Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for joaquim and 188,258 records were found.

Desconhece-se a história biográfica de António Joaquim Rebelo.
Joaquim Augusto de Carvalho Moniz (Damão,1883-12-26/?) era filho de António Francisco Moniz e de Ana Rosa Nascimento de Carvalho Moniz. Prosseguiu a carreira militar.
Requerente: Francisco D'Albuquerque Rebelo Local da obra: Rua Joaquim Manuel de Mendonça Gouveia Obra: Reparações no prédio N.º de Licença: 111
Nasceu em Correlos, Viseu, a 1 de Julho de 1796, e faleceu em Coimbra, a 15 de Janeiro de 1874. Era filho de José Joaquim Pais da Silva e de Maria Joaquina Pais do Amaral. Foi pai de Joaquim José Pais da Silva Júnior. Doutorado em Leis pela Universidade de Coimbra a 8 de Junho de 1818, foi colegial do Colégio de São Paulo, da mesma cidade, de 1826 a 1830, e lente de 1830 a 1834, ano em que foi demitido. Voltou a exercer funções a partir de 1843 e até à jubilação, em 12 de Outubro de 1863. Foi provedor da Misericórdia de Coimbra, à qual prestou apoio também como jurisconsulto, vogal da Junta Geral do distrito de Coimbra e conservador e procurador geral da fazenda, na Universidade. Por Decreto de 8 de Agosto de 1850 o Dr. António Luís de Seabra, juiz da Relação do Porto, posteriormente visconde de Seabra, foi encarregado de redigir o projecto de Código Civil. Em simultâneo, foi nomeada a respectiva comissão revisora, que integrava o Dr. Vicente Ferrer Neto Paiva, Menuel António Coelho da Rocha, Joaquim José Pais da Silva e Domingos José de Sousa Magalhães. Posteriormente, a esta comissão foram-se juntando outros elementos. A primeira parte do projecto, com 381 artigos, foi apresentada por António Luís de Seabra na sessão de Câmara dos Deputados de 22 de Junho de 1857. No ano seguinte - 1858 - foi publicado o Projecto do Código Civil Português. A sua segunda edição, datada de 1859, foi submetida à comissão revisora, cuja primeira sessão data de 9 de Março de 1860. Os trabalhos da comissão prolongaram-se por cinco anos, e por três edições do projecto. Na sessão de 30 de Agosto de 1865, a comissão deu por terminados os trabalhos, sendo o projecto entregue ao Governo. Foi votado na sessão de 26 de Junho de 1867. Joaquim José Pais da Silva escreveu, em 1859, um opúsculo intitulado Observações sobre o Projecto do Código Civil, sobre o trabalho que desenvolveu no âmbito da revisão. Recebeu carta de conselheiro por Decreto de 13 de Novembro de 1866.
Oficio Recebido do Joaquim José Manuel Luis a informar que vai ser entregue em tesouraria do Município uma quantia em dinheiro, referente à cobrança feita de uma licença de uso e porte de arma.
Joaquim Possidónio Narciso da Silva, filho de Reinaldo José da Silva e de Maria Luísa Narcisa da Silva, nasceu em Lisboa, em 7 de Maio de 1806, e faleceu na mesma cidade, em 3 de Março de 1896. Foi para o Rio de Janeiro (Brasil), em 1807, acompanhando o pai, que tinha o cargo de Mestre Geral dos Paços Reais. Regressou ao Reino em 1821, tendo estudado em Lisboa com Domingos António de Sequeira, Maurício José do Carmo Sendim e Germano Xavier de Magalhães. Em 1824 foi para Paris, onde frequentou a Escola de Belas Artes. Entre 1828 e 1830 estudou em Roma, voltando posteriormente a Paris, onde esteve ligado a trabalhos como os do Palais Royal e das Tulherias. Regressou a Portugal em 1833, sendo encarregue de adaptar o Convento de São Bento a Parlamento. Ainda nesse ano, publicou um trabalho sobre o ensino da arquitectura no estrangeiro: O que foi e é a architectura, e o que aprendem os architectos fora de Portugal. Lisboa: Imp. Silviana, 1833. Foi autor do projecto do Palácio da Ajuda (1834, publicado em 1866); e do projecto de uns banhos públicos na zona do Passeio Público (1835). Nenhum deles, no entanto, chegou a ser concretizado. Enquanto arquitecto da Casa Real, projectou a remodelação do Paço das Necessidades (1844-1846) e o Paço do Alfeite (anteriormente a 1857). Foi autor de muitos estabelecimentos comerciais, cuja construção se iniciava na Baixa de Lisboa. Trabalhou também na remodelação do Teatro de São Carlos e do Palácio do Manteigueiro. Acabou por se dedicar a tempo inteiro à arqueologia, tendo sido encarregado, por D. Pedro V, em 1858, de proceder a um estudo técnico de monumentos nacionais. Foi um dos fundadores, em 1863, da antiga Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, posteriormente Associação dos Arqueólogos Portugueses. A Associação foi a responsável, em 1866, pela criação de um museu arqueológico, depois instalado nas ruínas do Convento do Carmo, bem como de um boletim, a partir de 1865. Publicou, em 1869 e 1873, trabalhos sobre a história da arquitectura, e em 1879 e 1887, trabalhos sobre arqueologia. Foi membro de diversas comissões de estudo e classificação de património construído, bem como de diferentes academias e sociedades nacionais e estrangeiras.