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Outras formas do nome: Aldemiro dos Santos Jesus
Outras formas do nome: Artur de Jesus Serralheiro
Outras formas do nome: Alcino de Jesus Gonçalves
Mestrado Integrado em Engenharia Industrial e Gestão
Outras formas do nome: Adriano Valério, Adriano de Jesus Valério, Adriano Valério Bispo de Jesus, alcunha "O Engraxador"
O Convento de Nossa Senhora de Jesus do Sítio de Santarém era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Terceira Ordem da Penitência. Também era conhecido por Convento de Nossa Senhora de Jesus de Santarém. Em 1617, foi fundado, no local onde existia uma ermida dedicada a Santa Maria Madalena. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Convento de Santa Teresa de Jesus de Santarém era masculino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. Em 1646, foi fundado sob a invocação de Santa Teresa de Jesus. Também era designado por Convento do Carmo. Os religiosos, inicialmente, instalaram-se no lugar das Portas de Manços e posteriormente, mudaram-se para junto das Portas de Atamara, no monte da Pedreira. Em 1708, foi inaugurada a igreja dedicada a Santa Teresa. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Convento e Basílica do Santíssimo Coração de Jesus da Estrela era feminino, e pertencia à Ordem dos Carmelitas Descalços. A Basílica da Estrela, em Lisboa, nasceu da devoção de D. Maria I ao culto do Sagrado Coração de Jesus. Em 1760, aquando do seu casamento com o Infante D. Pedro, a ainda princesa, fez um voto ao Santíssimo Coração de Jesus, de lhe erguer uma igreja e convento para as religiosas da Regra de Santa Teresa, pedindo o nascimento de um filho varão, o que aconteceu em 1761. D. Pedro contribuiu para a causa, cedendo os terrenos do Casal da Estrela, na parte ocidental de Lisboa. No entanto, depararam-se uma série de obstáculos técnicos e económicos, que foram ultrapassados quando a princesa subiu ao trono. Em 1779, a 31 Julho foi aprovada a planta pela rainha D. Maria I, com o assentimento do seu confessor, o arcebispo de Tessalónica, ficando a orientação da obra a cargo do Arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos. Em 1789, a 15 Novembro, realizou-se a sagração da Basílica, a primeira a ser consagrada com o título de Sagrado Coração de Jesus. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. O convento foi extinto em 29 de Abril de 1885, por morte da última religiosa.
O Convento do Bom Jesus de Peniche era masculino, pertencia à Ordem dos Frades Menores, e à Província dos Algarves. Em 1452, foi fundado. Edificado no local onde já existia uma ermida com o título de Vera Cruz ou Bom Jesus, junto à vila de Peniche, inicialmente serviu de enfermaria, com quatro ou cinco religiosos e um vigário. Também era designado pelo orago de Santo António. Em 1570, passou a convento da observância com respectivo guardião, por iniciativa de D. Luís de Ataíde, que lhe doou o terreno para ser edificado, por escritura de 14 de Setembro de 1570, e nele foi sepultado, na capela-mor. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
O Mosteiro de Jesus de Aveiro era feminino, e pertencia à Ordem dos Pregadores (Dominicanos). Em 1458, este convento da regular observância foi fundado por D. Beatriz Leitoa, viúva de D. Diogo de Ataíde, e senhora de Ouca. A fundadora e duas filhas vieram a ingressar no convento a 24 de Novembro de 1458. Em 1460, a entrada para a comunidade de D. Mécia Pereira, senhora abastada, viúva de Martim Mendes de Berredo, trouxe novo impulso à fundação tanto do ponto de vista espiritual como económico. Foram adquiridas novas terras e a construção inicial foi alargada. Em 1461, a 16 de Maio, pela bula "Pia Deo et Ecclesiae desidere", Pio II autorizou a fundação do novo instituto, conforme o convento do Salvador de Lisboa, ou seja, dentro do movimento da Observância. Falecida em Outubro de 1464, D. Mécia, que tinha feito profissão particular, foi considerada a primeira religiosa professa do convento. Em Dezembro do mesmo ano, as outras religiosas recolhidas tomaram o hábito e, em Janeiro de 1465, realizou-se a cerimónia da clausura que deu início à vida monástica da comunidade. Em 1480, após a morte da fundadora, o priorado de D. Maria de Ataíde (1482-1525) foi marcado por uma estabilização da vida económica, pelo crescimento da comunidade, pela ampliação do convento e pela presença da princesa D. Joana, filha de D. Afonso V que, entrando para o convento em 1472, ali permaneceu até à sua morte, ocorrida em 1490. O priorado de D. Maria de Ataíde foi também marcado pela acção desenvolvida a nível exterior, no que respeita à participação na fundação de novos conventos (como o de Santa Ana de Leiria e o da Anunciada de Lisboa) e à reforma de casas já existentes (convento de São Domingos das Donas de Santarém). De uma forma mais indirecta, as religiosas do Mosteiro de Jesus de Aveiro estiveram também ligadas à fundação do convento de Nossa Senhora da Saudação de Montemor-o-Novo e à passagem do convento do Paraíso de Évora da terceira à primeira regra. A partir de 1534, data em que terminou o governo de D. Isabel de Castro sucessora de D. Maria de Ataíde, os priorados vitalícios passaram a trienais ou quadrienais. Destacou-se na primeira fase, de priorados com termo, o governo de D. Francisca Doairos (1549-1558) que, eleita e reeleita para novo mandado, empreendeu obras de vulto no convento, nomeadamente a construção do claustro superior. Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo. Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional. Em 1874, a 2 de Março, foi extinto por morte da última religiosa, a prioresa D. Maria Henriqueta de Jesus.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Evaristo de Jesus Simões Matrícula n.º: 1-CTC-17-26 Contém registo de transferência de propriedade: Evaristo de Jesus Simões.
Morada: Rua de Jesus; idade: 60; solteira.
Morada: Rua de Jesus; idade: 45; solteira.
Morada: Rua de Jesus; idade: 39; solteira.
Morada: Rua de Jesus; idade: 32; solteira.
Morada: Rua de Jesus; idade: 45; solteira.
Morada: Rua de Jesus; idade: 57; ; solteira.
Carta de Padrão. Tença de 80$000 rs para sua sobrinha D.Teresa de Jesus.
Lago do Parque Natural do Bom Jesus do Monte, em Braga.
Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação
Mestrado Integrado em Engenharia Industrial e Gestão
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: António de Jesus Pimenta Matricula n.º: 1-CTC-11-49
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Ângelo de Jesus Silveira Matricula n.º: 1-CTC-01-24
Carta de Padrão. 4$000 rs de tença cada ano. Filiação: Guiomar de Jesus.
Outras formas do nome: José de Jesus Carreira, alcunha "O José Moço"
Vista do santuário do Bom Jesus (Braga) e da respetiva paisagem circundante, repleta de vegetação.
Mestrado em Engenharia de Segurança e Higiene Ocupacionais
Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação
Mestrado Integrado em Engenharia Industrial e Gestão
Preciosa de Jesus Pinto era familiar de Pinheiro da Rocha, filha de sua prima Rita de Jesus Pinheiro da Rocha e neta de seu tio Francisco Pinheiro da Rocha.
Preciosa de Jesus Pinto era familiar de Pinheiro da Rocha, filha de sua prima Rita de Jesus Pinheiro da Rocha e neta de seu tio Francisco Pinheiro da Rocha.
Preciosa de Jesus Pinto era familiar de Pinheiro da Rocha, filha de sua prima Rita de Jesus Pinheiro da Rocha e neta de seu tio Francisco Pinheiro da Rocha.
Registo de religiosas virtuosas e instruídas que passaram pelo convento de Jesus. Contém referências datadas de 1523 a 1771.
Retrato de Teresa de Jesus Carrinho, mãe de José Augusto, Caetano e João Barradas. Fotografia circular assente em cartão.
Processo de Manuel de Jesus Carvalho, contra-mestre, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de Guilherme de Jesus Loreno, guarda-civil, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de Francisco Jesus Guerra Videira, professora, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Processo de António Paulino de Jesus, piloto, integrando documentos relativos a expediente relacionado com a sua situação profissional.
Vista aérea sobre o Santuário do Bom Jesus de Braga. O Santuário do Bom Jesus do Monte, também referido como Santuário do Bom Jesus de Braga, localiza-se na freguesia de Tenões, na cidade, concelho e distrito de Braga, em Portugal.
Inventariado: Adelia de Jesus, Tabosa. Inventariante: Herculano de Jesus, Tabosa.
Inventariado: João de Jesus, Gradiz. Inventariante: Isaura de Jesus, Gradiz.
Inventariada: Maria de Jesus; Inventariante: Augusta de Jesus.
Inventariado: Maria de Jesus Inventariante: Florinda de Jesus
Inventariado: Ana de Jesus Inventariante: Teresa de Jesus
Inventariado: Petronilha de Jesus Inventariante: Maria de Jesus
Inventariado: Maria de Jesus Inventariante: Custódio de Jesus
André dos Reis, notário Primeiro outorgante: Palmira de Jesus
Notário: António Rodrigues Primeiro outorgante: Laurinda de Jesus
Notário: Henrique de Brito Câmara Primeiro outorgante: Maria de Jesus
Abel João Saraiva, notário Primeiro outorgante: Angélica de Jesus
Relação das freiras nobres que passaram pelo convento de Jesus.
Carta. Legitimação a sua filha Maria Euzébia de Jesus.
Carta. Legitimação. Filiação: Clara Rosa de Jesus, e outro.
Outras formas do nome: Carmen de Jesus Vasconcelos