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A documentação é composta por apontamentos e transcrições, nomeadamente de cartas de quitação registadas nas chancelarias de D. João II a D. Filipe II, que copiou na íntegra, em forma manuscrita e datiloscrita. O fundo encontra-se em tratamento, não dispondo de quadro de classificação definitivo
A documentação reflete a atividade da Sociedade de Educação Social de S. João do Estoril no domínio das funções definidas por estatutos. O fundo é constituído por 4 secções: Constituição e Regulamentação; Secretaria e Arquivo; Património e Gestão Financeira; e por 35 séries: Regulamentos e estatutos (1911-1983); Atas da Assembleia Geral (1913-1988); Atas da Direção (1911-1985); Atas do Conselho Administrativo (1984-1986); Atas do Conselho Escolar (1987-1989); Termos de posse da Assembleia Geral e da Direção (1913-1941); Convocatórias para a Assembleia Geral (1952-1991); Registo de presenças em Assembleias Gerais (1913-1956); Registo de sócios, subscritores e protetores (1911-1930); Registo de correspondência recebida (1973-1989); Correspondência recebida (1975-1982); Copiadores de correspondência expedida (1920-1989); Correspondência recebida e expedida (1953-1987); Instruções e comunicações internas (1956-1990); Registo de assiduidade do pessoal (1983-1988); Relatórios de professores (1987-1989); Registo de assiduidade e aproveitamento de alunos (1915-1927); Relações de alunos (1977-1980); Inquéritos a encarregados de educação (1989); Registo de fotocópias e chamadas telefónicas (1987-1991); Assistência técnica a fotocopiadora (1989-1990); Recortes de imprensa (1930-1985); Festas e comemorações de aniversários (1960-1986); Homenagem ao jornal "A Nossa Terra" (1960-1961); Registo de bens imóveis (1898-1959); Processos de obras (1980-1987); Inventário de património móvel (1974); Catálogos de material escolar e didático (1960-1970); Registo de receita e despesa (1911-1986); Registo de receita e despesa de reconstrução da escola (1951-1965); Registo de quotas (1965); Guias de pagamento de IRS (1989-1990); Documentos bancários (1912-1953); Orçamentos (1956-1974) e Requisições de material (1952-1990)
O Hospital de São João de Portel era masculino e pertencia à Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista (vulgarmente conhecidos por Lóios). Foi fundado no séc. XIII e em 1263 os seus primeiros estatutos foram aprovados, sendo o seu procurador o padre Francisco da Conceição. Em 1396, o donatário de Portel, Nuno Álvares Pereira, aprova a confirmação da confraria do hospital. Em 1541, a pedido de D. Teodósio, duque de Bragança, a administração do Hospital de São João de Portel ficou a cargo do Convento de São João Evangelista de Évora, da Congregação dos Cónegos Seculares de São Evangelista, sendo o reitor de Évora, por inerência, provedor do hospital com obrigação de visitação anual. Nessa mesma data, recebeu novo regimento e foram patrocinadas as ampliações arquitectónicas do complexo hospitalar. Em 1631, D. João IV concede-lhe o privilégio de Hospital Real. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Esta série é composta por correspondência recebida (cartas, telegramas e convites), no âmbito das comemorações do centenário do templo de S. João Evangelista, Torne - Vila Nova de Gaia.
O fundo da paróquia de S. João Evangelista é constítuido por documentação relativa ao culto religioso e atividades relacionadas com a igreja, à organização paroquial, gestão financeira e patrimonial.
Livro de Autos de Posse da Junta Paroquial da Igreja de S. João Evangelista.
Livro de registo de Autos de Posse da Junta Paroquial da Igreja de João Evangelista.
Autos de posse da Junta Paroquial da Igreja de S. João Evangelista.
António Ferreira Fiandor no presbitério da igreja de S. João Evangelista.
O Colégio de São João Evangelista de Coimbra era masculino e pertencia à Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista (vulgarmente conhecidos por Lóios). Em 1548, foi fundado em instalações provisórias cedidas pelo hospital de Coimbra, cuja administração dependia dos cónegos da congregação. O provedor do hospital passou a ser o reitor do colégio de São João Evangelista. A congregação foi reunindo rendas e contribuições que permitissem custear a construção do novo edifício que só se iniciou em 1631, no local designado por Campo da Feira. As obras decorreram rapidamente e concluíram-se em 1638, com a colocação sobre a fachada principal de uma grande estátua de São João, patrono da congregação e titular da casa. O colégio tinha capacidade para 20 a 25 cónegos. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Coleção constituída por diversas publicações periódicas da Igreja Lusitana, publicadas pela Paróquia de S. João Evangelista (Torne, Vila Nova de Gaia) e pela Paróquia do Salvador do Mundo (Prado, Vila Nova de Gaia).
A Colegiada de São João de Almedina de Coimbra pertenceu ao bispado de Coimbra.
S. Paulo: Samambaia Editora, [s.d.]. Dedicatória: «Ao Sr. Dr. Branquinho da Fonseca - este livro que também lhe pertence com a admiração e a amizade de João Alves das Neves», 1968-09-24. Texto de Branquinho da Fonseca, nas p. 115-126: "Os olhos deslumbrados", extraído de "Bandeira preta" .
Livro de registo de caixa da paróquia de S. João Evangelista: piscina, banco, ginásio, móveis e utensílios, fundo paroquial.
Registo de receita e despesa da paróquia de S. João Evangelista: coletas, donativos, manutenção de edifícios, pagamentos de subsídios.
Documentos iconográficos e desenhos técnicos e arquitectónicos dos trabalhos de João Gomes Soares. • Assuntos: Fundo fechado.
Estudo crítico de Albano Nogueira. 2ª ed. revista.[Coimbra]: Coimbra Editora, [1941]. Dedicatória: «Ao António José, lembrança de um velho e fraternal amigo. João Gaspar Simões»
O Convento de São João Evangelista de Xabregas, era masculino e pertencia à e foi sede da Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista, vulgarmente conhecida por Lóios, ou cónegos azuis, como eram designados popularmente devido à cor azul do seu hábito. Este convento é também conhecido como Convento de São Bento de Xabregas ou Convento do Beato António. A Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista é uma congregação portuguesa de cónegos seculares com votos temporários, fundada no início do século XV com o objectivo de contribuir para a reforma do clero em Portugal. A formação da congregação pode considerar-se consolidada a partir de 1431, ano em que pela primeira vez foi exercido o direito de voto para eleição do reitor do convento de Vilar de Frades. A congregação nasceu em 1420, na igreja dos Olivais, próximo de Lisboa, por iniciativa de mestre João Vicente (médico e professor na Universidade de Lisboa e futuro bispo de Lamego e Viseu), de Martim Lourenço (doutor em teologia), e de Afonso Nogueira (canonista graduado pela Universidade de Bolonha e futuro bispo de Coimbra e arcebispo de Lisboa). Por razões ainda pouco claras, este grupo fundacional e outros sacerdotes que se lhe juntaram viram-se obrigados a abandonar a casa dos Olivais, de onde, após certa dispersão, com o apoio do bispo do Porto, D. Vasco, se transferiram para a igreja de Campanhã (1423). A passagem de D. Vasco para o bispado de Évora e a intimação do novo prior de Campanhã para que o grupo abandonasse a sua igreja provocaram uma nova dispersão da comunidade. Mestre João Vicente obteve, então, a protecção de D. Fernando da Guerra (arcebispo de Braga), que lhe concedeu a igreja secular de São Salvador de Vilar de Frades (1425), antigo mosteiro beneditino, que entretanto vagara. Em 1427, o Papa Martinho V outorgou a aprovação do novo instituto, confirmou a concessão do arcebispo de Braga e autorizou-os a viverem segundo o uso e costume dos cónegos de São Jorge de Alga de Veneza. Uma maior estabilidade da comunidade foi alcançada por ocasião de uma viagem de mestre João Vicente e Martim Lourenço à Borgonha, integrados, por encargo de D. João I, no séquito de casamento da infanta D. Isabel com o duque Filipe, o Bom (1429). Da Borgonha, os religiosos passaram a Itália, tomaram contacto com a Congregação de São Jorge em Alga e, em Roma, mestre João Vicente veio a ser nomeado bispo de Lamego, em Maio de 1432. Já anteriormente, a congregação obtivera do papa a bula 'Injunctum nobis' de 18 de Maio de 1431, segundo a qual fora permitido aos religiosos de Vilar de Frades seguirem a regra de Santo Agostinho e as constituições de São Jorge de Alga, elegerem um prior, aceitarem igrejas e outras casas no país, elaborarem estatutos próprios e gozarem dos mesmos privilégios de que usufruía a Ordem de São Jerónimo. O sucesso alcançado pelos cónegos e a protecção que estes receberam por parte da família real suscitaram a rivalidade do arcebispo D. Fernando da Guerra que pretendeu afirmar a sua autoridade sobre o mosteiro de Vilar. Não aceitando as pretensões do arcebispo, os cónegos, com o apoio da rainha Dona Isabel, conseguiram obter do papado a confirmação de isenção canónica, em vida do arcebispo (7.3.1446). No entanto, as reivindicações do ordinário do lugar foram imediatas e a contenda sobre a definição de poderes acabou por se arrastar, com alguma intermitência, até ao início do século XVI, época que correspondeu à fase de maior esplendor da Ordem, com fundações em Lisboa, Évora e Porto. Posteriormente, os Lóios foram encarregados por D. João III da administração dos hospitais régios de todo o reino. Em 1536 assumiram a administração do Hospital de Todos os Santos, em Lisboa, e dos hospitais de Santarém, Montemor-o-Novo, Caldas da Rainha e Coimbra; um pouco mais tarde receberam também a administração dos hospitais do Vimeiro e de Castanheira e em 1541 a dos hospitais de Portel e Arraiolos. Instituíram várias missões no reino do Congo (em 1490, 1508 e 1521), fundaram um colégio em Coimbra (1548), um convento na Feira (1560), contribuíram de forma decisiva para a reforma pré-tridentina portuguesa e, por breve de 28 de Março de 1568, foram encarregues, por Pio V, da reforma dos cónegos de São Jorge em Alga. Por outro lado, dedicaram-se também à pregação popular e itinerante nos centros rurais e nas cidades, ao serviço apostólico e assistencial nas prisões e nos hospitais, ao acompanhamento dos condenados à morte, à criação de confrarias populares, à escrita da vida de santos, ao ensino às crianças dos primeiros elementos linguísticos e à assistência aos doentes e moribundos durante os surtos de peste de 1458, 1493, 1569 e 1579. Depois da intensa acção apostólica e caritativa, a partir da segunda metade do século XVI, os Lóios foram progressivamente abandonando a actividade assistencial nas prisões e nos hospitais, suspenderam o seu empenho missionário e a fundação de novas casas, perderam a protecção régia e tiveram de enfrentar a oposição das respectivas autoridades eclesiásticas. Na sequência dos intentos de uniformização canónica desenvolvidos pela Igreja no período post-tridentino, o papa Clemente VIII propôs a transformação dos Lóios numa congregação de votos perpétuos, mas dada a oposição manifestada, autorizou a permanência do estatuto anterior, por breve de 2 de Agosto de 1596. Durante o século XVII, verificaram-se outras tentativas de supressão da congregação que também não se concretizaram. Os Lóios portugueses resistiram mesmo à extinção em 1668 dos cónegos congéneres de São Jorge em Alga (Veneza). Em 1822, o governo liberal reduziu para quatro, as nove casas dos Lóios; em 1824, o regime absolutista restitui-lhes esses conventos, mas a nova vitória dos liberais, em 1834, trouxe a supressão definitiva da Congregação de São João Evangelista. Quanto ao convento de São João Evangelista de Xabregas, também conhecido por mosteiro de São Bento de Xabregas ou Convento do Beato António, foi fundado em 1462 segundo disposições testamentárias da rainha D. Isabel, mulher de D. Afonso V, num oratório já existente em Xabregas, dedicado a São Bento e pertencente ao mosteiro de Alcobaça. Depois de estabelecer um acordo com o abade de Alcobaça, D. Afonso V obteve do papa Pio II a confirmação da doação deste oratório e ordenou que passasse a designar-se de São João Evangelista, passando desde logo a ser a cabeça da Congregação, então também designada por Congregação de São João Evangelista de Xabregas. O convento tinha quatro igrejas anexas, com importantes rendimentos e bens fundiários: São Leonardo de Atouguia, São Pedro de Alenquer, São Miguel de Sintra e São João Baptista de Rio Maior. No final do século XVI iniciaram-se obras de ampliação que prosseguiram ao longo do século XVII. Apesar de ser a cabeça da congregação, no aspecto económico o convento não era tão rico como o Convento do Salvador de Vilar de Frades ou Santo Elói de Lisboa, estando aproximadamente ao mesmo nível que o Convento de Nossa Senhora da Consolação do Porto, com capacidade para 35 religiosos. Entre 1570 e 1602 residiu neste convento o Padre António da Conceição, beatificado no séc. XVIII, tendo ficado ligado à toponímia:"sítio do Beato António" e "Convento do Beato"; Na sequência do terramoto de 1755, o Convento de São João Evangelista de Xabregas albergou os cónegos do Convento de Santo Elói cujo edifício ficara muito danificado. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Livro de receita e despesa de diversos fundos da Paróquia de S. João Evangelista: reuniões, atas, coletas, coletas especiais, donativos, coro, despesas gerais, subsídios, sínodo, contribuições prediais.
A Igreja Colegiada de São João de Mocharro de Óbidos pertenceu sucessivamente, ao arcebispado e patriarcado de Lisboa.
Documento
Original: Bilhete-postal ilustrado. Coleção: Portugal Turístico
Documentos de receita e despesa da Paróquia de S. João Evangelista: fundo de reserva pastoral; fundo paroquial; fundo paroquial dos pobres; fundo para obras; fundo diocesano.
Documentos do Fundo Paroquial dos Pobres da paróquia de S. João Evangelista: documentos de receita e despesa; coletas; arrendamentos; auxílio a pessoas carenciadas.
Contas gerais dos diversos fundos paroquiais da igreja de S. João Evangelista: fundo de reserva pastoral, fundo central do sínodo, fundo diocesano.
Original: Bilhete-postal ilustrado. Impressão: 1990
Pedidos de autorização para contrair empréstimos, feitos pela Câmara Municipal de São João da Pesqueira ao Ministério das Finanças.
Pedidos de autorização para contrair empréstimos, feitos pela Câmara Municipal de São João da Madeira ao Ministério das Finanças.
Documentos reunidos por João Ferreira Pinto, que incluem uma colecção de partituras, apontamentos pessoais avulsos e cartazes do Cine-Teatro Alba.
O Presidente da Junta Paroquial de S. João Evangelista envia carta a Joaquim dos Santos Figueiredo, Bispo-Eleito, sobre acta da Assembleia Eleitoral.
Livro referente à contabilidade da igreja de S. João Evangelista, do ano de 1983, com registos do: pavilhão desportivo; movimento paroquial; Bairro Diogo Cassels; Fundo Paroquial dos Pobres; bancos; impostos estatais.
Tem selo de chapa. A certidão contém o treslado da Carta de D. João V dirigida ao Prior do Convento de Tomar, em que determina que se lance o hábito dos Noviços da Ordem de Cristo a D. João José Mascarenhas, datada de 31 de Maio de 1713. A cerimónia de entrega do hábito deu-se a 8 de Julho de 1713.
Vista da Garagem Justino na Rua João Marques de Carvalho.
Retrato do Professor João Carlos Gomes da Costa.
Capela localizada na cidade de São João da Madeira.
Determina que, para padrinhos de D. João José, se requeressem a dois cavaleiros da mesma ordem. Após o acto, teria de ser passada certidão nas costas do Alvará para, posteriormente, serem passados na Chancelaria da Ordem. A certidão afirma que a cerimónia de ordenação de cavaleiro teve lugar na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Ordem de Cristo, em Lisboa.
Saída de caixa da paróquia de S. João Evangelista.
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Saídas de caixa da paróquia de S. João Evangelista.
Certidões de confirmação da paróquia de S. João Evangelista.
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Registo de batismos da igreja de S. João Evangelista.
Fichas de membros da Igreja de S. João Evangelista com indicação do nome, data de nascimento, naturalidade, lugar de batismo, filiação, profissão, estado civil, filhos, admitido à prova, confirmação.