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Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Mangualde.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Mangualde.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Moimenta da Beira.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Mortágua.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Nelas.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Nelas.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Mortágua.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Mortágua.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Nelas.
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Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Nelas.
Conjunto de ofícios e/ou mapas declarando a existência de tipografias e dos trabalhos publicados (jornais e revistas), do Concelho de Nelas.
Pagamento que faz o Cabido da Sé ao cónego Alexandre Carneiro de Figueiredo, para com eles satisfazer a Francisco Coelho os jornais que se lhe devem.
Jornal Ideia Republicana de 30 de Dezembro de 1928. Directores: João da Silva Nobre e Constantino de Bivar Cumano
Jornal Ideia Republicana de 23 de Dezembro de 1928. Directores: João da Silva Nobre e Constantino de Bivar Cumano
A ação prende-se com dívida de 717.120 réis, proveniente de madeiras, ferragens, jornais e outras despesas, com as obras do palácio dos réus.
Contém cartas do Dr. Eduardo Brazão, Secretário Nacional de Informação, dirigidas ao Dr. Salazar. Reúne recortes de jornais e revistas, entre outros.
Colecção de artigos de jornais, revistas locais e notícias referentes ao Concelho de Albergaria-a-Velha. Contém recortes de imprensa e publicações periódicas completas. • Assuntos: Publicações em série.
Artigos publicados em jornais sobre as eleições realizadas em 1877 para a Câmara de Setúbal, um deles elogiando a pessoa do Dr. António Rodrigues Manito.
Obra de pavimentação da avenida do Mar. Contém: medições finais; resumos das contas finais; relações dos preços simples (de jornais e de materiais); preços compostos.
Documentação referente à zona de intervenção do Heroísmo. Contém memória descritiva e justificativa, mapa de fases e custos/previsão, fichas com dados estatísticos, recortes de jornais.
Documentos diversos - Conselho Nacional SAAL. Contém correspondência, acta, suplemento do Diário da República, recortes de jornais, planos de actividades, proposta de alteração, relação provisória.
Peça escrita do SAAL Norte. Contém recortes de jornais, comunicado, tabela de calendarização e custos, correspondência, propostas, parecer, circular, fichas de remuneração, norma interna, tabela de honorários.
Cópia de recortes de jornais, relatório, planta, situação do inquérito, aptidão dos terrenos para construção, monografia sobre o Bairro da China.
Peça escrita da zona de intervenção da Boavista, referente à coordenação geral. Contém recortes de jornais, propostas, convocatórias, despacho, correspondencia, circular, relatório, moção, telegramas, manuscritos, peças desenhadas.
Inclui fotografia de Katala . Contém exemplares dos jornais: Liberdade , O Norte e Diário do Governo . Morada do autor intelectual/destinatário: R. de Costa Cabral Santa Marinha
Contém 11 relatórios produzidos pela brigada técnica de Contumil. A alguns relatórios encontram-se associados outros documentos: Folhas resumo da situação, informações, recortes de jornais.
Processo constituído por correspondência, recortes de jornais, cópias de peças desenhadas do "Plano das Instalações do Portinho fluvial do Esteiro de Campanhã" da autoria do Engº Macedo Santos.
Processo constituído por correspondência, auto de declarações e recortes de jornais noticiando o afogamento de um estudante espanhol que descia o Rio Douro em piroga.
Correspondência recebida de Associações para o Sindicato Unico Metalurgico do Porto. Existe tambem pequeno recortes de jornais e pequenos apontamentos em folhas soltas.
Correspondência recebida de Associações para o Sindicato Unico Metalurgico do Porto. Existe tambem pequeno recortes de jornais e pequenos apontamentos em folhas soltas.
Fundado em 1864, pelo jornalista e escritor Eduardo Coelho e pelo industrial tipográfico Tomás Quintino Antunes, é um dos jornais matutinos e de referência em Portugal.
Documentos diversos relativos a diversos assuntos tratados na Assembleia Nacional (processo eleitoral, bases legais, circulares e relatorios diversos). Inclui recortes de jornais e correspondência.
Conjuntos de 28 excertos de jornais: jornal de noticias; 1º de janeiro; diário de noticias; o século, a anúnciar a liquidação da firma Domingos Gonçalves.
Processo relativo a notícias publicadas no jornal referido, envolvendo directa ou indirectamente a LPPS. Consiste em correspondência trocada com diversos e em recortes de jornais.
Recortes de jornais diversos, contendo artigos do general Norton de Matos (temas coloniais, em geral). O último recorte noticia o óbito do mesmo general.
Colecção de recortes de jornais, contendo artigos sobre prevenção de diversos tipos de acidentes na infância (incêndios, curandeiros, bombas e foguetes).
Colecção de recortes de jornais contendo artigos fazendo menção à actividade da LPPS, e também um conjunto de folhetos de divulgação da Cruz Vermelha Argentina.
Colecção de recortes de jornais contendo os artigos identificados no título (informações práticas de natureza jurídica): n.º 1 a n.º 195. Sem data, sem indicação do periódico.
Colecção de recortes de diversos jornais. Cada recorte tem legenda, indicando o periódico de onde foi extraído e a data, e por vezes ainda o n.º de página.
Processo de correspondência com diversos autores de conferências. Consiste sobretudo em correspondência trocada, inclui recortes de jornais e registos internos (listagens).
Processo de relacionamento com o correspondente da LPPS e funcionário da Delegação de Saúde do Distrito de Lisboa. Consiste em correspondência trocada e em recortes de jornais.
Colecção de recortes de jornais, contendo artigos obras, melhoramentos, e também denúncias de problemas urbanos, habitação ou saúde pública, na cidade do Porto.
Colecção de recortes extraídos de jornais diversos, contendo matérias relativas a protecção da criança (desde acidentes a mendicidade, passando por espectáculos imorais).
Contém jornais, nomeadamente "La nueva España", "La voz de Asturias", sobre os prémios "Príncipe das Asturias" atribuídos no ano de 1987.
Recortes de imprensa e jornais retirados da caixa 00026 e reacondicionados por terem formatos específicos, produzidos no âmbito dos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952.
Contém: - recortes de jornais com a publicação de conferências, palestras e discursos de Faria de Vasconcelos proferidos no exercício das suas funções oficiais e/ou sobre o seu pensamento enquanto pedagogo; - artigos escritos sobre o autor e a sua obra publicados em jornais, alguns destes já depois da sua morte. Para além do português, parte destes artigos são em língua espanhola e francesa.
Inclui: recomendação do Conselho de Imprensa de 17/12/1985, deliberação de 10/11/1986 e comunicado n.º 3/87; ofício da Empresa Pública dos Jornais Notícias e Capital (EPNC) remetendo exemplares dos jornais "Diário de Notícias" e "A Capital" e da revista "Vida Rural" com comprovativos da publicitação da respectiva relação dos detentores das partes sociais; recortes de imprensa com idênticos comprovativos de outras publicações.
Contém correspondência trocada entre o Conselho de Imprensa e diversas empresas jornalísticas, jornais diários e semanários do continente, imprensa regional do continente e, ainda, algumas rádios, para colaboração na Campanha "Ler jornais é saber mais" e/ou respectiva divulgação. Inclui notas de reuniões.
Contém planos da Campanha "Ler jornais é saber mais", comunicados, notas às redacções e documentação relativa a publicidade exterior. Contém, ainda, recortes de imprensa sobre outra iniciativa designada "Ler jornais e saber o país é viver mais", bem como comunicado e ofícios do Conselho de Imprensa em que se declara estranho à referida iniciativa.
Contém a queixa do Sindicato dos Técnicos Paramédicos do Norte/ Centro sobre considerações da Ordem dos Médicos consideradas de conteúdo ofensivo, publicadas nos jornais "Diário de Notícias" e "Comércio do Porto", bem como o esclarecimento por parte da EPNC (Empresa Pública dos Jornais Notícias e Capital) sobre a matéria. Inclui recortes de imprensa.
Contém dois painéis em tela pintada, com dimensões aproximadas de 250x100 cm, com a inscrição "Ler jornais é saber mais / 24 Nov. 86 - 15 Dez. 86 / Conselho de Imprensa". Presume-se que tenham sido utilizados nas iniciativas da primeira fase da Campanha "Ler jornais é saber mais".
Contém dois painéis em tela pintada, com dimensões aproximadas de 250x100 cm, com a inscrição "Ler jornais é saber mais / 24 Nov. 86 - 15 Dez. 86 / Conselho de Imprensa". Presume-se que tenham sido utilizados nas iniciativas da primeira fase da Campanha "Ler jornais é saber mais".
Conjunto de documentos e artigos de jornais relativos a viagem oficial realizada por António, como sub-director do SNI, a Espanha e Marrocos espanhol. Inclui no fim recortes de jornais portugueses datando de 1940 e não relacionados com esta viagem. Inclui igualmente uma carta aberta, redigida por António a Tomás Ribero Colaço, datada de 11.01.1945.
Processo relativo à distribuição e divulgação do folheto indicado no título, da autoria do dr. Alberto de Sousa Uva; inclui ainda recortes de jornais relativos ao óbito do dr. António Emílio de Magalhães. Consiste em correspondência trocada, recortes de jornais, cartões.
Tomás Maria António Francisco d’Assis e de Borja de Mello Breyner nasceu em 2 de Setembro de 1866, em Lisboa, na Rua da Costa do Castelo n.º 42, numa casa arrendada por seu pai, o General D. Francisco de Mello Breyner, 2.º Conde de Mafra, que aos 50 anos ocupava o posto de Coronel e comandava o regimento de Caçadores 5, então aquartelado no Castelo de São Jorge. Foi o 3.º filho do citado General e de D. Emília Pecquet da Silva, neto pelo lado paterno, do 2.º Conde de Ficalho (Major de Infantaria que morreu em 1812 no Hospital Militar de Salamanca, após ter sido mortalmente ferido na batalha dos Campos de Arapiles, travada em Espanha durante as Guerras Peninsulares) e da Condessa de Ficalho, D. Eugénia de Almeida (filha mais velha dos 3.ºs Marqueses do Lavradio), a qual recebeu da Rainha D. Maria II, o título de Duquesa de Ficalho por uma vida, em reconhecimento dos serviços relevantes por ela prestados à causa liberal. Teve 2 irmãos: Maria Eugénia de Mello Breyner, 16 anos mais velha do que Tomás de Mello Breyner – que veio a casar com o Eng.º D. João da Câmara, filho dos Condes da Ribeira Grande, escritor e dramaturgo, e o Dr. Francisco de Mello Breyner, 10 anos mais velho e que viveu em Lourenço Marques, onde exerceu altos cargos administrativos e na empresa comercial Breyner e Wirth, que operava em Moçambique. O título de Conde de Mafra foi usado pela 1.ª vez por D. Lourenço de Lima, diplomata, filho dos Marqueses de Ponte de Lima a cuja casa pertencia o senhorio de Mafra. Ao morrer sem descendência, o título de 2.º Conde de Mafra passou para o seu sobrinho neto, General D. Francisco de Mello Breyner, pai do Professor Thomaz de Mello Breyner. Tomás de Mello Breyner cresceu num ambiente familiar de tradição aristocrática e militar, politicamente liberal, e em termos económicos, provindo de um dos ramos mais novos da casa dos Condes/Marqueses de Ficalho. Foi companheiro de infância do então Príncipe Real, futuro Rei D. Carlos, e do Infante D. Afonso. Aprendeu desde cedo música e línguas estrangeiras. A sua rabeca foi-lhe oferecida pelo rei D. Luís I. Participou em vários concertos. Recebeu lições de rabeca do rabequista russo Charles Gregorovitch. Teve lições de alemão com o Professor Henrique Steguer. Fez o exame de instrução primária aos catorze anos e em três anos completou o curso geral dos liceus no Colégio Académico Lisbonense, e completou o curso complementar. Em 20 de janeiro de 1885, requereu a sua emancipação. Em Outubro, entrou para a Escola Politécnica. Em 27 de julho de 1887, acabou os preparatórios na Escola Politécnica para entrar na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Matriculou-se no primeiro ano da citada Escola, em 29 de setembro. Fez publicar a forma da sua assinatura em Declaração no Diário do Governo n.º 136, anúncio n.º 43. Em 26 de novembro de 1887, começou a lecionar no segundo ano de Matemática no colégio do Villar, para sustentar as despesas da sua licenciatura. Foi interno no Hospital de São José, na enfermaria de Santo António. Em 14 de julho de 1892, a sua tese sobre "Retroflexão uterina. Histeropexia. Laparotomia", foi impressa na Companhia Nacional Editora. A 23 de julho, defendeu a Tese e terminou o curso. A 23 de agosto desse ano, foi nomeado chefe do Serviço Médico da "Companhia dos Tabacos de Portugal", tendo a seu cargo o serviço de expediente e fiscalização. Foi também nomeado médico supranumerário da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Entre 16 de novembro de 1892 e 20 de abril de 1893, trabalhou no Hospital Broussais e na Clínica do Dr. Réclus, em Paris. Em 30 de maio, pediu em casamento a Sofia Burnay. A 21 de julho de 1893, concorreu para o hospital de São José. Foi nomeado médico da Real Câmara por carta régia de 1 de agosto desse ano, entrando ao serviço a 7 de agosto, no Castelo da Pena. A 23 desse mês, o Rei ofereceu-lhe uma aguarela representando um barco. Fez as provas de concurso para o hospital de São José. Em novembro, prestou serviço no hospital dos variolosos em Arroios e na enfermaria n.º 7 do Desterro. Em 7 de janeiro de 1894 casou com Sofia Burnay, na capela do Palácio Burnay à Junqueira. Foi um dos três médicos que prestou serviço no Dispensário para crianças pobres, em Alcântara, instalado no antigo convento do Sacramento, patrocinado pela rainha D. Maria Amélia de Orléans, e que funcionava com o apoio das irmãs de Caridade da Ordem de São Domingos. Em agosto de 1895, demitiu-se do lugar de médico do Dispensário da Rainha. Em 1 de Fevereiro de 1897 foi nomeado Director da Consulta de Moléstias Sifilíticas e Venéreas, também chamada das “moléstias vergonhosas”. Em 20 de março de 1897, o Dr. Tomás de Mello Breyner principiou a organizar a consulta externa de sífilis e de doenças venéreas. Esta consulta foi transferida para o Hospital do Desterro e aí inaugurada a 27 Março. De 16 de fevereiro a 8 de março de 1897, acompanhou o Dr. Sousa Martins, representante de Portugal na Conferência Sanitária sobre a peste bubónica, realizada em Veneza. O Dr. Tomás de Mello Breyner deu "Conta sumária" da citada Conferência na Sociedade das Ciências Médicas, e falou “dos triunfos do Sousa”. Em 18 de abril, foi agraciado com o grau de cavaleiro da Ordem de São Tiago pelo Director-Geral do Ministério do Reino, por proposta do Dr. Sousa Martins, em reconhecimento dos serviços prestados na citada Conferência. No mesmo ano, foi primeiro secretário da Sociedade de Ciências Médicas. Em 1898, na eleição dos corpos gerentes da nova associação dos médicos, o Dr. Tomás de Mello Breyner foi eleito primeiro secretário da assembleia geral, e de 11 a 16 de maio, participou no Congresso Nacional de Medicina realizado na sala "Portugal" da Sociedade de Geografia. No mesmo ano, organizou a farmácia e a ambulância do iate Amélia preparando a visita ou viagem oceanográfica ao Algarve. Em 23 de novembro de 1899, foi nomeado com o Dr. Carlos Bello Morais para as duas vagas no Conselho Superior de Saúde Pública, tomando posse em 9 de março de 1900. Em 28 de janeiro de 1901, o Dr. Tomás de Mello Breyner registou a inauguração dos trabalhos para um novo formulário de medicamentos de que foi encarregue juntamente com os Professores Eduardo Mota e Oliveira Feijão e os farmacêuticos Silva Machado e Emílio Fragoso. Em 13 de abril de 1904, publicou no jornal “O Século” a comunicação por si apresentada na Sociedade de Ciências Médicas, acerca da necessidade de se identificarem os venenos, de forma adequada, assinando "Admirador muito obrigado". Em 31 de janeiro de 1906, foi nomeado Director de Enfermaria pelo rei D. Carlos. A nomeação foi despachada a 5 de fevereiro pelo Director-Geral João Torres de Macedo e publicada no Diário do Governo de 6 de fevereiro de 1906. No dia 8, tomou posse como Director da Enfermaria de Santa Maria Madalena do Hospital do Desterro, na Secretaria do Hospital de São José, tomando juramento nas mãos do Enfermeiro-Mor, Conselheiro José Curry Câmara Cabral. De 19 a 26 de abril, participou no 15.º Congresso de Medicina inaugurado na Sociedade de Geografia. Nesse ano, a 29 de maio, foi a casa do João Franco "entregar-lhe a minha influência em Mafra e assim fico ligado politicamente a um homem em quem tenho confiança. Sou português e sou pai de filhos por isso quero que a Pátria se endireite." Em 29 de setembro, participou na abertura das Côrtes como deputado, e nas diferentes sessões da Câmara dos Deputados que se lhe seguiram, representando o Círculo de Braga, em 1906 e 1907. Em 21 de dezembro, o Dr. Tomás de Mello Breyner conta no seu Diário que José Joaquim da Rocha Soares Barbosa (o fiscal Rocha dos Hospitais) o ajudou a embalsamar o cadáver do rei D. Carlos. Em 20 de abril de 1910, o "Mundo" publicava que o Dr. Tomás de Mello Breyner fora eleito membro da Academia de Medicina de Madrid. Em 20 de maio, foi agraciado com o grau de Comendador da Victorian Order. Em 1913, foi a São José com Alberto MacBride Fernandes preparar a organização do Museu dos Hospitais. Em 28 de novembro, foi convidado por Francisco Gentil, novo Director dos Hospitais, da parte do governo, para director e organizador do Museu Hospitalar, a instalar numas salas de São José, cargo que aceitou por não ser político. Em 22 de junho de 1914, a “Nação” publicou a notícia da sua eleição como prior da Ordem Terceira do Carmo, sendo investido em 12 de julho. Em 2 de dezembro de 1915, manifestava a sua vontade de escrever as suas memórias “Pena tenho eu de não me sobrar o tempo. Como eu gostaria de redigir eu mesmo a história das cenas a que assisti na minha já longa vida durante a qual, graças a um acaso da sorte, me foi dado ver muitas cousas e conhecer de perto muita gente notável”. Em 5 de outubro, com a implantação de República, terminou a sua função de médico da Câmara Real. Em 5 de novembro de 1915, tomou posse como presidente da Associação dos Médicos Católicos Portugueses. Em 17 de março de 1916, por iniciativa de Maria Ficalho, da viscondessa de Santo Tirso e de Tomás de Mello Breyner, foi estabelecido o compromisso de se formar um núcleo “de Senhoras e homens da sociedade de Lisboa para auxiliar a Cruz Vermelha". Em 29 de março, o Dr. Tomás de Mello Breyner iniciou uma série de quatro conferências preparatórias, no Palácio dos Caetanos, dirigidas às senhoras que se dedicariam à enfermagem em tempo de guerra. Em 27 de junho, foi eleito membro da Comissão Central da Cruz Vermelha com sede no Terreiro do Paço, havendo depois diversas reuniões. Em 12 de abril de 1917, o Dr. Tomás de Mello Breyner registou a reunião realizada por sua iniciativa na “Agrícola” para tratar da formação de um laboratório de preparação de soros e vacinas animais, juntando-se a dois colegas para estudarem o caso. De 2 a 18 de maio, participou no Congresso das Ciências credenciado pela Sociedade de Ciências Médicas. Em 7 de junho, foi recebido como sócio de primeira classe na Academia das Ciências. Em 20 de dezembro fez a comunicação sobre radioterapia e sífilis acompanhada com fotografias da sua colecção hospitalar. Foi eleito Procurador à Junta do Distrito de Lisboa. Em 6 de maio de 1920, apresentou na Academia das Ciências a comunicação sobre “Vacinoterapia antigonocóccica”. Em 1 de junho, recebeu o parecer favorável do Dr. Sobral Cid sobre a sua candidatura a professor de Venereologia, votada por unanimidade pelo Conselho da Faculdade de Medicina (12, 14 de junho); a sua candidatura foi ainda objecto de relatório do Professor Luís Viegas que visitou no Porto. Em fevereiro de 1921, realizou as provas de concurso para Professor livre de Venereologia, e em 2 de março foi aprovado no Concurso para Professor de Venereologia na Faculdade de Medicina de Lisboa; em 14 de março, festejou a sua entrada nesta Faculdade com um jantar oferecido aos empregados do Hospital do Desterro como demonstração da sua melhor estima e gratidão. Em 30 de abril, o Dr. Tomás de Mello Breyner menciona a inauguração da “Liga de Higiene Moral e Social” sob a sua presidência, “instituição saída por minha inspiração da Juventude Católica de Lisboa”, em sessão realizada na Sala Algarve da Sociedade de Geografia. A sua nomeação para Professor da Faculdade de Medicina foi publicada no Diário do Governo de 28 de maio, segunda série, n.º 121. Em 11 de junho, assinou o termo de posse na citada Faculdade. De 26 a 29 de junho, participou, com comunicação, no Congresso Científico no Porto. Em 12 de janeiro de 1922, deu a Primeira lição do Curso de Venereologia na Faculdade de Medicina. Em 18 de junho, o seu irmão Francisco de Mello Breyner solicitou ao rei D. Manuel II a concessão do título de conde de Mafra que pertencia ao pai, sendo-lhe concedido o título de 3.º conde de Mafra por telegrama de 25 de junho. Em novembro, o Prof. Tomás de Mello Breyner candidatou-se e foi eleito vereador efectivo da Câmara Municipal de Lisboa. Em virtude do falecimento do seu irmão Francisco, ocorrido a 29 de julho, o Prof. Tomás de Mello Breyner requereu para si o título de conde de Mafra. Datam de 22 e de 26 de dezembro, a carta de concessão do título e o telegrama do Rei autorizando o uso do título de 4.º conde de Mafra. Em 30 de novembro de 1924, tomou posse como representante da minoria monárquica na Câmara Municipal de Lisboa. Em 12 de dezembro, foi agraciado com o diploma e insígnias da Cruz Vermelha Alemã (Deutsches Rotes Kreuz) “em recompensa dos serviços por mim prestados (e não foram poucos) aos alemães pobres (marinheiros e prisioneiros) durante a guerra, cousa que me valeu o ódio da Legação de França”. Em 17 de abril de 1925, apresentou ao Senado da Câmara a proposta do busto de Júlio de Castilho, a qual foi aceite. Em 17 de junho de 1926, participou na Conferência sobre política monárquica, e nas sessões da Comissão Central da Cruz Vermelha sendo reconduzido em 21 de fevereiro de 1927. Em 15 de outubro, foi pela primeira vez ao Clube “Turf”. Em 22 de junho de 1927, no Porto, foi inaugurado o Congresso de Medicina, e a 24 de junho, o Prof. Tomás de Mello Breyner apresentou a comunicação ”Orientação Moderna da Luta Anti-Venérea”. Em 2 de julho, o Autor do Diário regista a sua participação como membro da Grande Comissão para a exposição de ex-libris. Em 12 de julho, tomou posse como vice-presidente da Companhia Portuguesa de Tabacos. Em 26 de setembro, dá conta da presença da sua colecção de ex-libris na próxima Exposição. Em 11 de outubro de 1927, em Paris, participou no 19.º Congresso Francês de Medicina aonde foi como delegado do Ministério da Instrução de Portugal. De 29 de abril a 4 de maio, participou no 3.º Congresso Nacional de Medicina, que decorreu na Sala dos Actos da Faculdade de Medicina. De 3 a 5 de Outubro, esteve patente a Exposição de ex-libris na Imprensa Nacional. Em 16 de dezembro, tomou posse como sub-prior da Ordem do Carmo. Em 18 de janeiro de 1928, manifesta a vontade de começar a redigir as suas memórias. “Se eu morrer já ou brevemente ficará tanto material perdido…”. Em 28 de abril, menciona os postos anti-venéreos que fundou na cidade de Lisboa. Em 14 de abril, estava empenhado na reforma do serviço médico da Companhia dos Telefones, que chefiava. Em 6 de outubro de 1928, começou a redigir as memórias, “Reminiscências e apontamentos não me faltam”. Em 12 de novembro, participou na reunião da Comissão Central da Cruz Vermelha. Em 30 de novembro de 1928 e em 25 de abril de 1929, tomou parte nas reuniões da Assembleia Geral e do Conselho da Companhia dos Tabacos. Em 27 de fevereiro de 1929, tomou posse como Director dos Serviços Mistos de Dermatologia, Sífilis e M. Venéreas no Hospital do Desterro, inaugurado a 1 de março, com três enfermarias. Em 29 de maio de 1929, o Prof. Tomás de Mello Breyner refere o ofício de nomeação como vice-presidente do Conselho Nacional da Causa Monárquica por determinação do rei D. Manuel II. Em 15 de julho, o Autor do Diário menciona o êxito obtido pela publicação de um excerto das suas “Memórias” no “Diário de Notícias”. Em 8 de janeiro de 1930, principiou a impressão da primeira parte. No mesmo ano, proferiu a conferência sobre “A Profilaxia da Sífilis” no Instituto Pasteur. Em 15 de outubro, participou no 13.º Congresso Internacional de Hidrologia Médica em Lisboa. Manteve a sua participação na Assembleia Geral e no Conselho Fiscal dos Tabacos, na Junta dos Telefones. Em Outubro, foi convidado para Director da Companhia Carris de Ferro em Lisboa, tomando posse a 3 de novembro. Em 1 de novembro de 1930, foi concluída impressão do seu primeiro livro de “Memórias”, em 9 de dezembro, recebia o primeiro exemplar no consultório. De 22 de janeiro a 4 de fevereiro de 1931, decorreram as sessões de pose para o seu retrato de béca a óleo pelo pintor Henrique de Medina de Barros. Em 12 de março de 1931, iniciou a sua função como delegado do Comité de Londres da Companhia Carris de Ferro. No mesmo ano, tomou posse como vice-presidente da Assembleia Geral da Companhia Bacalhaus de Portugal e a seu pedido, reformou-se do serviço médico da C. P., no qual esteve 34 anos. Data de 22 de janeiro de 1932, a dedicatória aposta pelo pintor Henrique Medina nas costas do retrato que fez ao Prof. Tomás de Mello Breyner. Acompanhou o arranjo do Panteón de São Vicente. Em 23 de maio de 1932, pensou em despedir-se da actividade docente, contudo, em 10 de março de 1933, concordou em ensinar mais um ano a pedido dos estudantes, dando a última aula a 1 de junho desse ano. De 27 de abril a 9 de outubro, prosseguiu no trabalho do segundo volume de "Memórias". Em 15 de junho, acompanhou a trasladação do caixão do rei D. Manuel II para o mausoléu feito no Panteão de São Vicente por subscrição pública, bem como a acomodação dos caixões das pessoas reais, que decorreu de 29 de setembro a 4 de outubro. Assinalou como sempre, o seu aniversário: fez 67 anos a 2 de setembro. No dia 11 de outubro, teve uma conferência com o Director Godfrey Pope sobre a “balbúrdia em que anda o serviço médico […]” e no dia 14, nova conferência com o mesmo Director sobre a reorganização do serviço médico na Companhia dos Telefones. O Prof. Tomás de Mello Breyner escreveu o seu Diário até dia 16 de outubro de 1933, apondo em cada registo a sua rubrica "TMB". O registo de dia 17 de outubro de 1933 foi ainda iniciado por si. À margem lê-se "Estas notas serão [?] escritas pela Sofia". E assim foi continuado por sua Mulher, escrevendo na primeira pessoa, terminando com a habitual menção ao estado do tempo. O mesmo se pode dizer dos registos dos dias 18, 19, 20 e 21 de outubro. No final do registo de 21 de outubro está escrito "Até aqui foi ditado por ele". O agravamento do seu estado de saúde marcou os registos dos dias 22 a 25 de outubro, incluindo o dia da sua morte, o velório e o funeral. "Foi vestido como ele desejava com a sua béca de professor, o escapulário do Carmo ao pescoço e o cinto de coiro dos irmãos de Nossa Senhora do Carmo [...] o caixão [...) foi depositado na sua livraria como ele tinha pedido". "O seu enterro foi a maior demonstração do que ele foi em vida; bom para todos e era dos que fazia o bem sem se saber. Foi muito chorado, nem creio que ninguém o tenha sido tanto! Todos os jornais falam dele com os maiores elogios e a sua memória fica abençoada por todos que tanto o queriam e mesmo por todos que o conheciam." O segundo volume de "Memórias" foi publicado a 30 de maio de 1934. O último volume do Diário termina, um ano depois, no registo do dia de aniversário do Prof. Tomás de Mello Breyner, a 2 de setembro de 1934.
Processo relativo à celebração do Dia Anti-Venéreo em Portugal, uma iniciativa da Liga (a convite da Liga Argentina de Profilaxia Social) que consistiu na realização de uma série de palestras realizadas em diversas unidades militares e de polícia, nos dias 6, 7 e 15 de Setembro de 1936. Contém diversos documentos, geralmente dactilografados, maioritariamente correspondência recebida (com carimbo de recepção na Liga) e cópias de correspondência expedida. Tem vários separadores, sendo as primeiras relativas a temas ("Recortes dos jornais" e "Notícias para os jornais", sobretudo minutas de conferências e de artigos para jornais) e as restantes a rementes/destinatários de correspondência (sobretudo comandantes de regiões militares e de forças de segurança pública).
Inclui cópias de de artigos de jornais relativos à fundação da Associação de Futebol de Setúbal e registos de momentos marcantes do seu percurso ao longo dos tempos. Contém referências de 1921 a 1928.
Artigos ínsitos em jornais fazendo menção ao regulamento da secretaria da câmara dos Dignos Pares do Reino, assim como à administração pública e à Repartição Taquigráfica, onde Almeida Carvalho exercia o ofício de taquígrafo. Contém referências datadas do século XIX.
Jornais com notícias várias fazendo referência a Joaquim António de Aguiar, destando-se as que falam sobre os relevantes serviços por ele prestados enquanto político, para a causa liberal e para o seu País.
Notícias várias ínsitas em jornais sobre o poeta João de Deus, destacando-se, entre elas, poemas seus, a casa onde nasceu, a sua morte e o seu funeral, e a cartilha maternal. Contém referências datadas do século XIX
Artigos publicados em jornais da época, "O Progresso" e o "Diário Popular", dando conta da nomeação de João Carlos de Almeida Carvalho à categoria de Director-Geral da Repartição Taquigráfica da Câmara dos Pares.
Contém notícias, ínsitas em jornais da época, sobre as festas comemorativas do primeiro aniversário da inauguração do Asilo Bocage, a 15 de setembro de 1915. Contém também convites solicitando a comparência de certas personalidades à referida festa de inaiguração.
Inclui o projeto de alteração à lei de bases do sistema desportivo português elaborado pela Associação de Futebol de Setúbal, circulares, comunicados oficiais e artigos de jornais sobre a mesma temática.
Contém o relatório anual das actividades escolares do Director da Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo. Contém recortes de jornais, colados, e fotografias, coladas, sobre programas e prospecto de actividades escolares e circum-escolares.
Contém o relatório anual das actividades escolares do Director, José Manuel Rodrigues Teixeira , da Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo. Contém fotografias e recortes de jornais, colados, relacionados com as actividades escolares.
Contém o relatório anual das actividades escolares do Director da Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo. Contém relatório do Inspector, Fernando de Pamplona. Contém fotografias e recortes de jornais, colados.
Doação no âmbito da Campanha Vamos Fazer História, composta por documentação relacionada com a atividade profissional, desde relatórios, manuscritos, pareceres, processos e jornadas; artigos de jornais pertencentes ao Professor Dr. Carlos Silveira.