela Norma - Sociedade de Estudos para o Desenvolvimento de Empresas (Divisão de Marketing e Opinião Pública) sobre audiências de televisão, rádio, revistas e jornais.
Contém recortes agregados nas áreas: Radiotelevisão TDM (Teledifusão De Macau), Lei de imprensa de Macau, "Diário de Notícias" e "A Capital", publicidade, livro, aniversários, comemorações, visitas de estudo, campanha "Ler jornais é saber mais", diversos.
Contém cópia do "Relatório preliminar do 11 de Março de 1975", do Movimento das Forças Armadas. Contém, ainda, apontamentos manuscritos e cópia de notas sobre a proibição de saída de jornais no dia 28 de Setembro de 1974.
Correspondência expedida pelo Sindicato Nacional dos Farmacêuticos aos jornais “Diário de Lisboa”, “Jornal Diário Popular” e “República” requerendo que nestes se publique uma notícia relativa a uma Sessão cultural dedicada aos farmacêuticos.
Contém correspondência trocada entre o Conselho de Imprensa e diversas entidades, relativa à organização, captação de apoios, produção e divulgação da Campanha "Ler jornais é saber mais". Inclui agendas e notas de reuniões.
Contém documentos de trabalho do projecto "Antologia de grandes reportagens", nomeadamente, cópias (em papel e microfilme) de artigos publicados em jornais no início do século XX, textos dactilografados de alguns artigos, notas de trabalho, fichas de leitura.
Contém documentos de trabalho da Comissão Executiva da Campanha "Ler Jornais é saber mais", bem como da subcomissão "Seminários para professores" e, ainda, das subcomissões para as acções na RTP (Radiotelevisão Portuguesa) e na Rádio.
VOL. 1 - Caderno de encargos; Editais; Programa do concurso; peças escritas e desenhadas; deliberações; escritura do contrato; garantia bancária. VOL 2. Concessão da CCGE - recortes de jornais; correspondência; parecer do Sr. Sr. Redondo; cópia do aut
Contém artigos sobre o Conselho de Comunicação Social publicados no "Primeiro Jornal", no "Jornal" e no "Jornal de Notícias", bem como deliberações do CCS enviadas aos mesmos jornais para publicação.
Contém correspondência trocada entre o Conselho de Comunicação Social e diversas entidades (dominantemente a Radiotelevisão Portuguesa, a Radiodifusão Portuguesa) sobre assuntos diversos. Inclui programa de actividades da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) e cópias de jornais, entre outros.
Contém correspondência trocada entre o Conselho de Comunicação Social e diversas entidades (dominantemente a Radiotelevisão Portuguesa, a Radiodifusão Portuguesa e a Agência Noticiosa Portuguesa), sobre diversos assuntos. Inclui cópias de jornais.
Contém fichas de inscrição nos concursos para a criação de logotipo do Conselho de Imprensa e para a criação de imagem gráfica para a Campanha "Ler jornais é saber mais", trabalhos de concorrentes e respectiva identificação.
Contém cartas de José Matos Braancamp, a pedir a exoneração de funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros, entre outros. Reúne artigos do mesmo, publicados em jornais relativos à agricultura, comércio e economia nacional e internacional.
Incui: - Cartas - Relação de despesas - Estimativa de despesas - Desistências ao jantar - Avisos para jornais - Planta da mesa - Documentos preparativos do jantar em 22 de março de 1905 - Documentos relativos ao concerto em 22 de maio de 1905
Tem junto recortes dos jornais Diário de Notícias e O Século, sobre a concessão do mesmo título, telegrama e recibo do pagamento da assinatura do Diário Popular. Contém selo pendente.
Obra de pavimentação da avenida do Mar - rua de escoamento à rua D. Carlos I. Contém: medições finais; preços simples (jornais e materiais); preços compostos; resumos das contas finais; contas finais.
Obras de reconstrução do pavimento da estrada Dr. João Abel de Freitas, entre a ponte de Pau e o caminho da Achada. Contém: plantas; ofícios; memória descritiva; caderno de encargos; medições; preços simples (jornais e materiais); orçamento.
Obras de alargamento do caminho de Santa Quitéria. Contém: programas do concurso público para arrematação da empreitada; memórias descritivas e justificativas; orçamentos; plantas; cópias de ofícios; preços simples (jornais e materiais); medições.
Pavimentação da Estrada Nova da Igreja - São Gonçalo. Contém: preços compostos; jornais; materiais; caderno de encargos; boletim de inscrição na Caixa Geral de Aposentações; plantas; medições de trabalho; orçamento; memória descritiva e justificativa.
A série Sé Catedral do Funchal arquiva vários estudos manuscritos e artigos em jornais, designadamente sobre a sua fundação, o Cabido, editais, etc. Cx. 4, doc. 13 a 19
Exemplares de jornais contendo editais camarários publicitando o concurso para adjudicação da empreitada; cópias de excertos de sessões camarárias; cópia do termo de arrematação da empreitada (arrematada a Luís da Rocha Machado & C.ª); notas de deliberações camarárias.
Inclui essencialmente correspondência recebida e expedida, parte em língua alemã. Contém ainda recortes de jornais, que documentam festas e actividades em que participam os alunos, entre outros. Destaca-se o livro de visitas.
Dossier de intervenção técnica das zona do Heroísmo e Lomba. Contém correspondência, relatórios, peças desenhadas, matriz, recortes de jornais, fichas resuma da situação, comunicados, tabela de honorários, propostas e facturas.
Relatório da brigada técnica de Maceda/Acácio. Contém aviso da Câmara sobre a expropriação do bairro, despacho, convocatória, pedido, fotografias, recortes de jornais, peças desenhadas: projecto de implantação/habitação existente, planta de localização volantes.
Processo da Associação de Moradores da Póvoa, relativo a financiamentos e expediente geral. Contém correspondência, nota de serviço, escritura de concessão de empréstimo, fotocópia de recortes de jornais, planta de urbanização.
Dossier de intervenção técnica da zona do Heroísmo. Contém folhas informativas, circulares, relatórios, periódicos, programa de actividades, correspondência, peças desenhadas, acta, despacho, proposta, parecer, norma de serviço interna, folhas de parcelas, convocatória, matrizes e recortes de jornais.
Documentos congregados sobre feiras e exposições internacionais: 10ª Feira Colonial de Tripoli (1935); Exposição Colonial do Porto (1934); Exposição Internacional de Arte Colonial (Nápoles, 1934). Inclui igualmente alguns documentos e jornais sobre o Convívio Fascista decorrido em Montreux (1934).
Baltazar Ribeiro tinha pedido ao Mosteiro por um assinado 12.000 reais, que dizia ele lhes ficara devendo por não ter pago a seu pai e sogro Belchior Lourenço de jornais da obra de pedraria.
Documentação relativa à Direcção Regional do Ambiente do Norte, contendo projectos de construção, correspondência, estudos e pareceres, processos de inquérito, plantas, exemplares de jornais e autos de notícia da Direcção Hidráulica do Douro.
Do Seminário da Falperra. Inclui ainda diversos relatórios de alojamentos (Abrigo do Postilhão, Serviços Sociais - Braga), relatórios mensais de atividades - Braga. Inclui vários recortes de jornais relativos aos alojamentos por conta do IARN.
"artigos dos seguintes jornais: "" Palavra"", ""Jornal do Comércio, ""Diário Ilustrado"", ""Dia"", ""Novidades"", ""Século"", ""Liberal"", ""Diário Popular"", ""Liberdade"", ""Notícias de Lisboa"", ""Mundo"", ""Lucta"", ""Paz"", ""Primeiro de Janeiro"", ""Portugal"" e ""Correio da Noite"""
"Ironia...pagã: paródia em verso" de Carlos Fernandes da Cruz. Paródia à "Sinfonia pagã" da poetisa Beatriz Delgado. Contem um folhetim impresso: "O que os jornais disseram da Ironia... pagã".
"Le Réveillon des Cardinaux" de Júlio Dantas, tradução para o francês de Celestino Soares. Contém recortes de jornais de ilustrações relativas a Júlio Dantas colados no verso da primeira página.
Segurança individual e da propriedade e ocorrências respectivas; polícia; execução de leis, regulamentos e ordens superiores sobre matéria de polícia geral; habilitações de jornais e abusos de liberdade de imprensa; falsificações da lotaria, bazares e rifas; bilhetes de residência.
Segurança individual e da propriedade e ocorrências respectivas; trabalho para os presos, vigilância de criminosos que cumpriram sentenças e indivíduos suspeitos; cadeias; requisição e emprego de força militar; habilitações de jornais e abusos da liberdade de imprensa.
Segurança individual e da propriedade e ocorrências respectivas; habilitações de jornais e abusos da liberdade de imprensa; falsificações de lotaria, bazares e rifas; salubridade pública; cemitérios públicos; incêndios e inundações; Polícia do Porto de Lisboa; bilhetes de residência.
Processo relativo à iniciativa identificada no título, ocorrida nas instalações da Associação de Jardins-Escolas João de Deus em 19 de Abril de 1969. Contém sobretudo correspondência trocada (incluindo telegramas), e ainda recortes de jornais.
Colecção de recortes de jornais, relativos a homenagens prestadas a colaboradores com a LPPS. Cada recorte tem identificação do periódico de onde foi extraído, assim como data a número de página.
Processo relativo a assuntos diversos relativos à prevenção e tratamento do cancro e à assistência aos cancerosos. Consiste em correspondência trocada com diversos, em recortes de jornais e e em folhetos impressos.