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O Despertar, 9 julho 1961, nº 35: - Convicções e tolerância - D. Luís Pereira - A VISITA DO BISPO BAYNE - Motas e Comentários - Paulo Agostinho - Teolo g i a c o m p a r a da - Eduardo Moreira - A oração privada e a Eucaristia - Paróquia da S. Mateus - CIÊNCIA DE TEMER - BÍBLIA A BERTA - A educação dos nossos filhos - Saul de Sousa - Extrato duma carta do Rev. Santos Mendes - Homenagem ao professor Eurico de Figueiredo - Cónego Augusto Nogueira - Deliberações sinodais - A unidade que temos e a que buscamos - Pinto Ribeiro - A igreja episcopal brasileira em Brasília - Paróquia da Catedral da S. Paulo Lisboa - Paróquia de S. João Evangelista V. N. de Gaia - Pela igreja
(Damão) - Informação sobre um conflito entre o remetente e o arcebispo de Bombaim, que se havia dirigido ao governo inglês, acusando a diocese de Damão de interferir na sua acção. Inclui a cópia de um ofício sobre o mesmo assunto, remetido ao [cardeal-patriarca de Lisboa]. Afirma-se a conveniência de uma declaração oficial por parte da Santa Sé ou do [Patriarcado de Lisboa], como forma de encerrar a “infeliz e malévola campanha, baseada em questiúnculas locais, com mira em interesses pessoais e, em boa parte, norteada pelo espírito da revolta contra os poderes instituídos”. Integra, por fim, a cópia de um ofício e de um relatório remetidos à Santa Sé com o objectivo de informar sobre o estado da diocese de Damão nos planos religioso, educativo e social.
No primeiro fólio o maço surge identificado com o «Nº11» e a anotação de «1838» ao lado da rubrica de Teotónio Queirós (Secretário da Irmandade que terá visto esta documentação no ano indicado). É ainda registado no mesmo fólio um resumo do que contém o maço: «São Papeis pertencentes ao Padre Manoel d’Oliveira servindo aqui de Secretário contas a que o obrigou a Irmandade per esta se achar defraudada, o que verdadeiramente não verificou legalmente (…)». Inclui: contas e recibos passados ao Tesoureiro Manuel de Oliveira Pinto (por materiais para obras da Igreja, sinos, serviços prestados à Irmandade, etc.); várias certidões relativas ao processo do libelo; mandado de levantamento de quantia entregue pela Irmandade ao mesmo Tesoureiro e um recibo da mesma quantia.
Registo das despesas realizadas com a obra de reconstrução da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, organizados à semana, apresentando cada folha de obra os seguintes elementos, dispostos em colunas: a data (ano, mês e dia), número da semana, valores despendidos com os pedreiros, carpinteiros, canteiros e trabalhadores, com o material de construção, como cal, areia, pedra, madeiras, aviamentos, ferragens, tijolos e telha, com a retirada de entulho e com o Arquitecto. A última coluna apresenta o valor total despendido na folha da semana. Na folha 57 apresenta um resumo das folhas de obra da Igreja, remetidas ao Juízo da Colecta entre 1791 e 1803, indicando a data de remessa ao Juízo (ano, mês e dia), quantidade de folhas de obra, o primeiro e o último número das folhas entregues, os valores parciais gastos com os vários operários, materiais e serviços e o valor total. Tesoureiro: Francisco António Colffs.
Notícias publicadas nos jornais "Jornal de Notícias"; "O Século": Nas Escolas do Torne: uma festa brilhantíssima; Em Gaia: distribuição de prémios pecuniários, honoríficos e distribuição de roupas.
No principio, depois de 1 fl. de guarda, encontra-se 1 fl. com o seguinte titulo: "Tomo 1.º das Sen/ teças pertencentes a o Mosteiro de São, Jo / ão de Pendorada so / bre Bens de Raís desde 1500 a the o / anno de 1772 ". Seguem-se um índice das sentenças, em 2 fls. inumers., e 5 fls. não utilizadas.
Recortes de notícias relacionadas com o vidro.
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Por ordem de D. Fernando Alvia de Castro dirigida ao governador da Torre de Outão, era autorizada a saída do navio desde que o passaporte estivesse firmado pelo pagador geral Juan de Cufre, e notado pelo contador Diego de Lossua. Inclui a tonelagem do navio, o número de pessoas a bordo, a validade do documento.
A Irmandade dos Escravos do Santíssimo Sacramento estava sediada na igreja do Convento de Santa Ana de Lisboa, da Ordem dos Frades Menores, da Província de Portugal. Era também designada por Irmandade dos Escravos do Santíssimo Sacramento e Irmãos da Senhora Santa Ana, Confraria da Senhora Santa Ana. Em 1741 ou 1742, foi erecta uma primeira Irmandade de Santa Ana no Mosteiro de Santa Ana de Lisboa, de religiosas franciscanas da Terceira Ordem da Penitência. Entrou em declínio e foi suspensa com o terramoto de 1755. Em 1780, sob a protecção da rainha D. Maria I, foi de novo erecta pela madre soror Jacinta Teresa de São José, confirmada por provisão régia de 18 de Maio de 1785. Localização / Freguesia: Santa Justa (Lisboa, Lisboa)
O Despertar, Domingo 2 9 Dezembro de 1 9 6 3, nº 45: - Os leigos e 0 Clericalismo - mensagem episcopal - Vaticano II - Paulo Agostinho - O leigo na igreja cristão - Guedes Coelho - Â Igreja Lusitana e o Laicado - Antologia devocional - à sombra da cruz - Alexandre Herculano - Centenário do Nascimento do Saudoso José Augusto dos Santos e Silva - Haverá antinomia entre leigos e clérigos - Saul de Sousa - Aliança evangélica portuguesa - CONFERÊNCIA D A S IGREJAS PROTESTANTES DOS PAlSES LATINOS DA EUROPA - Restauração do Diaconado como Ofício Permanente - D. Luís Pereira - Sínodo - Paróquia da C atedral de S. Paulo Dedicação de diferentes capelas -
(Gavião) - Inclui um questionário para a recolha de dados sobre as intenções de colaboração com o Centro Católico. Averigua-se também a disponibilidade de “leigos categorizados” a favor do Centro. Contém ainda recomendações para a constituição de Comissões Paroquiais e para a inscrição de sócios na Comissão Diocesana. Assinam o ofício o monsenhor Joaquim José da Silva (presidente), padre António Joaquim da Silva Martins, cónego Joaquim Pedro da Trindade e padre José Dias Júnior (vice-presidentes), padre Joaquim Martins Tavares, padre Francisco dos Santos e Silva (vogais), padre Rafael Jacinto (secretário).
Notas de rodapé manuscritas e datilografadas do estudo "O movimento abolicionista e a abolição da pena de morte em Portugal (Resenha histórica)", de Guilherme Braga da Cruz.
«O Século» (ano 43.º, n.º 14.869) - Considerações de António Lino Neto relativas a uma entrevista feita a Borges Grainha, na qual expunha a sua opinião sobre a existência de congregações religiosas em Portugal.
O Esforçador Juvenil foi uma publicação efémera, com apenas um exemplar manuscrito, que se insere no conjunto das publicações do Esforço Cristão da paróquia do Salvador do Mundo, que culiminariam com a publicação do Esforço Cristão do Prado. Neste exemplar os redatores foram: Joaquim Nunes Duarte, Casimiro Daniel dos Santos, Manuel Fernandes Duarte e José Mega Noronha. Na sua apresentação, informa-se que seria uma publicação para a mocidade, devidamente visada pela direção do Esforço Cristão do Prado. Editorial: - Um servo de Deus; - Aniversários; - Pema canteiro de violetas; - Seara alheia; - Concurso do "Amigo da Infância"; - Notícias do Prado.
O maço é composto por mapas com o nome dos funcionários e agregado familiar.
O maço é composto por mapas com o nome dos funcionários e agregado familiar.
O Apocalipse é o último livro do Novo Testamento, e significa a revelação do fim do mundo pecador, da luta entre o bem e o mal que terminará com a vitória de Cristo. Tal como esta realidade, por inacessível à razão, teve que ser revelada por Cristo a S. João (para lhe mostrar o triunfo do bem sobre o mal e não para aterrorizar), o texto do Apocalipse teve que ser comentado em escritos alegóricos, simbólicos, para ser mais facilmente inteligível. Os cristãos foram perseguidos, humilhados e marginalizados; o imperador romano era divinizado e quem não o adorasse era afastado dos bens materiais e por vezes martirizado. Por este livro os cristãos ficaram convictos de que o império romano, por todos considerado perpétuo, caíria também e Cristo dominaria tudo e todos. O dragão é aqui o símbolo do demónio e do império romano e de todos os outros impérios que não o de Cristo, que serão vencidos por Cristo. O Antigo Testamento é património dos judeus, o «povo de Deus» que teria a Terra por herança, enquanto o Apocalipse vai mais além, pois se destina ao «povo de Deus» e a todos os outros povos. O Apocalipse é uma narração profética simbólica para pacificar os cristãos e para os exortar a manterem a fé. A linguagem é simbólica para os pagãos não entenderem. Mas o Apocalipse precisava ele próprio de ser revelado ao comum dos cristãos e por isso cerca de 786 o Pe Beato de Liébana das Astúrias escreveu um comentário de que existem 23 cópias. O Apocalipse do Lorvão, de autoria de Egeas, baseia-se no Comentário de Beato de Liébana, do séc. VIII.
«Novidades» (ano LXX, n.º 19522 e n.º 19523) - Diversos artigos sobre o falecimento de D. Manuel Mendes da Conceição Santos, arcebispo de Évora. Contém informação sobre a sua vida e obra.
«O Século» (ano 43.º, n.º 14.689, pp. 1-2) - Relato da cerimónia da imposição do barrete cardinalício ao núncio apostólico em Portugal, Achille Locatelli. Inclui a transcrição de discursos e a reprodução de fotografias.
"Eva", 1943-12, p. 16-18, 47 e 53-54. Obra editada sob o pseudónimo de António Madeira. Ilustração: Paulo Ferreira
«O Liberal» (ano II - XII, n.º 289/3438, p. 1) - Artigo de António Santos, com a reprodução de partes de uma entrevista realizada a António Lino Neto. Inclui um artigo publicado no «Diário Nacional» (ano II, n.º 444, p. 2), elaborado com base na mencionada entrevista.
(Lisboa) - Convite para a participação do destinatário no “XVIII Curso Internacional de Expansão Económica”, cuja realização estava prevista para o mês de Agosto de 1936, em Lisboa. Inclui novo ofício, subscrito pelo secretário da Direcção do Grupo Português, Luís Viegas, comunicando o adiamento do Curso por tempo indeterminado.