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Tombo dos bens da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã, incluindo propriedades, foros e pensões, de que era comendador, em 1735, frei Domingos de Vargas Ferrete. Inicia com provisão régia de 27 de Março de 1735 e termina com um index remissivo dos conteúdos do livro, incluindo o nome dos foreiros, divididos por localidade, com indicação dos foros. O volume contém, solta, uma provisão do Príncipe Regente D. João, datada de 25 de Agosto de 1803, que reconduz Frei João de Nossa Senhora do Carmo Carqueja no lugar de substituto da Escola de Primeiras Letras estabelecida no Convento de S. Francisco da Covilhã.
A Casa de São João de Deus de Lisboa era masculina e pertencia à Ordem e Província dos Hospitalários de São João de Deus, do qual era sede. O convento era também designado Convento de São João de Deus da Ordem dos Hospitalários de São João de Deus. Foi fundada em 1629, por Dr. António de Mascarenhas (deão da capela real e deputado da Mesa da Consciência e Ordens); situava-se na Rua das Janelas Verdes, na freguesia de Santos. Na segunda metade do séc. XVII, eram padroeiros do convento os condes de Atouguia. Em 1814, por breve do delegado apostólico de 3 de Fevereiro, as pensões das capelas dos Conventos extintos de Elvas, Campo Maior e Lagos, passaram para as obrigações deste Convento de Lisboa, as quais só podiam ser apreciadas pelos prelados superiores da Ordem, e não por juízo secular. Em 1816, em virtude do breve apostólico de prorroga cometido pelo papa Pio VII, de 23 de Junho e de 2 de Setembro desse ano, o Convento de São João de Deus de Lisboa apresentou satisfeitas as obrigações das capelas de Elvas, Campo Maior e Lagos, até ao ano de 1815. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Registo das escrituras de emprazamentos e de renovação de emprazamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã. Inicia com o traslado da carta de licença, dada em 20-03-1682, para o comendador Frei António de Sá poder emprazar e renovar os prazos das propriedades da sua Comenda de S. João do Hospital da vila da Covilhã e termina com índice dos prazos da mesma comenda "que andam avulsos", divididos por localidade.
Localizado na freguesia de Cucujães e pertencente à família de João "Jangeca".
Sermão proferido por António Ferreira Fiandor, baseado em João II- 1 a 11.
[s.l.] - Envio de informações sobre João Cabral, possível candidato a senador por Castelo Branco.
(São João da Pesqueira) Pedido para ser inscrito no III Congresso da União Nacional.
[s.l.] Envio de cópia da carta que enviou a [João de Matos] Antunes Varela.
(São João do Estoril) Agradecimento pela oferta da obra "Origem e evolução da universidade".
(Silveiros) Informação acerca do sucedido nos dias posteriores ao nascimento do seu filho João.
(Guarda) Agradecimento pela carta enviada. Timbre: "Liceu Normal de D. João III".
[s.l.] Pedido de intervenção junto de João Almeida para ser nomeado para a Torre do Tombo.
(São João do Campo) Felicitação pela nomeação para o cargo de reitor da Universidade de Coimbra.
(São João da Madeira) Agradecimento pela intervenção na sua nomeação para Castelo de Paiva.
(Coimbra) Agradecimento pelo estudo sobre José Carlos [?]. Timbre: "Liceu Normal de D. João III. Reitoria. Particular".
(Porto) Oferta de textos. Timbre: "Faculdade de Medicina. Patologia Cirúrgica. Hospital de S. João".
(Coimbra) Considerações acerca da constituição da Legião [?]. Timbre: "Liceu Normal D. João III".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso "Elogio do Dr. João de Almeida".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso "Elogio do Dr. João de Almeida". Timbre: "Associação Jurídica".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso "Elogio do Dr. João de Almeida".
[s.l.] Agradecimento pela oferta do trabalho "Elogio do Dr. João de Almeida".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso "Elogio do Dr. João de Almeida".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso "Elogio do Dr. João de Almeida".
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do "Elogio do Dr. João de Almeida".
(Lisboa) Pedido de informações biográficas acerca do infante João Manuel, de Espanha.
(São João do Estoril) Pedido de ajuda para conhecer melhor as traduções portuguesas das "Partidas" afonsinas.
(Ajudá) Informações acerca do seu regresso a Portugal. Timbre: "Residência de S. João Baptista D' Ajuda".
Minuta acerca de divida de foros por João Caetano Maldoredo, relativa aos anos 1829 a 1844.
Documento emanado por João Pereira de Carvalho, desembargador da Relação Eclesiástica.
Sete provas tipográficas. Poema dedicado a João e Fernando Matos e respetivas mulheres.
Parte de "Os canários do Pato Donald"; três provas tipográficas. Poema dedicado a João Gaspar Simões.
Parte de "O tédio recompensado"1; prova tipográfica. Poema dedicado a Luísa e João Vaz Raposo.
Parte de "Ciclo spinoleta"; uma prova tipográfica. Poema dedicado a João Vaz Raposo.
Transcrição do testemunho "Dr. Abel Varzim - Esboço dum retrato", de João Maria Domingos.
[Relatório do trabalho efectuado no Bairro Camarário de S. João de Deus]
Postal de João Queirós - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de João de Sá - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Postal de João Manuel Guimarães - Escola EB 2,3 Bento Carqueja 6.º H - 2000/2001
Listagens de crentes das paróquias de S. João Evangelista e do Bom Pastor.
[s.l.] - Solicitação de verbas para o funcionamento do jornal «A Ordem»; descrição das várias despesas mensais do jornal e referência às dificuldades económicas vividas. Inclui um cartão do padre João Filipe dos Reis, comunicando a impossibilidade de comparecer numa reunião a realizar no Banco Ultramarino.
(Lisboa) - Envio de votos de boas festas e de donativos destinados aos Seminários da diocese de Portalegre. Inclui a carta de resposta do padre João José Alvares de Moura, agradecendo os votos de boas festas e os donativos; referência ao bispo [D. António Ferreira Gomes].
Apontamentos sobre uma conversa entre [João] Joaquim Isidro dos Reis e o Capitão Teófilo Duarte, tida a 26 de Janeiro de 1943, na Rua do Ouro, na qual ambos teriam trocado impressões a respeito de um decreto sobre o inquilinato e de outras medidas do Governo. Teriam ainda considerado os meandros católicos e o exército como os responsáveis pelas condições que o país atravessava.
(Paredes) Considerações acerca das imprecisões de uma nota elaborada por Guilherme Braga da Cruz no n.º 345 da "Revista de Legislação e Jurisprudência" sobre as classificações de Manuel Rodrigues e Beleza dos Santos. Timbre: "João Augusto Rodrigues de Sousa Machado. Advogado".
Certidões das verbas relativas a obrigações e quitações à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau por José Domingues e sua mulher; Daniel Ferreira de Azevedo; João Correia e sua mulher; Pedro André Belo; Manuel da Costa; José Teixeira; Lucas Germano Garcês Palha; Estevão Abbo e Pedro Morais.
(Seminário Dominicano. Olival Norte) Informa que as fotos que o P. Sebastião mencionou estão arquivadas no Colégio de Clenardo, que nos dias 5 e 6 de agosto passará por lá e verificará e que entretanto verá se tem algumas com ele.
Nascido na Madeira em 1833, João Francisco Camacho abriu a sua primeira casa fotográfica na cidade do Funchal em 1863, na Rua do Conselheiro José Silvestre Ribeiro, nº5 e, mais tarde (1870), na Rua de São Francisco, nº21. Viajou pela Europa e pelos Estados Unidos da América onde contactou com alguns mestres da fotografia da época. Em 1879, deixou a Madeira para se estabelecer em Lisboa, no Hotel Gibraltar, no Chiado e, posteriormente, na Rua Nova do Almada, nº116. Apesar de um incêndio lhe ter destruído uma parte significativa do seu arquivo em 1880, é durante esta década que trabalha para a família real e para algumas das publicações ilustradas de época como O Ocidente. Para além de autor de um álbum de fotografias sobre a Torre de Belém e sobre o Mosteiro dos Jerónimos, João Francisco Camacho, foi galardoado com o título de fotógrafo da Imperatriz do Brasil. Recebeu também uma medalha de mérito na Exposição Universal de Viena, em 1873, e uma medalha de ouro na Exposição Internacional de Paris, de 1892. As fotografias que foi tirando ao longo de 35 anos de actividade profissional pautam-se pelo rigor técnico e pelo cuidado cenográfico que sempre adoptou nos seus retratos de estúdio. Após a sua morte em 1898, as revistas Ilustração Portuguesa e a Serões publicaram, a título póstumo, fotografias suas. O estúdio manteve-se em funcionamento até 1905 e, no ano seguinte, Arnaldo da Fonseca adquire-o, transformando-o numa das suas Oficinas Photographicas, mas mantendo o nome Camacho até 1910.
O volume contém o registo de uma escritura que, em 29 de Dezembro de 1730, "fez o Reverendo Domingos de Vargas Ferette, Comendador da Igreja de S. João do Hospital, da Covilhã e suas anexas, e parte dos moradores do lu[g]ar de Escarigo", seguida de um rol dos foros a serem pagos pelos respectivos rendeiros. No final, encontra-se transcrito um decreto régio de 3 de Dezembro de 1728 que confirma os privilégios que haviam sido reconhecidos em 1604 à Santa Casa do Hospital de São João de Jerusalém, exceptuando aqueles que houvessem sido derrogados até àquela data por ordem régia.
A Igreja de São João do Souto pertencia ao arcebispado do Braga. Localização geográfica actual: União das Freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) (Braga, Braga)
Nome do candidato: João Costa Rodrigues Lemos. Contém a prova escrita e um desenho.
Registo das escrituras de emprazamentos da Comenda de São João do Hospital, da vila da Covilhã, de que era comendador, em 1717, o reverendo padre frei Manuel Fernandes de Vargas; em 1751, era comendador frei Francisco da Silva Macedo. No início, existe índice remissivo das escrituras.
Registo das escrituras de emprazamentos da Comenda de São João Baptista de Malta, da vila da Covilhã e suas anexas, de que era comendador, em 1715, o reverendo padre Manuel Fernandes de Vargas. No início, existe índice remissivo das escrituras. Acrescentadas à encadernação inicial, encontram-se escrituras de datas anteriores e posteriores às das escrituras iniciais, de 1702 a 1722.
O Mosteiro de São João Baptista de Setúbal era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1520, este mosteiro da regular observância foi fundado por iniciativa de D. Jorge, duque de Coimbra e mestre de Santiago que nessa data doou aos dominicanos portugueses a ermida de São João Baptista de Setúbal, para que nela instalassem um convento masculino. Em 1521, a apreciação do documento de doação, de um alvará de licença de D. Manuel, e de uma certidão de consentimento da Câmara, em reunião capitular realizada em Elvas, levou o capítulo provincial a determinar o início da construção da nova casa. Não tendo sido imediata a realização das obras, e apesar de inicialmente projectado como convento masculino, por solicitação de D. Jorge e decisão capitular de 1525, esta fundação foi destinada a casa de religiosas dominicanas. Em 1529, a 24 de Junho, provenientes do convento de Jesus de Aveiro, as primeiras religiosas de São João Baptista de Setúbal deram entrada na comunidade. No mesmo ano de 1529, a 29 de Outubro, pela bula "Sedis Apostolicae copiosa benignitas" de Paulo III, o convento teve confirmação dos seus estatutos e concessões. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Localização / Freguesia: Santa Maria da Graça (Setúbal, Setúbal)
Livro 2.º de registo das escrituras de aforamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã. Termina com um index das escrituras daquela comenda constantes do livro. No primeiro fólio está colado um pequeno papel que informa "Este livro e mais três são só das escrituras da Comenda de Malta desta vila e por minha morte, irão para o arquivo da dita Comenda".
Registo de 31 escrituras de emprazamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã, de que era comendador,em 1705, o reverendo padre Manuel Fernandes de Vargas. O volume inicia com um índice remissivo das escrituras nele contidas, com a indicação dos rendeiros e localidades, seguindo-se os traslados da procuração e da carta de licença para se poder emprazar (com data de 18-04-1705 e de 07-02-1698, respectivamente), antes das escrituras propriamente ditas.
Livro 4.º de registo das escrituras de aforamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã em que era comendador Frei António Pedro da Silva Ribeiro. Termina com o index das escrituras daquela comenda constantes do livro. No primeiro fólio está colado um pequeno papel que informa "Este livro e mais três são só das escrituras da Comenda de Malta desta vila e por minha morte, irão para o arquivo da dita Comenda".
Registos organizados cronologicamente, cada folha respeitante a um mês diferente, apresentando as verbas da receita à esquerda e as verbas da despesa à direita. No final de cada mês indicam-se os totais da receita e da despesa e o saldo mensal respectivo. Procurador da Mesa: Francisco João Braidi.
"Instrumento de Reconhecimento de foreiro e obrigação (...)" estabelecido entre a Colegiada de São Nicolau e João António da Silva Trigueiros, relativo ao "domínio útil de um prazo em fateusim dentro da Quinta e Casa Nobre (…) com frente para a rua de São Sebastião da Pedreira (...)".
Termo de juramento dado ao Juiz de Paz do circulo de S. João da Madeira.
Tombo dos bens da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã, de que era comendador, em 1710, o reverendo padre Manuel Fernandes de Vargas. Inicia com o treslado da provisão régia que manda ao juiz de fora e dos órfãos da Covilhã medir, demarcar e fazer o tombo das terras e propriedades da Comenda de São João de Malta, da Covilhã, conforme a petição do seu comendador, Manuel Fernandes de Vargas, logo a seguir transcrita, assim como a procuração que o mesmo fez. Este tombo constitui os primeiros 136 fls. do livro e termina com a data de 10 de Junho de 1730. Àquela parte inicial, foram acrescentados 29 fls., onde se inclui um tombo adicional realizado em 1730 a pedido do comendador frei Domingos de Vargas Ferrete, pelo facto de alguns bens da Comenda de S. João de Malta, da vila da Covilhã, não terem sido incluídos no tombo realizado em 1710. Esta segunda parte inicia com uma carta de sentença do doutor Caetano José de Magalhães, juiz de fora da vila da Covilhã, que atesta a realização desse tombo adicional, autorizado por provisão régia dada em 18 de Dezembro de 1729, em resposta à petição apresentada pelo comendador frei Domingos de Vargas Ferrete em 5 de Dezembro de 1729, que se encontram transcritas logo a seguir. O tombo adicional termina a 10 de Junho de 1730. Termina o livro com índices remissivos para ambos os tombos. O índice do tombo de 1710 refere os nomes dos rendeiros, divididos por localidades, sendo que o sub-índice respeitante à Covilhã se encontra a seguir ao índice do tombo de 1730 (que aparece identificado sob o título "Segunda provisão"). Entre os dois tombos, existe uma pedido em nome do comendador frei Domingos de Vargas Ferrete para que fosse passada certidão do que consta do livro da Igreja do Sameiro sobre o uso e costumes da mesma, nomeadamente sobre o pagamento da côngrua, havendo a certidão sido lavrada no verso do documento.
Livro 3.º de registo das escrituras de aforamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã. Aos 218 fls. iniciais, seguidos do index remissivo das escrituras daquela comenda constantes do livro, foram acrescentados mais 10 fls., cinco contendo duas escrituras e outros cinco em branco. No primeiro fólio está colado um pequeno papel que informa "Este livro e mais três são só das escrituras da Comenda de Malta desta vila e por minha morte, irão para o arquivo da dita Comenda".
Livro 1.º de registo das escrituras de renovação dos prazos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã. A páginas 499, refere-se uma petição do comendador Frei António d'Abella em que solicitava autorização para, na sua Comenda da Covilhã, renovar os prazos que se encontravam vagos e que fossem vagando, assim como aforar baldios, pretensão que foi autorizada por carta de licença de 22 de Junho de 1790. O registo, ainda que iniciado em 1789, contempla escrituras celebradas anteriormente a essa data.
Registo das escrituras de emprazamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã. No final, encontra-se anexo um index, em mau estado de conservação, contendo todos os prazos e pessoas que pagavam foros, com indicação dos lugares onde moravam, ano e pagamento. As escrituras não se apresentam por ordem cronológica ou de localidade. O livro não se encontra completo, faltando as primeiras 24 folhas. O registo, supostamente iniciado em 1669, conforme indicação na capa, contempla escrituras celebradas anteriormente a essa data.
Livro 1.º de registo das escrituras de aforamentos da Comenda de São João de Malta, da vila da Covilhã, de que era comendador em 1789, frei António de Abella. Inicia com traslado da procuração em latim dada pelo comendador para a realização do inventário, terminando com um index das escrituras daquela comenda na vila da Covilhã e suas anexas constantes do livro. No primeiro fólio está colado um pequeno papel que informa "Este livro e mais três são só das escrituras da Comenda de Malta desta vila, e por minha morte irão para o arquivo da dita Comenda".
Bilhete-postal ilustrado
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